Notícias principais - Google Notícias

Loading

sábado, 19 de dezembro de 2009

Crédito à habitação e ao consumo começam a acelerar

Os empréstimos concedidos pelo sector financeiro aos consumidores portugueses, quer para compra de habitação, quer para consumo, recomeçaram a acelerar.

De acordo com os dados do Banco de Portugal divulgados esta sexta-feira, os empréstimos concedidos a particulares voltaram a registar uma ligeira aceleração, de uma décima, passando a taxa homóloga para 2,2%. Os créditos à habitação cresceram 2,5%, mais duas décimas, e os créditos ao consumo e para outros fins 1,3%, mais três décimas.

Já os empréstimos a empresas desaceleraram, de um crescimento de 3,7% para outro de 2,8.

No conjunto do sector privado não financeiro a taxa de variação anual diminuiu de 2,8 para 2,5%.

Por seu lado, os empréstimos ao sector financeiro não monetário, ou seja, aos bancos, diminuíram 0,4%.

Contas feitas, no conjunto de todo o sector não monetário, excluindo as administrações públicas, os empréstimos voltaram a desacelerar, situando-se a taxa de variação anual em 2,4%, o que compara com 2,7% no mês anterior.

Crise: portugueses cortam em jantares fora, telemóvel e Internet

O perfil dos consumidores portugueses mudou com a crise. Se os bens de primeira necessidade não admitem cortes, como a alimentação, a energia, os produtos de higiene e os medicamentos, outras categorias, mais supérfluas, já sentiram a «machadada».

Jantar fora, comprar alimentos pré-feitos, abusar do telemóvel e da Internet são alguns dos hábitos que deixaram de ser uma realidade.

De acordo com o estudo «Radar Crisis» da GfK Metris, as categorias de consumo base, como a energia, o papel higiénico, outros produtos para a casa e higiene pessoal, mantiveram-se na franja das categorias mais consumidas, com penetrações a rondar os 100%, sem alterações significativas.

Poupar através da troca de marca

A grande mudança está na troca das grandes marcas pelas marcas mais baratas, em produtos como detergentes de roupa e loiça. 72% admitem poupar nestas categorias através da troca de marca.

Ainda no nível de baixo impacto de redução de consumo encontram-se categorias como os medicamentos, onde 92% dos inquiridos não pretende alterar hábitos a este respeito.

Já as despesas com carácter supérfluo estão em decréscimo. Jantar fora, num restaurante tem sido sistematicamente apontado como um dos campos a cortar nos vários estudos da GfK. Categorias como as sopas pré-feitas mantêm-se, ao longo do ano, como a categoria com maior percentual de inquiridos a dizer que vão abandonar o consumo.

Para além disso, também as categorias mais tecnológicas, como os gastos em chamadas de telemóvel ou com a Internet, sofrem uma diminuição na quantidade consumida, mas mantêm níveis de consumo, na ordem dos 86% para os telemóveis e 53% para a Internet. «Nos últimos anos o mundo sofreu uma revolução tecnológica e os inquiridos não estão dispostos a abdicar da actual relação de proximidade que têm com o mundo», refere o estudo.

Casais jovens com filhos e pessoas perto da reforma mais afectadas pela crise

A GfK diz que, em Novembro, existiam menos 3% de pessimistas do que no anterior estudo, de há um ano.

A crise tem sido mais sentida pelas faixas etárias entre os 35-44 anos e os 55-64 anos, respectivamente, por contemplar muitos casais em início de vida, com filhos pequenos e consequentemente um leque de despesas muito elevadas com saúde e educação, ou por contemplar a fase pré-reforma e o trabalho em muitas das empresas e fábricas que faliram este ano, e a dificuldade em encontrar um novo emprego nesta fase da vida.

Em termos geográficos, a zona do país mais afectada foi o Sul, com a contenção de despesas dos inquiridos a centrar-se sobretudo nas despesas supérfluas, o que incluiu gastos com turismo. A redução de custos com as férias fez com que uma percentagem dos inquiridos, que normalmente viaja para fora do país, tenha passado as férias cá dentro este ano, o que poderia ter induzido um aumento da receita interna, mas, por outro lado, os gastos foram mais reduzidos em termos de refeições, nas próprias actividades efectuadas nas férias e nos gastos com alojamento. Consequentemente, o turismo foi mais modesto, o que teve reflexos negativos no comércio e hotelaria do sul do País.

«Ao longo de 2009, e não sendo claro que a crise já tenha passado, os portugueses adaptaram-se a viver sobre uma nova realidade e intrinsecamente alteraram os hábitos de consumo, já não estando apenas a reduzir por causa da crise, passando algumas mudanças do dia-a-dia a fazerem sentir um clima de recuperação e optimismo», acrescenta a GfK.

A terceira vaga do Radar Crisis foi realizada entre 12 e 23 de Novembro, através de uma entrevista directa e pessoal no lar de 1.287 entrevistados de ambos os sexos, com 18 e mais anos de idade, residentes em Portugal Continental.

Transportes: passes sociais não vão aumentar em 2010

O Governo anunciou, esta sexta-feira, que decidiu não efectuar qualquer actualização nas tarifas de transporte público urbano e suburbano em 1 de Janeiro de 2010.

Recorde-se que já no ano passado o Governo manteve inalterados os preços das tarifas, decisão que ocorreu pela primeira pela vez em 30 anos.

Ao manter inalterados os preços dos transportes públicos, «o Governo demonstra mais uma vez a forma responsável e equilibrada como trata as matérias sociais e económicas, agindo sempre que possível no sentido do não agravamento do orçamento das famílias e de garantir a estabilidade das empresas dando, ao mesmo tempo, um passo claro na promoção da utilização dos transportes públicos», refere o comunicado.

Euro volta às quedas e desce 0,4% face ao dólar

O euro já inverteu a tendência positiva e segue a desvalorizar face à moeda norte-americana, 0,4 por cento.

O euro esteve a subir pela primeira vez em quatro sessões, depois de ter sido divulgado que a confiança dos empresários alemães subiu para níveis máximos dos últimos 17 anos.

Neste momento, o euro está descer 0,4% e cada unidade vale 1,4282 dólares.

Lisboa destaca-se pela positiva e valoriza em dia de OPA

Lisboa acabou por fechar no verde, uma situação que não se verificou na restante Europa. O PSI20 subiu 0,3% impulsionado pela OPA que uma empresa brasileira lançou à Cimpor.

Assim, a Cimpor liderou os ganhos e atingiu máximos de 3 anos a beneficiar da OPA de que foi alvo por parte da Companhia Siderúrgica nacional. O valor de oferta para as acções da Cimpor é de 5,75 euros, um preço que os analistas consideram «baixo». A empresa acabou por fechar a valorizar mais de 16,01% para 6,34 euros.

A Teixeira Duarte, o maior accionistas da Cimpor, disparou mais de 15% nesta sessão, também a beneficiar da OPA lançada sobre a cimenteira. A construtora fechou o dia a ganhar.

De resto, nota negativa para os três pesos do índice nacional. O BCP recuou 1,01% para 78 cêntimos, a EDP cedeu 0,35% para 3,06 euros e a Portugal Telecom desvalorizou 0,3% para 8,30 euros.

No mercado petrolífero, o Brent de referência para Portugal está a subir e vale 73 dólares. No mercado cambial, o euro continua em queda face ao dólar.

Na Europa, o dia foi negativo depois de ontem os supervisores do sector financeiro dizerem que vão apertar regras no sector da banca.

Nos Estados Unidos, os índices estão em alta,especialmente o Nasdaq, que agrega as empresas tecnológicas.

Brent sobe com barril a valer 73 dólares

O petróleo encontra-se em alta, nesta última sessão da semana, em ambos os mercados internacionais.

Esta manhã foi divulgado que a confiança dos empresários alemães subiu para máximos de 17 meses.

Neste momento, o Brent do Mar do Norte, que serve de referência ao mercado português está a valorizar 31 cêntimos para 73,68 dólares por cada barril.

Em Nova Iorque, o crude está a valer 73,37 dólares, mais 72 cêntimos.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Calendário Fiscal

IRS

Retenções na Fonte:

Até dia 21 – Entrega das quantias retidas no mês anterior, sobre rendimentos sujeitos às taxas liberatórias, rendimentos de trabalho dependente (Categoria A ) e rendimentos de pensões, com excepção das de alimentos (Categoria H).

Até dia 21 – Entrega das quantias retidas no mês anterior, sobre rendimentos de trabalho independente (Categoria B), capitais (Categoria E), prediais (Categoria F) ou comissões por intermediação de quaisquer contratos (Categoria C) pagos por entidades que disponham ou devam dispor de contabilidade organizada.

IRS – Pagamento por conta:

Até dia 21 – Pagamento da 3ª prestação, relativa à Categoria B.

IRC

Retenções:

Até dia 21 – Entrega das quantias retidas no mês anterior, sobre os rendimentos sujeitos a IRC.

IRC – Pagamento por Conta:

Até dia 15 – Pagamento da 3ª prestação do Pagamento por Conta.

Outros Impostos e Obrigações Fiscais:

Gratificações:

Até dia 31 – Devem ser pagas ou colocadas à disposição dos beneficiários, as atribuídas a título de participação nos resultados.

Segurança Social:

Até dia 15 – Entregar as taxas contributivas do mês de Novembro.

Imposto do Selo:

Até dia 21 - Entregar o imposto do selo liquidado no mês anterior.

Encerramento do Exercício:

Confirme os saldos na sua Contabilidade com os seus, Clientes, Fornecedores e Bancos, para apurar eventuais diferenças.

Moeda Estrangeira:

Dia 31 – Os valores contabilísticos que figurem em moeda estrangeira, devem ser actualizados para Euros.

Inventário:

Dia 31 – efectuar contagem física dos valores existentes em caixa e bem assim das mercadorias e produtos.

Especialização de Exercícios:

Verifique se existem custos ou proveitos na sua contabilidade que respeitem a outros exercícios e, portanto, sujeitos a tratamento contabilístico.

Contabilidade:

Até dia 31 – Escriturar as operações efectuadas durante o mês de Setembro.

Imposto Automóvel

O Imposto Único de Circulação (IUC)

O pagamento do IUC deixa de estar sujeito a um prazo único, comum a todos os veículos, passando a ser devido no mês de aniversário da matrícula do veículo, o que significa que o prazo de pagamento fica distribuído por todo o ano civil. Ou seja, o pagamento do IUC relativo a um veículo cuja matrícula seja de Janeiro de 2005 terá de ocorrer durante o mês de Janeiro de cada ano, já a partir de 2008.

A liquidação do IUC é feita pelo próprio sujeito passivo através da Internet (http://www.portaldasfinancas.gov.pt) ou em qualquer Serviço de Finanças. No caso de o sujeito passivo ser uma pessoa colectiva será obrigatória a utilização da Internet, tal como já sucedia anteriormente.

O dístico (conhecido como o selo do carro) deixa de existir para afixação no veículo, sendo a prova de pagamento do imposto efectuada, quando requerida, mediante a apresentação do respectivo comprovativo, pelo que se aconselha os contribuintes a manterem-no juntamente com a restante documentação do veículo.

Dívida do Estado representa 80% da riqueza do país

A dívida directa do Estado atingiu no final de Novembro 130.235 milhões de euros, mais 0,4% que no final de Outubro, revela o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP).

O valor corresponde a 79,7% do Produto Interno Bruto (PIB), se tomarmos como referência o último valor reportado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a Bruxelas, em Setembro passado, e que colocava o PIB nos 163.300 milhões de euros.

Contas feitas, se dividirmos esta dívida pelos cerca de 10 milhões de portugueses, cada um deve 13 mil euros.

O Boletim Mensal do IGCP apenas divulga o valor da dívida directa do Estado, que corresponde às situações passivas de que o sub-sector Estado é responsável em virtude do recurso a empréstimos. Ou seja, não se trata da dívida pública, que corresponde à totalidade das responsabilidades brutas consolidadas do sector das Administrações Públicas, ao valor nominal.

No final de 2008, a dívida directa do Estado ascendeu a 118.463 milhões de euros, o equivalente a 71,3% do PIB, enquanto que a dívida das Administrações Públicas atingiu 110.377 milhões (66,3% do PIB), segundo o reporte ao Eurostat de 28 de Setembro de 2009.

Novos apoios para agricultura e pecuária

O Governo decidiu criar uma nova linha de crédito com condições mais favoráveis para as empresas agrícolas e pecuárias. Esta linha destina-se a investimento, ao reforço do fundo de maneio, à liquidação de dívidas ou reestruturação de créditos junto de instituições de crédito ou de fornecedores, e vai disponibilizar 50 milhões de euros com juros bonificados a estas empresas.

A sua criação foi aprovada em Conselho de Ministros, e tem procedimentos mais simples, o prazo de reembolso foi alargado para seis anos (era de três anos), e foi alargado o período de carência de capital para dois anos (era de um ano). As empresas interessadas poderão aderir a este sistema, que vai ser disponibilizado pelas Instituições de crédito que celebrem, para o efeito, um Protocolo com o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I.P.

Ao longo da duração do empréstimo é atribuída uma bonificação de juros, que será diferenciada em função da análise financeira da empresa e da sua notação de risco, e que varia entre 100% e 80% da taxa de referência para o cálculo de bonificações (TRCB), ou da taxa de juro praticada pela instituição de crédito, se esta for menor.

Por outro lado, foi reforçada a linha já existente e destinada às empresas florestais e agro-industriais, para 125 milhões de euros. Esta linha, criada em Março, tinha sido já alterada em Setembro.

PIB diminui 2,5% no terceiro trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB) diminuiu 2,5% em volume no 3º trimestre de 2009 (face ao período homólogo), uma queda menos acentuada do que a verificada no trimestre anterior (-3,7%).

Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) comparam ainda o segundo trimestre de 2009 que teve um aumento do PIB de 0,7%, uma subida em relação aos 0,5% verificados no anterior trimestre.

Apesar da confirmação de que Portugal está fora da recessão (dois trimestres de crescimento positivo), a instituição reviu em baixa a Estimativa Rápida para o terceiro trimestre, com a taxa de variação homóloga a descer 0,1% e a variação em cadeia 0,2% em relação aos últimos dados.

«A diminuição menos intensa do PIB em termos homólogos esteve fundamentalmente associada à redução menos acentuada da procura interna, particularmente do Investimento, cujo contributo para a variação do PIB passou de -4,6% no segundo trimestre para -2,7% no seguinte. O contributo da procura externa líquida foi inferior ao verificado no trimestre anterior (0,9% e 0,2% do 2º para o 3º trimestre), tendo-se observado menores diminuições homólogas das Exportações e das Importações», refere o INE.

Crédito malparado atinge novo recorde

O crédito malparado atingiu em Outubro os 9 mil milhões de euros, muito por culpa das empresas, que não pagaram 5 mil milhões de euros, o dobro do incumprimento registado no ano passado.

Com o desemprego crescente, os portugueses têm mais dificuldades em pagar as prestações que acordaram com os seus bancos, e o malparado nos particulares chegou aos 3.777 milhões de euros, uma subida de 29% em relação aos números do mês homólogo.

No crédito à habitação, estão por pagar 1.900 milhões, enquanto que no crédito ao consumo e para outros fins o incumprimento representa quase 7% do total do dinheiro emprestado pelos bancos.

Em relação às empresas, do total de 5 mil milhões em falta, 3 mil milhões são relativos ao malparado nos sectores da construção e das actividades imobiliárias.

Avaliações fiscais de prédios urbanos em locação financeira

A Direcção-Geral de Impostos (DGCI) definiu o momento em que devem ser avaliados os prédios urbanos objecto de contrato de locação financeira imobiliária, quando transferidos para a sociedade incorporante, em resultado de fusão por incorporação.

De acordo com a DGCI, estes prédios só devem ser avaliados nos termos do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, quando os locatários exercerem o direito de opção de compra nos termos dos respectivos contratos de locação.

Em causa está a aplicação da norma jurídica que define que a avaliação de prédios já inscritos na matriz é efectuada aquando da primeira transmissão, enquanto as Finanças não procederem à avaliação geral.

Formação de motoristas de transportes rodoviários

Por intermédio da Deliberação n.º 3257/2009 (IIª Série DR), de 7 de Dezembro e do Despacho n.º 26483/2009 (IIª Série DR), de 7 de Dezembro, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I. P. (IMTT) definiu as condições de funcionamento dos centros de formação de motoristas de determinados veículos afectos ao transporte rodoviário de passageiros e mercadorias, e definiu os modelos de certificado de reconhecimento de entidade formadora e dos cursos de formação para a obtenção de capacidade profissional para o transporte rodoviário de mercadorias.

Em Maio deste ano, entrou em vigor um novo regime de formação inicial e formação contínua de motoristas de determinados veículos afectos ao transporte rodoviário de mercadorias e de passageiros, que estabeleceu que estas condições seriam fixadas pelo IMTT, o que aconteceu agora.

A abertura dos centros de formação tem de obedecer a regras estabelecidas em Outubro, e depende de autorização prévia do IMTT, sendo o pedido instruído com os determinados elementos, tais como:
- indicação do (s) tipo (s) de formação que se pretenda ministrar;
- identificação do coordenador técnico-pedagógico da entidade formadora, acompanhada pelo respectivo CAP de formador e curriculum vitae;
- descrição do equipamento a utilizar na formação;
- identificação dos veículos a utilizar na formação prática de condução através da marca, modelo, matrícula e categoria, ou apenas pela indicação da matrícula e do número da licença, quando se trate de veículos utilizados no ensino da condução;
- descrição dos simuladores de alta qualidade, caso disponha dos mesmos;
- indicação da localização do centro de formação e exemplar da planta, na escala 1/100, das instalações do mesmo, a qual deve conter a área de cada compartimento e da superfície exterior, quando exista, e a respectiva utilização pretendida;
- indicação do local, e ou instalações e de outras condições de realização da formação prática;
- fotocópia dos acordos celebrados com outras entidades no âmbito desta actividade de formação.

Não terá de ser apresentada a planta das instalações no caso de funcionamento de escola de condução como centro de formação.

Qualquer alteração às condições inicialmente estabelecidas para a abertura dos centros de formação tem de ser previamente autorizada pelo IMTT.

Os centros de formação têm de ter um coordenador pedagógico das formações que disponibilizam, que subscreve os certificados de formação.

Têm ainda de manter, pelo período mínimo de cinco anos, o registo das acções de formação realizadas, bem como os processos individuais dos formandos.

O horário de funcionamento dos centros de formação não pode iniciar-se antes das 7 horas nem concluir-se depois das 24 horas, e não pode não sendo permitida qualquer funcionar aos domingos e feriados.

Este horário tem de ser afixado nas instalações do centro de formação, em local visível.

O incumprimento destas regras pode levar o IMTT a aplicar as seguintes medidas administrativas: advertência escrita, ou o cancelamento da autorização de abertura do centro de formação.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Praças americanas animadas com resgate da Dubai World

Os principais índices bolsistas dos Estados Unidos abriram em alta, animados pela notícia de que Abu Dhabi providenciou 10 mil milhões de dólares (6,8 mil milhões de euros) para ajudar a Dubai World a evitar o incumprimento da dívida.

O Dow Jones abriu a ganhar 0,6%, fixando-se nos 10.471,50 pontos. O índice tecnológico Nasdaqestabelecia-se nos 2.203,56 pontos, com uma valorização de 0,6%.

O S&P 500 avançava 0,3%, para 1.110,08 pontos. Os estrategas de Wall Street que previram acertadamente que as bolsas norte-americanas recuperariam da mais profunda queda desde a Grande Depressão dizem agora que o índice Standard & Poor’s 500 vai subir 11% no próximo ano.

Thomas Lee, estratega do JPMorgan, e David Kostin, do Goldman Sachs Group, que foram os analistas com previsões mais acertadas este ano, afirmam que as taxas de juro em torno do zero nos EUA e o crescimento dos lucros das empresas em mais de 26% impulsionarão o S&P500 para 1.300 e 1.250 pontos, respectivamente.

Thomas Doerflinger, estratega do UBS, também coloca o índice nos 1.250 pontos em 2010, devido à combinação de um aumento dos lucros e das fusões e aquisições, refere a Bloomberg.

O Goldman Sachs seguia a ganhar terreno, na sequência do anúncio do resgate da Dubai World.

A XTO Energy seguia a disparar 20% depois de a Exxon Mobil ter divulgado que vai comprar a empresa de gás natural por 31 mil milhões de dólares (21,1 mil milhões de euros).

A Visa seguia igualmente no verde, depois de ser integrada no S&P500, e a Sun Microsystems ganhava perto de 10%, sustentada pela oferta de compra da Oracle.

“Estamos no bom caminho. O risco de falência do Dubai, com um potencial efeito dominó, foi neutralizado. E temos também vindo a ser informados de dados económicos decentes. A combinação de tudo isto mostra-nos um mercado que continuará a ter uma tendência positiva”, comentou à Bloomberg o vice-“chairman” do Silvercrest Asset Management Group, Stanley Nabi.

O dinheiro proveniente de Abu Dhabi permitirá à Dubai World proceder ao pagamento de 4,1 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros) sobre as obrigações que vencem hoje.

Bolsa, fecho da sessão, 14 de Dezembro

Facebook: privacidade mais apertada

O Facebook pediu esta quarta-feira aos seus 350 milhões de utilizadores para reverem a sua configuração de privacidade.

Elliot Schrage, vice-presidente de Comunicações, Políticas Públicas e Marketing da rede social, disse que o ambiente está desenhado para que os utilizadores posma controlar a informação que partilham e com quem o fazem.

Num comunicado, o responsável anunciou que o Facebook vai disponibilizar aos utilizadores novas ferramentas, fácies de usar, para personalizar o controlo sobre a informação em função do seu conteúdo, da razão porque se partilha, do momento em que se partilha e da audiência a que se deseja chegar.

Por exemplo, uma pessoa pode querer compartilhar algumas actualizações, como uma opinião sobre um filme, com todas as pessoas, mas compartilhar outras actualizações mais pessoais, como o novo número de telefone ou fotos dos filhos, apenas com uma comunidade mais reduzida.

«Seleccionando uma opção num menu, poderá dirigir as suas publicações a audiências específicas», acrescenta o Facebook.

Google lança «smartphone» em Janeiro de 2010

É mais um rival ao iPhone e ao Blackberry. Chega pela mão da multinacional Google e estará à venda em Janeiro de 2010. O telemóvel Nexus One promete ser mais fino e com um ecrã táctil ligeiramente maior do que o «smartphone» da Apple.

Windows 8 chega em 2012
Preços dos smartphones caem 35%

O objectivo da Google é ter um aparelho sem estar associado a um operador. Estará à venda através da Internet directamente aos consumidores, de acordo com o «The New York Times» que cita uma fonte da multinacional.

Por agora, os trabalhadores estão a testar o aparelho, que deve estar pronto nas primeiras semanas de 2010 e dar início à comercialização de um terminal próprio.

Veja aqui o iPhone mais caro do mundo

A Google já reagiu à notícia e adianta que este aparelho serve, apenas, os trabalhadores que estão a testar novas funcionalidades do Android, sistema operativo que funciona em diversos telemóveis e que foi lançado em 2008.

Vários trabalhadores confirmaram, na rede social Twitter, que já têm o novo telemóvel, adiantando que o Nexus One é fabricado pela HTC e vem com o sistema operativo Android 2,1, uma versão mais avançada que promete novos recursos visuais.

E se pudesse dar voz ao seu computador?

A Microsoft acaba de lançar um projecto de angariação de vozes portuguesas. O objectivo do projecto Your Speech é desenvolver a tecnologia de reconhecimento de fala, aplicável na comunicação pessoa-computador e para facilitar a utilização por cidadãos com necessidades especiais.

Em comunicado, enviado à redacção, a Microsoft explica que este projecto prende criar «um movimento de cidadania pelo avanço do conhecimento, da ciência e das tecnologias de reconhecimento e síntese de fala, as quais encontram uma aplicabilidade especial na melhoria da acessibilidade dos cidadãos às tecnologias da informação».

Experimente aqui e crie o seu próprio sintetizador de voz

O projecto Your Speech desenvolvido pelo Microsoft Language Development Center (MLDC), centro de investigação da Microsoft para o desenvolvimento da linguagem estabelecido em Portugal em 2005, inclui duas aplicações de voz que vão permitir o desenvolvimento das tecnologias de reconhecimento e síntese de fala em português, a partir da doação das vozes dos portugueses.


Magalhães custou 50 milhões ao Estado

O programa e-escolinha, responsável pela distribuição de computadores «Magalhães» aos alunos do primeiro ciclo, custou 20 milhões de euros aos operadores de telecomunicações. Já o contributo do Estado não ultrapassará os 50 milhões de euros.

De acordo com o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Paulo Campos, «o envolvimento dos operadores [TMN, Vodafone e Optimus] com o e-escolinha é de 20 milhões de euros», sendo que o programa resultou em «alguns milhares de adesões» à Internet de banda larga.

Veja as fotos aqui

Paulo Campos disse ainda, à margem da entrega de prémios de criatividade da Zon, que o programa custou entre 40 a 50 milhões de euros à Acção Social Escolar (ASE) e voltou a garantir que não houve adjudicação directa à JP Sá Couto.

«A Comissão Europeia pediu esclarecimentos sobre o programa no seu todo. Há cerca de dez marcas que foram escolhidas para fornecer os computadores e, dentro do programa, cada operador escolheu a melhor oferta», atirou.

Já no caso do e-escolas, Paulo Campos admitiu que as verbas para o programa «estão esgotadas» mas ainda assim «o programa está em funcionamento».

Recorde-se que, de acordo com o Governo, foram entregues 400 mil computadores «Magalhães», que tiveram um custo de 208 euros.

Crédito à habitação: taxa fixa ou variável?

Se anda a pensar em fixar a taxa de juro do seu crédito à habitação, mas ainda não conseguiu decidir se é a melhor altura, esta pode ser a hora H.

Com a taxa de juro do Banco Central Europeu (BCE) em 1%, o valor mais baixo de sempre, e as taxas Euribor também em mínimos históricos, os economistas são unânimes: daqui para a frente elas só podem subir. A única dúvida é saber quando e quanto: alguns especialistas apontam para o terceiro trimestre de 2010, outros mais para o final do ano que vem, e há mesmo quem acredite que a primeira subida só chegará em 2011.

Seja como for, uma vez reiniciada a subida das taxas do BCE, é certo que as Euribor vão acompanhar. A optar pela taxa fixa, o ideal é fazê-lo quando as taxas estão bem baixas e se perspectiva que daí a algum tempo comecem a subir. Soa-lhe familiar? É isso mesmo, esta pode ser a altura ideal.

O que dizem os especialistas

Para os especialistas contactados pela Agência Financeira, fixar a taxa de juro num crédito à habitação só deve ser feito pelo prazo em que achar que compensa.

Normalmente as taxas fixas oferecidas pelos bancos situam-se cerca de dois pontos percentuais acima da taxa Euribor actual. Ou seja, quem quiser fixar a taxa a cinco anos, por exemplo, encontrará nos bancos ofertas a rondar os 3%, a que acresce ospread. Para já, pagará mais do que pagaria na taxa variável. Mas se achar expectável que as Euribor comecem a subir daqui a um ano, e atinjam níveis superiores a esses 3% dentro do prazo de 5 anos, então talvez compense pagar mais agora, para depois não sentir essa subida.

Faça aqui a simulação de quanto pagaria se fixasse a taxa do seu empréstimo

Vinay Pranjivan, especialista da Deco, sublinha à Agência Financeiraque «há um risco associado à taxa fixa, que tem a ver com a presunção quanto às perspectivas para as taxas variáveis». Ou seja, «o banco vai propor uma taxa fixa. A dúvida do consumidor é saber se vale ou não a pena. Isso depende apenas da expectativa que existe sobre a evolução da taxa variável».

Ou seja, se contratar a taxa fixa a cinco anos, por exemplo, deve fazê-lo apenas se achar que, nesses cinco anos, as Euribor vão subir mais do que a taxa fixa a contratar.

Para tentar ajudar o leitor, a AF recolheu algumas previsões. Por exemplo, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) prevê que a taxa juro do BCE vai atingir 2% em 2011. Mas, se olharmos para os futuros, vemos que o mercado perspectiva mais subidas nos anos seguintes. A taxaforward [que traduz a expectativa do mercado sobre a evolução futura da taxa de juro] aponta para um valor a rondar os 4% daqui a cinco anos.

«É uma questão muito própria. Com a taxa em mínimos e comspreads tão altos, a taxa variável ainda está abaixo da taxa fixa. Mas isso pode mudar daqui a um ano ou dois. No fundo, o consumidor tem de decidir se quer ou não acompanhar o mercado. No fundo, é como um jogo, em que o consumidor assume um risco», sublinha Vinay Pranjivan.

Estabilidade ou acompanhar o mercado?

O consumidor tem de decidir se prefere assegurar uma taxa estável, o que lhe permite fazer planos com maior segurança, sabendo antecipadamente quanto vai pagar em cada mês, ou se arrisca sofrer os altos e baixos das taxas de juro e assim garante que nunca paga mais nem menos do que tem de pagar.

A AF recolheu as ofertas dos vários bancos. No caso da CGD, por exemplo, a taxa a cinco anos está nos 3,15%, a que acresce o spread. Uma taxa não muito diferente oferece o Millennium bcp: 3,3%, para o mesmo prazo. Já o BES, oferece uma taxa fixa de 2,8%.

O BPI não apresenta uma taxa fixa a cinco anos, mas quem quiser fixá-la a 10 anos, poderá contar com um valor entre os 4,646 e os 4,959%, consoante o montante do financiamento e da percentagem do valor do imóvel que é financiada.

Fim de incentivo fiscal ao abate veículos será «desastre»

A Associação Nacional do Ramo Automóvel (ARAN) avançou esta sexta-feira que o fim do incentivo fiscal ao abate de veículos em fim de vida, no final deste ano, será um «desastre total» para o sector.

«O fim deste apoio vai representar o desastre total para as empresas do sector automóvel», refere a ARAN, para quem esta era uma «medida fundamental», apesar de «estar longe de ser suficiente para que se obtenham resultados visíveis em termos de recuperação de vendas, ao nível de outros países europeus», como a Alemanha.

Desde que, em Agosto, entrou em vigor a majoração do incentivo fiscal ao abate de veículos em fim de vida (VFV), «embora não se possa falar em recuperação, o que é certo é que as vendas de automóveis tem vindo a conhecer algum relançamento».

Para a ARAN, é «estranho» que «o Governo esqueça as necessidades do presente e esteja já a publicitar a criação de incentivos para a produção e comercialização de veículos eléctricos, que só terão efeito no futuro».

Depósitos: juros caem para metade

Os juros dos depósitos caíram para cerca de metade em seis meses, segundo escreve a edição deste domingo do «Diário de Notícias».

As taxas líquidas para aplicações a um ano não ultrapassam os 0,5% com os bancos a apresentarem aos clientes taxas crescentes que só vários anos depois oferecem os juros prometidos.

De acordo com o estudo feito pela Associação de Defesa do Consumidor, a revista «Proteste Poupança» fala mesmo em ilusão de taxa crescente em 40 produtos analisados.

Veja mais aqui: poucos são os produtos de taxa crescente valem o investimento

A Deco realça que, este ano, os depósitos e obrigações ditos «de taxa crescente» têm sido a galinha dos ovos de ouro dos bancos, depois da moda nos investimentos em 2008 terem sido os «super depósitos».

Fortes restrições à movimentação

De referir que estes produtos são aplicações até 5 anos, cuja rentabilidade aumenta com o passar do tempo, mas que segundo a instituição nem sempre são alternativa às aplicações tradicionais de curto prazo, como os bancos fazem crer.

«A maioria dos produtos de taxa crescente a 3 anos rendem mais do que a média dos depósitos a um ano (2% contra 0,9%), mas ficam aquém dos melhores (2,2%). Estes investimentos têm ainda fortes restrições à mobilização».

A associação dá ainda exemplos: no «poupança cresce mais B», é possível movimentar o capital 15 dias antes de receber juros, mas perde o que ganhou no ano decorrido. No «millennium rendimento trimestral» e «obrigações BPI rendimento» arrisca-se a perder parte do capital, se resgatar antes do prazo.

Natal: conheça as tradições dos países

Para quem decidiu passar o Natal a viajar, a Hotels.com elaborou um guia que deixa algumas dicas sobre tradições natalícias. «Desde fogueiras na rua, a subornos ao Pai Natal ou beber aguardente, todos são exemplos de tradições que exigem do viajante algum conhecimento prévio, para respeitar a etiqueta do país para onde viaja», refere o site.

Na Suécia parece ser bastante comum um pequeno suborno ao Pai Natal, uma tradição que implica colocar papa de aveia na varanda para proteger a casa e a família de más influências. A refeição tradicional de Natal na Suécia é peixe (na versão seca), mas os suecos também adoram molhar pão no caldo em que a carne de Natal foi cozida. Além disso, é frequente assistir-se a especiais do Pato Donald na televisão sueca.

É imperativo colocar uma tigela de papa de aveia durante a época do Natal para satisfazer o Gnomo do Natal na Noruega. Se isso não acontecer, ou se o Gnomo não ficar contente, irá destruir as colheitas desse ano e fazer os animais adoecer. O resto da papa preparada fica para a família, e aquele que encontrar a amêndoa escondida, recebe um porquinho de maçapão.

Uma viagem à Dinamarca é a melhor opção para entrar no espírito do Natal, mesmo que seja antes das festas. Durante todo o mês de Dezembro há almoços de Natal, nos quais as pessoas comem diversos tipos de arenque marinado e bebem várias qualidades de bebidas alcoólicas. Estas refeições são muito pesadas e luxuosas, com porco ou pato assado, batatas cozidas, couve-roxa e molho castanho.

Se as crianças não tiverem sido bem comportadas, deve ir até àIslândia para lhes mostrar o que pode acontecer se não melhorarem o comportamento. A História conta que Gryla (a mãe dos Pais Natal) e Leppaludi (o pai dos Pais Natal) levam as crianças mal comportadas para longe das suas famílias. Mas se as crianças se portaram bem, receberão 13 presentes, um em cada dia, de cada um dos 13 Pais Natal que existem na Islândia.

Para os apaixonados, nada melhor eu viajar até ao Reino Unidoonde há a tradição do azevinho, debaixo do qual os casais se devem beijar, para garantir que continuarão a beijar-se no ano seguinte. No que respeita à comida de Natal na ilha britânica, é preciso gostar de sobremesas como a «Mincepie», uma pequena tarde doce recheada com frutos secos e especiarias. Para os britânicos, o discurso de Sua Majestade é no dia de Natal às 15h é muito importante, bem como o copo de Brandy e Whiskey que é servido ao Pai Natal.

Na Irlanda, a preparação do Natal começa no último Domingo de Novembro. Este é o dia em que o tradicional «Christmas Pudding» é preparado e deixado depois a amadurecer durante todo o mês de Dezembro. Na véspera de Natal, os irlandeses colocam velas nas janelas, não para os turistas, mas para guiar o Pai Natal no seu caminho até a um tabuleiro com comida e bebidas.

Os franceses, famosos pela sua comida, servem uma variedade de sobremesas durante a época de Natal. Em Françahá frequentemente 13 tipos de sobremesas na mesa ao mesmo tempo e numa grande quantidade, para que cada pessoa possa provar. Além disso, algumas famílias plantam trigo 20 dias antes do Natal e se o trigo germinar bem, a próxima colheita será boa.

Em Portugal as ruas podem estar em fogo durante o Natal, esta é a tradição em algumas aldeias, nas quais as pessoas sem encontram à volta da fogueira e cantam canções de Natal. Além disso, todas as famílias têm um Bolo-Rei, que no seu interior inclui uma fava, determinando quem comprará o bolo do ano seguinte.

O Natal da Austrália está muito ligado ao desporto. O primeiro dia depois do Natal marca o início da Corrida de Iates Sydney Hobart, e no dia de Natal decorre o campeonato de Criquete que anima muitas pessoas para organizarem os seus próprios jogos de Criquete.

Portugal perde o dobro dos empregos da União Europeia

A destruição de emprego em Portugal foi mais do dobro da diminuição verificada na União Europeia (UE). O mercado de trabalho em Portugal sofreu uma contracção de 1,1 por cento entre Julho e Setembro, face ao trimestre anterior, revelam os dados do Eurostat divulgados esta segunda-feira.

OCDE: taxa de desemprego em Portugal chega aos 10,2%

Assim, Portugal foi o terceiro país, no conjunto dos 27 países que compõem a União Europeia (UE), que perdeu mais empregos no terceiro trimestre deste ano, refere o Eurostat.

Letónia com pior desempenho

Com o pior desempenho da UE surge a Letónia, com o mercado de trabalho a contrair 5,7%. Segue-se a Espanha, onde o número de empregados recuou mais 1,5%.

Revela ainda o Eurostat que, na Zona Euro, 712 mil pessoas perderam os seus postos de trabalho no terceiro trimestre do ano.

Já nos 27 Estados-membros da UE, o emprego desceu 0,5% no trimestre em questão, o que significa que, no total, mais de um milhão de europeus ficaram sem emprego.

Taxa de desemprego: Portugal chega aos 10,2%

A taxa de desemprego agravou-se em Outubro no conjunto dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos), fixando-se em 8,8 por cento, com Portugal a chegar aos 10,2 por cento.

Portugal perde o dobro dos empregos da União Europeia

Face a Setembro, o desemprego nos 30 países membros da OCDE piorou 0,1 pontos percentuais, ficando 2,3 pontos percentuais acima do valor apurado em Outubro de 2008.

Portugal apresenta assim é a quarta taxa de desemprego mais elevada dos 30 países da OCDE.

Na Zona Euro, a taxa de desemprego estabilizou nos 9,8 por cento em Outubro, face ao mês anterior, e aumentou 1,9 pontos percentuais face ao mesmo mês de 2008.

Para os Estados Unidos, a taxa em Novembro ficou nos 10%, menos 0,2% do que em Outubro e mais 3,2% do que no anterior.

Castro Jerónimo - Search Engine