As séries de televisão são cada vez mais seguidas através da Internet. Vê-las quando se quer, de forma simples e gratuita, é uma vantagem a que os utilizadores estão cada vez menos indiferentes.
Prova disso mesmo foi o último episódio de «Perdidos» (Lost no original), o mais visto na Internet em 2010, com 6 milhões de downloads em todo o mundo.
Outras séries de TV, como «Os Simpsons», «House» ou «Donas de Casa Desesperadas» são também muito populares e contam com centenas de milhares de fãs em todo o mundo. «Existe uma grande procura online pelos episódios destas e de outras séries e, de uma maneira geral, quando isto acontece também as técnicas de fraude proliferam ao seu redor», refere a Kaspersky Lab.
De acordo com Costin Raiu, analista da Kaspersky Lab, «quando o episódio que se tenta descarregar é pirata, aparece uma mensagem no ecrã advertindo de que o conteúdo foi eliminado por problemas de direitos de autor, mas que ainda pode ser visualizado numa URL que especificam. E é aqui que começam as dores de cabeça».
Assim que o utilizador clica, o link direcciona-os para outra página Web que os informa de que o conteúdo não está disponível e para vê-lo é necessário aceder a uma «oferta». Ao clicar em qualquer um dos links sugeridos, o utilizador vai parar de novo a outra página. «Iwon» é um dos nomes destas falsas páginas que convidam o utilizador a descarregar um ficheiro.
De uma maneira geral, esta aplicação não provoca uma infecção a menos que se descarregue e instale o executável da página. Os utilizadores do antivírus da Kasperky Lab estão protegidos contra esta infecção. Desfrute tranquilamente das suas séries favoritas.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Greve nos transportes: STCP sem alternativas
A Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) disse esta sexta-feira que não haverá transportes alternativos na quarta-feira durante o período em os trabalhadores estarão em greve.
«Segundo o conselho de administração da STCP, existe um plenário geral de trabalhadores que reunirá, no dia 9, fora das horas de ponta (entre as 10h00 e as 14h00), mas dentro das 15 horas anuais legalmente estabelecidas para que os trabalhadores possam reunir e discutir os assuntos que lhes dizem respeito, não havendo, portanto, lugar a quaisquer transportes alternativos», disse à Lusa fonte oficial da transportadora.
As empresas públicas de transportes iniciam na segunda-feira uma semana de greves contra os cortes nas remunerações impostos pelo Governo, a que também se juntarão transportadoras privadas, que contestam o congelamento dos salários.
Complicações no Metro de Lisboa até às 12h
O Metropolitano de Lisboa (ML) anunciou esta sexta-feira que devido à greve parcial da próxima segunda-feira, entre as 06h30 e as 11h30, o funcionamento normal do serviço só terá início a partir das 12h00.
Num comunicado, a empresa diz que «no seguimento do acórdão proferido no âmbito da arbitragem obrigatória, que teve lugar no Conselho Económico e Social, não foi fixada a prestação de serviços mínimos relativamente à circulação de comboios, pelo que o ML não poderá garantir o serviço de transporte entre as 06h30 e as 11h30».
Na terça-feira não haverá trabalhadores em greve, mas no dia seguinte param por algumas horas os trabalhadores da Transtejo, da Carris e da STCP.
Na quinta-feira é a vez de paralisarem as empresas do sector ferroviário e os CTT também se juntam aos protestos.
Na sexta-feira, as empresas privadas associam-se aos protestos, nomeadamente a Soflusa, a Rodoviária de Entre Douro e Minho e a Rodoviária da Beira Interior.
Esta sexta-feira, o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, apelou ao «bom-senso» e ao «sentido de responsabilidade de todos os intervenientes».
«Segundo o conselho de administração da STCP, existe um plenário geral de trabalhadores que reunirá, no dia 9, fora das horas de ponta (entre as 10h00 e as 14h00), mas dentro das 15 horas anuais legalmente estabelecidas para que os trabalhadores possam reunir e discutir os assuntos que lhes dizem respeito, não havendo, portanto, lugar a quaisquer transportes alternativos», disse à Lusa fonte oficial da transportadora.
As empresas públicas de transportes iniciam na segunda-feira uma semana de greves contra os cortes nas remunerações impostos pelo Governo, a que também se juntarão transportadoras privadas, que contestam o congelamento dos salários.
Complicações no Metro de Lisboa até às 12h
O Metropolitano de Lisboa (ML) anunciou esta sexta-feira que devido à greve parcial da próxima segunda-feira, entre as 06h30 e as 11h30, o funcionamento normal do serviço só terá início a partir das 12h00.
Num comunicado, a empresa diz que «no seguimento do acórdão proferido no âmbito da arbitragem obrigatória, que teve lugar no Conselho Económico e Social, não foi fixada a prestação de serviços mínimos relativamente à circulação de comboios, pelo que o ML não poderá garantir o serviço de transporte entre as 06h30 e as 11h30».
Na terça-feira não haverá trabalhadores em greve, mas no dia seguinte param por algumas horas os trabalhadores da Transtejo, da Carris e da STCP.
Na quinta-feira é a vez de paralisarem as empresas do sector ferroviário e os CTT também se juntam aos protestos.
Na sexta-feira, as empresas privadas associam-se aos protestos, nomeadamente a Soflusa, a Rodoviária de Entre Douro e Minho e a Rodoviária da Beira Interior.
Esta sexta-feira, o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, apelou ao «bom-senso» e ao «sentido de responsabilidade de todos os intervenientes».
Merkel quer moldar Europa à imagem da Alemanha. Porquê?
A chanceler alemã Ângela Merkel quer moldar a Zona Euro à imagem da Alemanha, aproveitando a crise de dívida pública, que deixou a região mais fragilizada, escreve a Bloomberg.
A ideia é tornar as outras economias do euro, nomeadamente as que agora enfrentam maiores dificuldades (Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda, etc.) mais saudáveis e, consequentemente, mais resistentes.
A intenção de Merkel, há muito conhecida, passa por impor condições, como limites ao défice e à dívida dos países, que quer ver inscritos na Constituição de cada um deles. E, para os que desrespeitarem os limites necessários à manutenção da boa saúde financeira, Merkel quer castigos pesados.
No plano económico, também há regras que Merkel quer ver implementadas na Europa como um todo: aumento da idade da reforma, para tornar os respectivos sistemas públicos de Segurança Social mais sustentáveis, e maior flexibilidade nas leis laborais, para que o mercado de trabalho seja ágil e as empresas mais competitivas.
Uma mão lava a outra
Estas são apenas algumas das condições que Merkel impõe para ajudar os parceiros. Aproveitando que o resto da Zona Euro precisa da Alemanha agora mais do que nunca ¿ a Alemanha é o maior contribuinte para o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) ¿ a chanceler alemã vai usar a força da maior economia da Europa para obrigar os outros países a cederem à sua visão.
Merkel e Sarkozy querem pacto europeu para a competitividade
Se querem que Merkel aceite reforçar o fundo europeu de resgate e flexibilizar a utilização desse dinheiro, os outros países terão que ceder ao que a chanceler quer.
Alargar e flexibilizar o fundo pode ser uma forma de acalmar definitivamente os mercados em relação à dívida pública dos países do euro, ao permitir aos mais frágeis aceder a ajuda dos parceiros a taxas de juro mais baixas.
A visão que Merkel tem para a Europa é boa: tornar todos os países do euro saudáveis a nível orçamental, e economicamente fulgurantes. A receita que funcionou com a própria Alemanha na recuperação do pós-guerra.
A Alemanha passou por um difícil processo de reestruturação, mas os frutos estão à vista: impulsionado pelas exportações, o país teve o período de maior crescimento económico das últimas duas décadas no ano passado, com o Produto Interno Bruto (PIB) a crescer 3,6%. O desemprego caiu para o valor mais baixo dos últimos 18 anos, nos 7,4% em Janeiro, o segundo mais baixo do G7, e a confiança empresarial atingiu um nível recorde.
O que a Alemanha espera agora é que os outros países façam o mesmo que ela fez.
O feitiço contra o feiticeiro?
O que Merkel não pode permitir é que tudo fique como está. Apesar de o Pacto de Estabilidade e Crescimento impor limites de défice orçamental para os membros do euro, a verdade é que não foi aplicada qualquer sanção a nenhum dos vários países que violaram essas regras. Nem mesmo à Grécia, que falseou as suas contas e que nunca até hoje, respeitou os limites.
Merkel não tem interesse em ver o euro fraquejar, pelo contrário. Mas tem de manter um delicado equilíbrio, porque o seu feitiço pode virar-se contra o feiticeiro. A chanceler arrisca-se a fazer subir o custo das obrigações alemãs e pode ainda perder o apoio dos seus próprios eleitores, que não gostam de ver o dinheiro dos seus impostos usados para apoiar outros que não souberam governar-se bem sozinhos.
A chanceler alemã está condicionada pelas eleições que a Alemanha enfrenta este ano: Merkel não pode desagradar aos alemães entregando o dinheiro dos seus impostos aos incumpridores parceiros europeus. Numa sondagem de Janeiro, 64% dos alemães manifestaram-se contra o apoio financeiro a outros países do euro, mais endividados. Cerca de metade já só querem ver o euro pelas costas e voltar ao marco.
A ideia é tornar as outras economias do euro, nomeadamente as que agora enfrentam maiores dificuldades (Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda, etc.) mais saudáveis e, consequentemente, mais resistentes.
A intenção de Merkel, há muito conhecida, passa por impor condições, como limites ao défice e à dívida dos países, que quer ver inscritos na Constituição de cada um deles. E, para os que desrespeitarem os limites necessários à manutenção da boa saúde financeira, Merkel quer castigos pesados.
No plano económico, também há regras que Merkel quer ver implementadas na Europa como um todo: aumento da idade da reforma, para tornar os respectivos sistemas públicos de Segurança Social mais sustentáveis, e maior flexibilidade nas leis laborais, para que o mercado de trabalho seja ágil e as empresas mais competitivas.
Uma mão lava a outra
Estas são apenas algumas das condições que Merkel impõe para ajudar os parceiros. Aproveitando que o resto da Zona Euro precisa da Alemanha agora mais do que nunca ¿ a Alemanha é o maior contribuinte para o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) ¿ a chanceler alemã vai usar a força da maior economia da Europa para obrigar os outros países a cederem à sua visão.
Merkel e Sarkozy querem pacto europeu para a competitividade
Se querem que Merkel aceite reforçar o fundo europeu de resgate e flexibilizar a utilização desse dinheiro, os outros países terão que ceder ao que a chanceler quer.
Alargar e flexibilizar o fundo pode ser uma forma de acalmar definitivamente os mercados em relação à dívida pública dos países do euro, ao permitir aos mais frágeis aceder a ajuda dos parceiros a taxas de juro mais baixas.
A visão que Merkel tem para a Europa é boa: tornar todos os países do euro saudáveis a nível orçamental, e economicamente fulgurantes. A receita que funcionou com a própria Alemanha na recuperação do pós-guerra.
A Alemanha passou por um difícil processo de reestruturação, mas os frutos estão à vista: impulsionado pelas exportações, o país teve o período de maior crescimento económico das últimas duas décadas no ano passado, com o Produto Interno Bruto (PIB) a crescer 3,6%. O desemprego caiu para o valor mais baixo dos últimos 18 anos, nos 7,4% em Janeiro, o segundo mais baixo do G7, e a confiança empresarial atingiu um nível recorde.
O que a Alemanha espera agora é que os outros países façam o mesmo que ela fez.
O feitiço contra o feiticeiro?
O que Merkel não pode permitir é que tudo fique como está. Apesar de o Pacto de Estabilidade e Crescimento impor limites de défice orçamental para os membros do euro, a verdade é que não foi aplicada qualquer sanção a nenhum dos vários países que violaram essas regras. Nem mesmo à Grécia, que falseou as suas contas e que nunca até hoje, respeitou os limites.
Merkel não tem interesse em ver o euro fraquejar, pelo contrário. Mas tem de manter um delicado equilíbrio, porque o seu feitiço pode virar-se contra o feiticeiro. A chanceler arrisca-se a fazer subir o custo das obrigações alemãs e pode ainda perder o apoio dos seus próprios eleitores, que não gostam de ver o dinheiro dos seus impostos usados para apoiar outros que não souberam governar-se bem sozinhos.
A chanceler alemã está condicionada pelas eleições que a Alemanha enfrenta este ano: Merkel não pode desagradar aos alemães entregando o dinheiro dos seus impostos aos incumpridores parceiros europeus. Numa sondagem de Janeiro, 64% dos alemães manifestaram-se contra o apoio financeiro a outros países do euro, mais endividados. Cerca de metade já só querem ver o euro pelas costas e voltar ao marco.
EUA: taxa de desemprego surpreende ao cair para 9%
A taxa de desemprego norte-americana caiu para 9% em Janeiro, o valor mais baixo desde Abril de 2009.
A descida de quatro décimas face a Dezembro, revelada pelo Departamento do Trabalho, apanhou os analistas de surpresa, já que estes esperavam mesmo um agravamento para 9,5%.
Também esta sexta-feira foi divulgado que o número de pessoas empregadas cresceu 36 mil, muito abaixo dos 146 mil esperados.
De acordo com a Bloomberg, os valores foram influenciados pelo mau tempo, que penalizaram a criação de emprego em sectores mais vulneráveis às condições climatéricas, como a construção.
Em Dezembro tinham sido criados 121 mil novos postos de trabalho.
A descida de quatro décimas face a Dezembro, revelada pelo Departamento do Trabalho, apanhou os analistas de surpresa, já que estes esperavam mesmo um agravamento para 9,5%.
Também esta sexta-feira foi divulgado que o número de pessoas empregadas cresceu 36 mil, muito abaixo dos 146 mil esperados.
De acordo com a Bloomberg, os valores foram influenciados pelo mau tempo, que penalizaram a criação de emprego em sectores mais vulneráveis às condições climatéricas, como a construção.
Em Dezembro tinham sido criados 121 mil novos postos de trabalho.
Petróleo: preços sempre a subir. Brent nos 102 dólares
Esta é mais uma sessão em que o barril de Brent negoceia acima dos 100 dólares, isto numa altura em que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo está sob pressão para aumentar a oferta de crude dado a escalada que se tem verificado na procura.
O barril de Brent negoceia nos 102,22 dólares, valorizando mais 0,45% ou 0,46 dólares. Maior subida regista o crude que é negociado em Nova Iorque (0,92% ou 0,83 dólares) cotando nos 91,37 dólares.
Este ritmo imparável da subida dos preços do «ouro negro» prende-se com os conflitos que se têm feito sentir no Egipto na última semana. É este o país que controla o canal do Suez, por onde passam os petroleiros no Médio Oriente.
O barril de Brent negoceia nos 102,22 dólares, valorizando mais 0,45% ou 0,46 dólares. Maior subida regista o crude que é negociado em Nova Iorque (0,92% ou 0,83 dólares) cotando nos 91,37 dólares.
Este ritmo imparável da subida dos preços do «ouro negro» prende-se com os conflitos que se têm feito sentir no Egipto na última semana. É este o país que controla o canal do Suez, por onde passam os petroleiros no Médio Oriente.
EUA mistos: desemprego deprime, resultados animam
Os mercados norte-americanos seguem mistos, depois de se saber que o número de postos de trabalho criados em Janeiro ficou muito abaixo do esperado, apesar de a taxa de desemprego ter caído para 9%.
O Dow Jones segue a perder 0,16%, o S&P cai 0,19% e apenas o Nasdaq avança 0,09%.
A impedir maiores quedas estão alguns resultados empresariais, acima do estimado. A Aetna anunciou lucros acima do esperado no quarto trimester e um aumento do dividendo, o que fez as acções dispararem 10%.
Já a JDS Uniphase Corp. disparou 23% depois de ter anunciado na quinta-feira ao fim do dia que os ganhos também tinham ficado muito acima do esperado nos três últimos meses de 2010.
O Dow Jones segue a perder 0,16%, o S&P cai 0,19% e apenas o Nasdaq avança 0,09%.
A impedir maiores quedas estão alguns resultados empresariais, acima do estimado. A Aetna anunciou lucros acima do esperado no quarto trimester e um aumento do dividendo, o que fez as acções dispararem 10%.
Já a JDS Uniphase Corp. disparou 23% depois de ter anunciado na quinta-feira ao fim do dia que os ganhos também tinham ficado muito acima do esperado nos três últimos meses de 2010.
PSI20 fecha a subir 0,30% para 7.921,81 pontos
O principal índice de referência em Lisboa, o PSI20, fechou a última sessão da semana a subir 0,30 por cento para 7.921,81 pontos, com o sector financeiro em claro destaque.
Na Europa, apenas Madrid fechou em queda. De resto, tudo positivo.
Na Europa, apenas Madrid fechou em queda. De resto, tudo positivo.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
PSI20 fecha a perder 0,41% para 7.897,80 pontos
O índice PSI20 encerrou a perder 0,41 por cento para 7.897,80 pontos, com 16 das 20 empresas cotadas a desvalorizarem.
Na Europa, as praças encerraram maioritariamente negativas. Frankfurt foi excepção.
Nos Estados Unidos, os índices seguem a transaccionar em baixa.
Na Europa, as praças encerraram maioritariamente negativas. Frankfurt foi excepção.
Nos Estados Unidos, os índices seguem a transaccionar em baixa.
Preço dos alimentos a nível mundial atinge novo recorde em Janeiro
Um índice de 55 matérias-primas alimentares, calculado pela FAO (Food and Agriculture Organization) subiu 3,4% face a Novembro, um aumento de 231 pontos base, o sétimo aumento consecutivo.
A liderar os aumentos estiveram as matérias-primas relacionadas com os lacticínios, que lideraram os crescimentos entre as cinco categorias de produtos alimentares, com uma subida de 6,2%, indicou a agência com sede em Roma.
Os preços das matérias-primas relacionadas com alimentos alargaram as subidas no mês passado, após uma escalada em 2010 devido às secas e cheias que se fizeram sentir desde a Rússia àArgentina, causando graves danos nas plantações.
Os elevados preços dos alimentos contribuíram para a escalada das tensões e dos protestos na Tunísia que levaram ao exílio do presidente Abidine Ben Ali no mês passado e às manifestações que ainda se fazem sentir nas ruas do Egipto, onde os manifestantes exigem a demissão do presidente Hosni Mubarak, que já anunciou que não ser irá recandidatar nas eleições de Setembro, depois de mais de três décadas no poder.
A liderar os aumentos estiveram as matérias-primas relacionadas com os lacticínios, que lideraram os crescimentos entre as cinco categorias de produtos alimentares, com uma subida de 6,2%, indicou a agência com sede em Roma.
Os preços das matérias-primas relacionadas com alimentos alargaram as subidas no mês passado, após uma escalada em 2010 devido às secas e cheias que se fizeram sentir desde a Rússia àArgentina, causando graves danos nas plantações.
Os elevados preços dos alimentos contribuíram para a escalada das tensões e dos protestos na Tunísia que levaram ao exílio do presidente Abidine Ben Ali no mês passado e às manifestações que ainda se fazem sentir nas ruas do Egipto, onde os manifestantes exigem a demissão do presidente Hosni Mubarak, que já anunciou que não ser irá recandidatar nas eleições de Setembro, depois de mais de três décadas no poder.
Euro cai mais de 1% face ao dólar após discurso de Trichet
Após as palavras de Jean-Claude Trichet, a moeda única acentuou a tendência de queda face à divisa dos Estados Unidos, depois de ontem ter tocado no nível mais elevado desde 9 Novembro: 1,3862 dólares.
O euro segue a perder 1,27% para os 1,3635 dólares.
Jean-Claude Trichet afirmou esta tarde que “a inflação pode aumentar mais e continuar acima do objectivo [de 2%] durante a maior parte de 2011”.
A justificação está no facto de a subida dos preços se dever, segundo o BCE, sobretudo a pressões nas matérias-primas e energia. “E o que conta é a inflação de médio prazo, não a inflação de curto prazo”, lembrou Trichet.
Na última reunião, o presidente do BCE tinha afirmado que a principal preocupação do banco central era a subida da taxa de inflação, o que levou muitos investidores a apostarem que o BCE ia subir a taxa de juro da Zona Euro ainda este ano e antes da Reserva Federal.
O euro segue a perder 1,27% para os 1,3635 dólares.
Jean-Claude Trichet afirmou esta tarde que “a inflação pode aumentar mais e continuar acima do objectivo [de 2%] durante a maior parte de 2011”.
A justificação está no facto de a subida dos preços se dever, segundo o BCE, sobretudo a pressões nas matérias-primas e energia. “E o que conta é a inflação de médio prazo, não a inflação de curto prazo”, lembrou Trichet.
Na última reunião, o presidente do BCE tinha afirmado que a principal preocupação do banco central era a subida da taxa de inflação, o que levou muitos investidores a apostarem que o BCE ia subir a taxa de juro da Zona Euro ainda este ano e antes da Reserva Federal.
Euromilhões pode passar a ter dois sorteios semanais "já a partir de Maio"
O Euromilhões pode passar a ter dois sorteios semanais, a partir de Maio.
O Governo aprovou hoje um Decreto-Lei que vai permitir que decorram dois concursos semanais do Euromilhões, a partir de Maio, revela o comunicado emitido pelo Conselho de Ministros.
"Decorridos cerca de sete anos de exploração, com sucesso, em nove países europeus, incluindo Portugal, acordaram as organizações que exploram o jogo em comum introduzir inovações susceptíveis de lhe trazerem maior atractividade, nomeadamente com a possibilidade de realização de dois sorteios semanais, já a partir de Maio", adianta a mesma fonte.
O comunicado adianta que as alterações em questão visam "permitir que o sorteio do Euromilhões passe a ser realizado uma ou duas vezes por semana; introduzir uma nova categoria de prémios no Totoloto, cuja designação será "Número da Sorte", o que implica alterar o funcionamento do fundo de garantia do primeiro prémio do Totoloto, permitindo que passe a assegurar, se necessário, o pagamento de uma categoria especial de prémios do Totoloto e, afectar ao Ministério da Cultura, através do Fundo de Fomento Cultural, 3,5% do valor dos resultados líquidos de exploração dos jogos sociais", adianta a mesma fonte.
"Decorridos cerca de sete anos de exploração, com sucesso, em nove países europeus, incluindo Portugal, acordaram as organizações que exploram o jogo em comum introduzir inovações susceptíveis de lhe trazerem maior atractividade, nomeadamente com a possibilidade de realização de dois sorteios semanais, já a partir de Maio", adianta a mesma fonte.
O comunicado adianta que as alterações em questão visam "permitir que o sorteio do Euromilhões passe a ser realizado uma ou duas vezes por semana; introduzir uma nova categoria de prémios no Totoloto, cuja designação será "Número da Sorte", o que implica alterar o funcionamento do fundo de garantia do primeiro prémio do Totoloto, permitindo que passe a assegurar, se necessário, o pagamento de uma categoria especial de prémios do Totoloto e, afectar ao Ministério da Cultura, através do Fundo de Fomento Cultural, 3,5% do valor dos resultados líquidos de exploração dos jogos sociais", adianta a mesma fonte.
Tabelas de retenção na fonte para este ano já estão publicadas
O Ministério das Finanças publicou hoje no seu Portal na internet as tabelas de retenção de IRS para 2011.
As novas tabelas aplicar-se-ão ao apuramento do IRS a reter a rendimentos pagos a partir de dia 15 de Fevereiro.
Os especialistas têm alertado para um inflaccionamento das tabelas de retenção que estavam a ser aplicadas aos rendimentos de 2011, devendo agora as novas tabelas corrigir e ajustar essas diferenças.
As novas tabelas aplicar-se-ão ao apuramento do IRS a reter a rendimentos pagos a partir de dia 15 de Fevereiro.
Os especialistas têm alertado para um inflaccionamento das tabelas de retenção que estavam a ser aplicadas aos rendimentos de 2011, devendo agora as novas tabelas corrigir e ajustar essas diferenças.
Pensionistas passam a apresentar IRS pela Internet. O que fazer?
A era do IRS em papel está prestes a terminar. Mais de 500 mil pensionistas vão ter de registar-se no site da Caixa Geral de Aposentações já que a partir do ano que vem vão receber a declaração apenas pela Internet.
2011 vai ser pois o último ano que permite a declaração das pensões e deduções para efeitos de IRS ainda em papel.
O problema é que grande parte destas pessoas não sabe aceder à Internet, quanto mais manobrá-la. A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos já fez, por isso, chegar uma queixa ao primeiro-ministro a contestar esta medida.
Para o Governo, esta é uma forma de simplificar e poupar 200 mil euros em papel e em portes do correio nas cartas enviadas, até agora, a 510 mil pensionistas, segundo a TSF.
2011 vai ser pois o último ano que permite a declaração das pensões e deduções para efeitos de IRS ainda em papel.
O problema é que grande parte destas pessoas não sabe aceder à Internet, quanto mais manobrá-la. A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos já fez, por isso, chegar uma queixa ao primeiro-ministro a contestar esta medida.
Para o Governo, esta é uma forma de simplificar e poupar 200 mil euros em papel e em portes do correio nas cartas enviadas, até agora, a 510 mil pensionistas, segundo a TSF.
Bebés obrigados a ter número de contribuinte
A partir de agora, os bebés são também obrigados a ter número de contribuinte. Só assim os pais poderão deduzir as despesas que têm com os seus filhos nas declarações de IRS.
A identificação fiscal de «descendentes, ascendentes, colaterais ou beneficiários» passa a ser obrigatória já na declaração de rendimentos Modelo 3 do IRS relativa a 2010, comunicou a Direcção Geral das Contribuições e Impostos (DGCI).
Veja aqui os VÍDEOS
O Ministério das Finanças obriga os contribuintes a pedir um número fiscal para os filhos menores, mesmo os recém-nascidos, o que implica que também eles tenham cartão do cidadão.
Para efeitos de dedução à colecta, ainda são aceites, por exemplo, facturas de despesas de saúde sem identificação inscrita. Mas no futuro não será assim.
Certo é que é preciso não esquecer que passa a ser obrigatória «a identificação, em factura emitida nos termos legais, do sujeito passivo ou do membro do agregado a que se reportem, nos casos em que envolvam despesa», explicou a DGCI, num esclarecimento enviado à agência Lusa, sendo que, neste último caso não há a obrigatoriedade de identificação fiscal.
«O que se exige é que as facturas sejam, pelo menos, emitidas em nome do sujeito passivo ou membro do agregado familiar a que se reportam». Este é, de resto, «o procedimento seguido pela administração fiscal em matéria de análise das provas documentais associadas a despesas invocadas pelos contribuintes nas suas declarações fiscais».
Estas mudanças foram aprovadas no Orçamento do Estadopara 2011.E, «atendendo a que as alterações em causa têm natureza procedimental, considera-se que as mesmas entraram de imediato em vigor», diz a DGCI.
A identificação fiscal de «descendentes, ascendentes, colaterais ou beneficiários» passa a ser obrigatória já na declaração de rendimentos Modelo 3 do IRS relativa a 2010, comunicou a Direcção Geral das Contribuições e Impostos (DGCI).
Veja aqui os VÍDEOS
O Ministério das Finanças obriga os contribuintes a pedir um número fiscal para os filhos menores, mesmo os recém-nascidos, o que implica que também eles tenham cartão do cidadão.
Para efeitos de dedução à colecta, ainda são aceites, por exemplo, facturas de despesas de saúde sem identificação inscrita. Mas no futuro não será assim.
Certo é que é preciso não esquecer que passa a ser obrigatória «a identificação, em factura emitida nos termos legais, do sujeito passivo ou do membro do agregado a que se reportem, nos casos em que envolvam despesa», explicou a DGCI, num esclarecimento enviado à agência Lusa, sendo que, neste último caso não há a obrigatoriedade de identificação fiscal.
«O que se exige é que as facturas sejam, pelo menos, emitidas em nome do sujeito passivo ou membro do agregado familiar a que se reportam». Este é, de resto, «o procedimento seguido pela administração fiscal em matéria de análise das provas documentais associadas a despesas invocadas pelos contribuintes nas suas declarações fiscais».
Estas mudanças foram aprovadas no Orçamento do Estadopara 2011.E, «atendendo a que as alterações em causa têm natureza procedimental, considera-se que as mesmas entraram de imediato em vigor», diz a DGCI.
Egipto esteve 5 dias sem Internet: perderam-se 65 milhões de euros
O Egipto esteve sem Internet durante cinco dias, por determinação do Governo. Isso poderá ter custado ao país 65 milhões de euros, segundo estimativas apresentadas esta quinta-feira pela Organização para a Cooperação Económica Europeia (OCDE).
Os serviços bloqueados de telecomunicações e Internet representam cerca de 3% a 4% do Produto Interno Bruto. A previsão aponta para que tenham sido perdidos 13 milhões de euros por dia.
No entanto, avisa a OCDE, os prejuízos a longo prazo poderão ser ainda maiores, já que a decisão do Governo prejudicou as empresas de tecnologia egípcias e internacionais, tornando mais difícil conquistar novas empresas estrangeiras para investir no país.
A procura de investimento estrangeiro nestas áreas era, até agora, uma das políticas estratégicas do Governo egípcio.
O acesso à Internet começou a ser restabelecido no Cairo ontem, quarta-feira, depois na noite de quinta para sexta-feira da semana passada ter sido decretato o corte pelo regime do presidente Hosni Mubarak, na véspera de manifestações contra o Presidente Mubarak. O Presidente é
contestado na rua há mais de uma semana.
O Egipto tem cerca de 80 milhões de habitantes, dos quais 23 milhões são utilizadores da Internet.
Este corte do acesso à Internet foi o primeiro de carácter «autoritário» com uma amplitude tão vasta, afirmaram especialistas citados pela AFP. As rupturas de acesso precedentes na Birmânia em 2007 ou no Irão em 2009 durante os protestos populares tinham sido temporárias e contra alvos específicos.
Os serviços bloqueados de telecomunicações e Internet representam cerca de 3% a 4% do Produto Interno Bruto. A previsão aponta para que tenham sido perdidos 13 milhões de euros por dia.
No entanto, avisa a OCDE, os prejuízos a longo prazo poderão ser ainda maiores, já que a decisão do Governo prejudicou as empresas de tecnologia egípcias e internacionais, tornando mais difícil conquistar novas empresas estrangeiras para investir no país.
A procura de investimento estrangeiro nestas áreas era, até agora, uma das políticas estratégicas do Governo egípcio.
O acesso à Internet começou a ser restabelecido no Cairo ontem, quarta-feira, depois na noite de quinta para sexta-feira da semana passada ter sido decretato o corte pelo regime do presidente Hosni Mubarak, na véspera de manifestações contra o Presidente Mubarak. O Presidente é
contestado na rua há mais de uma semana.
O Egipto tem cerca de 80 milhões de habitantes, dos quais 23 milhões são utilizadores da Internet.
Este corte do acesso à Internet foi o primeiro de carácter «autoritário» com uma amplitude tão vasta, afirmaram especialistas citados pela AFP. As rupturas de acesso precedentes na Birmânia em 2007 ou no Irão em 2009 durante os protestos populares tinham sido temporárias e contra alvos específicos.
Egipto: Vodafone foi obrigada a divulgar mensagens oficiais
O operador britânico de telemóveis Vodafone lamentou esta quinta-feira ter sido obrigado a divulgar mensagens oficiais aos seus assinantes no Egipto, sem que as mesmas fossem claramente atribuídas ao Governo, e afirmou ter-se queixado às autoridades.
Num comunicado divulgado em Londres, citado pela Lusa, o grupo Vodafone explicou que as autoridades egípcias utilizam, desde o início das manifestações anti-governamentais, legislação que obriga os operadores de telemóveis no país (Vodafone, Mobinil e Etisalat) a transmitirem mensagens oficiais à população, sob a forma de SMS.
O grupo, que não deu pormenores sobre as mensagens, assegurou não ter qualquer controlo sobre o seu conteúdo, adiantando que se queixou às autoridades pelo facto de elas não serem claramente atribuídas ao governo. Qualificou a situação de «inaceitável».
Segundo jornalistas da agência noticiosa francesa «AFP» no Egipto, um dos SMS referia: «As forças armadas velam pela vossa segurança e não recorrerão à violência contra este grande povo».
Outro exortava «cada mãe, pai, irmã e irmão e cada cidadão honrado» a «proteger o país», enquanto um terceiro indicava: «À juventude do Egipto: desconfiem dos rumores, escutem a voz da razão, o Egipto está acima de tudo, preservem-no».
Os operadores móveis no Egipto foram igualmente obrigados por diversas vezes a suspenderem os seus serviços em certas zonas a pedido das autoridades. Estas também cortaram durante cinco dias o acesso à Internet em todo o país, para dificultar o movimento de protesto sem precedentes contra o presidente Hosni Mubarak.
Num comunicado divulgado em Londres, citado pela Lusa, o grupo Vodafone explicou que as autoridades egípcias utilizam, desde o início das manifestações anti-governamentais, legislação que obriga os operadores de telemóveis no país (Vodafone, Mobinil e Etisalat) a transmitirem mensagens oficiais à população, sob a forma de SMS.
O grupo, que não deu pormenores sobre as mensagens, assegurou não ter qualquer controlo sobre o seu conteúdo, adiantando que se queixou às autoridades pelo facto de elas não serem claramente atribuídas ao governo. Qualificou a situação de «inaceitável».
Segundo jornalistas da agência noticiosa francesa «AFP» no Egipto, um dos SMS referia: «As forças armadas velam pela vossa segurança e não recorrerão à violência contra este grande povo».
Outro exortava «cada mãe, pai, irmã e irmão e cada cidadão honrado» a «proteger o país», enquanto um terceiro indicava: «À juventude do Egipto: desconfiem dos rumores, escutem a voz da razão, o Egipto está acima de tudo, preservem-no».
Os operadores móveis no Egipto foram igualmente obrigados por diversas vezes a suspenderem os seus serviços em certas zonas a pedido das autoridades. Estas também cortaram durante cinco dias o acesso à Internet em todo o país, para dificultar o movimento de protesto sem precedentes contra o presidente Hosni Mubarak.
Lucros do Deutsche Bank caem para menos de metade
Os lucros do banco alemão Deutsche Bank caíram mais de metade no quarto trimestre e na totalidade de 2010, quando comparados com o mesmo período do ano anterior. A explicação para estes resultados está no custo para absorver o banco comercial Deutsche Postbank e em outras aquisições.
Os lucros daquele que é o maior banco alemão caíram para os 605 milhões de euros entre Outubro e Dezembro, o que compara com um lucro de 1,31 mil milhões de euros registado em igual período de 2009.
O valor registado em 2009 foi impulsionado pelos incentivos fiscais em vigor nesse período nos Estados Unidos.
No entanto, a instituição terá tido receitas líquidas de 7,43 mil milhões de euros no quarto trimestre do ano, o que representa um valor recorde para o último trimestre do ano e um aumento de 34% face ao registado em igual período de 2009, quando as receitas líquidas atingiram os 5,54 mil milhões de euros.
O banco explica a quebra nos seus resultados com a consolidação do Postbank nas contas do Deutsche Bank. «Foi um ano de investimento e de mudança», disse o seu presidente executivo, Josef Ackermann, citado pela Lusa.
«Melhorámos na generalidade a nossa posição no mercado global e estamos eminentemente bem colocados para continuar a crescer».
Em Setembro, o Deutsche Bank assimilou na totalidade o Postbank, uma decisão com vista a reforçar a posição do banco no seu mercado doméstico e a alargar a sua base de receitas. A aquisição foi apoiada por um aumento de capital de 10,2 mil milhões de euros.
Santander: resultados em Portugal baixam 14% para 456 milhões
No dia em que o banco Santander anunciou que registou uma queda nos resultados de 8,5 por cento durante o ano de 2010, anunciou igualmente que os resultados em Portugal desceram 14 por cento para 456 milhões de euros.
No entanto, os resultados em Portugal vão ser anunciados, oficialmente, na próxima terça-feira.
Esta manhã o banco espanhol Santander anunciou ao regulador do mercado que obteve lucros de 8.181 milhões de euros em 2010, menos 8,5% do que no ano anterior.
Numa notificação à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV), o banco refere que o resultado foi afectado pela entrada em vigor, no terceiro trimestre do ano, da circular do Banco de Espanha sobre provisões, que acabou por ter um impacto líquido de 472 milhões de euros nas contas da entidade.
No entanto, para Emílio Botin, presidente do Santander, os resultados obtidos voltam a colocar o banco «nos primeiros lugares da banca mundial», tendo conseguido superar os 8.000 milhões de euros de lucros pelo quarto ano consecutivo.
No entanto, os resultados em Portugal vão ser anunciados, oficialmente, na próxima terça-feira.
Esta manhã o banco espanhol Santander anunciou ao regulador do mercado que obteve lucros de 8.181 milhões de euros em 2010, menos 8,5% do que no ano anterior.
Numa notificação à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV), o banco refere que o resultado foi afectado pela entrada em vigor, no terceiro trimestre do ano, da circular do Banco de Espanha sobre provisões, que acabou por ter um impacto líquido de 472 milhões de euros nas contas da entidade.
No entanto, para Emílio Botin, presidente do Santander, os resultados obtidos voltam a colocar o banco «nos primeiros lugares da banca mundial», tendo conseguido superar os 8.000 milhões de euros de lucros pelo quarto ano consecutivo.
Transportes: empresas públicas e privadas paralisam na próxima semana
As empresas públicas de transportes iniciam na segunda-feira uma semana de greves contra os cortes nas remunerações impostos pelo Governo, a que também se juntarão transportadoras privadas, que contestam o congelamento dos salários.
Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa dão o pontapé de saída na jornada de protestos e paralisam na segunda-feira, entre as 06h30 e as 11h30.
Na terça-feira não haverá trabalhadores em greve, mas no dia seguinte param os trabalhadores da Transtejo, da Carris e da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP), disse à Lusa o coordenador da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores dos Transportes (Fectrans), Amável Alves.
Na Transtejo, empresa responsável pelas ligações fluviais entre Lisboa e a Margem Sul, os trabalhadores vão parar três horas por turno.
Sector ferroviário pára quinta-feira
Na Carris, o pré-aviso abrange o período de trabalho entre as 10h00 e as 14h00 e na STCP entre as 09h30 e as 14h00, estando prevista a realização de plenários de trabalhadores nas duas empresas.
Na quinta-feira é a vez de paralisarem as empresas do sector ferroviário. Na CP, CP Carga, Refer e Empresa de Manutenção e Equipamento Ferroviário (EMEF) a greve abrange todo o período de trabalho, com excepção dos «trabalhadores de tracção», onde se incluem os maquinistas, que param entre as 05h00 e as 09h00.
Os CTT também se juntam aos protestos, com os trabalhadores a paralisarem três horas por turno na quinta-feira. Os sindicatos constatam o corte de remunerações previsto no Orçamento do Estado, que abrangem os funcionários públicos e o sector empresarial do Estado.
Na sexta-feira, as empresas privadas associam-se aos protestos, como explicou Amável Alves.
Na Soflusa, que faz as ligações fluviais entre o Barreiro e Lisboa, os trabalhadores fazem greve duas horas por turno e a Rodoviária de Entre Douro e Minho, em Braga, e a Rodoviária da Beira Interior, na zona de Coimbra, param entre as 03h00 e as 14h00.
O coordenador da Fectrans disse que foi entregue à Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP) um pré-aviso de greve que tem como objectivo permitir que os trabalhadores das transportadoras associadas participar em plenários «e entreguem propostas reivindicativas às entidades patronais».
Os trabalhadores das empresas privadas reivindicam aumentos salariais. «No ano passado não houve aumentos salariais e este ano vai no mesmo caminho. É uma forma de pressionar as entidades patronais para que haja aumentos salariais, tendo em conta que há um bloqueio generalizado da contratação colectiva», disse Amável Alves.
Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa dão o pontapé de saída na jornada de protestos e paralisam na segunda-feira, entre as 06h30 e as 11h30.
Na terça-feira não haverá trabalhadores em greve, mas no dia seguinte param os trabalhadores da Transtejo, da Carris e da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP), disse à Lusa o coordenador da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores dos Transportes (Fectrans), Amável Alves.
Na Transtejo, empresa responsável pelas ligações fluviais entre Lisboa e a Margem Sul, os trabalhadores vão parar três horas por turno.
Sector ferroviário pára quinta-feira
Na Carris, o pré-aviso abrange o período de trabalho entre as 10h00 e as 14h00 e na STCP entre as 09h30 e as 14h00, estando prevista a realização de plenários de trabalhadores nas duas empresas.
Na quinta-feira é a vez de paralisarem as empresas do sector ferroviário. Na CP, CP Carga, Refer e Empresa de Manutenção e Equipamento Ferroviário (EMEF) a greve abrange todo o período de trabalho, com excepção dos «trabalhadores de tracção», onde se incluem os maquinistas, que param entre as 05h00 e as 09h00.
Os CTT também se juntam aos protestos, com os trabalhadores a paralisarem três horas por turno na quinta-feira. Os sindicatos constatam o corte de remunerações previsto no Orçamento do Estado, que abrangem os funcionários públicos e o sector empresarial do Estado.
Na sexta-feira, as empresas privadas associam-se aos protestos, como explicou Amável Alves.
Na Soflusa, que faz as ligações fluviais entre o Barreiro e Lisboa, os trabalhadores fazem greve duas horas por turno e a Rodoviária de Entre Douro e Minho, em Braga, e a Rodoviária da Beira Interior, na zona de Coimbra, param entre as 03h00 e as 14h00.
O coordenador da Fectrans disse que foi entregue à Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP) um pré-aviso de greve que tem como objectivo permitir que os trabalhadores das transportadoras associadas participar em plenários «e entreguem propostas reivindicativas às entidades patronais».
Os trabalhadores das empresas privadas reivindicam aumentos salariais. «No ano passado não houve aumentos salariais e este ano vai no mesmo caminho. É uma forma de pressionar as entidades patronais para que haja aumentos salariais, tendo em conta que há um bloqueio generalizado da contratação colectiva», disse Amável Alves.
Portugal é o país onde mais cedo se compra carro novo
Portugal é o país europeu onde se adquire mais cedo um veículo novo, com a idade média dos compradores a situar-se nos 43 anos, contra a média europeia de 50 anos, conclui um estudo sobre o mercado automóvel.
Elaborado pela Cetelem para analisar o comportamento de compra automóvel dos jovens de oito países europeus, o trabalho conclui ainda que 20% dos jovens portugueses com menos de 30 anos compra carros novos, bastante acima da média europeia de 11%.
Do estudo resulta ainda que os jovens europeus optam preferencialmente pelo segmento dos usados.
Para além de Portugal, que ocupa a liderança, também Espanha e, «de forma menos vincada», Itália sobressaem devido à grande percentagem de jovens com menos de 30 anos que compram carros novos: 20% em Portugal, 17% em Espanha e 15% em Itália, escreve a Lusa.
«A permanência mais prolongada em casa dos pais permite aos jovens do sul da Europa evitar uma série de despesas impositivas e importantes (como a renda e alimentação) e consagrar um orçamento mais elevado ao automóvel», lê-se no estudo.
O Reino Unido e a Polónia registam, pelo contrário, a menor proporção de indivíduos com menos de 30 anos que compram carros novos, com um nível inferior a 7,5%.
Polacos, franceses e ingleses adeptos de carros usados
Entre as principais conclusões da 5.ª edição do Observador Cetelem conta-se ainda «o facto de os jovens procurarem mais o mercado de veículos usados: 63 por cento dos indivíduos com menos de 30 anos que adquiriram carro compraram um usado, o que representa uma taxa de 18 pontos percentuais superior à registada entre os indivíduos com mais de 50 anos».
A Polónia, França e Reino Unido destacam-se como os mercados com mais adeptos de carros usados entre os jovens, já que mais de três quartos dos indivíduos com menos de 30 anos adquirem o seu veículo neste mercado.
Segundo o estudo, em termos de volume o mercado de usados tem uma dimensão superior à do mercado de novos, estando esta diferença «bem patente em Portugal e no Reino Unido, onde por cada veículo novo vendido, são vendidos 3,5 veículos usados».
Já a França surge numa «situação intermédia», com 2,3 veículos usados por cada veículo novo, enquanto na Espanha, Bélgica e Alemanha se observam os rácios de veículo usado/veículo novo mais reduzidos.
«A compra de um veículo novo é um acto excepcional para os europeus com menos de 30 anos. Os meios de acesso ao mercado de veículos novos aumentam com a idade, acompanhando a evolução das necessidades (estabilidade profissional, melhoria do nível de vida, vida em comum, nascimento do primeiro filho)», sustenta o estudo.
«Numa fase posterior - continua - a saída dos filhos do lar familiar e o auge da carreira profissional antes da reforma marcam o surgimento de novas necessidades e de novos meios, que fazem do grupo etário dos 45-60 anos o verdadeiro alvo da indústria automóvel».
O trabalho foi realizado com base em inquéritos realizados junto de 4.800 europeus, durante Julho de 2010, na Alemanha, França, Reino Unido, Espanha, Itália, Portugal, Bélgica e Polónia.
Elaborado pela Cetelem para analisar o comportamento de compra automóvel dos jovens de oito países europeus, o trabalho conclui ainda que 20% dos jovens portugueses com menos de 30 anos compra carros novos, bastante acima da média europeia de 11%.
Do estudo resulta ainda que os jovens europeus optam preferencialmente pelo segmento dos usados.
Para além de Portugal, que ocupa a liderança, também Espanha e, «de forma menos vincada», Itália sobressaem devido à grande percentagem de jovens com menos de 30 anos que compram carros novos: 20% em Portugal, 17% em Espanha e 15% em Itália, escreve a Lusa.
«A permanência mais prolongada em casa dos pais permite aos jovens do sul da Europa evitar uma série de despesas impositivas e importantes (como a renda e alimentação) e consagrar um orçamento mais elevado ao automóvel», lê-se no estudo.
O Reino Unido e a Polónia registam, pelo contrário, a menor proporção de indivíduos com menos de 30 anos que compram carros novos, com um nível inferior a 7,5%.
Polacos, franceses e ingleses adeptos de carros usados
Entre as principais conclusões da 5.ª edição do Observador Cetelem conta-se ainda «o facto de os jovens procurarem mais o mercado de veículos usados: 63 por cento dos indivíduos com menos de 30 anos que adquiriram carro compraram um usado, o que representa uma taxa de 18 pontos percentuais superior à registada entre os indivíduos com mais de 50 anos».
A Polónia, França e Reino Unido destacam-se como os mercados com mais adeptos de carros usados entre os jovens, já que mais de três quartos dos indivíduos com menos de 30 anos adquirem o seu veículo neste mercado.
Segundo o estudo, em termos de volume o mercado de usados tem uma dimensão superior à do mercado de novos, estando esta diferença «bem patente em Portugal e no Reino Unido, onde por cada veículo novo vendido, são vendidos 3,5 veículos usados».
Já a França surge numa «situação intermédia», com 2,3 veículos usados por cada veículo novo, enquanto na Espanha, Bélgica e Alemanha se observam os rácios de veículo usado/veículo novo mais reduzidos.
«A compra de um veículo novo é um acto excepcional para os europeus com menos de 30 anos. Os meios de acesso ao mercado de veículos novos aumentam com a idade, acompanhando a evolução das necessidades (estabilidade profissional, melhoria do nível de vida, vida em comum, nascimento do primeiro filho)», sustenta o estudo.
«Numa fase posterior - continua - a saída dos filhos do lar familiar e o auge da carreira profissional antes da reforma marcam o surgimento de novas necessidades e de novos meios, que fazem do grupo etário dos 45-60 anos o verdadeiro alvo da indústria automóvel».
O trabalho foi realizado com base em inquéritos realizados junto de 4.800 europeus, durante Julho de 2010, na Alemanha, França, Reino Unido, Espanha, Itália, Portugal, Bélgica e Polónia.
BCE: bancos devem reter lucros se necessário
É importante que os bancos continuem a aumentar a cedência de crédito ao sector privado, num ambiente de crescente procura, defende o presidente do Banco Central Europeu (BCE).
Para responder a este desafio, diz Jean-Claude Trichet, «onde for necessário, é essencial que os bancos retenham os lucros, recorrerem ao mercado para fortalecerem mais as suas bases de capital ou aproveitar na totalidade as medidas de apoio governamental para se recapitalizarem».
O presidente do banco central, que falava na habitual conferência de imprensa que se segue à reunião de política monetária, assegurou ainda que o abastecimento de liquidez vai ser ajustado à medida que for considerado apropriado, sem esquecer, no entanto, que «todas as medidas não convencionais tomadas num período de tensões agudas no mercado financeiro são, por definição, temporárias».
Comentando a elevada dependência que os bancos da Zona Euro ainda têm relativamente à liquidez fornecida pelo BCE, Trichet admite que «é certamente um tema em cima da mesa e estamos a observá-lo com muita atenção, com a forte orientação que, progressivamente, e tendo em conta todas as circunstâncias, as diferentes circunstâncias em toda a Zona Euro, esta dependência deverá ser progressivamente eliminada. É um assunto em curso».
No entanto, o banqueiro suíço acredita que «o mercado de dinheiro parece estar a dar sinais de estar a funcionar melhor».
Para responder a este desafio, diz Jean-Claude Trichet, «onde for necessário, é essencial que os bancos retenham os lucros, recorrerem ao mercado para fortalecerem mais as suas bases de capital ou aproveitar na totalidade as medidas de apoio governamental para se recapitalizarem».
O presidente do banco central, que falava na habitual conferência de imprensa que se segue à reunião de política monetária, assegurou ainda que o abastecimento de liquidez vai ser ajustado à medida que for considerado apropriado, sem esquecer, no entanto, que «todas as medidas não convencionais tomadas num período de tensões agudas no mercado financeiro são, por definição, temporárias».
Comentando a elevada dependência que os bancos da Zona Euro ainda têm relativamente à liquidez fornecida pelo BCE, Trichet admite que «é certamente um tema em cima da mesa e estamos a observá-lo com muita atenção, com a forte orientação que, progressivamente, e tendo em conta todas as circunstâncias, as diferentes circunstâncias em toda a Zona Euro, esta dependência deverá ser progressivamente eliminada. É um assunto em curso».
No entanto, o banqueiro suíço acredita que «o mercado de dinheiro parece estar a dar sinais de estar a funcionar melhor».
Brent mantém negociação do barril nos 101 dólares
A escalada nos preços do petróleo continua e, se atendermos aos conflitos crescentes que se têm vivido no Egipto, pode não ficar por aqui. O barril de Brent que negoceia em Londres esteve, esta manhã, no patamar dos 103 dólares.
Neste momento, o tom já é vermelho, com o barril de Brent a recuar 0,54 por cento para 101,79 euros.
Em Nova Iorque, o crude desce 0,72 por cento, com cada barril a valer 90,21 dólares.
Neste momento, o tom já é vermelho, com o barril de Brent a recuar 0,54 por cento para 101,79 euros.
Em Nova Iorque, o crude desce 0,72 por cento, com cada barril a valer 90,21 dólares.
Dívida: sucesso do leilão é «sinal positivo para o país»
O ministro da Economia, Vieira da Silva, considerou esta quinta-feira que o leilão da dívida pública portuguesa realizado ontem foi um sucesso e «é um sinal positivo para o país», que demonstra a determinação do Governo em obter resultados.
Portugal colocou quarta-feira 1.255 milhões de euros num leilão de duas linhas de Bilhetes do Tesouro, pagando juros mais baixos nas duas maturidades, a seis e doze meses, com a procura mais forte no prazo mais curto e com uma forte procura externa.
«Nos últimos tempos temos assistido com muita intensidade a muitos responsáveis de sectores chave da nossa economia, como o sector financeiro, a valorizarem aquilo que é o esforço que Portugal está a fazer para resolver os problemas do financiamento externo da nossa economia», disse Viera da Silva esta manhã, citado pela Lusa, após um pequeno-almoço com jornalistas, no Ministério da Economia.
Segundo o governante, o sucesso de mais um leilão - o terceiro de Bilhetes do Tesouro desde o início do ano - «é um sinal positivo para o país», cujos dados «vêm reforçar a ideia de que Portugal pode resolver os seus problemas».
Destacando que «tem sido um caminho claramente de afirmação da determinação do Governo, não apenas em palavras, mas concretizado em resultados», o ministro reiterou que «com estes resultados Portugal está a reduzir riscos, a melhorar o financiamento das empresas e das famílias».
De acordo com os dados do Instituto da Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), disponibilizados pela «Bloomberg», Portugal colocou 800 milhões de euros na linha de BT com maturidade a doze meses, com uma taxa de juro média de 3.710 por cento, e com a procura a ser 2,6 vezes a oferta.
No caso da linha de BT a seis meses, foram colocados 455 milhões de euros, com uma taxa de juro média de 2,984%, e com a procura a ser mais forte, fixando-se em 4,8 vezes a oferta.
Portugal colocou quarta-feira 1.255 milhões de euros num leilão de duas linhas de Bilhetes do Tesouro, pagando juros mais baixos nas duas maturidades, a seis e doze meses, com a procura mais forte no prazo mais curto e com uma forte procura externa.
«Nos últimos tempos temos assistido com muita intensidade a muitos responsáveis de sectores chave da nossa economia, como o sector financeiro, a valorizarem aquilo que é o esforço que Portugal está a fazer para resolver os problemas do financiamento externo da nossa economia», disse Viera da Silva esta manhã, citado pela Lusa, após um pequeno-almoço com jornalistas, no Ministério da Economia.
Segundo o governante, o sucesso de mais um leilão - o terceiro de Bilhetes do Tesouro desde o início do ano - «é um sinal positivo para o país», cujos dados «vêm reforçar a ideia de que Portugal pode resolver os seus problemas».
Destacando que «tem sido um caminho claramente de afirmação da determinação do Governo, não apenas em palavras, mas concretizado em resultados», o ministro reiterou que «com estes resultados Portugal está a reduzir riscos, a melhorar o financiamento das empresas e das famílias».
De acordo com os dados do Instituto da Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), disponibilizados pela «Bloomberg», Portugal colocou 800 milhões de euros na linha de BT com maturidade a doze meses, com uma taxa de juro média de 3.710 por cento, e com a procura a ser 2,6 vezes a oferta.
No caso da linha de BT a seis meses, foram colocados 455 milhões de euros, com uma taxa de juro média de 2,984%, e com a procura a ser mais forte, fixando-se em 4,8 vezes a oferta.
Estão a roubar domínio do Internet Explorer e Firefox
Janeiro já é um marco na história do Google Chrome. No mês passado, o browser superou pela primeira vez os 10% de quota de mercado. Já tinha chegado lá perto em Dezembro, mas só agora alcançou esse feito, segundo os dados da empresa Net Applications.
O Internet Explorer da Microsoft continua a deter a fatia de leão (56%). Segue-se o Firefox (22,75%), o Chrome com 10,7%, o Safari (6,3%) e Opera (2,28%).
Ainda assim, a verdade é que o domínio do IE tem vindo a diminuir de mês para mês, caindo dos 57,08% registados em Novembro. O Firefox manteve-se estável, enquanto o Safari subiu 0,4% e o Opera 0,05%.
O Internet Explorer da Microsoft continua a deter a fatia de leão (56%). Segue-se o Firefox (22,75%), o Chrome com 10,7%, o Safari (6,3%) e Opera (2,28%).
Ainda assim, a verdade é que o domínio do IE tem vindo a diminuir de mês para mês, caindo dos 57,08% registados em Novembro. O Firefox manteve-se estável, enquanto o Safari subiu 0,4% e o Opera 0,05%.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Declaração do IRS tem novos prazos para entrega
Os contribuintes que pretendam entregar a declaração do IRS, relativa a 2010, pelainternet, e que sejam trabalhadores dependentes e, ou, pensionistas podem fazê-lo durante o mês de Abril de 2011, anunciou hoje o Ministério das Finanças em comunicado.
No entanto, no caso de preferir entregar a declaração em papel, sendo trabalhador dependente ou pensionista, pode fazê-lo durante o mês de Março.
Para os pensionistas e trabalhadores dependentes que tenham activos mobiliários, a declaração de rendimentos terá de ser feita na segunda fase.
Os trabalhadores independentes têm de entregar a declaração de IRS, durante o mês de Maio pela internet, ou durante o mês de Abril, no caso de as declarações serem entregues no suporte papel.
O Ministério das Finanças alerta ainda para passou a ser obrigatória a indicação do Número de Identificação Fiscal (NIF) de todos os dependentes, ascendentes e colaterais para os quais sejam invocadas deduções.
No entanto, no caso de preferir entregar a declaração em papel, sendo trabalhador dependente ou pensionista, pode fazê-lo durante o mês de Março.
Para os pensionistas e trabalhadores dependentes que tenham activos mobiliários, a declaração de rendimentos terá de ser feita na segunda fase.
Os trabalhadores independentes têm de entregar a declaração de IRS, durante o mês de Maio pela internet, ou durante o mês de Abril, no caso de as declarações serem entregues no suporte papel.
O Ministério das Finanças alerta ainda para passou a ser obrigatória a indicação do Número de Identificação Fiscal (NIF) de todos os dependentes, ascendentes e colaterais para os quais sejam invocadas deduções.
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