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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

TMN lança serviço comunicar.tmn Aladim

Com o objectivo de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos com dificuldades ou incapacidades (desde que iguais ou superiores a 60 por cento), a TMN acaba de lançar, com o apoio da Fundação PT, o serviço comunicar.tmn Aladim. Trata-se de um tarifário de grupo que contempla chamadas, SMS, MMS e vídeo-chamadas grátis para números com o mesmo tarifário ou com o tarifário Moche, incluindo 1500 SMS grátis, por dia, para outros números TMN.

Sendo de um tarifário pré-pago, o comunicar.tmn Aladim prevê uma mensalidade de 4,95 euros, em resultado do apoio aportado pela Fundação PT, que através da subsidiação em 50% do valor original da oferta (9,90 euros), contribui para a expressiva redução do tarifário.

Para aderir ao novo serviço tarifário da TMN, basta ir a um ponto de venda da rede de lojas PT e solicitar a alteração do tarifário actual para o comunicar.tmn Aladim, mediante a apresentação de documentação certificada.

Bolsas dos EUA reforçam quedas penalizadas pelo sector financeiro

Os principais índices bolsistas norte-americanos acentuaram o movimento de descida, penalizados pelos títulos financeiros, com o Standard & Poor’s 500 a reduzir o seu sexto ganho mensal consecutivo.

A crescente convicção de que o “rally” dos últimos seis meses superou as perspectivas de crescimento dos resultados das empresas está a contribuir para deprimir as praças do outro lado do Atlântico e no resto do mundo.

O Dow Jones seguia a ceder 0,97%, fixando-se nos 9.451,77 pontos. O S&P 500 perdia 1,25%, para 1.016,07 pontos.

O Nasdaq marcava 2.000,75 pontos, com uma desvalorização de 1,38%.

O Morgan Stanley segue em queda depois de o Bank of America rever em baixa o “rating” para as suas acções. O Citigroup e o JPMorgan Chase também cedem terreno.

A Alcoa, maior produtora norte-americana de alumínio, e a ConocoPhillips seguem igualmente no vermelho, penalizadas pela queda dos preços dos metais industriais e do petróleo.

A Baker Hughes não foge à tendência e cai 5,9% depois de ter anunciado a compra da BJ Services por 5,5 mil milhões de dólares. A BJ Services, por seu turno, sobe perto de 10%.

Perto das 15h de Lisboa foi divulgado que a actividade empresarial aumentou mais do que o previsto em Agosto nos EUA, dando mais sinais de que a economia poderá estar a entrar na via da recuperação. No entanto, as bolsas não estavam a reagir ao anúncio deste dado, elaborado pelo Institute for Supply Management-Chicago.

Segundo este organismo, o índice dos gestores de compras, barómetro da actividade empresarial, subiu para 50 pontos, o mais alto nível desde Setembro, contra 43,4 em Julho e contra uma estimativa de um aumento para 48 pontos. Quando está abaixo dos 50, assinala uma contração.

Mercado accionista chinês está numa "forte bolha"

A economia chinesa não é "sustentável" e o índice accionista de referência Shangai Composite poderá cair mais 25%, afirmou em entrevista à Bloomberg TV o economista Andy Xie.

“O mercado está em território de forte bolha”, declarou aquele responsável, que em Abril de 2007 previu que as acções chinesas iriam cair e que já trabalhou na Morgan Stanley Asia.

O índice Shangai Composite cedeu hoje 6,7%, para 2.667,75 pontos, a queda mais acentuada desde Junho de 2008, e entrou em “bear market”, devido aos receios de que um abrandamento no crescimento da concessão de empréstimos possa fazer descarrilar a retoma da terceira maior economia mundial.

Este mês, o referido índice perdeu 22%, sendo o que registou o pior desempenho entre 89 índices de referência acompanhados pela Bloomberg. Os bancos estão a cortar nos empréstimos, para evitarem bolhas de activos, e os responsáveis políticos aconselharam alguns sectores, como o do aço e do cimento, a reduzirem a produção devido à sobrecapacidade, o que não está a ajudar o mercado accionista.

Este declínio interrompeu um “rally” que fez com que o Shangai Composite subisse 103% desde os mínimos de Novembro, devido à expectativa de que o programa de estímulo do governo, no valor de 4 biliões de yuans (410 mil milhões de euros), bem como as novas concessões de crédito, iriam garantir um crescimento da economia de pelo menos 8% este ano, salienta a Bloomberg.

Altri lidera ganhos no PSI-20 em Agosto

A bolsa nacional acumulou uma valorização de 7,34% no mês de Agosto, o segundo ganho mensal consecutivo. Num mês em que as cotadas nacionais apresentaram os resultados do primeiro semestre, a Altri destacou-se com uma subida de 28,57% e o BCP saltou para terreno positivo face ao fim do ano passado.

O PSI-20 encerrou a sessão de hoje a cotar nos 7.828,32, acumulando um ganho de 7,34%, este mês. Desde o início do ano, o principal índice português avança 23,4%.

Agosto foi um mês de apresentação de resultados semestrais, cuja época termina hoje.

A Altri destacou-se na bolsa nacional com uma valorização de 28,57% para 3,06 euros. A empresa liderada por Paulo Fernandes beneficiou da subida dos preços da pasta de papel numa altura em que o início da recuperação económica começa a beneficiar o sector.

A empresa industrial apresentou resultados negativos mas que, ainda assim, foram melhores do que as estimativas do mercado. Os prejuízos da Altri atingiram os 12,073 milhões de euros, contra lucros de 8,88 milhões no mesmo período do ano passado.

Em segundo lugar, entre as maiores valorizações deste mês, aparece o BCP, com um ganho de 21,57% para 0,913 euros, que atira o maior banco privado nacional para terreno positivo este ano, acumulando uma subida de 12,02% face a 31 de Dezembro.

O banco apresentou os números do primeiro semestre a 29 de Julho, com os rácios a revelarem melhorias e a afastarem os receios de um novo aumento de capital.

O BCP anunciou também a previsão de chegar ao final de Agosto com um nível de adequação dos fundos próprios de base ("tier one") idêntico aos dos seus dois principais rivais cotados. De acordo com as estimativas da instituição liderada por Carlos Santos Ferreira, tendo já em conta a evolução da actividade de Julho e Agosto, o "tier one" do BCP deverá elevar-se a 8,8%, contra os 8% registados a 30 de Junho último.

Os ganhos das restantes cotadas não roubaram porém o pódio ao grupo Sonae nas maiores valorizações deste ano. A Sonae SGPS avançou 16,55%, em Agosto, acumulando uma subida de 96,57% este ano, para 0,859 euros. E a Sonaecom, apesar da queda de 0,54% registada em Agosto, mantém o segundo lugar no “ranking”, com um ganho de 82,09% face a 31 de Dezembro.

Em Agosto, além da Sonaecom, apenas três das 20 cotadas do PSI-20 encerraram em terreno negativo: a REN, EDP Renováveis e Cimpor.

A REN perdeu 1,15% para 2,835 euros, a mesma cotação com que terminou o ano passado.

A EDP Renováveis desceu 1,15% para 6,92 euros mantendo um ganho considerável este ano, de 38,32%.

A Cimpor registou a maior queda mensal, entre as cotadas do PSI-20, com uma desvalorização de 4,31% para 5,11 euros. Nos primeiros oito meses de 2008, a cimenteira é, ainda assim, uma das empresas da bolsa que mais sobe, acumulando um ganho de 46,84%.

Ministro da Economia diz que apoios continuam até "a crise estar afastada de todo"

O ministro da Economia e da Inovação, Teixeira dos Santos, garantiu hoje que os incentivos criados para apoiar as empresas vão-se manter até que "a crise esteja afastada de todo".

"O Estado vai continuar a apoiar [as empresas] até que a crise esteja afastada de todo", disse o ministro da Economia, realçando que os incentivos criados para fazer frente à crise económica internacional "são para manter".

Para Teixeira dos Santos, as medidas devem ter uma perspectiva de médio e longo prazo e incidir na "capitalização das empresas", rejeitando a "monopolização com as dificuldades de curto prazo".

"Os indicadores têm vindo a dar sinais de melhoria, estaremos no início do fim da crise. É, por isso, um bom momento para pensarmos no futuro e prepararmo-nos para aproveitar as oportunidades que vão aparecer pela frente", realçou Teixeira dos Santos, que falava na cerimónia de lançamento de cinco concursos para o co-financiamento à criação ou reforço de Fundos de Capital de Risco, que se realizou no Porto.

Teixeira dos Santos reforçou que "desde o início da governação, as políticas do Governo visam criar condições para maior crescimento e mais criação de emprego", tendo adoptado "uma postura reformadora para dar à economia solidez".

O ministro da Economia realçou que "o Governo está focalizado na robustez financeira das empresas", tendo chegado o momento de "retomar a marcha do crescimento que foi interrompida pela crise económica internacional".

Os cinco concursos de selecção de Fundos de Capital de Risco para apoiar a inovação e internacionalização de PME totalizam 279 milhões de euros.

Economia indiana cresce quase menos 2 pontos que em 2008

Em 2008, a economia indiana registou uma subida de 7,8% estimulada pelo crescimento nos serviçosA economia indiana cresceu 6,1 por cento no primeiro trimestre deste ano fiscal, (que termina em Junho). Ou seja, quase menos dois pontos percentuais do que no período homólogo do ano anterior, anunciou, esta segunda-feira, o Ministério da Estatística indiano, citado pela Lusa.

Segundo a fonte, o Produto Interno Bruto cresceu 7,8% entre Abril e Junho de 2008. Uma subida favorecida pelos bons dados nos serviços, nomeadamente na hotelaria, transportes e serviços financeiros, que registaram um crescimento de 8,1%.

O sector de construção teve um aumento de 7,1%, enquanto que o sector mineiro apresentou um crescimento de 7,9 por cento.

Petróleo cai a pique a seguir mercados asiáticos

Investidores temem atraso na retoma
O preço do petróleo segue esta segunda-feira em forte queda, com os investidores assustados pelas descidas abruptas dos mercados asiáticos.

A bolsa chinesa caiu hoje 6,74% e bateu mínimos de três meses. Também a praça japonesa encerrou em queda em altura de eleições.

Mas mais do que os mercados, os investidores temem o abrandamento da retoma nas duas economias, que integram o top 3 dos consumidores mundiais de petróleo, logo depois dos EUA. Um atraso na recuperação destas duas economias implicaria certamente um atraso também no aumento do consumo de combustíveis.

Em Londres, o Brent,q eu serve de referência para as importações portuguesas, segue a cair 3,09 dólares para 69,70 dólares por barril, enquanto que em Nova Iorque, o crude baixa 2,21 dólares para 70,53 dólares.

Euro recupera após manhã no vermelho

Moeda única vale 1,4355 dólaresDepois de um início de semana atribulado, o Euro recupera da desvalorização desta segunda-feira de manhã e sobe agora 0,31%. A moeda única vale 1,4355 dólares.

PSI20 fecha a perder 0,15% para 7.828,32 pontos

Europa e EUA seguem China na quedaA bolsa de Lisboa não resistiu à pressão europeia e, durante a tarde, acabou mesmo por inverter para o vermelho. O PSI20 caiu 0,15% para 7.828,32 pontos.

O dia ficou marcado pelos resultados das construtoras. Mota-Engil e Soares da Costa apresentaram resultados positivos pela manhã e após o fecho, será a vez da Teixeira Duarte.

Apesar disso, o pessimismo predominou, e a Galp deu um contributo para a descida da praça, ao recuar 2,46% para 10,10 euros.

Valeram os pesos pesados, que encerraram todos no verde e evitaram um cenário pior.

No resto da Europa, as perdas também predominaram, a seguir o pessimismo norte-americano. Tudo por causa da forte queda do mercado chinês. Recuou mais de 6% e atingiu o mínimo de seis meses.

Lucro do BESI cai 36%

Margem financeira cai mas custos operacionais sobem
O lucro do Banco Espírito Santo Investimento (BESI) caiu 36% para 22,47 milhões de euros no primeiro semestre do ano, face ao mesmo período do ano passado, anunciou o mesmo em comunicado.

A margem financeira caiu 15% para 51,6 milhões de euros, enquanto que os custos operacionais subiram 8% para 49 milhões de euros.

O produto bancário da instituição liderada por José Maria Ricciardi baixou 6% para 105,5 milhões de euros.

Software: acordo permite ao Estado poupar 10 milhões

Poupança equivale a 10% da despesa do Estado com softwareO acordo quadro para a selecção de fornecedores de licenciamento de software aos organismos públicos, que estabelece preços máximos e condições técnicas mínimas em concursos, entra em vigor terça-feira e poupará ao Estado dez milhões de euros anuais, anunciou o Ministério das Finanças em comunicado.

A celebração deste acordo quadro deverá permitir uma poupança anual de cerca de dez milhões de euros, ou seja, 10% da despesa do Estado em aquisição de software.

«Os organismos e entidades da Administração Pública passam agora a contar com os preços máximos e as condições técnicas mínimas que os fornecedores se comprometeram a cumprir nas suas propostas de fornecimento de software ao Estado», pode ler-se no documento.

Teixeira Duarte volta ao lucro e ganha 19,3 milhões

Imparidades no BCP e Cimpor tinham causado elevadas perdas em 2008A Teixeira Duarte voltou aos lucros, tendo ganho 19,3 milhões de euros no primeiro semestre do ano, o que compara com prejuízos de 256 milhões no mesmo período do ano passado.

De acordo com um comunicado da empresa, é preciso recordar que as perdas do homólogo se deveram às imparidades no BCP e Cimpor, dos quais a construtora é accionista.

O volume de negócios subiu ligeiramente para 585 milhões de euros, essencialmente devido «à expansão do mercado externo, cujo aumento foi maior do que a descida verificada em Portugal, passando o volume de negócios no estrangeiro a representar 62,7% do total do grupo».

Os proveitos operacionais caíram 2,4% para 617 milhões, e o EBITDA 31,2% para 64 milhões de euros, uma descida que a empresa atribui à diminuição das operações não recorrentes.

ANA garante gestão do aeroporto de Macau até 2011

A ANA, detentora de 49% da empresa gestora do aeroporto de Macau, garantiu hoje a gestão da infra-estrutura da Região Administrativa Especial até 2011, ao alcançar um acordo com a proprietária, disse à Lusa o presidente, Guilhermino Rodrigues.

Depois de um "impasse" nas negociações iniciadas em Maio, devido "irrazoáveis exigências" da CAM - detida em 55% pelo Governo de Macau - que levaram a ANA a ponderar mesmo deixar a operação no território, as duas empresas chegaram a um acordo que, segundo Guilhermino Rodrigues, agrada à empresa portuguesa, "porque está de acordo com as orientações do executivo" de Macau.

À Lusa, o presidente da ANA - parceira da chinesa CNAC (China National Civil Aviation), com 51% do capital, na ADA (Administração de Aeroportos, Lda) - explicou que "foi alcançado consenso quanto à CAM ficar com um maior controlo financeiro, com a colecta das receitas - que estava a cargo da ADA - e com o controlo sobre as sub-concessionárias".

A ANA não aceitava os termos da revisão do contrato inicialmente propostos pela Companhia do Aeroporto de Macau (CAM) que passavam, segundo a empresa portuguesa, pela "pretensão de nomear o director do aeroporto e o desejo de controlar directamente todos os fornecedores de serviços da ADA".

"Houve uma interpretação errada das orientações do Governo de Macau, mas chegou-se a um bom acordo para os próximos dois anos, que a ANA subscreveu porque a revisão das cláusulas está de acordo com as orientações expressas pelo executivo", defendeu Guilhermino Rodrigues.

O presidente da ANA salientou que "foi encontrada uma boa solução para as duas empresas" ao sublinhar que, até 2011 - quando expira o contrato hoje assinado - "haverá tempo para se reverem e discutirem outros aspectos" relativos à gestão futura do Aeroporto de Macau.

A ADA garantiu a manutenção da gestão do Aeroporto de Macau - a seu cargo há 15 anos - a partir de 12 de Setembro, depois de a ANA ter reavaliado "a possibilidade de uma eventual continuidade em Macau", como sublinhou fonte da empresa à Lusa a 22 de Agosto.

Na mesma ocasião, a ANA reiterou que a presença da empresa em Macau está não só ligada às raízes que Portugal deixou no território, mas integra-se essencialmente hoje no objectivo estratégico de exportação de know-howpara o vasto mercado do continente chinês.

À Lusa, fonte da CAM sublinhara a confiança quanto a um acordo com a ANA, com quem "as relações sempre foram amigáveis e baseadas numa grande cooperação", posição partilhada pela empresa portuguesa, que não encontrava explicação para o "impasse" nas negociações.

Depois de a CAM notificar a ADA em Janeiro de que não pretendia renovar o contrato estabelecido em 1994 por mais de cinco anos, alegando a não adequação do seu teor à realidade actual, a par do propósito de adquirir 20 por cento do capital da ADA, o Governo reuniu-se com as partes e colocou de parte esta hipótese.

Por outro lado, o executivo definia a prorrogação do contrato por dois anos, a transferência das responsabilidades de cobrança de receitas e a gestão dos contratos das entidades sub-concessionadas da ADA para a CAM, acrescentando que seria o Governo, ao fim de um ano, a escolher a entidade para explorar o serviço de controlo de tráfego aéreo.

Em 2007, o Governo iniciou um processo de negociação com os accionistas da CAM - Stanley Ho (com 35%) e outros com participações menores - com o objectivo de adquirir a totalidade do capital social, para lançar depois um vasto plano de ampliação, que a médio prazo dotará o aeroporto de uma capacidade para 24 milhões de passageiros face aos seis milhões actuais, através de um investimento entre os nove e os dez mil milhões de patacas.

Bolsa de Lisboa fecha em queda arrastada pela Galp

A bolsa portuguesa fechou hoje sessão a cair, com o principal índice - o PSI-20 - a recuar 0,15 por cento, empurrado sobretudo pela Galp, cujas acções caíram mais de dois por cento.

O PSI-20 desvalorizou 0,15 por cento para 7.828,32, com 13 títulos a cair e sete em alta, naquela que é a última sessão de Agosto.

A Galp Energia desvalorizou 2,46% para os 10,10 euros, mas a queda da bolsa foi também impulsionado por EDP Renováveis, cujos títulos caíram um por cento para os 6,92 euros. Na origem das perdas das duas empresas esteve a negociação do petróleo nos mercados internacionais, onde o crude já perde mais de quatro por cento.

A contribuir para a queda da bolsa esteve ainda a Jerónimo Martins, que caiu 0,80 por cento para os 5,44 euros, a Altri, que recuou 4,23 por cento para os 3,06 euros, e ainda a Mota-Engil, que desvalorizou 2,35% para os 3,41 euros.

Em contrapartida, a EDP, os bancos, a Portugal Telecom e a Sonaecom valorizaram na sessão de hoje, fazendo com a queda da bolsa nacional fosse menor do que a das congéneres europeias.

A bolsa de Paris e a da Frankfurt registaram hoje perdas de 1,07 por cento e de 0,96 por cento, respectivamente.

EUA com novas regras para revista de laptops

Levar computadores portáteis e outros equipamentos electrónicos para os Estados Unidos da América vai implicar a aceitação de novas regras. As actuais directrizes pretendem equilibrar as liberdades individuais com a segurança de todos.

Os computadores portáteis continuarão a ser alvo de revistas, se necessário, revistas aprofundadas, com o objectivo de detectar informações sobre possíveis conspirações ou planos terroristas. Segundo o Department of Homeland Security poderá ser pedido às pessoas para ligarem os aparelhos. Estes poderão ser revistados sem o consentimento do seu detentor, ainda que este tenha de estar presente. As novas regras dizem ainda que oficiais da imigração e da alfândega poderão também reter os dispositivos ou copiar dados para serem posteriormente analisados.

Symantec alerta para cavalo de Tróia no Skype

A empresa de software de segurança anunciou ter encontrado um cavalo de Tróia com código especificamente concebido para atacar os utilizadores do serviço Skype. O

Trojan.Peskyspy é um spyware que grava uma conversa telefónica e que a guarda num ficheiro com formato MP3. Momentos depois, esse ficheiro é enviado para um servidor onde o atacante consegue ouvir as conversas gravadas.

Uma vez que a chamada é gravada neste popular formato de áudio, acaba por não ocupar muito espaço no disco rígido do utilizador. Muito embora a empresa diga que o risco desta ameaça ainda seja reduzido, não deixa de ser uma ameaça que facilmente se poderá massificar. Os atacantes terão, porém, de ouvir milhares de conversas gravadas para encontrarem alguma informação sensível que possam utilizar...

Bolsas dos EUA abrem em queda arrastadas pelos títulos financeiros

Os principais índices bolsistas norte-americanos abriram em baixa na última sessão do mês, penalizados pelos títulos financeiros, com o Standard & Poor’s 500 a reduzir o seu sexto ganho mensal consecutivo.

O Dow Jones abriu a ceder 0,77%, fixando-se nos 9.470,59 pontos. O S&P 500 perdia 0,79%, para 1.020,83 pontos.

O Nasdaq marcava 2.011,79 pontos no arranque da sessão, com uma desvalorização de 0,84%.

O Morgan Stanley seguia em queda depois de o Bank of America rever em baixa o “rating” para as suas acções. O Citigroup e o JPMorgan Chase também cediam terreno.

A Alcoa, maior produtora norte-americana de alumínio, e a ConocoPhillips também seguiam no vermelho, penalizadas pela queda dos preços dos metais industriais e do petróleo.

A Baker Hughes não foge à tendência, depois de ter anunciado a compra da BJ Services por 5,5 mil milhões de dólares.

Portugal é o país da Zona Euro com maior abandono escolar

Portugal é o país da Zona Euro com maior abandono escolar, e Espanha é o que tem mais mão-de-obra pouco qualificada, de acordo com um estudo divulgado pelo “La Caixa” intitulado: “A recessão e o mercado de trabalho”.

Portugal lidera o “ranking” do abandono escolar, seguido por Espanha. O estudo é focado na economia do país vizinho, comparando-o com as outras economias da Zona Euro.

“Nas economias baseadas em empregos de baixa qualificação ou com um abandono escolar elevado” é normal “terem um risco maior de registarem um aumento acentuado do número de desempregados”, revela o estudo.

Actualmente, cerca de um quinto da população activa espanhola está fora do mercado de trabalho, um factor que o estudo do La Caixa associa, em grande parte, ao factor de baixa qualificação.

“Por exemplo, em 2008, Espanha liderava o ‘ranking’ do trabalho de baixa qualificação da UE -15 (14,4%), cinco pontos acima da Alemanha e da França”, adianta a mesma fonte.

O La Caixa adianta que Espanha também “encabeçou as listas de abandono escolar, justamente abaixo de Portugal”.

O banco de investimento faz ainda outra análise, distinguindo os países por quatro grupos.

No primeiro encontram-se a Grécia, a Polónia e a Austrália, que não entraram em recessão técnica (ou seja, que não registaram dois trimestres consecutivos de contracção).

Portugal surge no segundo grupo, com a Áustria, a França, Finlândia, Canadá, EUA, Reino Unido e Bélgica. Neste, os países tiveram uma “desaceleração da actividade importante e uma subida do desemprego suave”. Recorde-se que a taxa de desemprego em Portugal se encontrava, em Junho deste ano, nos 9,3%, de acordo com o Eurostat. Um valor que compara com os 18,1% registados por Espanha.

Espanha encontra-se precisamente no quarto grupo, aquele em que se verificaram uma “descida significativa do PIB acompanhado por uma deterioração do mercado de trabalho”.

O La Caixa realça que apesar desta contextualização é “possível que em alguns destes países a transmissão da recessão económica no mercado de trabalho ocorra mais tarde”.

Euribor a seis meses renova mínimos do ano

Taxa baixa para os 1,082 por centoA Euribor a seis meses, a mais utilizada nos créditos habitação, caiu para os 1,082 por cento, renovando o valor mínimo deste ano. Mas, também as restantes taxas voltaram a cair, pela 15ª sessão consecutiva.

A Euribor a três meses fixa-se, agora, nos 0,821 por cento e a taxa a um ano toca os 1,304 por cento.

O BCE já disse que vai manter a taxa de referência durante os próximos meses.

Ciber-ataques em máximos recorde

Dado do Relatório de Ameaças da McafeeOs volumes de spam aumentaram 141% desde Março, segundo dados com o Relatório de Ameaças do Segundo Trimestre da McAfee. Este relatório destaca ainda a propagação dramática de botnets, redes de computadores infectados controlados remotamente por cibercriminosos, e ameaças provenientes de malware que se executa automaticamente (auto-run).


Mais de 14 milhões de computadores foram «escravizados» porbotnets de cibercriminosos, o que representou um aumento de 16% face ao trimestre anterior.

Os investigadores da McAfee concluíram também que, durante 30 dias, o malware auto-run (não necessita de cliques do utilizador para ser activado) infectou mais de 27 milhões de ficheiros. A sua taxa de detecção ultrapassa em 400% a do worm Conficker, o que o torna noauto-run «número 1», relativamente ao malware detectado em todo o mundo.

Ladrões usam Facebook para escolher vítimas

Utilizadores podem estabelecer contacto com assaltantes sem saberemAs redes sociais estão a facilitar a vida aos ladrões. Com base na informação contida em redes como o Facebook e o Twitter, os assaltantes podem escolher a dedo quais serão as próximas vítimas, noticia a Reuters.

38% das pessoas que utilizam redes sociais publicam detalhes sobre as suas casas e compras recentes, bem como sobre as férias e os seus fins-de-semana fora de casa, segundo um inquérito a mais de dois mil utilizadores.

Além disso, as pessoas costumam recorrer à rede social para estabelecer ligações com estranhos, eventuais ladrões, de acordo como o relatório «The Digital Criminal», publicado pela empresa britânica Legal & General. Nestas circunstâncias, o acesso a informação importante para os ladrões fica facilitado e permite-lhes elaborar uma lista com as potenciais vítimas, segundo a BBC.

Bolsa segue a contrariar Europa com resultados em foco

Europa segue no vermelhoOs índices bolsistas estão esta segunda-feira em terreno negativo, em tomada de mais valias, numa altura em que alguns analistas consideram que os mercados estão em níveis demasiado elevados. Além disso, o fecho dos mercados asiáticos também pressionam.

No entanto, depois de uma abertura em baixa, Lisboa continua a contrariar o pessimismo das pares. O PSI20 ganha 0,16% para os 7.853,10 pontos.

A sessão hoje é marcada pelas últimas apresentações de resultados semestrais, nomeadamente das construtoras. De seguida, em Setembro, a atenção dos investidores regressa aos dados macroeconómicos.

A começar pela Mota-Engil, os resultados atingiram os 14 milhões de euros, um aumento ligeiro e acima do previsto pelo mercado. A acção recua 0,63% para os 3,47 euros.

Já fora do principal índice, a Soares da Costa registou um lucro de 4,7 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 3,6%, graças à força do mercado dos EUA e de África. O título recua 2,50%.

Mas, a seguir ao fecho do mercado, divulga-se mais contas. A Teixeira Duarte é uma delas e desliza 0,74% para os 1,06 euros.

Ainda Sonaecom sobe 0,60% para 1,84 euros e a Zon Multimédia perde 1,04% para os 4,15 euros. A maior queda do momento é da Altri que afunda 2,97% para os 3,10 euros.

Por outro lado, a puxar para cima estão cotadas como a Portugal Telecom o BCP e a EDP, mas os ganhos não chegam a 1%.

No resto da Europa, é feriado no Reino Unido e a praça londrina está encerrada, pelo que se espera alguma volatilidade. As restantes bolsas registam quedas à volta de 0,50%.

Na Ásia, os mercados fecharam esta madrugada em queda. Só a praça de Xangai afundou 6% para mínimos de três meses com preocupações com a banca.

Nos EUA, na passada sexta-feira, os índices terminaram mistos, com o Dow Jones e o S&P 500 em baixa e o Nasdaq animado com o sector tecnológico. Hoje, os futuros apontam para uma abertura no vermelho, pressionados pelas bolsas asiáticas.

Esta vai ser uma semana importante para a bolsa. Hoje, marca o final do mês de Agosto e Setembro começa com dados do sector da indústria e do mercado do emprego. Os mercados levam um avanço de cerca de 50% acima da baixa registada no mês de Março, ou seja, um rally significativo. Agora, ou de facto o rally é intimidado pelos dados macroeconómicos a conhecer no mês que começa amanhã ou mantém-se com mais sinais de optimismo que vão incentivar os investidores a continuar a comprar.

Universitários ganham desconto nos transportes

Alunos do Ensino Superior até aos 23 anosO Passe 4_18 foi alargado até aos estudantes universitários com idade inferior a 23 anos, que passam, a partir desta terça-feira, a ter direito a um desconto de 50% na tarifa mensal do transporte entre a casa e a escola, de acordo com o decreto-lei publicado no Diário da República.

O sub23@superior.tp aplica-se a passes combinados, intermodais, passes de rede ou de linha dos transportes colectivos.

«Tendo em conta as dificuldades financeiras originadas pela crise económica internacional, torna-se necessário um esforço adicional por parte do Estado no sentido de apoiar as famílias portuguesas», justifica o Ministério das Obras Públicas.

Para as empresas de transportes as compensações por mais este serviço serão definidas no futuro, a título de indemnizações compensatórias.

Sony corta 25% ao preço da Playstation 3

Consola continua mais cara que as rivais Nintendo Wii e Microsoft XBoxQuem estiver interessado em comprar uma Playstation 3 da Sony pode fazê-lo agora por menos dinheiro a partir desta terça-feira.

A empresa decidiu baixar o preço 25% (PVP: 299 euros) para fazer face à concorrência da Nintendo, que lidera o mercado.

Em comunicado a empresa sublinha que o novo modelo PlayStation3 possui um disco rígido de 120GB, «ao mesmo tempo que é significativamente mais fino e leve, com um consumo de energia reduzido».

Com este desconto, a consola passa a estar mais acessível nos EUA, Europa e Japão. No mercado norte-americano, a Playstation 3 passa a custar 299 dólares, ainda assim acima dos 250 dólares que são cobrados por uma Nintendo Wii e dos 200 dólares que custa a Microsoft Xbox.

A recessão foi um dos motivos que levou a Sony a baixar os preços, algo que tinha resistido a fazer até agora. A queda nas vendas da consola foi o factor determinante. Mas a Sony não é a única a ressentir-se da situação recessiva. A rival Nintendo Wii também registou uma descida de vendas.

Os analistas acreditam que, agora que a Sony baixou os preços, as suas rivais se sentirão também pressionadas a fazer o mesmo.

Google investigada por alegado «abuso de posição dominante»

Situção pode afectar a concorrência do mercado publicitário onlineA Autoridade da Concorrência italiana (AGCM) abriu uma investigação ao motor de busca Google, por um suposto «abuso da posição dominante» no seu serviço de pesquisas de notícias «Google News», escreve o «Cinco Días».

Segundo as informações avançadas, esta segunda-feira, pela Autoridade da Concorrência daquele país, esta decisão surge depois da Federação Italiana de Editores de Jornais (FIEG) denunciar o alegado abuso do Google, ao não permitir escolher livremente o modo como são utilizadas as notícias dos seus sites.

É que o facto dos sites não quererem aparecer no «Google News», já tem causado problemas, já que acabam por ser automaticamente excluídos do seu motor de pesquisa. Uma situação que, para o regulador, pode levar a «deformações» no mercado publicitário na Internet.

A AGCM «abriu já uma investigação ao Google Italy para verificar se o comportamento da empresa, tendo em consideração o seu domínio indiscutível no fornecimento de serviços de pesquisa online, pode afectar indevidamente a concorrência do mercado publicitário online, bem como, consolidar a sua posição na mediação de espaços publicitários», lê-se na nota.

Segundo os editores italianos, a forma como o «Google News» utiliza parcialmente alguns dos «produtos» destas publicações tem um impacto negativo na capacidade destes em atrair utilizadores e investimentos publicitários para os seus próprios portais.

«Os editores italianos, que não obtenham qualquer forma de remuneração directa pelo uso dos seus próprios conteúdos no Google News, também não teriam a possibilidade de escolher se desejam incluir as notícias publicadas nas suas páginas da Internet» no portal da Google, indica o comunicado.

O facto da publicação se recusar a aparecer na «Google News», e isso poder implicar uma exclusão imediata do motor de busca, seria, de acordo com o regulador, uma condição «extremamente» prejudicial, uma vez que é «essencial» para uma página da Internet aparecer no motor de busca.

Seguros: activos evoluem no primeiro semestre

Conjunto de activos no sector foi de 50 mil milhões de eurosO conjunto de activos geridos pelo sector segurador foi de cerca de 50 mil milhões de euros no final do primeiro semestre do ano, mais 1,24 mil milhões de euros do que no homólogo, de acordo com dados divulgados esta segunda-feira pelo sector.

Os fundos próprios disponíveis aumentaram perto de 350 milhões de euros para os 3,6 mil milhões de euros, informa do Instituto de Seguros de Portugal.

Dados que reforçam a confiança no sector cujo rácio de cobertura passou de 158%, no último mês de 2008, para 172% em Junho de 2009.

Para a instituição presidida por Fernando Dias Nogueira, a recuperação nos mercados financeiros e o reforço dos fundos próprios de algumas empresas de seguros (no valor de 60 milhões de euros) são os principais responsáveis pelas melhorias das «condições de solvência do sector segurador».

TAP em «situação financeira crítica»

Contas semestrais da ParpúblicaO Grupo TAP apresenta uma «situação financeira crítica» com capitais próprios negativos de 247,2 milhões de euros, acima dos 171,7 milhões de euros negativos registados em final de 2008, considera a Parpública nas suas contas semestrais, reveladas pela Lusa.

Segundo o relatório semestral da Parpública, accionista único da transportadora aérea portuguesa, a «situação financeira crítica mantém-se devido ao resultado negativo apurado no semestre».

«A dívida financeira do Grupo TAP no final do primeiro semestre aproxima-se dos 1.380 milhões de euros, apresentando, no entanto, uma redução relativamente ao final do exercício de 2008, em cerca de 31 milhões de euros», indica a Parpública no documento.

Gripe A custará mil milhões e atingirá 12% dos trabalhadores

Estudo da Adecco antecipa os custos laborais da gripe para as empresas espanholasA gripe A vai custar 1.000 milhões de euros às empresas espanholas e vai afectar mais de 12% dos trabalhadores, num total de 2,28 milhões de pessoas em Espanha, segundo estimativas da Adecco reveladas pela Europa Press.

O estudo antecipa um aumento de 7,8% de horas de trabalho temporário, devido às baixas por doença. As estimativas indicam que as empresas vão necessitar de mais de 12,5 milhões de horas às empresas de trabalho temporário para substituir os empregados.

A Adecco propõe à empresas que tenham à mão algumas medidas preventivas para evitar o contágio dos trabalhadores: aumentar a limpeza, substituir as toalhas por papel, evitar as reuniões e viagens.

PIB de Macau caiu 13,7 por cento no trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB) de Macau caiu 13,7 por cento no segundo trimestre face a igual período de 2008, a maior queda desde 1998, quando se iniciou a análise trimestral do indicador, revelam dados oficiais hoje divulgados. De acordo com os Serviços de Estatística e Censos, o PIB de Macau registou um comportamento negativo entre Janeiro e Junho, com um decréscimo de 12,8 por cento em relação ao período homólogo de 2008.

A queda do PIB no segundo trimestre advém da descida em 12,2 por cento das receitas brutas do sector do Jogo e em 20,6 por cento das despesas de visitantes, em termos nominais e face ao mesmo período de 2008, segundo os dados oficiais.

A formação bruta de capital fixo registou, por sua vez, uma diminuição de 27,4 por cento, justificada com a "suspensão ou abrandamento das obras dos empreendimentos de grande envergadura".

Em sentido negativo seguiram também as exportações, que caíram 58,3 por cento no segundo trimestre e 55,3 por cento entre Janeiro e Julho para um total de 4,53 mil milhões de patacas (397 milhões de euros), indicam dados hoje divulgados.

Nos primeiros sete meses do ano, os fluxos de exportação doméstica e de reexportação registaram decréscimos de 69,5 por cento e de 31,4 por cento, respectivamente, face a igual período de 2008.

Já as importações, estimadas em 20,01 mil milhões de patacas (1,7 mil milhões de euros), caíram 21,8 por cento até Julho.

Os dados oficiais indicam que o défice da balança comercial atingiu 15,48 mil milhões de patacas (1,3 mil milhões de euros), com a taxa de cobertura das exportações sobre as importações a alcançar 22,6 por cento.

Só nos principais mercados de destinos das exportações de Macau - Estados Unidos, União Europeia e China continental - as vendas do território diminuíram em termos homólogos e para os primeiros sete meses do ano, 79 por cento, 59,6 por cento e 44,8 por cento, respectivamente.

Os produtos têxteis e vestuário, até este ano o principal produto do cabaz das exportações, caíram em valor 72 por cento reduzindo o seu peso na estrutura para 37,6 por cento, enquanto que os produtos não têxteis registaram uma quebra de 30 por cento. Nas importações, as compras à China diminuíram 41,9 por cento, mas as aquisições na União Europeia registaram uma subida homóloga de 4,2 por cento.

Défice externo de Espanha cai mais de 40 por cento

O défice externo por conta corrente em Espanha caiu 41,83 por cento no primeiro semestre do ano, situando-se em 34.071,9 milhões de euros, segundo dados do Banco de Espanha.

Este desempenho, bastante inferior ao atingido o ano passado face ao mesmo período (que se situara nos 58.570,7 milhões de euros) deveu-se sobretudo à descida do défice comercial, diz o banco central. O défice comercial caiu 54,64 por cento, atingindo 21.820,1 milhões de euros, devido à contracção acentuada do comércio externo, num contexto de crise em que se reduziram as vendas e, sobretudo as compras ao exterior.

O Banco de Espanha especificou que no primeiro semestre as exportações caíram 20,9 por cento e as importações 31,8 por cento em variação homóloga.

Actividade dos transportes continuou em queda no segundo trimestre

O transporte de pessoas e mercadorias no segundo trimestre deste ano reduziu-se em todos os meios, com destaque para a queda homóloga de 3,3 por cento no número de passageiros de comboios.

As quebras de passageiros e de mercadorias apresentam no entanto valores inferiores aos registados no primeiro trimestre deste ano face ao primeiro trimestre de 2008, realça o INE, que divulgou hoje as estatísticas sobre a actividade nos transportes.

Nos aeroportos nacionais, os 7,3 milhões de passageiros representaram uma queda de 1,4 por cento face ao segundo trimestre de 2008, e o número de voos caiu 4,8 por cento. Estes valores são menos negativos do que os do primeiro trimestre, em que as quedas foram de respectivamente 5,9 e 10,9 por cento.

A queda mais expressiva do número de passageiros aconteceu no aeroporto de Faro, com -7,3 por cento do que no segundo trimestre do ano passado.

Nos metropolitanos nacionais a queda foi ligeira, de apenas 0,4 por cento, para 58,3 milhões de passageiros.

O transporte de mercadorias sofreu quedas homólogas mais acentuadas, que vão dos 26,4 por cento na ferrovia, 15,3 por cento na aviação, 13 por cento nas estradas e 5,7 por cento na aviação.

Cavaco Silva promulgou o novo Regime Contributivo da Segurança Social

O Presidente da República, Cavaco Silva, promulgou hoje o novo Regime Contributivo da Segurança Social mas, numa nota publicada no site da presidência, ressalvou que, quando a Assembleia da República aprovou o diploma, “foram várias e pertinentes as reservas suscitadas, quer pelos parceiros sociais, quer pelas forças partidárias”.

O novo Código Contributivo prevê o alargamento, de uma forma faseada, da base de incidência das contribuições para a Segurança Social. Isto implica que, contrariamente ao que acontece agora, determinados subsídios e remunerações passem a ser taxados, nomeadamente as ajudas de custo.

O projecto foi aprovado em Conselho de Ministros a 30 de Abril, sendo a intenção do Executivo de José Sócrates que a nova legislação entre em vigor a 1 de Janeiro de 2010, apesar de remeter para Janeiro de 2011 algumas matérias (como a adequação da Taxa Social Única ao tipo de contrato de trabalho).

A maioria socialista aprovou ainda, em Julho, o Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social, com os votos contra de toda a oposição e depois de várias críticas vindas quer dos partidos quer dos parceiros, que consideraram que o regime iria agravar a situação das empresas e dos trabalhadores num contexto de crise económica.

Das reservas ao Código Contributivo , Cavaco Silva destaca a “oportunidade [do diploma] face à presente conjuntura económica", o "curto tempo de debate parlamentar" e a "ausência de consenso alargado”. Na nota, Cavaco faz, também, questão de recordar que “o acto de promulgação de um diploma legal não significa necessariamente a adesão do Presidente da República às opções políticas a ele subjacentes, nem implica o seu comprometimento institucional com todas as soluções normativas nele inscritas”.

O Presidente sublinha, ainda, que faltam “estudos suficientemente detalhados e completos sobre a repercussão do Código no equilíbrio financeiro do Sistema de Segurança Social” – um aspecto que diz que “importa ser esclarecido com a maior transparência e celeridade”.

Reconhece, contudo, que o diploma “teve a sua génese em relevantes instrumentos de concertação social” e que para os parceiros sociais é um texto importante para um combate mais eficaz à “evasão contributiva e para a adequação, em termos de justiça, do enquadramento dos trabalhadores independentes”. Assim, espera que “o extenso regime transitório previsto e o prazo alargado da entrada em vigor” permitam corrigir os problemas do documento e um acompanhamento das soluções aprovadas.

Diário da República 31.08

Consignação de IRS

Lei n.º 91/2009, de 31.8 - Procede à primeira alteração à Lei n.º 16/2001, de 22 de Junho, alargando a possibilidade de benefício da consignação de 0,5 % do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares por igrejas e comunidades religiosas e por instituições particulares de solidariedade social.

Contra-ordenações Ambientais

Lei n.º 89/2009, de 31.8 - Procede à primeira alteração à Lei n.º 50/2006, de 29 de Agosto, que estabelece o regime aplicável às contra-ordenações ambientais.

Informações Vinculativas

Portaria n.º 972/2009, de 31.8 - Regulamenta o novo regime jurídico das informações vinculativas.

Processo Penal

Lei n.º 88/2009, de 31.8 - Aprova o regime jurídico da emissão e execução de decisões de perda de instrumentos, produtos e vantagens do crime, transpondo para a ordem jurídica interna a Decisão Quadro n.º 2006/783/JAI, do Conselho, de 6 de Outubro, relativa à aplicação do princípio do reconhecimento mútuo às decisões de perda, com a redacção que lhe foi dada pela Decisão Quadro n.º 2009/299/JAI, do Conselho, de 26 de Fevereiro.

Protecção na Invalidez

Lei n.º 90/2009, de 31.8 - Aprova o regime especial de protecção na invalidez.


SUMÁRIOS

  • Lei n.º 88/2009, de 31.8 - Aprova o regime jurídico da emissão e execução de decisões de perda de instrumentos, produtos e vantagens do crime, transpondo para a ordem jurídica interna a Decisão Quadro n.º 2006/783/JAI, do Conselho, de 6 de Outubro, relativa à aplicação do princípio do reconhecimento mútuo às decisões de perda, com a redacção que lhe foi dada pela Decisão Quadro n.º 2009/299/JAI, do Conselho, de 26 de Fevereiro.
  • Lei n.º 89/2009, de 31.8 - Procede à primeira alteração à Lei n.º 50/2006, de 29 de Agosto, que estabelece o regime aplicável às contra-ordenações ambientais.
  • Lei n.º 90/2009, de 31.8 - Aprova o regime especial de protecção na invalidez.
  • Lei n.º 91/2009, de 31.8 - Procede à primeira alteração à Lei n.º 16/2001, de 22 de Junho, alargando a possibilidade de benefício da consignação de 0,5 % do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares por igrejas e comunidades religiosas e por instituições particulares de solidariedade social.
  • Lei n.º 92/2009, de 31.8 - Terceira alteração do Decreto-Lei n.º 290-A/2001, de 17 de Novembro, que aprova o regime de exercício de funções e o estatuto do pessoal do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
  • Portaria n.º 972/2009, de 31.8 - Regulamenta o novo regime jurídico das informações vinculativas.
  • Decreto-Lei n.º 203/2009, de 31.8 - Cria o passe sub23@superior.tp, aplicável a todos os estudantes do ensino superior até aos 23 anos.
  • Portaria n.º 973/2009, de 31.8 - Altera os regulamentos dos jogos sociais do Estado - Lotaria Nacional, Lotaria Instantânea, Totobola, Totoloto e JOKER.
  • Decreto-Lei n.º 204/2009, de 31.8 - Procede à terceira alteração do Decreto-Lei n.º 129/93, de 22 de Abril, que estabelece os princípios da política de acção social no ensino superior.
  • Decreto-Lei n.º 205/2009, de 31.8 - Procede à alteração do Estatuto da Carreira Docente Universitária, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 448/79, de 13 de Novembro.
  • Decreto-Lei n.º 206/2009, de 31.8 - Aprova o regime jurídico do título de especialista a que se refere o artigo 48.º da Lei n.º 62/2007 de 10 de Setembro, que aprovou o regime jurídico das instituições de ensino superior.
  • Decreto-Lei n.º 207/2009, de 31.8 - Procede à alteração do Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 185/81, de 1 de Julho.
  • Decreto Regulamentar n.º 15/2009, de 31.8 - Estabelece a composição, as competências e o modo de funcionamento do Conselho Coordenador do Ensino Superior.

Euribor a 12 meses desce abaixo dos 1,3%

As maturidades europeias voltaram a descer pela sexta sessão consecutiva, tendo encerrado o mês de Agosto nos valores mais baixos de sempre.

A Euribor a doze meses recuou para os 1,304%, estando a descer há cinco sessões.

Já a Euribor a seis meses, a mais usada nos créditos à habitação, recuou hoje para 1,082%, o valor mais baixo de sempre, enquanto que a taxa a três meses, usada sobretudo nos empréstimos às empresas, desceu para 0,821%, também o valor mais baixo jamais registado, acumulando assim 15 sessões consecutivas em queda.

O presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, tem vindo a alertar para a fraqueza da recuperação económica, afirmando que o futuro é “muito incerto” e que a autoridade monetária europeia não irá alterar tão cedo as suas medidas de estímulo monetário. Para os analistas, estas afirmações significam que banco central não irá subir tão cedo as suas taxas de juro.

Já hoje, o Gabinete Europeu de Estatística (Eurostat), revelou que a taxa de inflação voltou a ser negativa na zona euro em Agosto, o que significa que ainda irá demorar algum tempo até aos preços estabilizarem na Europa.

Acções asiáticas caem lideradas por empresas mineiras e exportadoras no Japão

As acções asiáticas negoceiam em queda, lideradas pelas empresas mineiras e exportadoras japonesas, depois de as empresas chinesas terem apresentado resultados desapontantes e de o iene ter apreciado após a vitória do partido Democrático do Japão na eleições.

O MSCI Ásia – Pacifico recuou 0,4% para 113,44 pontos com duas acções a descer por cada uma que subida . O índice subiu 61% desde que atingiu mínimos de cinco anos, a 9 de Março, com especulação de que a economia mundial está a recuperar da crise económica.

“As acções subiram muito e do ponto de vista técnico estão sobreavaliadas”, disse o estratega da AMP Capital Investor, Nader Naeimi. “Provavelmente precisamos duma correcção antes das próximas subidas”, acrescentou.

No Japão, o Nikkei recuou 0,39% para 10.492 pontos e o Topix desceu 0,31% para 966,35 pontos. O relatórios governamentais mostraram que a produção industrial subiu ao menor ritmo em quatro meses, em Julho e as vendas do retalho caíram, evidenciando o desafio que enfrenta o novo governo para manter o ritmo de crescimento económico.

O Partido Democrático do Japão (PDJ) ganhou as eleições legislativas, obtendo 308 lugares no parlamento com assento para 480 deputados, segundo a imprensa japonesa. O PDJ tenciona reanimar a economia do país, aumentando os gastos com cuidados às crianças, cortando os impostos e limitando o poder dos burocratas.

O Shangai Composite caiu 5,4%, a acompanhar a queda de 8% do Industrial Bank depois de a imprensa chinesa ter dito que os bancos chineses podem ter cortado o crescimento da concessão de novos créditos. O índice de referência para a China, caiu 20% no mês passado e registou o pior desempenho do mundo, nesse período.

A Baoshan Iron caiu 7,1% para 6,41 yuans. A empresa disse que “a economia não recuperou substancialmente e que as fundações para o crescimento doméstico não são sólidas”, segundo a Bloomberg.

O australiano, S&P/ASX 200, subiu 0,1%. O Australia & New Zealand Banking Group subiu 4,6% depois de ter dito que o seu lucro aumentou.

Crescimento económico na Índia acelera pela primeira vez desde 2007

O crescimento da economia, na Índia, acelerou pela primeira vez desde 2007, mostrando que o impacto da recessão global na economia asiática está a diminuir no terceiro trimestre.

O produto interno bruto expandiu-se 6,1% no último trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, depois de um aumento de 5,8% nos primeiros três meses do ano, revelou hoje a Organização Central de Estatísticas, em Nova Deli.

A Índia junta-se assim à China, Japão e Indonésia na recuperação, com os benefícios da Ásia a ultrapassarem os 950 mil milhões de dólares (mais de 664 mil milhões de euros) de estímulo ao consumo e menores custos de empréstimos.

Porém, a recuperação da Índia pode parar, com a seca a ameaçar reduzir as colheitas e impulsionar a inflação dos alimentos, tornando mais difícil para o Banco Central saber quando deve aumentar as taxas de juros.

"A monção fraca complicou a situação para o banco central", disse Saugata Bhattacharya, um economista da Axis Bank Ltd., em Bombaim, citado pela Bloomberg. “As chuvas fracas vão prejudicar o crescimento e atiçar as pressões inflacionárias", acrescentou.

Antes das chuvas começarem a escassear, o Banco Central da Índia, a 28 de Julho, divulgou uma previsão de que a economia iria crescer 6% "com um viés ascendente" no ano até 31 de Março, o ritmo mais fraco desde 2003. Ainda segundo as mesmas previsões, a inflação chegaria aos 5% até ao final do exercício.

O mesmo banco divulgou, a 27 de Agosto, o relatório anual, onde dizia que a retirada de dinheiro disponível na economia aumentaria o risco de enfraquecer os impulsos de "recuperação", enquanto o crédito barato sustentado por muito tempo "só pode aumentar a inflação no futuro".

Ganhos do BCP e da EDP conseguem contraria queda da Galp

A bolsa nacional segue em alta, invertendo da tendência de queda registada no início da sessão. Esta manhã está a ser marcada pela forte volatilidade, com o PSI-20 a variar entre quedas e subidas pouco acentuadas. Nesta altura, o BCP e a EDP sobem e contrariam queda da Galp.

O PSI-20 sobe 0,19% para 7.854,93 pontos com nove cotadas a subir, nove a cair, e duas inalteradas. As restantes praças europeias seguem em queda, com os principais índices a perderem cerca de 0,5%, à excepção do DAX que perde mais de 1%.

O BCP aprecia 1% para 0,911 euros, o BES avança 0,94% para 4,598 euros e o BPI cresce 0,19% para 2,091 euros.

A EDP valoriza 0,87% para os 3,016 euros e contraria o sentimento negativo que se vive hoje no sector da energia.

A pressionar mais o índice está a Galp Energia que 1,01% para 10,25 euros, a reflectir a queda dos preços do petróleo na sessão de hoje. A EDP Renováveis também pressiona ao perder 0,54% para 6,952 euros.

No sector das operadoras, a Portugal Telecom avança 0,28% para 7,22 euros. A operadora de telecomunicações está hoje a reflectir, em parte, a confirmação por parte da Qatar Telcom de interesse da participação da operadora nacional na Medi Telcom, operadora marroquina na qual a PT detém 32%.

A Sonaecom acompanha a maior operadora ao subir 0,33% para 1,835 euros enquanto a Zon Multimédia contraria ao descer 0,83% para 4,165 euros.

A Brisa desce 0,18% para 6,159 euros e a Cimpor cai 0,19% para 5,14 euros.

O sector de pasta e papel também pressiona, com a Portucel a descer 1,87% para 1,889 euros e a Altri a cair 2,69% para 3,109 euros. Já a Semapa ganha 0,17% para 7,012 euros.

O sector das construtoras é conduzido pela apresentação e resultados de duas cotadas. A Mota-Engil a sobe 1,23% para 3,535 euros. A Mota-Engil anunciou que o resultado líquido da empresa foi de 14,3 milhões de euros, no primeiro semestre do ano, excluindo o resultado não recorrente da Martifer. O volume de negócios da empresa também aumentou.

A Soares da Costa que negoceia no PSI-Geral negoceia inalterada nos 1,18 euros, depois de ter apresentado resultados. A construtora anunciou esta manhã que obteve um lucro de 4,7 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 3,6% face a igual período do ano passado. A construtora beneficiou da presença em países como os EUA e em África.

Bolsa contraria tomada de mais valias das pares

PSI20 ganha ligeiros 0,04%Os índices bolsistas estão esta segunda-feira em terreno negativo, em tomada de mais valias, numa altura em que alguns analistas consideram que os mercados estão em níveis demasiado elevados.

No entanto, depois de uma abertura em baixa, Lisboa está melhor do que as pares. O PSI20 até já passou para o verde, apesar de registar uma subida muito ligeira: 0,04% para os 7.843,11 pontos.

A sessão hoje é marcada pelas últimas apresentações de resultados semestrais, nomeadamente das construtoras. De seguida, em Setembro, a atenção dos investidores regressa aos dados macroeconómicos.

A começar pela Mota-Engil, os resultados atingiram os 14 milhões de euros, um aumento ligeiro e acima do previsto pelo mercado. A acção recua 0,32% para os 3,48 euros.

Já fora do principal índice, a Soares da Costa registou um lucro de 4,7 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 3,6%, graças à força do mercado dos EUA e de África.

Mas, a seguir ao fecho do mercado, divulga-se mais contas. A Teixeira Duarte é uma delas, o título desliza 0,84% para os 1,06 euros. Ainda Sonaecom sobe 0,05% e a Zon Multimédia perde 0,69%.

A maior queda do momento é da Altri que afunda 2,16%. Por outro lado, a tentar puxar para o verde estão cotadas como a Portugal Telecom o BCP e a EDP, mas os ganhos não ultrapassam 1%.

No resto da Europa, é feriado no Reino Unido e a praça londrina está encerrada, pelo que se espera alguma volatilidade. As restantes bolsas registam quedas entre 0,5 e 1%.

Na Ásia, os mercados fecharam esta madrugada em queda. Nos EUA, na passada sexta-feira, os índices terminaram mistos, com o Dow Jones e o S&P 500 em baixa e o Nasdaq animado com o sector tecnológico.

Esta vai ser uma semana importante para a bolsa. Hoje, marca o final do mês de Agosto e Setembro começa com dados do sector da indústria e do mercado do emprego. Os mercados levam um avanço de cerca de 50% acima da baixa registada no mês de Março, ou seja, um rally significativo. Agora, ou de facto o rally é intimidado pelos dados macroeconómicos a conhecer no mês que começa amanhã ou mantém-se com mais sinais de optimismo que vão incentivar os investidores a continuar a comprar.

Motos de 125 cc esgotam em 15 dias com nova Lei

Nova legislação faz disparar vendas e obriga comerciantes a ter listas de espera
A dispensa de carta de mota para conduzir motociclos até 125 cc gerou uma corrida aos stands, que esgotou os stocks, avança o «Jornal de Notícias».

É que nova «Lei das 125», que foi aprovada na Assembleia da República, em Maio, habilita os titulares de carta automóvel a poder conduzir aqueles veículos.

No entanto, só a partir do passado dia 14 é que a Lei entrou efectivamente em vigor, o que levou as vendas dispararem a olhos vistos.

Só nas duas últimas semanas, bateram-se todos os recordes de vendas de 125. Houve ruptura de stocks e já há longas listas de espera para os modelos mais procurados.

«Temos tudo esgotado. Vendi mais 125 nos últimos 15 dias no que nos últimos cinco anos», disse Abel Pereira, do stand Horizmoto, no Porto.

«É quase impossível quantificar percentualmente o aumento de vendas porque o mercado das 125 era quase inexistente. Já que tinham de tirar a carta de mota, as pessoas, normalmente, optavam por um modelo superior, por exemplo, uma 250cc.», explica. «Isso também justifica a procura por motas novas. Antes, vendiam-se tão poucas 125 que praticamente não há mercado de usados», acrescenta.

O crescimento foi tanto que a Honda já introduziu três novos modelos de 125cc que, até há duas semanas, não estavam disponíveis no mercado nacional.

Petróleo baixa pela primeira vez em 3 sessões

Brent vale 72,07 dólares por barrilO preço do petróleo está a recuar pela primeira vez em três sessões em Nova Iorque, numa altura em que as preocupações com os stocks em níveis acima da média a limitar os ânimos sustentados na ideia de que a procura vai aumentar à medida que a economia mundial recupera.

Na passada semana, o Departamento de Energia norte-americano divulgou que as reservas, que incluem gasóleo e combustível para aquecimento, atingiram níveis máximos de quatro semanas nos 162,4 milhões de barris. Um volume que se aproxima dos históricos níveis registados em 1983, refere a Bloomberg.

Em Nova Iorque, o crude vale 72,24 dólares por barril, registando uma descida de 50 cêntimos. Em Londres, o IPE Brent, petróleo de referência para a Europa, custa 72,07 dólares por barril, menos 72 cêntimos.


Portugal entre os 15 países que cobram impostos mais altos

País está ao mesmo nível que Reino UnidoPortugal está entre os 15 países da Europa que cobram impostos mais elevados, de acordo com os dados mais recentes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que incidem sobre 2007.

Mas no topo da tabela é a Dinamarca o país desenvolvido no qual as receitas fiscais do Estado são maiores face ao Produto Interno Bruto (PIB). Aliás, os impostos deste país nórdico representam 48,9% do PIB. Outro país do Norte da Europa aparece logo em segundo lugar: a Suécia regista 48,2%. De seguida surge a Bélgica (44,4%), França (43,6%), Noruega (43,4%) e Itália ocupa a sexta posição da tabela (43,3%).

A vizinha Espanha também faz parte do «Top15» ao ocupar o 12º lugar do ranking dos países europeus com receitas fiscais de 37,2% do PIB. Já Portugal está na última posição ainda que com a mesma percentagem que o Reino Unido: 36,6%.

Reino Unido com casas mais caras

Custo médio subiu 0,1%Os preços das casas no Reino Unido aumentaram pela primeira vez em dois anos. Em Londres, por exemplo, a escassez de casas para venda já fez os preços dispararem, adianta a Hometrack Ltd citada pela Bloomberg.

O custo médio de uma casa na Inglaterra e no País de Gales subiu 0,1% desde Julho, para 155.800 libras, (cerca de 177.300 euros) um aumento que é o primeiro registado desde Julho de 2007.

Com a maior taxa de desemprego desde 1995, a economia britânica é das que mais dificuldades tem tido no combate à recessão.

A banca continua a restringir os empréstimos, mesmo depois do Banco de Inglaterra ter fixado a taxa de juro em 0,5% e ter injectado milhões no sistema financeiro.

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