O Executivo interveio na greve da TAP, para ajudar a resolver a situação, admitiu o ministro das Obras Públicas, Mário Lino.
A paralisação do pessoal de terra, da Groundforce, que estava para convocada para sexta-feira e sábado, acabou por ser desconvocada na sexta-feira ao final do dia, depois de a TAP ter garantido aos sindicatos o que estes queriam ouvir: a manutenção dos postos de trabalho.
Mário Lino, que falava aos jornalistas no final da cerimónia de inauguração do prolongamento a S. Sebastião da linha Vermelha do Metropolitano, disse que foi feito um telefonema do seu Ministério para um dos sindicatos que representam o pessoal de terra dos aeroportos portugueses, refere a Lusa.
«Os trabalhadores queriam um compromisso da administração da TAP e do Governo de que a operação em curso de alienação de uma parte maioritária do capital da Groundforce fosse feita sem o desmantelamento da empresa. Num telefonema feito pelo secretário de Estado [das Obras Públicas, Paulo Campos e Cunha] na noite de quinta para sexta-feira foi dito ao sindicato que a posição do Governo é a de não provocar desemprego», disse Mário Lino.

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