Indexante a seis meses está nos 1,142%
As Euribor continuam em queda, pela 38ª sessão consecutiva, estabelecendo sucessivos mínimos, dia após dia.
A taxa a seis meses, a mais usada em Portugal como indexante dos contratos de crédito à habitação, recuou para 1,142% e a taxa a três desceu para 0,893%.
Nota ainda para a taxa a 12 meses, que se situa esta sexta-feira nos 1,355%.
A contribuir para a contínua descida estão as expectativas dos especialistas de que o Banco Central Europeu (BCE) mantenha o preço do dinheiro em 1% até ao final do ano.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Pense duas vezes antes de comprar
Cartões e descontos ajudam na poupança. Refeições
pré-prontas e marcas próprias no topo das escolhas
Os portugueses estão mais racionais na altura de fazer compras: 87% utiliza cartões de desconto sempre que tem oportunidade, 77% compara marcas antes de tomar uma decisão e 73% verifica o preço por quilo/litro a par do preço do artigo, de acordo com o mais recente estudo da TNS.
Mas não foi apenas a atenção que redobrou. Também a escolha dos produtos mudou. No último ano e meio, os portugueses cingiram-se, cada vez mais, à compra de bens de primeira necessidade como a alimentação. Gastos em restaurantes, roupa, combustíveis e produtos de higiene estão reduzidos ao máximo.
Na comida, além das categorias básicas (carne, peixe, ovos e legumes), os portugueses preferem os produtos congelados, as carnes de aves e porco e as refeições pré-prontas.
As marcas próprias também estão a ser privilegiadas e cresceram sete vezes mais que as marcas de fabricante em 2008.
Isto porque, mesmo com a tendência ligeiramente ascendente verificada nos últimos três meses, o índice de confiança bateu no fundo e atingiu o valor mais baixo desde 1990, com 81% dos portugueses a assumir a necessidade de reduzir gastos.
pré-prontas e marcas próprias no topo das escolhas
Os portugueses estão mais racionais na altura de fazer compras: 87% utiliza cartões de desconto sempre que tem oportunidade, 77% compara marcas antes de tomar uma decisão e 73% verifica o preço por quilo/litro a par do preço do artigo, de acordo com o mais recente estudo da TNS.
Mas não foi apenas a atenção que redobrou. Também a escolha dos produtos mudou. No último ano e meio, os portugueses cingiram-se, cada vez mais, à compra de bens de primeira necessidade como a alimentação. Gastos em restaurantes, roupa, combustíveis e produtos de higiene estão reduzidos ao máximo.
Na comida, além das categorias básicas (carne, peixe, ovos e legumes), os portugueses preferem os produtos congelados, as carnes de aves e porco e as refeições pré-prontas.
As marcas próprias também estão a ser privilegiadas e cresceram sete vezes mais que as marcas de fabricante em 2008.
Isto porque, mesmo com a tendência ligeiramente ascendente verificada nos últimos três meses, o índice de confiança bateu no fundo e atingiu o valor mais baixo desde 1990, com 81% dos portugueses a assumir a necessidade de reduzir gastos.
Efeitos da crise vão demorar 2 anos a desaparecer totalmente
Gestores consideram acção do Governo «pouco adequada»
A esmagadora maioria dos gestores portugueses (98%) classificam a actual crise de grave ou muito grave e 94% prevêem um período de 2 ou mais anos até que os efeitos da crise desapareçam por completo.
Estas são algumas das conclusões de um estudo da Boyden, segundo o qual os impactos mais relevantes da crise são a redução dos investimentos (33%), a limitação no acesso ao crédito (26%) e o aumento dos despedimentos (23%).
A maioria dos gestores inquiridos neste estudo (51%) considera adequadas as respostas dadas à crise pelos vários Governos e agentes económicos. Mas quando se fala especificamente da actuação do Governo português, 45% afirmam ser «pouco adequada».
Maioria já esperava uma crise, mas não tão grave
A crise parece não ter apanhado os gestores portugueses de surpresa, já que 81% já antevia um cenário de recessão, pelos sinais que a economia apresentava. Sinais como o aumento do endividamento das famílias, o aumento excessivo do crédito, a especulação financeira e a recessão da maior economia mundial (EUA). Ficaram surpreendidos apenas com a dimensão da catástrofe, já que esperavam consequências «menores» do que as que vieram a verificar-se.
92% defendem que a falência das empresas será o principal efeito da crise, enquanto que 66% prevêem o reforço da regulamentação e supervisão.
Quanto a soluções para o futuro, 66% preferem o reforço do investimento público, 60% sugerem a aposta em empresas de produtos de bens transaccionais, e 58% pede maior protecção social às classes mais vulneráveis.
47% dos inquiridos revelam-se optimistas para 2010, ano em que prevêem que o seu negócio esteja melhor.
A esmagadora maioria dos gestores portugueses (98%) classificam a actual crise de grave ou muito grave e 94% prevêem um período de 2 ou mais anos até que os efeitos da crise desapareçam por completo.
Estas são algumas das conclusões de um estudo da Boyden, segundo o qual os impactos mais relevantes da crise são a redução dos investimentos (33%), a limitação no acesso ao crédito (26%) e o aumento dos despedimentos (23%).
A maioria dos gestores inquiridos neste estudo (51%) considera adequadas as respostas dadas à crise pelos vários Governos e agentes económicos. Mas quando se fala especificamente da actuação do Governo português, 45% afirmam ser «pouco adequada».
Maioria já esperava uma crise, mas não tão grave
A crise parece não ter apanhado os gestores portugueses de surpresa, já que 81% já antevia um cenário de recessão, pelos sinais que a economia apresentava. Sinais como o aumento do endividamento das famílias, o aumento excessivo do crédito, a especulação financeira e a recessão da maior economia mundial (EUA). Ficaram surpreendidos apenas com a dimensão da catástrofe, já que esperavam consequências «menores» do que as que vieram a verificar-se.
92% defendem que a falência das empresas será o principal efeito da crise, enquanto que 66% prevêem o reforço da regulamentação e supervisão.
Quanto a soluções para o futuro, 66% preferem o reforço do investimento público, 60% sugerem a aposta em empresas de produtos de bens transaccionais, e 58% pede maior protecção social às classes mais vulneráveis.
47% dos inquiridos revelam-se optimistas para 2010, ano em que prevêem que o seu negócio esteja melhor.
Desemprego parcial: perde o desempregado e perde o Estado
Esta é a situação actual. Um desempregado está a receber subsídio de desemprego e recebe uma proposta para dar aulas de formação profissional ou para prestar qualquer serviço. O problema é que estas duas actividades são pagas como uma prestação de serviços, contra “recibo verde”. Ora, face à lei actual, o desempregado não aceita o trabalho porque teria de suspender o subsídio de desemprego. Resultado: o desempregado perde o “gancho” e o Estado perde porque continua a ter de lhe pagar o subsídio por inteiro.
Foi esta situação que o PÚBLICO expôs há semanas ao gabinete do ministro do Trabalho para saber qual o pensamento político sobre esta situação em que tanto trabalhador desempregado como o Estado parecem perder. Os serviços da Segurança Social avisam os desempregados de que não podem recorrer ao subsídio parcial de desemprego porque – de acordo com o decreto-lei 220/2006 – apenas o permite para quem celebre "contrato a tempo parcial". Ou seja, se for um trabalho de assalariado. Não valeria a pena mudar a lei para cobrir outras realidades do mercado laboral, como verdadeiras prestações de serviços?
Face a uma pergunta eminentemente política, a assessora de imprensa do gabinete do ministro remeteu qualquer resposta ao PÚBLICO para o Instituto de Segurança Social. Ora, os dirigentes do instituto levaram uma semana a responder e fizeram-no remetendo para o estrito sentido da lei.
Porque é que o subsídio parcial de desemprego apenas permite um trabalho assalariado? Nesse caso, parece que a opção legal prejudica tanto o desempregado como o próprio Estado, já que o desempregado opta por se manter como tal a receber o subsídio total e não tirar proveito da nova oportunidade que se lhe apresenta.
“A actividade independente, ou por conta própria”, começa a resposta do instituto, “não se confunde com actividade por conta de outrém prestada mediante contrato de trabalho. Na actividade independente por definição não há trabalho subordinado nem aplicação de horários de trabalho, pelo que não podem ser consideradas situações de actividade independente a tempo parcial - é um conceito que nesta situação não se aplica”.
Uma resposta que não era pedida, já que se pedia uma interpretação da razão porque se optara por um critério estrito do contrato.
A pergunta seguinte era essa mesma. A resposta foi um pouco mais lacónica ainda. “A variedade quer das situações sociais nas áreas do emprego e do trabalho, bem como dos tipos de organização produtiva, são um constante desafio para o legislador da área da segurança social encontrar as soluções legais mais equitativas e que cumpram critérios de justiça social, sem esquecer as dificuldades da sua aplicação prática e a necessidade de haver um mínimo de estabilidade dos institutos jurídicos”.
Foi esta situação que o PÚBLICO expôs há semanas ao gabinete do ministro do Trabalho para saber qual o pensamento político sobre esta situação em que tanto trabalhador desempregado como o Estado parecem perder. Os serviços da Segurança Social avisam os desempregados de que não podem recorrer ao subsídio parcial de desemprego porque – de acordo com o decreto-lei 220/2006 – apenas o permite para quem celebre "contrato a tempo parcial". Ou seja, se for um trabalho de assalariado. Não valeria a pena mudar a lei para cobrir outras realidades do mercado laboral, como verdadeiras prestações de serviços?
Face a uma pergunta eminentemente política, a assessora de imprensa do gabinete do ministro remeteu qualquer resposta ao PÚBLICO para o Instituto de Segurança Social. Ora, os dirigentes do instituto levaram uma semana a responder e fizeram-no remetendo para o estrito sentido da lei.
Porque é que o subsídio parcial de desemprego apenas permite um trabalho assalariado? Nesse caso, parece que a opção legal prejudica tanto o desempregado como o próprio Estado, já que o desempregado opta por se manter como tal a receber o subsídio total e não tirar proveito da nova oportunidade que se lhe apresenta.
“A actividade independente, ou por conta própria”, começa a resposta do instituto, “não se confunde com actividade por conta de outrém prestada mediante contrato de trabalho. Na actividade independente por definição não há trabalho subordinado nem aplicação de horários de trabalho, pelo que não podem ser consideradas situações de actividade independente a tempo parcial - é um conceito que nesta situação não se aplica”.
Uma resposta que não era pedida, já que se pedia uma interpretação da razão porque se optara por um critério estrito do contrato.
A pergunta seguinte era essa mesma. A resposta foi um pouco mais lacónica ainda. “A variedade quer das situações sociais nas áreas do emprego e do trabalho, bem como dos tipos de organização produtiva, são um constante desafio para o legislador da área da segurança social encontrar as soluções legais mais equitativas e que cumpram critérios de justiça social, sem esquecer as dificuldades da sua aplicação prática e a necessidade de haver um mínimo de estabilidade dos institutos jurídicos”.
FMI alerta para falta de capital nos bancos e risco de deflação
Os indicadores de confiança na zona euro (e em Portugal) voltaram a subir, mas o FMI não antecipa mais que uma "retoma modesta"
No dia em que voltaram a ser divulgados indicadores que apontam para uma retoma da confiança na zona euro, o Fundo Monetário Internacional tratou rapidamente de baixar as expectativas. Num relatório sobre a economia da zona euro ontem publicado, a entidade sedeada em Washington antecipa uma recuperação feita de forma muito modesta e só a partir de 2010; calcula que os bancos precisam de ser fortemente capitalizados para evitarem a falência; e não coloca de lado a possibilidade de ocorrência de deflação.
Para os responsáveis do FMI, o cenário a que actualmente se assiste no grupo de países que adoptaram o euro é ainda de grande incerteza, com vários factores a poderem vir a influenciar negativamente a actividade económica. Como diz o relatório ontem publicado, "a tensão no sistema financeiro, o malparado nas empresas, a subida do desemprego e a confiança frágil estão a pesar na recuperação, ao mesmo tempo que as inflexibilidades estruturais ameaçam o crescimento potencial".
Na conferência de imprensa de apresentação do relatório, o director do departamento para a Europa do FMI, Marek Belka, disse que "a retoma deve ser lenta", ao mesmo tempo que confirmava as previsões de uma contracção da economia da zona euro de 4,8 por cento este ano e de 0,3 por cento em 2010, um cenário que coloca esta região como uma das mais lentas do Mundo a sair da crise.
Um dos problemas que mais preocupam os responsáveis do FMI é a situação do sector financeiro europeu. O Fundo critica severamente as autoridades do Velho Continente por causa da forma lenta (em comparação com os EUA) como estão a avaliar, banco a banco, as necessidades de reforço de capital para evitar problemas futuros, principalmente num cenário em que a baixa de actividade económica pode vir a provocar uma subida dos volumes de crédito malparado. "Quanto mais for feito para limpar os bancos, permitindo que eles cumpram a sua função de intermediação, mais robusta será a retoma", afirma Marek Belka.
Segundo as contas do FMI, as perdas acumuladas dos bancos da zona euro com a crise podem chegar aos 904 mil milhões de euros. Tendo em conta que, até agora, já foram reconhecidos nas contas apenas 154 mil milhões de euros de perdas, é de esperar ainda o registo de mais 750 mil milhões. O BCE faz contas mais optimistas, antecipando a necessidade de se assumirem mais 283 mil milhões de perdas.
Deflação, taxas de juro
Outro receio expresso pelos responsáveis do FMI tem a ver com a evolução dos preços. Para o Fundo, a possibilidade de uma descida sustentada dos preços não é um cenário iminente, mas "não pode ser excluída essa possibilidade".
Em particular, o relatório afirma que "os crescimentos muito abaixo de potencial e o crescimento do desemprego podem aumentar a pressão de descida dos preços". As expectativas, para já, são de uma taxa de inflação na zona euro este ano de 0,2 por cento e de 0,7 por cento em 2010.
Por isso, para o Fundo (que diz ter recebido a concordância do BCE durante a realização do relatório), as taxas de juro na zona euro deverão, durante um período de tempo alargado, manter-se aos actuais níveis.
O relatório do FMI surge no dia em que se ficou a saber que a confiança das empresas e dos consumidores da zona euro voltou a subir em Julho, atingindo o valor mais alto desde Novembro do ano passado. A recuperação das expectativas, com o índice de sentimento económico a passar de 73,2 para 76 pontos, surpreendeu os analistas, que estavam à espera de uma subida mais modesta.
Em Portugal, também se registou uma melhoria dos indicadores globais de confiança na economia, nomeadamente no que diz respeito aos consumidores e às empresas dos sectores dos serviços. O índice de sentimento económico conseguiu a terceira subida consecutiva, passando de 71,4 para 75,8 pontos.
No dia em que voltaram a ser divulgados indicadores que apontam para uma retoma da confiança na zona euro, o Fundo Monetário Internacional tratou rapidamente de baixar as expectativas. Num relatório sobre a economia da zona euro ontem publicado, a entidade sedeada em Washington antecipa uma recuperação feita de forma muito modesta e só a partir de 2010; calcula que os bancos precisam de ser fortemente capitalizados para evitarem a falência; e não coloca de lado a possibilidade de ocorrência de deflação.
Para os responsáveis do FMI, o cenário a que actualmente se assiste no grupo de países que adoptaram o euro é ainda de grande incerteza, com vários factores a poderem vir a influenciar negativamente a actividade económica. Como diz o relatório ontem publicado, "a tensão no sistema financeiro, o malparado nas empresas, a subida do desemprego e a confiança frágil estão a pesar na recuperação, ao mesmo tempo que as inflexibilidades estruturais ameaçam o crescimento potencial".
Na conferência de imprensa de apresentação do relatório, o director do departamento para a Europa do FMI, Marek Belka, disse que "a retoma deve ser lenta", ao mesmo tempo que confirmava as previsões de uma contracção da economia da zona euro de 4,8 por cento este ano e de 0,3 por cento em 2010, um cenário que coloca esta região como uma das mais lentas do Mundo a sair da crise.
Um dos problemas que mais preocupam os responsáveis do FMI é a situação do sector financeiro europeu. O Fundo critica severamente as autoridades do Velho Continente por causa da forma lenta (em comparação com os EUA) como estão a avaliar, banco a banco, as necessidades de reforço de capital para evitar problemas futuros, principalmente num cenário em que a baixa de actividade económica pode vir a provocar uma subida dos volumes de crédito malparado. "Quanto mais for feito para limpar os bancos, permitindo que eles cumpram a sua função de intermediação, mais robusta será a retoma", afirma Marek Belka.
Segundo as contas do FMI, as perdas acumuladas dos bancos da zona euro com a crise podem chegar aos 904 mil milhões de euros. Tendo em conta que, até agora, já foram reconhecidos nas contas apenas 154 mil milhões de euros de perdas, é de esperar ainda o registo de mais 750 mil milhões. O BCE faz contas mais optimistas, antecipando a necessidade de se assumirem mais 283 mil milhões de perdas.
Deflação, taxas de juro
Outro receio expresso pelos responsáveis do FMI tem a ver com a evolução dos preços. Para o Fundo, a possibilidade de uma descida sustentada dos preços não é um cenário iminente, mas "não pode ser excluída essa possibilidade".
Em particular, o relatório afirma que "os crescimentos muito abaixo de potencial e o crescimento do desemprego podem aumentar a pressão de descida dos preços". As expectativas, para já, são de uma taxa de inflação na zona euro este ano de 0,2 por cento e de 0,7 por cento em 2010.
Por isso, para o Fundo (que diz ter recebido a concordância do BCE durante a realização do relatório), as taxas de juro na zona euro deverão, durante um período de tempo alargado, manter-se aos actuais níveis.
O relatório do FMI surge no dia em que se ficou a saber que a confiança das empresas e dos consumidores da zona euro voltou a subir em Julho, atingindo o valor mais alto desde Novembro do ano passado. A recuperação das expectativas, com o índice de sentimento económico a passar de 73,2 para 76 pontos, surpreendeu os analistas, que estavam à espera de uma subida mais modesta.
Em Portugal, também se registou uma melhoria dos indicadores globais de confiança na economia, nomeadamente no que diz respeito aos consumidores e às empresas dos sectores dos serviços. O índice de sentimento económico conseguiu a terceira subida consecutiva, passando de 71,4 para 75,8 pontos.
Diário da República: DESTAQUES DA SEMANA
Ambiente
Decreto do Presidente da República n.º 69/2009, de 30.7 - Ratifica a Emenda à Convenção sobre Acesso à Informação, Participação do Público no Processo de Tomada de Decisão e Acesso à Justiça em Matéria de Ambiente, adoptada em Almaty em 27 de Maio de 2005.
Resolução da Assembleia da República n.º 54/2009, de 30.7 - Aprova a Emenda à Convenção sobre Acesso à Informação, Participação do Público no Processo de Tomada de Decisão e Acesso à Justiça em Matéria de Ambiente, adoptada em Almaty em 27 de Maio de 2005.
Crédito ao Consumo
Declaração de Rectificação n.º 55/2009, de 31.7 - Rectifica o Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho, do Ministério da Economia e da Inovação, que transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2008/48/CE, do Parlamento e do Conselho, de 23 de Abril, relativa a contratos de crédito aos consumidores, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 106, de 2 de Junho de 2009.
Direitos de Autor
Decreto do Presidente da República n.º 68/2009, de 30.7 - Ratifica o Tratado da Organização Mundial de Propriedade Intelectual sobre Direito de Autor, adoptado em Genebra em 20 de Dezembro de 1996.
Resolução da Assembleia da República n.º 53/2009, de 30.7 - Aprova o Tratado da Organização Mundial de Propriedade Intelectual sobre Direito de Autor, adoptado em Genebra em 20 de Dezembro de 1996.
Dupla Tributação e Evasão Fiscal
Decreto do Presidente da República n.º 70/2009, de 30.7 - Ratifica a Convenção entre a República Portuguesa e a República da Guiné-Bissau para Evitar a Dupla Tributação em Matéria de Impostos sobre o Rendimento e Prevenir a Evasão Fiscal, assinada em Lisboa em 17 de Outubro de 2008.
Resolução da Assembleia da República n.º 55/2009, de 30.7 - Aprova a Convenção entre a República Portuguesa e a República da Guiné-Bissau para Evitar a Dupla Tributação em Matéria de Impostos sobre o Rendimento e Prevenir a Evasão Fiscal, assinada em Lisboa em 17 de Outubro de 2008.
Eleições para a Assembleia da República
Mapa Oficial n.º 2/2009, de 31.7 - Mapa com o número de deputados a eleger para a Assembleia da República e a sua distribuição pelos círculos eleitorais (n.º 4 do artigo 13.º da Lei n.º 14/79, de 16 de Maio, com a redacção dada pela Lei Orgânica n.º 1/99, de 22 de Junho).
Empreitadas de Obras Públicas - Açores
Decreto Legislativo Regional n.º 14/2009/A, de 29.7 - Estabelece um regime excepcional de liberação da caução nos contratos de empreitada de obras públicas.
Espectáculos e Divertimentos Públicos - Direitos de Autor e Direitos Conexos - Açores
Decreto Legislativo Regional n.º 13/2009/A, de 29.7 - Estabelece as competências dos órgãos e serviços da Região Autónoma dos Açores em matéria de espectáculos e divertimentos públicos e direitos de autor e direitos conexos.
Ordenamento do Território
Declaração de Rectificação n.º 53/2009, de 28.7 - Rectifica o Decreto Regulamentar n.º 9/2009, de 29 de Maio, do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, que estabelece os conceitos técnicos nos domínios do território e do urbanismo, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 104, de 29 de Maio de 2009.
Declaração de Rectificação n.º 54/2009, de 28.7 - Rectifica o Decreto Regulamentar n.º 10/2009, de 29 de Maio, do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, que fixa a cartografia a utilizar nos instrumentos de gestão territorial, bem como na representação de quaisquer condicionantes, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 104, de 29 de Maio de 2009.
Regulamento de Autorizações Especiais de Trânsito (RAET)
Portaria n.º 787/2009, de 28.7 - Altera o Regulamento de Autorizações Especiais de Trânsito (RAET), aprovado pela Portaria n.º 472/2007 de 15 de Junho.
Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho - Açores
Decreto Legislativo Regional n.º 12/2009/A, de 28.7 - Transpõe para o ordenamento jurídico da Região Autónoma dos Açores as Directivas n.os 87/217/CEE, do Conselho, de 19 de Março, relativa à prevenção e à redução da poluição do ambiente provocada pelo amianto, 1999/77/CE, da Comissão, de 26 de Julho, que adapta, pela sexta vez, o anexo I da Directiva n.º 76/769/CE, do Conselho, relativa à aproximação das disposições legislativas, regulamentares e administrativas dos Estados membros, respeitantes à limitação da colocação no mercado e da utilização de algumas substâncias e preparações perigosas (amianto), e 2003/18/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Março, que altera a Directiva n.º 83/477/CEE, do Conselho, de 19 de Setembro, relativa à protecção sanitária dos trabalhadores contra os riscos de exposição ao amianto durante o trabalho.
Transportes Rodoviários - Tacógrafo
Decreto-Lei n.º 169/2009, de 31.7 - Define o regime contra-ordenacional aplicável ao incumprimento das regras relativas à instalação e uso do tacógrafo estabelecidas no Regulamento (CEE) n.º 3821/85, do Conselho, de 20 de Dezembro, alterado pelo Regulamento (CE) n.º 2135/98, do Conselho, de 24 de Setembro, e pelo Regulamento (CE) n.º 561/2006, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de Março.
Tribunais Administrativos e Fiscais
Decreto-Lei n.º 166/2009, de 31.7 - No uso da autorização legislativa concedida pelo artigo 125.º da Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro, procede à 8.ª alteração ao Estatuto dos Tribunais Administrativos e Fiscais, aprovado pela Lei n.º 13/2002, de 19 de Fevereiro, prevendo a possibilidade de desdobramento dos tribunais tributários em três níveis de especialização e a criação de gabinetes de apoio aos magistrados da jurisdição administrativa e fiscal.
Decreto do Presidente da República n.º 69/2009, de 30.7 - Ratifica a Emenda à Convenção sobre Acesso à Informação, Participação do Público no Processo de Tomada de Decisão e Acesso à Justiça em Matéria de Ambiente, adoptada em Almaty em 27 de Maio de 2005.
Resolução da Assembleia da República n.º 54/2009, de 30.7 - Aprova a Emenda à Convenção sobre Acesso à Informação, Participação do Público no Processo de Tomada de Decisão e Acesso à Justiça em Matéria de Ambiente, adoptada em Almaty em 27 de Maio de 2005.
Crédito ao Consumo
Declaração de Rectificação n.º 55/2009, de 31.7 - Rectifica o Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho, do Ministério da Economia e da Inovação, que transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2008/48/CE, do Parlamento e do Conselho, de 23 de Abril, relativa a contratos de crédito aos consumidores, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 106, de 2 de Junho de 2009.
Direitos de Autor
Decreto do Presidente da República n.º 68/2009, de 30.7 - Ratifica o Tratado da Organização Mundial de Propriedade Intelectual sobre Direito de Autor, adoptado em Genebra em 20 de Dezembro de 1996.
Resolução da Assembleia da República n.º 53/2009, de 30.7 - Aprova o Tratado da Organização Mundial de Propriedade Intelectual sobre Direito de Autor, adoptado em Genebra em 20 de Dezembro de 1996.
Dupla Tributação e Evasão Fiscal
Decreto do Presidente da República n.º 70/2009, de 30.7 - Ratifica a Convenção entre a República Portuguesa e a República da Guiné-Bissau para Evitar a Dupla Tributação em Matéria de Impostos sobre o Rendimento e Prevenir a Evasão Fiscal, assinada em Lisboa em 17 de Outubro de 2008.
Resolução da Assembleia da República n.º 55/2009, de 30.7 - Aprova a Convenção entre a República Portuguesa e a República da Guiné-Bissau para Evitar a Dupla Tributação em Matéria de Impostos sobre o Rendimento e Prevenir a Evasão Fiscal, assinada em Lisboa em 17 de Outubro de 2008.
Eleições para a Assembleia da República
Mapa Oficial n.º 2/2009, de 31.7 - Mapa com o número de deputados a eleger para a Assembleia da República e a sua distribuição pelos círculos eleitorais (n.º 4 do artigo 13.º da Lei n.º 14/79, de 16 de Maio, com a redacção dada pela Lei Orgânica n.º 1/99, de 22 de Junho).
Empreitadas de Obras Públicas - Açores
Decreto Legislativo Regional n.º 14/2009/A, de 29.7 - Estabelece um regime excepcional de liberação da caução nos contratos de empreitada de obras públicas.
Espectáculos e Divertimentos Públicos - Direitos de Autor e Direitos Conexos - Açores
Decreto Legislativo Regional n.º 13/2009/A, de 29.7 - Estabelece as competências dos órgãos e serviços da Região Autónoma dos Açores em matéria de espectáculos e divertimentos públicos e direitos de autor e direitos conexos.
Ordenamento do Território
Declaração de Rectificação n.º 53/2009, de 28.7 - Rectifica o Decreto Regulamentar n.º 9/2009, de 29 de Maio, do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, que estabelece os conceitos técnicos nos domínios do território e do urbanismo, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 104, de 29 de Maio de 2009.
Declaração de Rectificação n.º 54/2009, de 28.7 - Rectifica o Decreto Regulamentar n.º 10/2009, de 29 de Maio, do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, que fixa a cartografia a utilizar nos instrumentos de gestão territorial, bem como na representação de quaisquer condicionantes, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 104, de 29 de Maio de 2009.
Regulamento de Autorizações Especiais de Trânsito (RAET)
Portaria n.º 787/2009, de 28.7 - Altera o Regulamento de Autorizações Especiais de Trânsito (RAET), aprovado pela Portaria n.º 472/2007 de 15 de Junho.
Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho - Açores
Decreto Legislativo Regional n.º 12/2009/A, de 28.7 - Transpõe para o ordenamento jurídico da Região Autónoma dos Açores as Directivas n.os 87/217/CEE, do Conselho, de 19 de Março, relativa à prevenção e à redução da poluição do ambiente provocada pelo amianto, 1999/77/CE, da Comissão, de 26 de Julho, que adapta, pela sexta vez, o anexo I da Directiva n.º 76/769/CE, do Conselho, relativa à aproximação das disposições legislativas, regulamentares e administrativas dos Estados membros, respeitantes à limitação da colocação no mercado e da utilização de algumas substâncias e preparações perigosas (amianto), e 2003/18/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Março, que altera a Directiva n.º 83/477/CEE, do Conselho, de 19 de Setembro, relativa à protecção sanitária dos trabalhadores contra os riscos de exposição ao amianto durante o trabalho.
Transportes Rodoviários - Tacógrafo
Decreto-Lei n.º 169/2009, de 31.7 - Define o regime contra-ordenacional aplicável ao incumprimento das regras relativas à instalação e uso do tacógrafo estabelecidas no Regulamento (CEE) n.º 3821/85, do Conselho, de 20 de Dezembro, alterado pelo Regulamento (CE) n.º 2135/98, do Conselho, de 24 de Setembro, e pelo Regulamento (CE) n.º 561/2006, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de Março.
Tribunais Administrativos e Fiscais
Decreto-Lei n.º 166/2009, de 31.7 - No uso da autorização legislativa concedida pelo artigo 125.º da Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro, procede à 8.ª alteração ao Estatuto dos Tribunais Administrativos e Fiscais, aprovado pela Lei n.º 13/2002, de 19 de Fevereiro, prevendo a possibilidade de desdobramento dos tribunais tributários em três níveis de especialização e a criação de gabinetes de apoio aos magistrados da jurisdição administrativa e fiscal.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
SMS grandes responsáveis por acidentes de automóvel
Escrever um SMS a conduzir aumenta 23 vezes o risco de acidente, revela um relatório publicado nos Estados Unidos. Por cá, os últimos estudos da GNR concluem que 42% dos desastres dão- -se por distracção, também por causa do telemóvel
A distracção dos condutores, propositada ou não, é responsável por 42% dos acidentes nas estradas portuguesas, de acordo com o último estudo da Guarda Nacional Republicana. E um dos principais motivos que levam os condutores a retirar os olhos da estrada é o telemóvel, diz o major Henrique Armindo, porta-voz daquela entidade. "Ou porque o telemóvel toca e a pessoa olha para o lado, ou porque o procura na carteira ou ainda porque envia um SMS, ou está a falar ao telefone", afirma.
Esta semana, um estudos publicado nos Estados Unidos revela que escrever uma mensagem no telemóvel a conduzir é mais perigoso do que atender o telefone e multiplica por 23 vezes o risco de acidente. Isto porque para a escrever e enviar o condutor tem de desviar os olhos da estrada por um período que pode ir até seis segundos, sublinha o inquérito, realizado pelo Virginia Tech Transportation Institute (VTTI). Aquele tempo equivale a percorrer o comprimento de um terreno de futebol (uma centena de metros) a cerca de 90 km/h, sem olhar para a estrada, realça o estudo.
Por cá, o contacto dos militares da GNR no terreno com os condutores que têm os acidentes permite perceber que "a chamada de uma criança no banco de trás ou o tentar apanhar um objecto que cai no chão são outras das razões que estão na origem de muitos dos desastres de automóvel", adianta ainda o oficial.
De acordo com o instituto norte-americano responsável pelo estudo agora publicado, as tarefas que obrigam o motorista a baixar os olhos são as que apresentam o maior risco de acidente. Apesar de tudo, considera que "discutir ao telefone permite aos motoristas manter os olhos na estrada e não representa um risco tão grande".
Já o escrever um número de telefone, uma acção que também implica baixar os olhos, aumenta o risco de acidente 2,8 vezes, para os veículos ligeiros. Procurar um objecto no automóvel coloca igualmente em perigo o motorista, num risco 1,4 vezes maior. Estes resultados são diferentes para os veículos pesados: o risco enquanto se escreve um número é 5,9 vezes maior. E enquanto procura um objecto é 6,7 maior. Mas é sensivelmente idêntico quando se trata de escrever uma SMS (23,2). Assim, o documento apela à proibição de escrever SMS ao volante.
De acordo com o New York Times, este é já o caso em 14 dos 50 Estados norte-americanos. Para realizar o inquérito, o VTTI utilizou aparelhos que permitem observar o comportamento de motoristas no equivalente a dez milhões de quilómetros de estrada. O oficial Henrique Armindo diz que este como outro estudos são bem-vindos para se poderem tomar mais medidas de prevenção.
A distracção dos condutores, propositada ou não, é responsável por 42% dos acidentes nas estradas portuguesas, de acordo com o último estudo da Guarda Nacional Republicana. E um dos principais motivos que levam os condutores a retirar os olhos da estrada é o telemóvel, diz o major Henrique Armindo, porta-voz daquela entidade. "Ou porque o telemóvel toca e a pessoa olha para o lado, ou porque o procura na carteira ou ainda porque envia um SMS, ou está a falar ao telefone", afirma.
Esta semana, um estudos publicado nos Estados Unidos revela que escrever uma mensagem no telemóvel a conduzir é mais perigoso do que atender o telefone e multiplica por 23 vezes o risco de acidente. Isto porque para a escrever e enviar o condutor tem de desviar os olhos da estrada por um período que pode ir até seis segundos, sublinha o inquérito, realizado pelo Virginia Tech Transportation Institute (VTTI). Aquele tempo equivale a percorrer o comprimento de um terreno de futebol (uma centena de metros) a cerca de 90 km/h, sem olhar para a estrada, realça o estudo.
Por cá, o contacto dos militares da GNR no terreno com os condutores que têm os acidentes permite perceber que "a chamada de uma criança no banco de trás ou o tentar apanhar um objecto que cai no chão são outras das razões que estão na origem de muitos dos desastres de automóvel", adianta ainda o oficial.
De acordo com o instituto norte-americano responsável pelo estudo agora publicado, as tarefas que obrigam o motorista a baixar os olhos são as que apresentam o maior risco de acidente. Apesar de tudo, considera que "discutir ao telefone permite aos motoristas manter os olhos na estrada e não representa um risco tão grande".
Já o escrever um número de telefone, uma acção que também implica baixar os olhos, aumenta o risco de acidente 2,8 vezes, para os veículos ligeiros. Procurar um objecto no automóvel coloca igualmente em perigo o motorista, num risco 1,4 vezes maior. Estes resultados são diferentes para os veículos pesados: o risco enquanto se escreve um número é 5,9 vezes maior. E enquanto procura um objecto é 6,7 maior. Mas é sensivelmente idêntico quando se trata de escrever uma SMS (23,2). Assim, o documento apela à proibição de escrever SMS ao volante.
De acordo com o New York Times, este é já o caso em 14 dos 50 Estados norte-americanos. Para realizar o inquérito, o VTTI utilizou aparelhos que permitem observar o comportamento de motoristas no equivalente a dez milhões de quilómetros de estrada. O oficial Henrique Armindo diz que este como outro estudos são bem-vindos para se poderem tomar mais medidas de prevenção.
Já começou a corrida ao novo modelo do iPhone
Faltam poucas horas para começar a ser comercializado em Portugal o novo iPhone 3GS. A Optimus e a Vodafone lançam, esta noite, o novo aparelho da Apple.
Para assinalar o lançamento do novo iPhone, a Optimus realiza uma festa na Flagship Store na Casa da Música no Porto, onde irá sortear dez iPhones aos 100 primeiros clientes a chegarem ao local.
Os clientes da Optimus e da Vodafone já podem efectuar as pré-reservas "online" do aparelho.
Os preços de venda ao público, através da Optimus, sem qualquer compromisso, sem assinatura e sem períodos de fidelização, os compradores da marca têm acesso ao novo iPhone 3GS por 609,90 euros pelo iPhone 3GS 16GB e por 699,90 euros pelo iPhone 3GS 32GB.
O iPhone 3G S, disponíveis na versão de 32 GB e 16 GB, reforça a aposta no vídeo, com uma câmara de 3 megapixels. O aparelho conta ainda com as funcionalidades de controlo de voz, copiar, cortar e colar, bússola e a possibilidade de aceder a informação económica (bolsas e títulos de jornais sobre as acções consultadas).
Para assinalar o lançamento do novo iPhone, a Optimus realiza uma festa na Flagship Store na Casa da Música no Porto, onde irá sortear dez iPhones aos 100 primeiros clientes a chegarem ao local.
Os clientes da Optimus e da Vodafone já podem efectuar as pré-reservas "online" do aparelho.
Os preços de venda ao público, através da Optimus, sem qualquer compromisso, sem assinatura e sem períodos de fidelização, os compradores da marca têm acesso ao novo iPhone 3GS por 609,90 euros pelo iPhone 3GS 16GB e por 699,90 euros pelo iPhone 3GS 32GB.
O iPhone 3G S, disponíveis na versão de 32 GB e 16 GB, reforça a aposta no vídeo, com uma câmara de 3 megapixels. O aparelho conta ainda com as funcionalidades de controlo de voz, copiar, cortar e colar, bússola e a possibilidade de aceder a informação económica (bolsas e títulos de jornais sobre as acções consultadas).
S&P 500 encerra perto do nível mais elevado dos últimos nove meses
As bolsas norte-americanas encerraram hoje em alta com o índice S&P 500 perto do nível mais elevado dos últimos nove meses. Os mercados voltaram a beneficiar com resultados acima dos esperado e da queda dos pedidos de subsídio de desemprego.
O S&P 500 subiu 1,19% para os 986,75 pontos, o Nasdaq ganhou 0,84% para os 1.984,30 pontos e o Dow Jones avançou 0,92% para os 9.154,46 pontos.
Os mercados norte-americanos voltaram hoje a beneficiar de resultados acima do esperado. Hoje foi a vez da Motorola e da MasterCard anunciarem que os resultados referentes ao segundo trimestre do ano ficaram acima das expectativas do mercado.
A Motorola fechou a ganhar 9,43%, tendo avançado mais de 16% ao longo da sessão, depois de ter divulgado que o prejuízo do segundo trimestre foi inferior ao esperado devido às reduções de custos alcançadas com a redução de sete mil postos de trabalho.
As receitas da MasterCard superaram em 11% as previsões dos analistas, o que levou as acções a subirem mais de 10% durante a sessão. Os títulos fecharam a ganhar 3,54% para os 195,22 dólares.
As acções da General Electric (GE) dispararam mais de 9%, devido à possibilidade da empresa poder manter a sua unidade financeira.
O S&P 500 subiu 1,19% para os 986,75 pontos, o Nasdaq ganhou 0,84% para os 1.984,30 pontos e o Dow Jones avançou 0,92% para os 9.154,46 pontos.
Os mercados norte-americanos voltaram hoje a beneficiar de resultados acima do esperado. Hoje foi a vez da Motorola e da MasterCard anunciarem que os resultados referentes ao segundo trimestre do ano ficaram acima das expectativas do mercado.
A Motorola fechou a ganhar 9,43%, tendo avançado mais de 16% ao longo da sessão, depois de ter divulgado que o prejuízo do segundo trimestre foi inferior ao esperado devido às reduções de custos alcançadas com a redução de sete mil postos de trabalho.
As receitas da MasterCard superaram em 11% as previsões dos analistas, o que levou as acções a subirem mais de 10% durante a sessão. Os títulos fecharam a ganhar 3,54% para os 195,22 dólares.
As acções da General Electric (GE) dispararam mais de 9%, devido à possibilidade da empresa poder manter a sua unidade financeira.
Microsoft aposta em Portugal para «nova unidade virtual»
Área de Alianças Público-Privadas arranca com coordenação portuguesa
[Notícia actualizada às 18:45 com mais detalhes]
A Microsoft Corporation acaba de criar uma nova unidade mundial de Alianças Público-Privadas com sede em Portugal. Trata-se de uma «unidade virtual», que teve arranque imediato.
Em declarações à Agência Financeira, fonte oficial da Microsoft explicou que a sede da área de Alianças Público-Privadas será em Portugal, mas na prática «terá a sua equipa espalhada no mundo inteiro». Ou seja, a subsidiária nacional fará a mediação entre as outras e a casa-mãe, pelo que não está em causa reforço de pessoal.
A nova unidade da Microsoft representa, segundo a empresa, um eixo de grande importância na estratégia global da empresa inserido na área da comunicação e tem como objectivo ser um ponto de partida para o desenvolvimento das economias mundiais com base nas tecnologias de informação e comunicação.
Escolha é «reconhecimento» da casa-mãe
Ou seja, e de acordo com a mesma fonte, esperam-se projectos assentes em parcerias público-privadas em áreas geográficas como restante Europa, América do Sul, Ásia e Norte de África.
O responsável mundial da Alianças Público-Privadas é Joice Fernandes, até aqui Director da Divisão de Administração Pública na Microsoft Portugal, que passará a fazer a comunicação directa entre a Microsoft Corporation e os vários governos.
Para a Microsoft, a escolha de Portugal é «um reconhecimento» pelo trabalho desenvolvido: «O Projecto Magalhães foi considerado o melhor a nível mundial. A competência que criámos deu-nos massa crítica para termos a equipa cá a dirigir esta nova área», acrescentou fonte da empresa.
[Notícia actualizada às 18:45 com mais detalhes]
A Microsoft Corporation acaba de criar uma nova unidade mundial de Alianças Público-Privadas com sede em Portugal. Trata-se de uma «unidade virtual», que teve arranque imediato.
Em declarações à Agência Financeira, fonte oficial da Microsoft explicou que a sede da área de Alianças Público-Privadas será em Portugal, mas na prática «terá a sua equipa espalhada no mundo inteiro». Ou seja, a subsidiária nacional fará a mediação entre as outras e a casa-mãe, pelo que não está em causa reforço de pessoal.
A nova unidade da Microsoft representa, segundo a empresa, um eixo de grande importância na estratégia global da empresa inserido na área da comunicação e tem como objectivo ser um ponto de partida para o desenvolvimento das economias mundiais com base nas tecnologias de informação e comunicação.
Escolha é «reconhecimento» da casa-mãe
Ou seja, e de acordo com a mesma fonte, esperam-se projectos assentes em parcerias público-privadas em áreas geográficas como restante Europa, América do Sul, Ásia e Norte de África.
O responsável mundial da Alianças Público-Privadas é Joice Fernandes, até aqui Director da Divisão de Administração Pública na Microsoft Portugal, que passará a fazer a comunicação directa entre a Microsoft Corporation e os vários governos.
Para a Microsoft, a escolha de Portugal é «um reconhecimento» pelo trabalho desenvolvido: «O Projecto Magalhães foi considerado o melhor a nível mundial. A competência que criámos deu-nos massa crítica para termos a equipa cá a dirigir esta nova área», acrescentou fonte da empresa.
British Airways tira canapés da classe executiva para poupar
Companhia espera economizar 26 milhões de euros
Os clientes da classe executiva dos voos de longo curso da British Airways (BA) vão ter de dizer adeus aos canapés e aos chocolates.
A companhia aérea britânica está a redesenhar os seus menus como parte do plano de redução de custos para recuperar as perdas de 401 milhões de libras em 2008 (cerca de 469,6 milhões de euros), segundo publica, esta quinta-feira, o «Financial Times».
Com esta medida, a BA espera economizar cerca de 22 milhões de libras (26 milhões de euros), enquanto continua a negociar com os sindicatos os cortes de pessoal que podem custar o emprego a mais de 3.700 pessoas.
Centenas de trabalhadores, desde membros da tripulação ao pessoal da administração, tinham aceite trabalhar de graça, uma redução de horas de trabalho ou ter uma licença sem vencimento.
Os passageiros da classe turística serão os mais afectados. Se o voo durar menos de duas horas e meia, os passageiros não terão almoço não poderão comprar comida. Só será servido um pequeno-almoço gratuito aos que viajarem de madrugada.
Apesar dos cortes, os passageiros Premium terão almoço e jantar nos voos de longa duração. Se a viagem se realizar durante a noite e durar mais de duas horas e meia, será servida uma segunda refeição ligeira, mas sem canapés nem chocolates.
Os clientes da classe executiva dos voos de longo curso da British Airways (BA) vão ter de dizer adeus aos canapés e aos chocolates.
A companhia aérea britânica está a redesenhar os seus menus como parte do plano de redução de custos para recuperar as perdas de 401 milhões de libras em 2008 (cerca de 469,6 milhões de euros), segundo publica, esta quinta-feira, o «Financial Times».
Com esta medida, a BA espera economizar cerca de 22 milhões de libras (26 milhões de euros), enquanto continua a negociar com os sindicatos os cortes de pessoal que podem custar o emprego a mais de 3.700 pessoas.
Centenas de trabalhadores, desde membros da tripulação ao pessoal da administração, tinham aceite trabalhar de graça, uma redução de horas de trabalho ou ter uma licença sem vencimento.
Os passageiros da classe turística serão os mais afectados. Se o voo durar menos de duas horas e meia, os passageiros não terão almoço não poderão comprar comida. Só será servido um pequeno-almoço gratuito aos que viajarem de madrugada.
Apesar dos cortes, os passageiros Premium terão almoço e jantar nos voos de longa duração. Se a viagem se realizar durante a noite e durar mais de duas horas e meia, será servida uma segunda refeição ligeira, mas sem canapés nem chocolates.
BES quer abrir banco em Hong Kong
Banco quer ter uma «presença mais consistente na região»
O Banco Espírito Santo (BES) vai apresentar até ao final do ano um pedido para a abertura de um banco em Hong Kong.
O banco terá uma componente comercial, de banca de investimento e de banca privada, disse à agência Lusa o director da comissão executiva da instituição, Pedro Fernandes Homem.
O BES pretende assim «criar uma maior dinamização à actividade do banco em Macau e uma presença mais consistente na região».
Os títulos do BES fecharam esta quinta-feira a derrapar 0,67% para os 4,47 euros.
O Banco Espírito Santo (BES) vai apresentar até ao final do ano um pedido para a abertura de um banco em Hong Kong.
O banco terá uma componente comercial, de banca de investimento e de banca privada, disse à agência Lusa o director da comissão executiva da instituição, Pedro Fernandes Homem.
O BES pretende assim «criar uma maior dinamização à actividade do banco em Macau e uma presença mais consistente na região».
Os títulos do BES fecharam esta quinta-feira a derrapar 0,67% para os 4,47 euros.
Petróleo dispara mais de 3,5 dólares
Barril de Brent está acima dos 70 dólares outra vez
O preço do petróleo está esta quinta-feira a disparar, tanto em Londres como em Nova Iorque.
A subida das bolsas mundiais é uma das explicações, a par de uma correcção perante as descidas dos últimos dias.
Em Londres, o barril de Brent está já acima dos 70 dólares: dispara 3,58 dólares para os 70,11 dólares.
Em Nova Iorque, o crude sobe 3,77 dólares para os 67,12 dólares.
O preço do petróleo está esta quinta-feira a disparar, tanto em Londres como em Nova Iorque.
A subida das bolsas mundiais é uma das explicações, a par de uma correcção perante as descidas dos últimos dias.
Em Londres, o barril de Brent está já acima dos 70 dólares: dispara 3,58 dólares para os 70,11 dólares.
Em Nova Iorque, o crude sobe 3,77 dólares para os 67,12 dólares.
Número de pedidos de subsídios de desemprego nos Estados Unidos subiu para 584 000
O número de pedidos de subsídios de desemprego nos Estados Unidos subiu para 584.000, de acordo com os dados semanais hoje divulgados pelo governo. Os dados mostram, no entanto, alguns sinais de melhoria num mercado de trabalho fraco.
O Departamento do Trabalho disse que o número de pedidos na semana terminada a 25 de Julho aumentou em 25.000 face aos dados revistos em alta da semana anterior.
No entanto, a média de quatro semanas - vista como um indicador mais fiável das tendências - mostra uma diminuição de 8.250 do número de pedidos face à semana anterior para 559.000.
Outros dados do relatório são também positivos. Assim o número de pessoas que receberam subsídios de desemprego durante a semana terminada a 18 de Julho ascendeu em 6.197.000, em baixa de 54.000 face a semana anterior. A média móvel de quatro semanas baixou para 6.416.250 (menos 131.750 inscritos).
A taxa de desemprego indemnizado manteve-se na semana acabada a 18 de Julho em 4,7 por cento.
A taxa de desemprego global estabeleceu-se em 9,5 por cento em Junho, atingindo um máximo de 26 anos, no meio de uma recessão que se iniciou em Dezembro de 2007 e destruiu 6,5 milhões de postos de trabalho, o maior número em qualquer recessão desde a Grande Depressão
O Departamento do Trabalho disse que o número de pedidos na semana terminada a 25 de Julho aumentou em 25.000 face aos dados revistos em alta da semana anterior.
No entanto, a média de quatro semanas - vista como um indicador mais fiável das tendências - mostra uma diminuição de 8.250 do número de pedidos face à semana anterior para 559.000.
Outros dados do relatório são também positivos. Assim o número de pessoas que receberam subsídios de desemprego durante a semana terminada a 18 de Julho ascendeu em 6.197.000, em baixa de 54.000 face a semana anterior. A média móvel de quatro semanas baixou para 6.416.250 (menos 131.750 inscritos).
A taxa de desemprego indemnizado manteve-se na semana acabada a 18 de Julho em 4,7 por cento.
A taxa de desemprego global estabeleceu-se em 9,5 por cento em Junho, atingindo um máximo de 26 anos, no meio de uma recessão que se iniciou em Dezembro de 2007 e destruiu 6,5 milhões de postos de trabalho, o maior número em qualquer recessão desde a Grande Depressão
Governo vai alargar os benefícios fiscais às empresas que invistam na internacionalização
O Ministério da Economia vai alargar os benefícios fiscais às empresas que invistam na internacionalização, estendendo o regime mais favorável até 2020, e criar um Conselho Coordenador da Internacionalização (CCI), até 15 de Setembro.
De acordo com o protocolo que o ministro da Economia vai assinar esta tarde com as principais associações empresariais, e a que agência Lusa teve acesso, este Conselho será constituído pela AEP, AIP-CE e pela CIP, estando também presente o Governo, a AICEP, o IAPMEI e "outras entidades".
O protocolo explica que "o regime dos benefícios fiscais ao investimento na internacionalização será estendido até 2020, passando, em determinados casos, a dedução do crédito de imposto a ser efectuada de forma automática, simplificando desta forma o acesso aos incentivos".
No documento, a que a Lusa teve acesso, afirma-se que "as acções conjuntas de internacionalização serão incentivadas, quer por via da majoração do crédito fiscal, quer pela aceitação de investimentos por empresa inferiores ao limite mínimo permitido -250.000 euros - quando integrados em acções conjuntas de internacionalização que, no conjunto das empresas, atinjam esse limite".
O documento prevê que este conselho para a internacionalização defina "uma estratégia global e uma metodologia para a implementação dessa estratégia [de internacionalização]" e fica também com a tarefa de "avaliar, ajustar e simplificar os mecanismos e tipologias de acções existentes" e propor mais medidas.
O Conselho, diz o documento, "poderá dar pareceres vinculativos, em medidas que não envolvam aumento líquido da despesa pública ou alterações legislativas".
Outra das novidades do protocolo é que as empresas que querem começar a actividade fora do país vão poder ter "áreas de escritórios em instalações da AICEP". Para isso, o CCI "privilegiará o recurso a programas de acompanhamento dos sectores e mercados que considere mais importantes e de estudos sobre os entraves sectoriais à internacionalização de diferentes sectores".
O protocolo que é hoje assinado com as associações empresariais prevê também "medidas de reforço das marcas portuguesas e da visibilidade das empresas nos mercados externos". Para isso, propõe-se "desenvolver portais para as PME", aumentar o Serviço de Apoio Personalizado às empresas no quadro das visitas de prospecção aos mercados externos" e "apoiar financeiramente as PME a transformar as suas marcas em marcas internacionais". Será, assim, criado um "Sistema de Incentivos à Internacionalização de Marcas Portuguesas, visando o apoio directo a projectos empresariais de internacionalização de marcas, configurados como campanhas de comunicação nos mercados externos".
De acordo com o protocolo que o ministro da Economia vai assinar esta tarde com as principais associações empresariais, e a que agência Lusa teve acesso, este Conselho será constituído pela AEP, AIP-CE e pela CIP, estando também presente o Governo, a AICEP, o IAPMEI e "outras entidades".
O protocolo explica que "o regime dos benefícios fiscais ao investimento na internacionalização será estendido até 2020, passando, em determinados casos, a dedução do crédito de imposto a ser efectuada de forma automática, simplificando desta forma o acesso aos incentivos".
No documento, a que a Lusa teve acesso, afirma-se que "as acções conjuntas de internacionalização serão incentivadas, quer por via da majoração do crédito fiscal, quer pela aceitação de investimentos por empresa inferiores ao limite mínimo permitido -250.000 euros - quando integrados em acções conjuntas de internacionalização que, no conjunto das empresas, atinjam esse limite".
O documento prevê que este conselho para a internacionalização defina "uma estratégia global e uma metodologia para a implementação dessa estratégia [de internacionalização]" e fica também com a tarefa de "avaliar, ajustar e simplificar os mecanismos e tipologias de acções existentes" e propor mais medidas.
O Conselho, diz o documento, "poderá dar pareceres vinculativos, em medidas que não envolvam aumento líquido da despesa pública ou alterações legislativas".
Outra das novidades do protocolo é que as empresas que querem começar a actividade fora do país vão poder ter "áreas de escritórios em instalações da AICEP". Para isso, o CCI "privilegiará o recurso a programas de acompanhamento dos sectores e mercados que considere mais importantes e de estudos sobre os entraves sectoriais à internacionalização de diferentes sectores".
O protocolo que é hoje assinado com as associações empresariais prevê também "medidas de reforço das marcas portuguesas e da visibilidade das empresas nos mercados externos". Para isso, propõe-se "desenvolver portais para as PME", aumentar o Serviço de Apoio Personalizado às empresas no quadro das visitas de prospecção aos mercados externos" e "apoiar financeiramente as PME a transformar as suas marcas em marcas internacionais". Será, assim, criado um "Sistema de Incentivos à Internacionalização de Marcas Portuguesas, visando o apoio directo a projectos empresariais de internacionalização de marcas, configurados como campanhas de comunicação nos mercados externos".
PSI-20 fecha com a subida mais modesta da Europa
A Bolsa de Lisboa foi a praça europeia com a valorização mais modesta dos indices principais. O PSI-20 fechou a crescer 0,26 por cento e hoje a valorização, penalizada pela quedas da PT, da Galp e do BES.
Em Lisboa, a maior subida pertenceu à Teixeira Duarte, que fechou a sessão com o titulo a valoruizar 4,4 por cento, arrastada por um dos seus principais accionistas, o BCP, e que foi o verdadeiro protagonista da sessão. O banco presidido por Carlos Santos Ferreira teve muitas perdas durante a manhã, mas, à tarde,conseguiu inverter a tendência, e chegou, inclusive a ter ganhos superiores a cinco por cento;acabou por fechar a valorizar 3,8 por cento, valendo o título 0,76 euros. As outras subidas pertenceram ainda ao BPI, que subiu 1,7 por cento, e à Brisa, que cresceu 1,5 por cento.
A PT, o titulo mais transaccionado em bolsa, protagonizou também a maior queda, arrastando o PSI-20 para a valorização mais modesta da Europa. A excepçãop do Dax alemão, que subiu 1,71 por cento, as praças europeias fecharam com subidas superiores a dois por cento. A liderança ficou com o AEX de Amesterdão, que cresceu 2,34 por cento.
Em Lisboa, a maior subida pertenceu à Teixeira Duarte, que fechou a sessão com o titulo a valoruizar 4,4 por cento, arrastada por um dos seus principais accionistas, o BCP, e que foi o verdadeiro protagonista da sessão. O banco presidido por Carlos Santos Ferreira teve muitas perdas durante a manhã, mas, à tarde,conseguiu inverter a tendência, e chegou, inclusive a ter ganhos superiores a cinco por cento;acabou por fechar a valorizar 3,8 por cento, valendo o título 0,76 euros. As outras subidas pertenceram ainda ao BPI, que subiu 1,7 por cento, e à Brisa, que cresceu 1,5 por cento.
A PT, o titulo mais transaccionado em bolsa, protagonizou também a maior queda, arrastando o PSI-20 para a valorização mais modesta da Europa. A excepçãop do Dax alemão, que subiu 1,71 por cento, as praças europeias fecharam com subidas superiores a dois por cento. A liderança ficou com o AEX de Amesterdão, que cresceu 2,34 por cento.
Standard & Poor’s baixou os ratings atribuídos ao BCP
A agência de notação financeira Standard & Poor’s reviu em baixa os ratings atribuídos ao Banco Comercial Português, de A para A-, na dívida de longo prazo, e de A-1 para A-2 na de curto prazo, justificando que “a revisão reflecte o impacto de condições económicas e operacionais adversas em Portugal e na Polónia nos resultados do banco.
O BCP passa, assim, a ter um rating inferior ao dos BES e do BPI, a quem a mesma agência atribuiu um A.
De acordo com um comunicado do banco, a Standard & Poor’s alterou o “outlook” de “negativo” para “estável".
Segundo o comunicado do BCP ao mercado, “embora referindo-se a uma deterioração da rendibilidade em Portugal e na Polónia, a S&P destaca o bom track record no crédito doméstico, a sólida cobertura por provisões, forte cultura de gestão do risco de crédito, considerando a liquidez adequada para o perfil de negócio do Banco”.
O BCP passa, assim, a ter um rating inferior ao dos BES e do BPI, a quem a mesma agência atribuiu um A.
De acordo com um comunicado do banco, a Standard & Poor’s alterou o “outlook” de “negativo” para “estável".
Segundo o comunicado do BCP ao mercado, “embora referindo-se a uma deterioração da rendibilidade em Portugal e na Polónia, a S&P destaca o bom track record no crédito doméstico, a sólida cobertura por provisões, forte cultura de gestão do risco de crédito, considerando a liquidez adequada para o perfil de negócio do Banco”.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
"Não vejo que 2010 vá ser mais fácil do que 2009"
Nuno Amado não considera que 2010 vá ser mais fácil do que 2009, afirmando que vão continuar a fazer reforços de provisões nos próximos meses.
Os lucros do Santander Totta aumentaram 1,7% para os 278 milhões de euros no primeiro semestre, informou o presidente do banco, em conferência de imprensa.
O responsável sublinhou, no entanto, que “não vejo que 2010 vá ser mais fácil do que 2009”.
“Vamos ter que continuar a fazer reforços de provisões nos próximos meses”, acrescentou.
Os lucros do Santander Totta aumentaram 1,7% para os 278 milhões de euros no primeiro semestre, informou o presidente do banco, em conferência de imprensa.
O responsável sublinhou, no entanto, que “não vejo que 2010 vá ser mais fácil do que 2009”.
“Vamos ter que continuar a fazer reforços de provisões nos próximos meses”, acrescentou.
É uma medida que "não serve para nada", diz Associação das Famílias Numerosas
A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas acusou hoje o PS de "não perceber nada" de incentivos à natalidade ao apresentar "medidas divertidas" como a conta poupança futuro de 200 euros "que não serve para rigorosamente nada".
O programa eleitoral do PS, que vai ser apresentado hoje, propôe a criação de uma conta poupança futuro de 200 euros por cada bebé nascido no país, cujo depósito só poderá ser levantado quando a criança completar 18 anos.
Em declarações à Lusa, o porta-voz do PS, João Tiago Silveira, defendeu que esta medida tem quatro "vantagens": "incentiva a conclusão do ensino obrigatório", porque só aí pode ser mobilizada, "incentiva a criação de hábitos de poupança", "permite que o jovem se possa autonomizar" e é também uma "medida de apoio à natalidade".
Já para o presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN), Fernando Ribeiro e Castro, esta proposta "mostra que o PS não percebe rigorosamente nada do que se está a passar".
Lembrando que a taxa de natalidade em Portugal é de 1,3, Fernando Ribeiro e Castro considera que a atribuição de "200 euros para uma conta não serve para rigorosamente nada", já que "os pais precisam de apoio quando têm os filhos a seu cargo".
"Esta é uma medida divertida", concluiu o presidente da ANFN, sugerindo que o executivo devia "perguntar a quem sabe" e "olhar à sua volta", seguindo os exemplos de sucesso que já foram aplicados na Europa.
A Associação de Famílias Numerosas enviou aos partidos políticos uma lista de 10 medidas que julgam essenciais para incentivar a natalidade: "Esperamos que as analisem e, se estiverem de acordo, que as coloquem no seu programa eleitoral".
Na lista consta a obrigatoriedade de todos os livros escolares "sem execpção" serem reutilizáveis e a atribuição de um abono de família de 100 euros mensais por filho, independentemente da idade da criança e rendimento e estado civil dos pais.
"Na Europa, as famílias recebem em média cerca de 150 euros por mês por cada filho", concluiu Ribeiro e Castro.
O programa eleitoral do PS, que vai ser apresentado hoje, propôe a criação de uma conta poupança futuro de 200 euros por cada bebé nascido no país, cujo depósito só poderá ser levantado quando a criança completar 18 anos.
Em declarações à Lusa, o porta-voz do PS, João Tiago Silveira, defendeu que esta medida tem quatro "vantagens": "incentiva a conclusão do ensino obrigatório", porque só aí pode ser mobilizada, "incentiva a criação de hábitos de poupança", "permite que o jovem se possa autonomizar" e é também uma "medida de apoio à natalidade".
Já para o presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN), Fernando Ribeiro e Castro, esta proposta "mostra que o PS não percebe rigorosamente nada do que se está a passar".
Lembrando que a taxa de natalidade em Portugal é de 1,3, Fernando Ribeiro e Castro considera que a atribuição de "200 euros para uma conta não serve para rigorosamente nada", já que "os pais precisam de apoio quando têm os filhos a seu cargo".
"Esta é uma medida divertida", concluiu o presidente da ANFN, sugerindo que o executivo devia "perguntar a quem sabe" e "olhar à sua volta", seguindo os exemplos de sucesso que já foram aplicados na Europa.
A Associação de Famílias Numerosas enviou aos partidos políticos uma lista de 10 medidas que julgam essenciais para incentivar a natalidade: "Esperamos que as analisem e, se estiverem de acordo, que as coloquem no seu programa eleitoral".
Na lista consta a obrigatoriedade de todos os livros escolares "sem execpção" serem reutilizáveis e a atribuição de um abono de família de 100 euros mensais por filho, independentemente da idade da criança e rendimento e estado civil dos pais.
"Na Europa, as famílias recebem em média cerca de 150 euros por mês por cada filho", concluiu Ribeiro e Castro.
Receios de subida excessiva das acções pressionam bolsas dos EUA
Os principais índices bolsistas norte-americanos abriram no vermelho, penalizados pelo receio de que os preços das acções tenham superado o "outlook" para a economia, depois de o Standard & Poor’s 500 negociar ao nível mais caro desde Setembro. A queda das encomendas de bens duradouros em Junho está a contribuir para a tendência de baixa.
O Dow Jones abriu a perder 0,47%, fixando-se nos 9.054,17 pontos. O S&P 500 cedia 0,59%, para 973,81 pontos.
O Nasdaq marcava 1.965,15 pontos no arranque da sessão, com uma desvalorização de 0,52%.
A Alcoa, maior fabricante norte-americano de alumínio, e a ExxonMobil, seguiam em queda devido à desvalorização das cotações das matérias-primas, sobretudo metais industriais e petróleo.
O Morgan Stanley também cedia terreno, depois de o Goldman Sachs ter revisto em baixa a recomendação para as suas acções, de “comprar” para “neutral”.
O Dow Jones abriu a perder 0,47%, fixando-se nos 9.054,17 pontos. O S&P 500 cedia 0,59%, para 973,81 pontos.
O Nasdaq marcava 1.965,15 pontos no arranque da sessão, com uma desvalorização de 0,52%.
A Alcoa, maior fabricante norte-americano de alumínio, e a ExxonMobil, seguiam em queda devido à desvalorização das cotações das matérias-primas, sobretudo metais industriais e petróleo.
O Morgan Stanley também cedia terreno, depois de o Goldman Sachs ter revisto em baixa a recomendação para as suas acções, de “comprar” para “neutral”.
Vinhos de luxo em leilão
Segmento ainda é de nicho em Portugal
A casa de leilões Palácio do Correio Velho vai levar vinhos de qualidade a leilão esta quarta e quinta-feira. A empresa espera vender alguns deles por valores que rondam os mil euros.
Os leilões, que decorrem às 21 horas, não têm valores de reserva, permitindo ao comprador licitar sem a imposição de um valor mínimo, «constituindo assim uma oportunidade única para investimentos seguros, com óptimos preços».
Os leilões apresentam uma «grande variedade de vinhos tintos portugueses e estrangeiros, com importante representação das regiões de Alentejo, Bairrada, Colares, Dão, Douro, e ícones de Bordéus e Borgonha». Dos vinhos generosos, destacam-se, para além de Portos Vintage, garrafas muito antigas de Porto Tawny e Madeiras do século XIX. Poder-se-ão encontrar também Aguardentes, Cognacs, Brandy¿s e Whisky¿s.
Entre os lotes a leiloar existe um Chamisso Porto Velho Particular 1851, que a empresa estima entre os 800 e os mil euros por garrafa e também um Château Petrus 1970, calculado entre mil e 1.500 euros. Mas existem lotes mais acessíveis, estimados a partir dos 50 euros.
O Palácio do Correio Velho retomou os leilões de vinhos de qualidade há dois anos e tem realizado uma média de dois ou três leilões anuais.
Vinho é o único segmento de leilões em franco crescimento
Os lotes têm diversas proveniências, conforme explicou o responsável do leilão, Luís Gomes, à Agência Financeira: «Vêm de garrafeiras de que as pessoas se desfazem, de produtores que tinham nas adegas, de particulares, comerciantes, pessoas que querem desfazer-se das colecções ou renová-las».
Em Portugal, o investimento em vinho ainda é um nicho, destinado sobretudo a comerciantes e coleccionadores, investidores ou curiosos, mas trata-se de um segmento «em franco crescimento», ao passo que os outros segmentos de leilões «estabilizaram».
Embora ainda considere cedo para avaliar quanto vale este segmento em Portugal, Luís Gomes garante que o mesmo tem vindo a crescer, em termos de procura, com cada vez mais pessoas a aparecerem nos leilões.
Do lado da oferta, a crise não tem levado mais proprietários a desfazerem-se de garrafeiras.
Questionado sobre os vinhos mais procurados, Luís Gomes não tem dúvida: «os que aguentam mais».
A casa de leilões Palácio do Correio Velho vai levar vinhos de qualidade a leilão esta quarta e quinta-feira. A empresa espera vender alguns deles por valores que rondam os mil euros.
Os leilões, que decorrem às 21 horas, não têm valores de reserva, permitindo ao comprador licitar sem a imposição de um valor mínimo, «constituindo assim uma oportunidade única para investimentos seguros, com óptimos preços».
Os leilões apresentam uma «grande variedade de vinhos tintos portugueses e estrangeiros, com importante representação das regiões de Alentejo, Bairrada, Colares, Dão, Douro, e ícones de Bordéus e Borgonha». Dos vinhos generosos, destacam-se, para além de Portos Vintage, garrafas muito antigas de Porto Tawny e Madeiras do século XIX. Poder-se-ão encontrar também Aguardentes, Cognacs, Brandy¿s e Whisky¿s.
Entre os lotes a leiloar existe um Chamisso Porto Velho Particular 1851, que a empresa estima entre os 800 e os mil euros por garrafa e também um Château Petrus 1970, calculado entre mil e 1.500 euros. Mas existem lotes mais acessíveis, estimados a partir dos 50 euros.
O Palácio do Correio Velho retomou os leilões de vinhos de qualidade há dois anos e tem realizado uma média de dois ou três leilões anuais.
Vinho é o único segmento de leilões em franco crescimento
Os lotes têm diversas proveniências, conforme explicou o responsável do leilão, Luís Gomes, à Agência Financeira: «Vêm de garrafeiras de que as pessoas se desfazem, de produtores que tinham nas adegas, de particulares, comerciantes, pessoas que querem desfazer-se das colecções ou renová-las».
Em Portugal, o investimento em vinho ainda é um nicho, destinado sobretudo a comerciantes e coleccionadores, investidores ou curiosos, mas trata-se de um segmento «em franco crescimento», ao passo que os outros segmentos de leilões «estabilizaram».
Embora ainda considere cedo para avaliar quanto vale este segmento em Portugal, Luís Gomes garante que o mesmo tem vindo a crescer, em termos de procura, com cada vez mais pessoas a aparecerem nos leilões.
Do lado da oferta, a crise não tem levado mais proprietários a desfazerem-se de garrafeiras.
Questionado sobre os vinhos mais procurados, Luís Gomes não tem dúvida: «os que aguentam mais».
Resultados agitam bolsas pela positiva
PSI20 sobe 0,73%
A bolsa de Lisboa está em alta em linha com o resto da Europa, numa semana e dia recheado de resultados.
O PSI20 soma 0,73% para os 7.356,38 pontos, com as atenções voltadas para empresas que já revelaram e que ainda vão hoje divulgar resultados. Após o fecho do mercado, a Novabase, Portucel, BCP e Brisa publicam contas.
A começar pela EDP Renováveis que registou um aumento de 32% nos lucros dos primeiros seis meses, conseguindo superar a média das estimativas dos analistas.
O resultado líquido do BES caiu 6,8% para 246 milhões de euros no primeiro semestre do ano.
A REN lucrou menos 8% para 76 milhões, quando o mercado aguardava uma quebra de 22%.
Já o BCP, o lucro terá tido uma descida homóloga de 29% no segundo trimestre, com as margens financeiras em Portugal e na Polónia a caírem e as provisões para crédito malparado a subirem dada a crise, de acordo com uma «poll» de analistas da Reuters.
Para a Brisa, a média de estimativas de seis analistas, contactados pela Reuters, aponta que o lucro líquido da Brisa terá subido 6% para 29 milhões no segundo trimestre de 2009, suportado em menores custos operacionais e pelo efeito deste ano a Páscoa ter ocorrido em Abril.
A dar conta da movimentação destas acções em bolsa esta manha: a EDP Renováveis soma 2%, o BES alcança quase 3%, a REN perde uns ligeiros 0,20%, o BCP está praticamente inalterado nos 73 cêntimos, a Brisa valoriza 0,50% e ainda a Novabase desliza 0,20%, enquanto a Portucel está em silêncio nos 1,70 euros por acção.
No resto da Europa, os ganhos variam entre 0,40 e 2 por cento.
Na Ásia, os mercados encerraram mistos, com dados decepcionantes e, nos EUA, as praças fecharam ontem igualmente mistas, com os investidores de olhos nos dados «fracos» do sentimento dos consumidores e também depois de várias sessões de fortes subidas. Esta quarta-feira, as bolsas norte-americanas deverão abrir em baixa, em tomada de mais valias e de olhos postos nos resultados da Time Warner.
A bolsa de Lisboa está em alta em linha com o resto da Europa, numa semana e dia recheado de resultados.
O PSI20 soma 0,73% para os 7.356,38 pontos, com as atenções voltadas para empresas que já revelaram e que ainda vão hoje divulgar resultados. Após o fecho do mercado, a Novabase, Portucel, BCP e Brisa publicam contas.
A começar pela EDP Renováveis que registou um aumento de 32% nos lucros dos primeiros seis meses, conseguindo superar a média das estimativas dos analistas.
O resultado líquido do BES caiu 6,8% para 246 milhões de euros no primeiro semestre do ano.
A REN lucrou menos 8% para 76 milhões, quando o mercado aguardava uma quebra de 22%.
Já o BCP, o lucro terá tido uma descida homóloga de 29% no segundo trimestre, com as margens financeiras em Portugal e na Polónia a caírem e as provisões para crédito malparado a subirem dada a crise, de acordo com uma «poll» de analistas da Reuters.
Para a Brisa, a média de estimativas de seis analistas, contactados pela Reuters, aponta que o lucro líquido da Brisa terá subido 6% para 29 milhões no segundo trimestre de 2009, suportado em menores custos operacionais e pelo efeito deste ano a Páscoa ter ocorrido em Abril.
A dar conta da movimentação destas acções em bolsa esta manha: a EDP Renováveis soma 2%, o BES alcança quase 3%, a REN perde uns ligeiros 0,20%, o BCP está praticamente inalterado nos 73 cêntimos, a Brisa valoriza 0,50% e ainda a Novabase desliza 0,20%, enquanto a Portucel está em silêncio nos 1,70 euros por acção.
No resto da Europa, os ganhos variam entre 0,40 e 2 por cento.
Na Ásia, os mercados encerraram mistos, com dados decepcionantes e, nos EUA, as praças fecharam ontem igualmente mistas, com os investidores de olhos nos dados «fracos» do sentimento dos consumidores e também depois de várias sessões de fortes subidas. Esta quarta-feira, as bolsas norte-americanas deverão abrir em baixa, em tomada de mais valias e de olhos postos nos resultados da Time Warner.
Barril de Brent desce para 69,46 dólares
A cotação do barril de Brent para entrega em Setembro, de referência para Portugal, abriu hoje a 69,46 dólares no mercado de futuros de Londres, (ICE) de Londres, ou seja, menos 0,42 dólares do que no encerramento de terça-feira.
Pels segunda sessão consecutiva, o petróleo está a negociar em queda mais de 1 por cento numa aparente compensação de de ganhos derivados de um optimismo inicial quanto à retoma da economia.
A menor confiança na economia por parte dos consumidores norte-americanos leva os investidores a duvidar da sustentabilidade da procura por petróleo nos Estados Unidos.
A sessão de hoje deverá ficar marcada pela divulgação pelo Departamento de Energia norte-americano dos “stocks” referentes à semana passada. A estimativa dos analistas consultados pela Bloomberg aponta para uma redução nos inventários na ordem dos 1,5 milhões de barris.
Pels segunda sessão consecutiva, o petróleo está a negociar em queda mais de 1 por cento numa aparente compensação de de ganhos derivados de um optimismo inicial quanto à retoma da economia.
A menor confiança na economia por parte dos consumidores norte-americanos leva os investidores a duvidar da sustentabilidade da procura por petróleo nos Estados Unidos.
A sessão de hoje deverá ficar marcada pela divulgação pelo Departamento de Energia norte-americano dos “stocks” referentes à semana passada. A estimativa dos analistas consultados pela Bloomberg aponta para uma redução nos inventários na ordem dos 1,5 milhões de barris.
Taxas euribor descem pela 36ª sessão consecutiva
Pela 36º sessão consecutiva, as taxas Euribor, praticadas nos empréstimos interbancários, voltaram hoje a descer, de acordo com o 'fixing' diário da Federação Europeia dos Bancos.
As taxas euribor, que são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de bancos está disposto a emprestar dinheiro no mercado interbancário, mantêm a tendência de queda desde Outubro de 2008.
A taxa a três meses recuou para 0,903 por cento, um novo mínimo, abaixo da principal taxa de referência do Banco Central Europeu, que está em 1 por cento.
A taxa a seis meses, principal indexante do crédito hipotecário em Portugal, fixou-se em 1,153 por cento, enquanto a taxa a 12 meses caiu para 1,367 por cento.
As taxas euribor, que são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de bancos está disposto a emprestar dinheiro no mercado interbancário, mantêm a tendência de queda desde Outubro de 2008.
A taxa a três meses recuou para 0,903 por cento, um novo mínimo, abaixo da principal taxa de referência do Banco Central Europeu, que está em 1 por cento.
A taxa a seis meses, principal indexante do crédito hipotecário em Portugal, fixou-se em 1,153 por cento, enquanto a taxa a 12 meses caiu para 1,367 por cento.
As políticas restritivas de concessão de crédito às empresas e às famílias da banca europeia tornaram-se menos agressivas no segundo trimestre e a ten
Transportadora aérea conseguiu novo acordo com trabalhadores da VEM para responder à quebra da procura. Em troca, compromete-se a não despedir até Março de 2010
Salários mais baixos e menos carga horária. Foi esta a solução encontrada, para já, pela TAP para responder à redução da actividade na unidade de manutenção e engenharia no Brasil. A transportadora aérea nacional chegou a acordo com os trabalhadores da ex-VEM no início de Julho, prolongando um pacto que já dura desde Março deste ano. E, com isso, vai conseguir poupar 17,6 milhões de reais (o equivalente a 6,5 milhões de euros).
A proposta da companhia de aviação, detida a 100 por cento pelo Estado português, foi aceite pela maioria dos 2600 funcionários das duas fábricas da TAP Manutenção e Engenharia Brasil (antiga VEM), no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, a 8 de Julho. Vem no seguimento de um acordo anterior, datado de Março, prolongando por mais três meses uma redução de salários que varia entre os dez e os 20 por cento, em função da remuneração de cada trabalhador.
Contactada pelo PÚBLICO, a transportadora justificou a decisão de estender esta medida por mais tempo com o facto de “a situação [de redução da procura e da actividade da unidade manutenção, que esteve na base do acordo estabelecido em Março] não ter conhecido ainda uma evolução que permita a normalização”. Celso Klafke, presidente do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, que representa os trabalhadores de uma das fábricas da ex-VEM, confirmou que “o negócio está a atravessar um momento de retracção”, o que faz com que “apenas 40 por cento da mão-de-obra seja necessária neste momento”.
Daí que, além da redução salarial, a TAP tenha decidido reduzir a carga horária dos trabalhadores, mesmo daqueles que não estão a sofrer cortes na sua remuneração mensal - ou seja, os que recebem menos de 2.800 reais (perto de 1040 euros). “Não ter trabalhadores parados na empresa também significa poupança de custos”, afirmou Celso Klafke.
Em troca desta cedência, os trabalhadores conseguiram assegurar “estabilidade no emprego até Março de 2010”, prazo até ao qual a companhia de aviação nacional se compromete a não fazer despedimentos, acrescentou o líder do Sindicato dos Aeroviários, admitindo que “houve alguma pressão no ar para aceitar o acordo, porque as pessoas tinham medo de ficar sem trabalho”.
Recuperação não é certa
A companhia de aviação, que entrou no capital da antiga VEM em 2006, estima que o prolongamento deste acordo “permita uma poupança de 17,6 milhões de reais” (6,5 milhões de euros, ao câmbio actual), avançou fonte oficial. Montante que permite um melhor equilíbrio das contas, numa altura de retracção económica, que também afecta o negócio da manutenção.
Isto num ano em que a TAP pretende que tirar a empresa brasileira do vermelho, depois de esta ter sobrecarregado os seus resultados de 2008 com prejuízos de 29 milhões de euros. Para tal, além de cortar nos salários, a transportadora aérea está “a desenvolver contactos com diversos operadores, alguns importantes, que, se concretizados, permitirão uma melhoria da situação”, referiu fonte oficial.
Embora não se comprometa com nomes, o PÚBLICO apurou que um desses operadores é a Força Aérea Brasileira, que poderá voltar a ser cliente da antiga VEM quando forem regularizadas as suas dívidas fiscais. Neste momento, a empresa deve 400 milhões de reais (perto de 148 milhões de euros) ao Estado brasileiro, mas está para sair uma nova lei que reduzirá este valor para metade. Assim que a TAP obtiver a Certidão Negativa de Débitos, passada às empresas com o cadastro fiscal limpo, poderá recuperar alguns clientes.
Além da Força Aérea Brasileira, organismo ao qual a área de manutenção deverá prestar serviços para pagar parte da dívida ao fisco, há também a expectativa de que, a partir de Setembro, parte da manutenção dos aviões Airbus da transportadora portuguesa passe a ser feita no Brasil. “Estamos a atravessar um processo de qualificação dos técnicos e de certificação que deverá estar concluído no final do Verão”, adiantou o presidente do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre.
Além da estabilidade no emprego, o acordo assinado no início de Julho estipula, ainda, uma repartição dos lucros da TAP Manutenção e Engenharia Brasil em 2009 pelos trabalhadores. No entanto, não é certo que a empresa consiga inverter os resultados negativos já este ano. Aliás, tendo em conta o actual cenário, fonte oficial da TAP admitiu ao PÚBLICO que “infelizmente, os resultados de 2009, pelo menos, até ao momento, não são de molde a estabelecer qualquer compromisso de pagamento em 2010”.
Salários mais baixos e menos carga horária. Foi esta a solução encontrada, para já, pela TAP para responder à redução da actividade na unidade de manutenção e engenharia no Brasil. A transportadora aérea nacional chegou a acordo com os trabalhadores da ex-VEM no início de Julho, prolongando um pacto que já dura desde Março deste ano. E, com isso, vai conseguir poupar 17,6 milhões de reais (o equivalente a 6,5 milhões de euros).
A proposta da companhia de aviação, detida a 100 por cento pelo Estado português, foi aceite pela maioria dos 2600 funcionários das duas fábricas da TAP Manutenção e Engenharia Brasil (antiga VEM), no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, a 8 de Julho. Vem no seguimento de um acordo anterior, datado de Março, prolongando por mais três meses uma redução de salários que varia entre os dez e os 20 por cento, em função da remuneração de cada trabalhador.
Contactada pelo PÚBLICO, a transportadora justificou a decisão de estender esta medida por mais tempo com o facto de “a situação [de redução da procura e da actividade da unidade manutenção, que esteve na base do acordo estabelecido em Março] não ter conhecido ainda uma evolução que permita a normalização”. Celso Klafke, presidente do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, que representa os trabalhadores de uma das fábricas da ex-VEM, confirmou que “o negócio está a atravessar um momento de retracção”, o que faz com que “apenas 40 por cento da mão-de-obra seja necessária neste momento”.
Daí que, além da redução salarial, a TAP tenha decidido reduzir a carga horária dos trabalhadores, mesmo daqueles que não estão a sofrer cortes na sua remuneração mensal - ou seja, os que recebem menos de 2.800 reais (perto de 1040 euros). “Não ter trabalhadores parados na empresa também significa poupança de custos”, afirmou Celso Klafke.
Em troca desta cedência, os trabalhadores conseguiram assegurar “estabilidade no emprego até Março de 2010”, prazo até ao qual a companhia de aviação nacional se compromete a não fazer despedimentos, acrescentou o líder do Sindicato dos Aeroviários, admitindo que “houve alguma pressão no ar para aceitar o acordo, porque as pessoas tinham medo de ficar sem trabalho”.
Recuperação não é certa
A companhia de aviação, que entrou no capital da antiga VEM em 2006, estima que o prolongamento deste acordo “permita uma poupança de 17,6 milhões de reais” (6,5 milhões de euros, ao câmbio actual), avançou fonte oficial. Montante que permite um melhor equilíbrio das contas, numa altura de retracção económica, que também afecta o negócio da manutenção.
Isto num ano em que a TAP pretende que tirar a empresa brasileira do vermelho, depois de esta ter sobrecarregado os seus resultados de 2008 com prejuízos de 29 milhões de euros. Para tal, além de cortar nos salários, a transportadora aérea está “a desenvolver contactos com diversos operadores, alguns importantes, que, se concretizados, permitirão uma melhoria da situação”, referiu fonte oficial.
Embora não se comprometa com nomes, o PÚBLICO apurou que um desses operadores é a Força Aérea Brasileira, que poderá voltar a ser cliente da antiga VEM quando forem regularizadas as suas dívidas fiscais. Neste momento, a empresa deve 400 milhões de reais (perto de 148 milhões de euros) ao Estado brasileiro, mas está para sair uma nova lei que reduzirá este valor para metade. Assim que a TAP obtiver a Certidão Negativa de Débitos, passada às empresas com o cadastro fiscal limpo, poderá recuperar alguns clientes.
Além da Força Aérea Brasileira, organismo ao qual a área de manutenção deverá prestar serviços para pagar parte da dívida ao fisco, há também a expectativa de que, a partir de Setembro, parte da manutenção dos aviões Airbus da transportadora portuguesa passe a ser feita no Brasil. “Estamos a atravessar um processo de qualificação dos técnicos e de certificação que deverá estar concluído no final do Verão”, adiantou o presidente do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre.
Além da estabilidade no emprego, o acordo assinado no início de Julho estipula, ainda, uma repartição dos lucros da TAP Manutenção e Engenharia Brasil em 2009 pelos trabalhadores. No entanto, não é certo que a empresa consiga inverter os resultados negativos já este ano. Aliás, tendo em conta o actual cenário, fonte oficial da TAP admitiu ao PÚBLICO que “infelizmente, os resultados de 2009, pelo menos, até ao momento, não são de molde a estabelecer qualquer compromisso de pagamento em 2010”.
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