De acordo com um comunicado da empresa, é preciso recordar que as perdas do homólogo se deveram às imparidades no BCP e Cimpor, dos quais a construtora é accionista.
O volume de negócios subiu ligeiramente para 585 milhões de euros, essencialmente devido «à expansão do mercado externo, cujo aumento foi maior do que a descida verificada em Portugal, passando o volume de negócios no estrangeiro a representar 62,7% do total do grupo».
Os proveitos operacionais caíram 2,4% para 617 milhões, e o EBITDA 31,2% para 64 milhões de euros, uma descida que a empresa atribui à diminuição das operações não recorrentes.

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