Notícias principais - Google Notícias

Loading

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Vendas automóveis continuaram a afundar em Julho

O mercado automóvel nacional continua em travagem acentuada. No mês passado, o mercado de veículos ligeiros de passageiros manteve a tendência de queda iniciada há sete meses, registando um recuo de 20,5 por cento nas vendas em relação ao mesmo período de 2008. Desde o início do ano, as vendas automóveis já caíram 34,6 por cento.

Segundo dados divulgados hoje pela Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), o total do mercado automóvel nacional vendeu 20.686 unidades em Julho, o que representa uma queda de 23,1 por cento em relação a igual mês do ano passado.

A queda continua a ser mais acentuada nos comerciais ligeiros, que totalizaram 3.124 unidades (menos 34,6 por cento). As vendas de ligeiros de passageiros caíram 20,5 por cento (totalizando 17.160 unidades), ao passo que os veículos pesados recuaram 28 por cento (402 unidades).

De acordo com a ACAP, esta queda ficou a dever-se, entre outros factores, à “precipitada entrada em vigor da nova legislação do crédito ao consumo”.

A associação recorda que “a Comissão Europeia recomendou, aos Estados-membros, que o prazo entre a publicação da legislação do crédito ao consumo e a sua entrada em vigor fosse de um ano. todavia, em Portugal este prazo foi inferior a um mês”.

Em termos acumulados, entre Janeiro e Julho, foram vendidos 90.261 ligeiros de passageiros, o que representa uma queda de 33,6 por cento em relação ao mesmo período de 2008. Olhando para o mercado total, a queda foi ainda maior: menos 34,6 por cento.

Renault mantém liderança do mercado

Em termos de marcas, a Renault lidera com uma quota de mercado de 13,53 por cento em Julho no segmento dos veículos ligeiros (que inclui os ligeiros de passageiros, comerciais ligeiros e todo-o-terreno). Segue-se a Ford e a Citröen, ambas com 7,21 por cento.

Entre as marcas mais afectadas pela quebra das vendas no mês passado está a Nissan (menos 58,9 por cento) e a Opel (menos 44,3 por cento). Marcas de luxo como a Jaguar e a Maserati tiveram quedas igualmente altas (menos 60,8 e 66,7 por cento, respectivamente).

Com a tendência de quebra a afectar a maioria das marcas, apenas nove das mais de 40 marcas presentes no território nacional conseguiram contrariar o cenário e ver aumentar as suas vendas de veículos ligeiros no mês passado. É o caso da Toyota, Audi, Chevrolet, Alfa Romeo, Lexus, Porsche, Saab, Daihatsu e Aston Martin.

Fitch baixa 'rating' individual do BCP

A agência de notação de risco Fitch Ratings baixou o 'rating' individual do BCP de "B" para "B/C", mas manteve a notação de 'rating' de longo prazo "A+" com "Outlook Estável", informou hoje o banco em comunicado.

A Fitch confirmou igualmente a notação de "F1" para o 'rating' de curto prazo do BCP, o 'rating' "Support 2" e a notação "BBB" para o "Support Rating Floor". Os ratings ou notações financeiras medem o risco de uma instituição ou entidade poder vir a falhar o pagamento da sua dívida.

"A Fitch refere que a manutenção do 'Outlook [perspectiva de evolução] Estável' reflecte a opinião que as operações bancárias deverão evoluir favoravelmente no longo prazo, apesar da fraca conjuntura económica, bem como a posição relevante que o banco ocupa no sector financeiro português, sólida rendibilidade operacional antes de imparidades, razoável qualidade dos activos, suporte da liquidez pela boa base de depósitos e melhoria dos rácios de capital", sublinhou o BCP no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Na quinta-feira, a agência de notação de risco Standard & Poor's (S&P) divulgou a revisão em baixa dos 'ratings' do Millennium BCP devido ao impacto da crise económica nos resultados do banco, mas subiu o 'outlook' de 'Negativo' para 'Estável'.

A "Standard & Poor's (...) reviu os 'ratings' do Banco de 'A longo prazo/A-1 curto prazo' para 'A- longo prazo/A-2 curto prazo', referindo que a revisão reflecte o impacto de condições económicas e operacionais mais adversas em Portugal e na Polónia nos resultados do banco", segundo disse o BCP em comunicado enviado à CMVM.

"A S&P reviu igualmente o 'outlook' para o Banco de 'Negativo' para 'Estável', referindo que os 'ratings' do banco continuam a reflectir a sua posição sólida no negócio e a sua importância no sector bancário em Portugal", frisou então o BCP.

Estas alterações seguem-se à divulgação dos resultados semestrais do BCP, apresentados a 29 de Julho. O BCP beneficiou de uma subida homóloga dos lucros de 45,5 por cento para 147,5 milhões de euros no primeiro semestre do ano

Caso Isaltino: Autarca de Oeiras condenado a quatro dos sete crimes de que estava acusado

Sintra, 03 Ago (Lusa) - O presidente da Câmara de Oeiras foi hoje declarado culpado de quatro dos sete crimes que inicialmente estava acusado, num cúmulo jurídico de sete anos, tendo o tribunal determinado uma indemnização de 463 mil euros ao Fisco.
De acordo com o acórdão a que a Agência Lusa teve acesso, o colectivo de juízes condenou o autarca pela prática de um crime de corrupção passiva para acto ilícito (3 anos e sete meses de prisão), um crime de abuso de poder (15 meses), um crime de fraude fiscal (2 anos) e um de branqueamento (4 anos), num cúmulo jurídico de sete anos e na pena acessória de perda de mandato.
O colectivo de juízes determinou ainda a condenação de Isaltino Morais ao pagamento de uma indemnização de 463 mil euros à Administração Fiscal.
O tribunal absolveu o autarca da prática de um crime de participação económica em negócio e da prática de dois crimes de corrupção passiva para acto ilícito por ter considerado que não foi feita "prova em julgamento" que determinasse a sua condenação.
O colectivo de juízes considerou ainda que não foi provado que as conta da Suíça do autarca, no valor de 1.157.704 euros, tenha na sua origem pagamentos ou contrapartidas pela prática de "tratamentos de favor", pelo que o crime de branqueamento de capitais limitou-se ao valor que concretamente ficou provado ter sido branqueado, 35 mil euros.
O tribunal declarou ainda perdido a favor do Estado, por configurar produto do crime de abuso de poder e do crime de fraude fiscal, o terreno em Cabo Verde que foi oferecido a Isaltino Morais.
Os restantes arguidos foram absolvidos.
O presidente da Câmara Municipal de Oeiras foi constituído arguido em 2005 num processo relacionado com contas bancárias não declaradas na Suíça e no KBC Bank Brussel, em Bruxelas (Bélgica), com registos entre os anos 1990 e o início da actual década.
O Ministério Público acusou o autarca de depositar mais de um milhão de euros em contas da Suíça quando, entre 1993 e 2002, auferiu como presidente da Câmara 351.139 euros.

BES, Galp e Brisa sobem mais de 2% e animam bolsa nacional

A bolsa nacional acentuou a tendência de ganhos e segue a valorizar mais de 1%. Em destaque seguem as acções do BES, da Galp e da Brisa, todas a subirem mais de 2%.

O PSI-20 avança 1,13% para os 7.375,31 pontos, com 15 acções em alta, quatro em queda e uma inalterada. A bolsa nacional acompanha assim a tendência de ganhos das congéneres europeias, que beneficiam de apresentações de resultados e de declaração do ex-presidente da Reserva Federal (Fed) dos EUA, Alan Greenspans. O responsável afirmou que a recessão económica pode estar no fim, o que está a animar a negociação das praças bolsistas.

Por cá, o BES cresce 2,1% para os 4,473 euros e é o título que mais impulsiona a bolsa nacional. Este sentimento está a ser partilhado pela generalidade do sector financeiro nacional. O BCP ganha 1,33% para os 0,761 euros, depois da agência de “rating” Fitch ter reafirmado, na sexta-feira, a notação de “rating” de longo prazo “A+” com “outlook estável” para o Banco Comercial Português, tendo alterado o “rating” individual de “B” para “B/C”.

O BPI também valoriza 0,58% para os 1,911 euros.

A Galp Energia avança 2,23% para os 9,385 euros, acompanhando a tendência de subida do sector petrolífero, num dia em que os preços da matéria-prima sobem mais de 1% e negoceiam acima dos 72 dólares por barril, em Londres.

Ainda no sector da energia, a EDP sobe 1,08% para os 2,813 euros e a EDP Renováveis avança 0,36% para os 7,23 euros.

A animar a sessão está ainda a Brisa ao crescer 3,05% para os 5,987 euros, depois de na semana passada ter apresentado resultados que analistas classificam como “muito fortes”. O título acumula uma subida de 13% nas últimas duas semanas, com os investidores convictos que o pior já passou na queda no tráfego nas auto-estradas.

A travar maiores ganhos estão as acções da Cimpor e da REN com quedas de 1,22% para os 5,275 euros e 0,63% para os 2,85 euros, respectivamente.

No sector de telecomunicações, a Portugal Telecom valoriza 0,31% para os 7,13 euros, na semana em que apresenta os resultados do primeiro semestre do ano. Já a Sonaecom, que na sexta-feira divulgou os números dos primeiros seis meses do ano, avança 1,30% para os 1,864 euros. A Zon contraria esta tendência ao descer 0,23% para os 3,98 euros.

A Jerónimo Martins também contribuiu para a subida do PSI-20 ao ganhar 1,36% para os 4,987 euros, depois da casa de investimento Goldman Sachs elevou o preço-alvo da empresa em 87% para 5,10 euros, melhorando a recomendação de “vender” para “neutral”. Num “research”, com data de sexta-feira, onde actualiza as suas previsões para o sector, a Goldman elevou o preço-alvo da Jerónimo Martins de 2,70 para 5,10 euros.

Fundos de pensões portugueses com rendibilidade positiva de 2,8%

Os fundos de pensões portugueses obtiveram uma rendibilidade positiva de 2,8% em Julho, devido à divulgação dos resultados das empresas acima das expectativas, refere a Mercer no seu último relatório.

Segundo a mesma fonte, a rendibilidade dos fundos de pensões portugueses foi positiva em 2,8%. Desde o início do ano, a rendibilidade mediana de mercado situa-se em 5,1%.

Entre os factores que contribuíram para a performance positiva dos mercados accionistas estiveram a divulgação dos resultados das empresas acima das expectativas e o abrandamento no ritmo de declínio económico, explica a Mercer.

“Estes factores aumentaram a confiança dos investidores e traduziram-se numa maior apetência por risco”, sublinha a mesma fonte.


No que diz respeito ao mercado de taxa fixa euro, a “performance” foi positiva, situando-se em 2,1% em Julho. Para o segmento de dívida “corporate” com notação AA (10+), a “yield” de mercado situava-se no final de Julho em 5,30%, adianta a empresa.

EUA: indústria mostra sinais de recuperação

Alguns fabricantes já dão mostras de melhoria, anunciando ganhos melhores do que os esperados
O sector da indústria nos EUA diminuiu em Julho ao ritmo mais lento registado em onze meses, enquanto a recessão dá sinais de melhoria e nas fábricas se começa a sentir alguma estabilidade, de acordo com economistas consultados pela Bloomberg.
Os menores cortes no investimento empresarial e o aumento da procura vindo do exterior reforçam as previsões de que a pior recessão desde a Grande Depressão irá acabar este ano.
Segundo o Instituto para a Gestão do Abastecimento Industrial, o barómetro empresarial aumentou 43.4 em Julho, o nível mais elevado atingido em dez meses. Outros estudos reforçam este cenário e apontam para um crescimento da indústria, que representa 12 % da economia dos EUA.

Também alguns fabricantes vão já mostrando sinais de recuperação, anunciando ganhos melhores do que os esperados, como é o caso da Motorola Inc., Caterpillar Inc. e Dow Chemical Co.

No sector automóvel, as medidas tomadas pelo Governo para reforçar as vendas são mais um incentivo para a recuperação industrial.

Dow Jones abre a ganhar 0,13% e Nasdaq a subir 1%

Europa está toda no verde
Os mercados norte-americanos abriram a primeira sessão da semana a negociar em terreno positivo.
O Dow Jones somava na abertura 0,13 por cento e o Nasdaq 1%.

Na Europa, todos os títulos estão do lado dos ganhos.

Expansão do Metro de Lisboa totaliza investimento superior a 1.200 milhões de euros

Os planos de expansão da rede do Metropolitano de Lisboa, com concretização prevista até 2015, totalizam um investimento de 1.264 milhões de euros, segundo cálculos da agência Lusa.

Deste total, 485 milhões de euros dizem respeito a projectos que já estão no terreno e perto do seu fim: o prolongamento da linha Vermelha Alameda II/S.Sebastião II (210 milhões de euros), prolongamento da Vermelha Oriente/Aeroporto (220 milhões de euros) e prolongamento da linha Azul Amadora-Este/Reboleira (55 milhões de euros).

Os restantes 779 milhões de euros dizem respeito a projectos de expansão que foram anunciados pelo Metropolitano de Lisboa nas duas últimas semanas: o prolongamento da linha Azul até ao Hospital Amadora-Sintra (214 milhões de euros) e a expansão da rede até ao concelho de Loures (565 milhões de euros).

A actual rede do Metropolitano de Lisboa integra actualmente 50 estações em quatro linhas: Azul (Amadora-Este/Santa Apolónia), Amarela (Odivelas/Rato), Verde (Telheiras/Cais do Sodré) e Vermelha (Alameda/Oriente).

Com a concretização destes projectos, a rede vai passar a ter 66 estações.

Dos projectos que já estão em curso, o prolongamento da linha Vermelha Alameda II/S. Sebastião II, que permitirá a interligação entre as linhas Verde, Amarela e Azul, tem abertura prevista para o final de Agosto.

No primeiro semestre de 2009, está prevista a abertura da extensão da linha Vermelha Oriente/Aeroporto da Portela, que dotará a linha de três novas estações - Moscavide, Encarnação e Aeroporto da Portela -, bem como o prolongamento da linha Azul Amadora-Este/Reboleira, que se traduzirá na construção de uma nova estação - Reboleira.

No caso dos planos de expansão apresentados mais recentemente, o prolongamento da linha Azul até ao Hospital Amadora-Sintra, no concelho da Amadora, dotará a rede do Metropolitano com três novas estações - Atalaia, Amadora Centro e Hospital -, ao longo de uma extensão de 2,5 quilómetros. Este projecto deverá estar concluído em 2015.

Já a extensão do concelho de Loures, que vai arrancar em 2012 e deverá estar em funcionamento entre 2014 e 2015, consiste na expansão da linha Amarela no corredor Odivelas/Loures/Infantado e da linha Vermelha no corredor Moscavide/Portela/Sacavém. Além destes projectos, o Governo, o Metropolitano e Câmara Municipal de Lisboa estão a planear novas ligações dentro da cidade, avançou na semana passada a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino.

"Há ligações dentro da cidade de Lisboa que estão a ser desenvolvidas e planeadas juntamente com os técnicos da Câmara Municipal", disse Ana Paula Vitorino na quinta-feira, durante a sessão de apresentação do projecto de expansão do Metropolitano até ao Hospital Amadora-Sintra, escusando-se, contudo, a avançar pormenores.

Em causa poderão estar o prolongamento da linha Amarela Rato/Estrela que, de acordo com o Metro, "constitui a primeira fase de ligação da Linha Amarela à linha de comboio de Cascais, em Alcântara", bem como o prolongamento S. Sebastião/Campolide, a "primeira fase da estratégia de desenvolvimento de uma nova circularidade interna" destinada a servir "Campolide, Amoreiras e Campo de Ourique".

Lucros do Barclays subiram 10 por cento no primeiro semestre

O Barclays PLC, terceiro maior banco mundial em activos, anunciou hoje que os seus lucros subiram 10 por cento no primeiro semestre e que os lucros antes de impostos do Barclays Capital duplicaram.

O lucro bruto nos seis meses que terminaram a 30 de Junho foi de 1,888 mil milhões de libras (2,221 mil milhões de euros), cerca de 10 por cento acima dos 1,718 mil milhões de libras (2,021 mil milhões de euros) no mesmo período do ano passado. As receitas brutas dos seguros subiram 37 por cento para 16,25 mil milhões de libras (19,12 mil milhões de euros).

O benefício antes de impostos do Barclays Capital subiu 100 por cento para 1,05 mil milhões de libras (1,23 mil milhões de euros), reforçado pela aquisição do negócio da Lehman Brothers na América do Norte.

Indústria da zona euro com a menor contracção nos últimos onze meses

A actividade na indústria transformadora na zona euro registou em Julho a menor contracção em onze meses, dando mais um sinal do que o pior da recessão poderá ter já passado, de acordo com o índice Markit Economics.

O índice da actividade industrial nos 16 países da zona euro subiu para 46,3 pontos em Julho, o nível mais alto desde Setembro, contra 42,6 pontos em Junho, registando o quinto aumento consecutivo. Uma primeira estimativa publicada pela Markit Economics a 24 de Julho apontava para 46 pontos.

O índice é baseado num inquérito realizado pela Markit junto dos gestores de compras das empresas com sede em Londres. Uma leitura abaixo dos 50 pontos indica uma contracção da actividade.

A economia europeia está a dar alguns sinais de estabilização, depois de ter registado no primeiro trimestre a maior contracção em 15 anos.

Millennium BCP foi multado pela CMVM por dar informação fraudulenta entre 2004 e 2007

A multa de cinco milhões de euros que a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) decidiu aplicar ao Millennium BCP em Junho resultou de seis violações dolosas (com intenção fraudulenta) da obrigação de prestar informação verdadeira, que ocorreram entre 2004 e 2007, segundo o teor da decisão, divulgada hoje no “site” da entidade reguladora do mercado de capitais nacional.

A informação deficiente prestada pelo BCP fez com que os capitais próprios do banco tenham estado sobreavaliados em 21 por cento entre 2002 e 2003 e em 17 por cento em 2004, revela a CMVM.

Na sua decisão relativa ao processo de contra-ordenação, a CMVM explica que entre 1999 e 2006 o BCP “praticou factos e realizou operações que nunca deu a conhecer ao mercado”, numa “acção planificada e orientada no sentido de alterar o juízo dos investidores em relação à real situação do BCP”.

A acção do banco envolveu a criação de 31 sociedades “off-shore” por si controladas para adquirirem acções próprias não declaradas como tal.

Na decisão, explica-se que a informação financeira divulgada pelo banco “reflectia a contabilização de juros e receitas que não correspondiam de facto a proveitos, omitia perdas realizadas e potenciais nas acções adquiridas pelas referidas sociedades, assim sobrevalorizando os resultados líquidos e os capitais próprios”.

A CMVM diz também que quando confrontado com esta situação, o BCP reiterou, em Dezembro de 2007, que “a informação financeira mais recentemente divulgada reflectia integralmente as perdas financeiras sofridas pelas off-shore – o que também não era verdadeiro”.

A CMVM aplicou seis coimas, num montante de 7,5 milhões de euros, que, feio o cúmulo jurídico, ficaram num total de cinco milhões. A coima foi aplicada em Junho e o regulador deu ao banco a possibilidade de suspender por dois anos o pagamento de metade deste valor (2,5 milhões) se não recorresse da decisão, o que não veio a acontecer.

Fornecedores da Repsol põem 60 trabalhadores em lay-off

Repsol suspendeu mais de metade dos contratos temporários de trabalho
A suspensão do contrato temporário de trabalho de mais de metade dos colaboradores da Repsol obrigou os fornecedores a recorrerem ao lay-off, situação que vai afectar pelo menos 60 trabalhadores, refere a Lusa.
Estas pessoas são funcionárias da Compelmada e da ITS-Intertek.
«Tínhamos cerca de 80 pessoas a trabalhar em permanência no contrato de manutenção com a Repsol. Com a entrada em lay-off [dos trabalhadores da Repsol], estão agora 21 pessoas a trabalhar, apenas por questões de segurança», disse à Lusa, o director de Manutenção e Logística da prestadora de serviços Compelmada, Luís Melim.

«Entraram primeiro em períodos de férias, alguns em outras obras e estão agora em lay-off cerca de 60», explicou o responsável pela área de manutenção da empresa, que emprega, ao todo, 400 trabalhadores.

Hollywood português: negócio milionário

Mil postos de trabalho envolvidos
O projecto Picture Portugal, que pretende atrair para o nosso país a indústria cinematográfica norte-americana, garantiu já onze produções.
Em conjunto, estas produções deverão gerar uma receita fiscal de 1.200 milhões de euros e envolver mais de mil postos de trabalho, segundo estimativas dos promotores daquele projecto, citados pela Lusa.

«Estas produções envolvem mais de um milhar de postos de trabalho directos na produção dos filmes», disse o produtor de cinema Artur Curado, um dos cinco consultores internacionais que acompanham o projecto Picture Portugal.

«Este lote de produções, num cenário pessimista, tem um potencial de lucros de 300 milhões de euros e de 1.500 milhões de euros de receitas», acrescentou ainda, para evidenciar o peso do sector que a empresa municipal pretende atrair para Portimão.

UBS revela cinco mil nomes de titulares de contas e escapa à multa

O banco suíço UBS, suspeito de fraude fiscal nos Estados Unidos, pode escapar ao pagamento de uma multa.

Segundo conta a imprensa de hoje, a instituição bancária revelou à justiça norte-americana cinco mil nomes de titulares de contas que terão cometido fraude fiscal.

Uma fonte citada pelo jornal NZZ am Sonntag disse que o número não estará longe da verdade.

O UBS fez um acordo de princípio com as autoridades fiscais dos Estados Unidos que não inclui o pagamento de uma multa. Inicialmente, a justiça norte-americana tinha exigido que o banco revelasse a identidade de 52 mil clientes americanos com contas offshore cujo valor poderia ultrapassar os 14,8 milhões de dólares (cerca de 10,4 milhões de euros).

O banco suíço já tinha pago uma multa de 551,7 milhões de euros em Fevereiro, altura em que também deu às autoridades americanas o nome de 250 clientes.

Turistas gastam 119,80 euros por dia em São Paulo

Os turistas que visitaram a cidade brasileira de São Paulo nos primeiros seis meses do ano gastaram por dia 315,82 reais, cerca de 119,80 euros.

Segundo a São Paulo Turismo, o tempo médio de estadia não chegou a quatro dias e a maioria do dinheiro dos visitantes foi gasto com o alojamento (65,5 por cento).

A maior parte dos turistas ficou hospedado em hotéis de categoria intermédia e apenas sete por cento preferiu instalar-se em unidades de luxo.

Depois do hotel, os turistas de São Paulo gastam o orçamento disponível em compras (12,9 por cento). Segue-se a alimentação, lazer e transportes.

São Paulo vive sobretudo do turismo interno : 91,5 por cento das pessoas que visita a cidade são brasileiros e 61,6 por cento viaja em negócios.

Alan Greenspan: Retoma está “muito próxima”

O antigo presidente da Reserva Federal norte-americana (FED) acredita que a retoma económica vai chegar em breve.

Em entrevista à ABC, Alan Greenspan disse estar seguro de que a recuperação já se começou a sentir em meados de Julho.

“O colapso ficou para trás”, disse, acrecentando que tem quase a certeza de que a economia norte-americana, depois de ter batido o fundo, já está a retomar os bons indicadores.

Chave Totoloto

Concurso: 31/2009 Data do sorteio: 01/08/2009
Chave: 4 6 8 18 39 49 + 35 Ordem Saída: 39 6 18 49 4 8 + 35

Prémio Número de vencedores Valor (Previsão)
1.º Prémio 0 (1)
2.º Prémio 2 € 11.487,52
3.º Prémio 76 € 755,75
4.º Prémio 4.002 € 15,78
5.º Prémio 77.640 € 2,21

Estatísticas
Nº de Bilhetes/Matrizes 766.312
Nº de Apostas 4.418.277
Receita ilíquida apostas € 1.767.310,80
Montante para prémios € 574.376,01
(1) Previsão 1º Prémio c / Jackpot € 2.250.000,00

sábado, 1 de agosto de 2009

Mais sete dias de férias para a função pública

25 dias independentemente das faltas
Os trabalhadores da função pública têm direito a mais dias de férias, conforme a idade e a antiguidade. No fim da carreira, podem chegar aos 32 dias por ano.
Segundo escreve este sábado o «Diário de Notícias», apesar de o número de dias de férias dos portugueses estar em linha com a média europeia, existe uma discrepância entre os sectores público e privado em Portugal.

Os trabalhadores das empresas privadas têm direito a 25 dias de férias caso não faltem um único dia de trabalho no ano anterior, os funcionários públicos têm mais, conforme a idade e a antiguidade, e podem chegar a 32 dias no fim da carreira.

O contrato de trabalho em funções públicas prevê que os funcionários têm direito a 25 dias de férias por ano, independentemente do número de faltas no ano anterior, a que acresce um dia por cada dez anos de serviço efectivamente prestado. Além disso, por cada mais dez anos de idade estes profissionais têm também direito a um dia de férias suplementar. Assim, um funcionário com 60 anos e 40 anos de carreira tem direito, segundo a lei, a 32 dias de descanso por ano.

Empresas esperam aumentar salários 2,3% em 2010

Estudo da Mercer mostra melhores perspectivas para o ano que vem
As empresas portuguesas esperam aumentar os seus funcionários em média 2,3% no ano que vem, depois de 2009 ter ficado marcado pela contenção, revela um estudo salarial da consultora Mercer, a que o «Público» teve acesso.
Este ano mais de um terço das empresas inquiridas congelou mesmo os salários aos gestores e administradores e na maior parte dos casos os aumentos não chegaram aos 2%. Cerca de 19% travaram aumentos aos trabalhadores que exercem tarefas administrativas. Por isso mesmo, estes serão os funcionários com maiores actualizações no próximo ano, cita o jornal.

Para 2010, as empresas estimam aumentar os executivos em funções de maior responsabilidade em 2,12%, e os administrativos em 2,44%. Já os operários tendem a subir o poder de compra em 2,28%.

Feira das vaidades: os dez iates mais luxuosos do mundo

Milionários exibem palácios flutuantes em tempo de crise
Pode até ser verdade que a actual crise económica, com origem no mundo da alta finança, afectou mais os ricos do que as outras. Mas ainda assim, muitos milionários parecem estar indiferentes à recessão mundial. E prova disso são os fabulosos iates em que passeiam nos tempos livres.
O líder deste hobby é o russo Roman Abramovich, que, sozinho, detém três dos iates mais luxuosos do mundo. Um deles, o Pelorus, está avaliado em cerca de 300 milhões de dólares. Tem quase 115 metros e foi construído em 2003.

O dono do Chelsea é ainda proprietário do Eclipse que, de acordo com as informações que circularam no mercado, terá custado cerca de 500 milhões de dólares. O «modesto» navio conta com 155 metros e está já equipado com um sistema próprio de defesa anti-míssil, de natureza militar.

Na lista dos iates mais luxuosos está ainda o Octupus, de Paul Allen, co-fundador da Microsoft. Avaliado em 200 milhões de dólares, tem quase 126 metros. Mas este empresário não se fica por aqui. É ainda dono do Tatoosh, de 300 milhões, nove anos de idade e quase 92 metros.

200 milhões vale também o iate partilhado entre Larry Ellison (Oracle) e David Geffen (indústria discográfica), o Rising Sun, exibe 138 luxuosos metros.

Valor mais modesto tem o Le Gran Bleu, de Eugene Shivdler: 150 millhões de dólares. Mas a cavalo dado, não se olha o dente. É que este navio, originalmente construído em 2000 para o empresário norte-americano John McCaw Jr., foi depois comprado por Roman Abramovich, que ofereceu esta preciosidade de quase 113 metros ao seu parceiro de longa data no negócio de petróleo.

O Mirabella V, de Joe Vittoria, avaliado em 50 milhões de dólares, também está no top. O antigo presidente executivo da Hertz e da Avis usa este barco para concretizar um sonho de criança: actualmente, ele é usado como um charter, para fins comerciais, cobrando 250 mil dólares por semana.

Também o Attesa IV, de Dennis Washington (das Washington Companies) vale 50 milhões de dólares. Construído em 1997 e com 92 metros, este navio já arrecadou vários prémios em concursos.

Abaixo dos 50 milhões (45 milhões), só mesmo o Limitless de Leslie Wexner, fundador da Limited Brand. Este navio, de 1997, conta com 96 metros.

O mais barato do top, com «apenas» 37 milhões de dólares, é o Starfire, de Carl Icahn. O milionário que trabalha com hedge funds colocou o seu iate de 54 metros à venda no ano passado.

Fora do top 10 há muitos outros exemplos. Um deles é Andres Piedrahita, o maior accionista da Fairfield Greenwich, que acaba de comprar um iate de 30 milhões de dólares. Uma compra feita depois de ter extraído milhares de milhões de dólares do esquema Ponzi protagonizado por Bernard Madoff, que constituiu a maior fraude financeira de todos os tempos.

Nunca se pagou tão pouco pelo empréstimo à habitação

As famílias continuam a receber boas notícias à medida que os empréstimos à habitação indexados à Euribor vão sendo revistos. O mesmo se passa com os empréstimos das empresas associados a estas taxas, que estão em queda há 10 meses consecutivos, atingindo actualmente mínimos históricos, ou seja, nunca estiveram tão baixas desde a sua criação, em Janeiro de 1999.

Para os empréstimos antigos, e desde que o contrato não tenha sofrido alterações, designadamente ao nível do spread (margem do banco), nunca a prestação foi tão baixa. Face ao valor máximo atingido em Setembro e Outubro do ano passado, a Euribor a três meses já caiu 80,9 por cento, com a média de Julho a quebrar a barreira de um por cento, para os 0,975 por cento. Um pouco menor é a queda do prazo de seis meses, que é de 76,1 por cento, para 1,213 por cento. A Euribor a 12 meses atingiu em Julho a média de 1,412 por cento.

Estas médias vão servir de base para todas as revisões que ocorram no mês de Agosto, mas a primeira prestação com base nestes valores só acorrerá em Setembro.

Um empréstimo de 150 mil euros, a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses e com um spread de 0,7 por cento, com revisão em Agosto vai pagar em Setembro uma prestação de capital e juros de 547,93 euros. Desde a última revisão de Fevereiro pagava 651,90 euros. A diferença é maior face aos 818,85 euros pagos de Setembro do ano passado a Fevereiro do corrente ano.

As taxas de juro estão a descer desde 10 de Outubro do ano passado, em grande parte devido à acção do Banco Central Europeu (BCE), que não só desceu de forma vertiginosa o preço do dinheiro dos empréstimos que faz aos bancos, colocando a sua taxa directora em 1 por cento, como tomou um conjunto de outras medidas, como a de permitir o acesso de bancos mais pequenos aos seus financiamentos. Ao injectar muito dinheiro no sistema, o BCE não só permitiu que o sistema financeiro não entrasse em ruptura, com permitiu reactivar, embora ainda a um nível modesto, o mercado interbancário, onde os bancos emprestam dinheiro entre si e onde se fixam diariamente as taxas Euribor.

A descida das taxas de juro está a chegar a todos os consumidores e empresas?

Não. A descida é imediata para quem tem contratos antigos, mas os consumidores e empresas que estão a pedir empréstimos têm dificuldades na sua obtenção e pagam taxas mais elevadas. O preço mais elevado decorre do aumento dos spreads, quer para os particulares e incluindo habitação, quer para as empresas. O inquérito realizado pelo Banco Central Europeu junto de 118 bancos europeus revela que a larga maioria das instituições continua a restringir a concessão de crédito. Os cinco bancos portugueses que fazem parte do painel de inquiridos admite mesmo continuar a apertar os critérios de concessão de novos empréstimos.

Neste momento, o aperto de condições de concessão de crédito decorre essencialmente do receio face à conjuntura económica, em especial ao risco de incumprimento.

A existência de alguma liquidez, por maior facilidade de financiamento e por aumento da taxa de poupança, é uma das explicações para que os bancos estejam a realizar empréstimos entre si a um preço inferior ao da taxa de referência do BCE, que é de 1 por cento. A Euribor a três meses já se fixou ontem nos 0,893 por cento e mantém tendência de descida.

A descida da Euribor é negativa para quem tem poupanças aplicadas em produtos indexados a essa taxa, caso dos Certificados de Aforro, ou em depósitos a prazo, que seguem de muito perto as taxas de mercado. Os Certificados de Aforro estão no valor mais baixo de sempre. Em Julho a taxa foi de 1,291 por cento e deverá encostar a um por cento em Agosto.

Nos depósitos, as taxas são igualmente desinteressantes, verificando-se uma tendência para remunerar melhor os depósitos do curto prazo, o que subverte a tradição. As melhores ofertas são disponibilizadas nos serviços online e na captação de novos clientes.

A crise financeira gerou uma fuga em massa dos fundos de investimentos, especialmente dos que tinham mais exposição ao risco, e o regresso dos investidores a estes produtos ainda não é visível.

Obama: Faltam ainda “muitos meses” para os Estados Unidos saírem da crise

Apesar dos sinais de recuperação, o presidente dos Estados Unidos avisou hoje que faltam ainda “muitos meses” para a maior economia do mundo sair da crise.

Barack Obama prevê que os números do desemprego, que serão divulgados na próxima semana, vão continuar a mostrar que há demasiados norte-americanos a perder o emprego.

“Faltam ainda muitos meses para conseguirmos sair da recessão. Percebemos agora que esta crise é muito mais profunda do que pensávamos”, disse durante a comunicação semanal. Obama avisou que os números de desemprego vão continuar negros e, enquanto o cenário não mudar, a recuperação não será uma realidade.

Os dados mais recentes sobre o PIB norte-americano já revelam sinais de uma quebra mais modesta no segundo trimestre e para a Casa Branca esta é a prova de que os 787 mil milhões de dólares de estímulo deram resultado. Obama defendeu que o crescimento económico tem de chegar primeiro do que o crescimento do emprego e acredita que o país está na direcção certa. “O investimento das empresas, que tem vindo a decair nos últimos meses, está a dar sinais de estabilização. Isto significa que, eventualmente, o negócio vai começar a crescer e as empresas vão voltar a recrutar trabalhadores”, disse.

Segundo maior grupo bancário francês nasce segunda-feira

O grupo bancário francês BPCE, que nasceu da fusão entre a Caisse d’Épargne e o Banque Populaire, vai estar operacional na próxima segunda-feira, tornando-se no segundo grupo do sector em França.

As duas instituições já eram parceiras desde 2006 e a criação da filial comum, Natixis, abriu caminho à fusão, impulsionada pela crise financeira mundial. Depois de quatro meses de negociações vagas, o governo francês decidiu interferir no processo e abriu polémica ao nomear como representante François Pérol, e entrando no capital do novo banco. O Estado francês controla 16 por cento do BPCE.

O grupo tem oito mil agências e emprega 110 mil trabalhadores e passa por sérias dificuldades financeiras. Segunda-feira, o BPCE abre porta com 16 agências da Caisse d’Épargne e 20 do Banco Popular.

Bares do Bairro Alto abertos até às 3 horas

Os bares do Bairro Alto, em Lisboa, vão passar a estar abertos até às 03:00 às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados já a partir da próxima semana.
António Costa, presidente da autarquia de Lisboa, reuniu-se com os presidentes das juntas de Encarnação e de Santa Catarina, com representantes da Associação de Comerciantes do Bairro Alto, com a Polícia Municipal e da Polícia de Segurança Pública (PSP), tendo sido aprovadas várias medidas, depois de uma avaliação geral.

Foi ainda determinado que a hora de abertura dos bares do Bairro Alto seja antecipada para as 12:00, bem como a «implementação de 15 novas esplanadas, sem prejuízo dos lugares de estacionamento existentes».

Filipinas: Antiga presidente Corazon Aquino morreu hoje

A antiga presidente das Filipinas, Corazon Aquino , que liderou a revolta popular contra a ditadura de Ferdinand Marcos e resistiu a sete tentativas de golpe de estado, morreu hoje, aos 76 anos, anunciou o seu filho.
De acordo com o seu filho, Benigno "Noynoy" Aquino III, Corazon Aquino morreu às 03h18 de sábado (19h18 em Lisboa), depois de lhe ter sido diagnosticado, no ano passado, um cancro em estado avançado.
O filho adiantou que doença atingiu vários órgãos e o estado de debilitação a que chegou impediu a continuação dos tratamentos de quimioterapia.
A ascenção de Corazon começou em 1983 quando seu marido, líder oposicionista Benigno "Ninoy" Aquino Jr., foi assassinado na pista do aeroporto internacional de Manila, quando regressava do exílio nos Estados Unidos para desafiar Ferdinand Marcos, seu antigo adversário.
Corazon Aquino conduziu então uma revolta que inspirou protestos não violentos em todo o mundo, incluindo os que acabaram com os regimes comunistas do Bloco de Leste, e que pôs fim, em 1986, ao regime repressivo de 20 anos de Ferdinand Marcos.
Corazon Aquino criou expectativas elevadas no país, algumas das quais não conseguiu satisfazer, como foi o caso do seu programa de redistribuição de terras, que foi posto em causa pelas elites económicas e pela sua própria família.
Apesar disso, o seu rosto sorridente numa fotografia em que está vestida de amarelo tornou-se uma marca nas Filipas, onde é carinhosamente referida como "Tita (Tiazinha) Cory".

Castro Jerónimo - Search Engine