Os líderes dos bancos centrais do mundo estão de acordo para lutar contra a inflação, disse esta segunda-feira o presidente do Banco Central Europeu (BCE), referindo ainda que há sinais claros de pressões inflacionistas nas economias emergentes.
«Estamos a ver claras ameaças inflacionistas, particularmente visíveis nas economias emergentes», disse Trichet, citado pela Lusa, no final de uma reunião do Banco de Pagamentos Internacionais (BPI).
Trichet afirmou também que, no encontro do BPI, ficou no ar o compromisso dos representantes dos bancos centrais em lutar contra a inflação.
Os banqueiros centrais estão «muito apostados em ancorar as expectativas inflacionistas», disse Trichet.«Há um sentido de união nesse objectivo», acrescentou.
As maiores economias emergentes conseguiram escapar aos piores efeitos da crise económica e financeira global de 2008, mas arriscam-se agora a sobreaquecer, devido às baixas taxas de juro e aos fluxos de capital vindos das economias desenvolvidas.
Trichet defendeu que a melhor forma de lutar contra os riscos de inflação é resolver os desequilíbrios económicos globais.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Preços dos combustíveis em máximos. Porquê?
Os aumentos do litro de gasolina e gasóleo, decididos pelas petrolíferas este fim-de-semana, reflectem a média das cotações dos produtos refinados da semana passada. A justificação foi dada à Lusa pelas empresas do sector.
Os preços do gasóleo e da gasolina sofreram esta segunda-feira subidas até três cêntimos, aumentos que, de acordo com a Galp, Repsol e Cepsa, se deve à escalada das cotações dos produtos refinados na semana de 28 a 4 de Março.
Na semana passada, a cotação média da gasolina 95 nos mercados que servem de referência à única empresa que refina em Portugal - a Galp - foi de 706,2 euros, mais de 15 euros acima dos 688,3 euros da média da semana anterior.
Já a cotação média do gasóleo foi de 705,1 euros por tonelada métrica, 30 euros acima dos 675,1 euros da média da semana anterior.
A sessão de sexta-feira marcou mesmo um novo máximo de dois anos e meio no preço da gasolina refinada, com a tonelada métrica de gasolina 95 a atingir os 723,3 euros. O combustível não chegava a este valor desde 16 de Julho de 2008, no pico da crise dos combustíveis.
O máximo histórico de sempre da tonelada de gasolina 95 é de 759,3 euros, atingidos a 3 de Julho de 2008.
A média nacional do preço da gasolina 95 foi, na semana passada, a mais alta de sempre: 1,531 euros, acima da média da semana de 18 de Julho de 2008.
No gasóleo, a média do preço do litro foi de 1,374 euros, ainda abaixo do máximo histórico de 1,428 de 11 de Julho de 2008.
Os preços do gasóleo e da gasolina sofreram esta segunda-feira subidas até três cêntimos, aumentos que, de acordo com a Galp, Repsol e Cepsa, se deve à escalada das cotações dos produtos refinados na semana de 28 a 4 de Março.
Na semana passada, a cotação média da gasolina 95 nos mercados que servem de referência à única empresa que refina em Portugal - a Galp - foi de 706,2 euros, mais de 15 euros acima dos 688,3 euros da média da semana anterior.
Já a cotação média do gasóleo foi de 705,1 euros por tonelada métrica, 30 euros acima dos 675,1 euros da média da semana anterior.
A sessão de sexta-feira marcou mesmo um novo máximo de dois anos e meio no preço da gasolina refinada, com a tonelada métrica de gasolina 95 a atingir os 723,3 euros. O combustível não chegava a este valor desde 16 de Julho de 2008, no pico da crise dos combustíveis.
O máximo histórico de sempre da tonelada de gasolina 95 é de 759,3 euros, atingidos a 3 de Julho de 2008.
A média nacional do preço da gasolina 95 foi, na semana passada, a mais alta de sempre: 1,531 euros, acima da média da semana de 18 de Julho de 2008.
No gasóleo, a média do preço do litro foi de 1,374 euros, ainda abaixo do máximo histórico de 1,428 de 11 de Julho de 2008.
Crise da dívida vai ditar saída(s) do euro
A Zona Euro vai sobreviver à crise da dívida europeia e até sair dela mais preparada para choques futuros. No entanto, pelo menos um país deixará a moeda única - e não deverá ser Portugal.
«Um ou dois países devem sair da Zona Euro. Não sei se Portugal será um deles, mas ficaria surpreendido se isso acontecesse. Não está no topo da minha lista», disse à Lusa o ex-economista chefe do Fundo Monetário Internacional e actual professor da escola de gestão Sloan, do Massachussetts Institute of Technology (MIT), Simon Johnson.
Na verdade, «acho que a maioria da zona euro se aguenta, que encontrará regras fiscais comuns e de supervisão, para um sistema financeiro mais forte».
No topo das prioridades, defende, deveria estar o sistema financeiro da região do euro, que se tornou demasiado grande em relação à economia, e que enfrenta questões sobre a sua exposição às economias periféricas e, consequentemente, do valor dos seus activos.
«Os bancos que também se tornaram poderosos demais e precisam absolutamente e desesperadamente de mais capitais. Isso é verdade em Portugal e Espanha e no resto da Zona Euro».
«Gerir a zona euro com bancos subcapitalizados é pedir sarilhos e sarilhos para todos na sociedade».
Mais do que o próximo Conselho Europeu ou outros anteriores, o que está a ditar a resposta europeia e a criação de mecanismos de contenção da crise e de resposta é o factor «pressão».
«Espero que façam progressos quando houver a próxima crise, quando houver pressão dos mercados. Essa infelizmente é a forma como operam e cria riscos substanciais para eles próprios e para o resto do mundo».
Este fim-de-semana surgiu já o alerta de que o risco de nova crise financeira existe mesmo.
«Um ou dois países devem sair da Zona Euro. Não sei se Portugal será um deles, mas ficaria surpreendido se isso acontecesse. Não está no topo da minha lista», disse à Lusa o ex-economista chefe do Fundo Monetário Internacional e actual professor da escola de gestão Sloan, do Massachussetts Institute of Technology (MIT), Simon Johnson.
Na verdade, «acho que a maioria da zona euro se aguenta, que encontrará regras fiscais comuns e de supervisão, para um sistema financeiro mais forte».
No topo das prioridades, defende, deveria estar o sistema financeiro da região do euro, que se tornou demasiado grande em relação à economia, e que enfrenta questões sobre a sua exposição às economias periféricas e, consequentemente, do valor dos seus activos.
«Os bancos que também se tornaram poderosos demais e precisam absolutamente e desesperadamente de mais capitais. Isso é verdade em Portugal e Espanha e no resto da Zona Euro».
«Gerir a zona euro com bancos subcapitalizados é pedir sarilhos e sarilhos para todos na sociedade».
Mais do que o próximo Conselho Europeu ou outros anteriores, o que está a ditar a resposta europeia e a criação de mecanismos de contenção da crise e de resposta é o factor «pressão».
«Espero que façam progressos quando houver a próxima crise, quando houver pressão dos mercados. Essa infelizmente é a forma como operam e cria riscos substanciais para eles próprios e para o resto do mundo».
Este fim-de-semana surgiu já o alerta de que o risco de nova crise financeira existe mesmo.
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Economia e Finanças
Petróleo prega rasteira às bolsas
A bolsa de Lisboa fechou a sessão desta segunda-feira no vermelho, a seguir a tendências das principais praças mundiais, pressionadas pela escalada dos preços do petróleo, imparáveis perante o intensificar dos conflitos na Líbia.
O principal índice bolsista, PSI20, desvalorizou 0,07%, para os 7.897,23 pontos, abaixo das perdas na Europa que atingiram os 0,74% de Paris.
Também em Wall Street, o dia é negativo: Dow Jones perde 0,64% e Nasdaq recua 1,75%.
Já em Lisboa, a pressionar a bolsa estiveram as acções do sector financeiro, mais vulnerável à subida dos juros da dívida pública, que hoje se aproximam de valores recorde, e no dia em que o Banco de Portugal divulgou as dificuldades de financiamento da banca.
BPI perdeu 0,50%, para os 1,39 euros, e BES deslizou 0,83%, com cada acção a valer 3,19 euros.
Já o BCP contrariou a tendência e ficou mesmo entre as cotadas que mais subiu na sessão de hoje: avançou 0,80%, com cada acção a custar 0,62 euros, e a impedir maiores queda do PSI20.
Na energia, o dia também começou positivo, mas acabou por corrigir: a EDP, que chegou a valorizar mais de 1%, ficou inalterada nos 2,75 euros, e a Galp perdeu 0,06%, apesar de ambas as empresas terem sido alvo de recomendações positivas.
Últimos destaques para a Jerónimo Martins e Cimpor que perderam 1,2% e lideraram quedas num dia de fraca liquidez por ser véspera de Carnaval: foram negociadas pouco mais de 38 milhões de acções.
O principal índice bolsista, PSI20, desvalorizou 0,07%, para os 7.897,23 pontos, abaixo das perdas na Europa que atingiram os 0,74% de Paris.
Também em Wall Street, o dia é negativo: Dow Jones perde 0,64% e Nasdaq recua 1,75%.
Já em Lisboa, a pressionar a bolsa estiveram as acções do sector financeiro, mais vulnerável à subida dos juros da dívida pública, que hoje se aproximam de valores recorde, e no dia em que o Banco de Portugal divulgou as dificuldades de financiamento da banca.
BPI perdeu 0,50%, para os 1,39 euros, e BES deslizou 0,83%, com cada acção a valer 3,19 euros.
Já o BCP contrariou a tendência e ficou mesmo entre as cotadas que mais subiu na sessão de hoje: avançou 0,80%, com cada acção a custar 0,62 euros, e a impedir maiores queda do PSI20.
Na energia, o dia também começou positivo, mas acabou por corrigir: a EDP, que chegou a valorizar mais de 1%, ficou inalterada nos 2,75 euros, e a Galp perdeu 0,06%, apesar de ambas as empresas terem sido alvo de recomendações positivas.
Últimos destaques para a Jerónimo Martins e Cimpor que perderam 1,2% e lideraram quedas num dia de fraca liquidez por ser véspera de Carnaval: foram negociadas pouco mais de 38 milhões de acções.
Euro perde velocidade
A moeda única europeia já perdeu alguma velocidade face ao dólar, embora se mantenha ainda no patamar dos 1,40 dólares.
O dólar está mais forte com o optimismo em relação à economia dos EUA, fazendo a moeda única baixar o ritmo de escalada que a colocou esta manhã no valor mais alto registado em quatro meses, negociando agora nos 1,4005 dólares.
A impedir uma maior desenvoltura nas negociações da moeda única está também a pressão sobre a crise da dívida soberana na Europa.
A Grécia levou hoje com um corte de rating em três níveis por parte da Moody`s. Na Irlanda, o novo Governo pode vir a criar leis para permitir a reestruturação de obrigações bancárias seniores ou o nível de dívida do país arrisca tornar-se «insustentável».
Em relação a Portugal, as opiniões diferem: um ex-economista do FMI entende que deveríamos recorrer já à ajuda externa, enquanto o presidente do fundo de resgate afasta esse cenário. Pelo menos para já.
O dólar está mais forte com o optimismo em relação à economia dos EUA, fazendo a moeda única baixar o ritmo de escalada que a colocou esta manhã no valor mais alto registado em quatro meses, negociando agora nos 1,4005 dólares.
A impedir uma maior desenvoltura nas negociações da moeda única está também a pressão sobre a crise da dívida soberana na Europa.
A Grécia levou hoje com um corte de rating em três níveis por parte da Moody`s. Na Irlanda, o novo Governo pode vir a criar leis para permitir a reestruturação de obrigações bancárias seniores ou o nível de dívida do país arrisca tornar-se «insustentável».
Em relação a Portugal, as opiniões diferem: um ex-economista do FMI entende que deveríamos recorrer já à ajuda externa, enquanto o presidente do fundo de resgate afasta esse cenário. Pelo menos para já.
Petróleo sobe 1% nos mercados internacionais
As cotações do petróleo continuam a disparar nos mercados internacionais. Em Nova Iorque, o crude escalou para o valor mais alto em 29 meses, reflectindo ainda os confrontos violentos que se fazem sentir na Líbia.
Neste momento, o Brent do Mar do Norte, que serve de referência às importações portuguesas está a subir 1,11 por cento para 117,26 dólares.
Em Nova Iorque, o crude está a somar 1,3 por cento, com cada barril a valer 105,78 dólares.
Note-se que o Citigroup reviu em alta a sua estimativa para o preço médio do Brent em 2011, de 90 para 105 dólares por barril, aumentando ainda a previsão para o próximo ano para os 100 dólares, segundo a Bloomberg. O Commerzbank AG tem outros números: o barril Brent deverá custar 120 dólares no segundo trimestre.
Esta segunda-feira, o director de exploração e produção da Repsol, afirmou que os produtores de petróleo vão conseguir aumentar os níveis de exploração para substituir eventuais falhas de produção na Líbia.
Neste momento, o Brent do Mar do Norte, que serve de referência às importações portuguesas está a subir 1,11 por cento para 117,26 dólares.
Em Nova Iorque, o crude está a somar 1,3 por cento, com cada barril a valer 105,78 dólares.
Note-se que o Citigroup reviu em alta a sua estimativa para o preço médio do Brent em 2011, de 90 para 105 dólares por barril, aumentando ainda a previsão para o próximo ano para os 100 dólares, segundo a Bloomberg. O Commerzbank AG tem outros números: o barril Brent deverá custar 120 dólares no segundo trimestre.
Esta segunda-feira, o director de exploração e produção da Repsol, afirmou que os produtores de petróleo vão conseguir aumentar os níveis de exploração para substituir eventuais falhas de produção na Líbia.
sexta-feira, 4 de março de 2011
iPad 2 ainda nem chegou mas vai arrasar PC
A era dos PC`s já era. O aparecimento dos tablets fez tremer o domínio dos computadores tradicionais e agora que o iPad 2 está prestes a aterrar no mercado as vendas de PC`s vão sentir um corte bem mais drástico. É o que diz a Gartner, estimando que o paradigma vai mudar nos próximos dois anos. A era vai passar a ser, definitivamente, a dos tablets.
E isto tanto nos EUA (normalmente pioneiros em tudo) como na Europa. O iPad 2 chega já a 25 de Março ao Velho Continente.
Estas novas invenções tecnológicas têm revelado «as limitações dos PC`s», diz a Gartner, ou porque não oferecem a portabilidade desejada, ou porque têm uma duração de bateria que deixa muito a desejar, mesmo em relação aos smartphones.
Dois dias depois do lançamento da segunda versão do iPad da Apple, o director da Gartner, Ranjit Atwal, veio baixar a previsão para o número de computadores - excluindo os tablets - que vendidos este ano. Serão «apenas» 387,8 milhões, mais 10,5% do que em 2010, mas abaixo das estimativas iniciais, que apontavam para uma escalada de 15,9% (406,6 milhões), escreve o «Guardian».
Já em relação aos tablets, as projecções foram revistas em alta para 54,8 milhões de equipamentos comercializados. E tudo aponta para que seja sempre a subir.
E isto tanto nos EUA (normalmente pioneiros em tudo) como na Europa. O iPad 2 chega já a 25 de Março ao Velho Continente.
Estas novas invenções tecnológicas têm revelado «as limitações dos PC`s», diz a Gartner, ou porque não oferecem a portabilidade desejada, ou porque têm uma duração de bateria que deixa muito a desejar, mesmo em relação aos smartphones.
Dois dias depois do lançamento da segunda versão do iPad da Apple, o director da Gartner, Ranjit Atwal, veio baixar a previsão para o número de computadores - excluindo os tablets - que vendidos este ano. Serão «apenas» 387,8 milhões, mais 10,5% do que em 2010, mas abaixo das estimativas iniciais, que apontavam para uma escalada de 15,9% (406,6 milhões), escreve o «Guardian».
Já em relação aos tablets, as projecções foram revistas em alta para 54,8 milhões de equipamentos comercializados. E tudo aponta para que seja sempre a subir.
iPad já baixou de preço
Com o anúncio do iPad 2 na tarde desta quarta-feira por Steve Jobs, a Apple reduziu o preço dos iPads originais na sua loja online. A redução é de 100 dólares e foi já estendida aos clientes da Apple que compraram o gadget nos 15 dias antes do anúncio do iPad 2.
Segundo o site «The Mac Observer», o desconto é válido para os compradores que apresentarem o recibo numa loja da Apple. Com o lançamento do iPad 2 ao mesmo preço a que era vendido o tablet original, a marca decidiu baixar automaticamente o valor de venda. Em Portugal, o preço de desconto do iPad, fora da loja da Apple, ainda não foi divulgado.
Em Portugal, o tablet vai custar entre os 499 euros e 699 euros. Os preços variam conforme o tamanho do disco e o acesso à internet. As versões do iPad sem 3G e só com wi-fi vão custar 499 euros (16 gigas), 599 euros (32 gigas) e 699 euros (64 gigas). Já as versões com 3G custam mais 100 euros.
O iPad 2 ficará disponível a partir de 11 de Março nos Estados Unidos e duas semanas mais tarde em Portugal, a 25 de Março.
Segundo o site «The Mac Observer», o desconto é válido para os compradores que apresentarem o recibo numa loja da Apple. Com o lançamento do iPad 2 ao mesmo preço a que era vendido o tablet original, a marca decidiu baixar automaticamente o valor de venda. Em Portugal, o preço de desconto do iPad, fora da loja da Apple, ainda não foi divulgado.
Em Portugal, o tablet vai custar entre os 499 euros e 699 euros. Os preços variam conforme o tamanho do disco e o acesso à internet. As versões do iPad sem 3G e só com wi-fi vão custar 499 euros (16 gigas), 599 euros (32 gigas) e 699 euros (64 gigas). Já as versões com 3G custam mais 100 euros.
O iPad 2 ficará disponível a partir de 11 de Março nos Estados Unidos e duas semanas mais tarde em Portugal, a 25 de Março.
Ryanair: ofertas para o seu fim-de-semana
A Ryanair anunciou que já disponibilizou 500 mil lugares a 7 euros para viajar às terças, quartas e quintas em Março e início de Abril.
Segundo o comunicado da companhia aérea, estas tarifas baixas «com tudo incluído» vão estar disponíveis para mais de 1.000 rotas Ryanair em toda a Europa e devem ser reservadas em www.ryanair.com antes da meia-noite (24h00) de segunda-feira, dia 7 de Março.
Estes bilhetes da Ryanair a 7 euros incluem todas as taxas e encargos, como tal, «todos os passageiros que decidam evitar as despesas opcionais, ao efectuarem o pagamento com o cartão pré-pago da MasterCard, transportando só a mala de mão e não optando pelo embarque prioritário, poderão viajar à tarifa publicitada de 7 euros», refere.
Segundo o comunicado da companhia aérea, estas tarifas baixas «com tudo incluído» vão estar disponíveis para mais de 1.000 rotas Ryanair em toda a Europa e devem ser reservadas em www.ryanair.com antes da meia-noite (24h00) de segunda-feira, dia 7 de Março.
Estes bilhetes da Ryanair a 7 euros incluem todas as taxas e encargos, como tal, «todos os passageiros que decidam evitar as despesas opcionais, ao efectuarem o pagamento com o cartão pré-pago da MasterCard, transportando só a mala de mão e não optando pelo embarque prioritário, poderão viajar à tarifa publicitada de 7 euros», refere.
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Economia e Finanças
Nissan: vem aí novo carro eléctrico desportivo
A Nissan, que se propõe ultrapassar a Toyota na Europa como primeiro construtor japonês, revelou em Genebra o seu carro desportivo completamente eléctrico, baseado no modelo familiar Leaf, o carro do ano internacional.
A construtora japonesa refere que o Esflow, assim chamado, «pode ser apenas um protótipo mas prova que é possível manter uma consciência ambiental sem precisar de abdicar do prazer de conduzir».
Ou seja, significa que, ao contrário a maioria dos «concept car», o Esflow tem uma probabilidade de um dia a ser construído, disse um dos principais executivos da Nissan para o desenvolvimento à Associated Press, cita a Lusa.
«Queremos que este concept car se torne uma realidade», referiu François Bancon, acrescentando que o Esflow usa toda a tecnologia do Leaf. «O motor, bateria, todos os sistemas eléctricos são do Leaf, não há nada de novo, e é isso que torna o carro muito realista em termos de execução».
Para construir um carro desportivo capaz de ir de zero aos 100 Km/hora em cinco segundos e atingir uma velocidade máxima de 200 Km/h com motor eléctrico de um carro compacto, a Nissan está centrada num só problema: «Peso. O inimigo é o grama», observou François Bancon. Por isso é que o alumínio foi usado para o corpo do carro juntamente com fibra de carbono para ajudar a manter o peso baixo.
O Esflow tem estado em desenvolvimento há cerca de dois anos, mas nenhuma decisão foi tomada sobre a possibilidade de levá-lo para produção.
A Nissan chegou ao Salão de Genebra, que decorre até 13 de Março, para anunciar que se propõe ser a marca japonesa número um na Europa.
Segundo Simon Thomas, a marca tem como objectivo conquistar 3,5 a 4% da quota do mercado europeu, e atingir os 5% em 2014, a mesma quota que actualmente tem a Toyota, o líder japonês no velho continente.
A construtora japonesa refere que o Esflow, assim chamado, «pode ser apenas um protótipo mas prova que é possível manter uma consciência ambiental sem precisar de abdicar do prazer de conduzir».
Ou seja, significa que, ao contrário a maioria dos «concept car», o Esflow tem uma probabilidade de um dia a ser construído, disse um dos principais executivos da Nissan para o desenvolvimento à Associated Press, cita a Lusa.
«Queremos que este concept car se torne uma realidade», referiu François Bancon, acrescentando que o Esflow usa toda a tecnologia do Leaf. «O motor, bateria, todos os sistemas eléctricos são do Leaf, não há nada de novo, e é isso que torna o carro muito realista em termos de execução».
Para construir um carro desportivo capaz de ir de zero aos 100 Km/hora em cinco segundos e atingir uma velocidade máxima de 200 Km/h com motor eléctrico de um carro compacto, a Nissan está centrada num só problema: «Peso. O inimigo é o grama», observou François Bancon. Por isso é que o alumínio foi usado para o corpo do carro juntamente com fibra de carbono para ajudar a manter o peso baixo.
O Esflow tem estado em desenvolvimento há cerca de dois anos, mas nenhuma decisão foi tomada sobre a possibilidade de levá-lo para produção.
A Nissan chegou ao Salão de Genebra, que decorre até 13 de Março, para anunciar que se propõe ser a marca japonesa número um na Europa.
Segundo Simon Thomas, a marca tem como objectivo conquistar 3,5 a 4% da quota do mercado europeu, e atingir os 5% em 2014, a mesma quota que actualmente tem a Toyota, o líder japonês no velho continente.
Dívida: «Abril vai ser difícil». FMI à porta?
O mês de Abril será particularmente «díficil» para a gestão da dívida pública portuguesa. Há grandes montantes a vencer e a economista norte-americana Carmen Reinhart acredita que o país terá de recorrer ao FMI.
«Portugal é o próximo na lista. Acho que, com alta probabilidade, também vai acabar com um programa do Fundo Monetário Internacional», disse a analista do Peterson Institute of International Economics e ex-economista chefe do banco de investimento Bear Stearns.
De vários analistas que na quinta-feira participaram uma conferência do Comité de Bretton Woods, em Washington, sobre os possíveis riscos de contágio da crise na Zona Euro, Reinhart é a que acompanha mais de perto a situação de Portugal. «Abril vai ser um mês difícil, há muitas dívidas a vencer». E Portugal vai fazer novo teste aos mercados, leiloando até mil milhões de euros em dívida na semana que vem.
Os alertas não se ficam por aqui: os países em dificuldades devem avançar imediatamente para uma reestruturação da dívida, algo que neste momento «aterroriza as autoridades portuguesas».
A reestruturação da dívida nacional terá de ser feita num ambiente de «baixa procura» dos investidores por obrigações portuguesas, excluindo do Banco Central Europeu e de «algumas instituições domésticas».
O aviso não se destina só a Portugal. «É tolo não falar de reestruturação [na Zona Euro]. Não estamos a falar de um drama, de se tornar na Argentina, de incumprimento, exclusão do mercado por muitos anos». Há «formas de reestruturação», disse Reinhart, citada pela Lusa.
Negócios de bastidores
Já no que toca, por exemplo, à compra de títulos pela China, o analista membro do Comité Bretton Woods, Gary Kleiman, diz que o país tem feito pouco pela economias periféricas, uma vez que a aquisição de dívida é «marginal».
Ou seja, a China pouco faz pela confiança no mercado e, no caso português, estão em causa «transacções obscuras».
«Com Portugal, em particular, fizeram colocações privadas que tornam difícil aos investidores perceber o que estão a fazer, são negócios de bastidores».
Ajai Chopra, director adjunto do Departamento Europeu do FMI, também veio alertar que, apesar das diferentes medidas das autoridades europeias nos últimos meses, «o stress nas economias periféricas continua por resolver» e estas estão «ligadas principalmente por exposição financeira» aos países nucleares da Zona Euro, como a Alemanha.
Periféricos estão em situação «extremamente difícil»
Questionado pela Lusa sobre a situação portuguesa, Chopra disse estar impedido de fazer comentários à imprensa.
«A situação na Europa periférica é extremamente difícil, sem dúvida, e vai ser preciso muito trabalho duro para voltar a ter criação de emprego e crescimento económico».
A resolução da situação vai depender das «respostas politicas, a nível nacional e da Zona Euro». Embora «as autoridades europeias já tenham mostrado que são capazes e estão disponíveis para tomar as ações necessárias para conter a turbulência», podem não conseguir fazê-lo dentro dos prazos que os mercados exigem.
Simon Johnson, da escola de gestão do MIT, alertou para a desproporcionada dimensão dos bancos em países como a Irlanda, onde uma tentativa de resgate levou ao «colapso orçamental» de um país que era considerado «conservador», mas que na realidade tinha responsabilidades de financeiras de contingência nas instituições financeiras.
«Portugal é o próximo na lista. Acho que, com alta probabilidade, também vai acabar com um programa do Fundo Monetário Internacional», disse a analista do Peterson Institute of International Economics e ex-economista chefe do banco de investimento Bear Stearns.
De vários analistas que na quinta-feira participaram uma conferência do Comité de Bretton Woods, em Washington, sobre os possíveis riscos de contágio da crise na Zona Euro, Reinhart é a que acompanha mais de perto a situação de Portugal. «Abril vai ser um mês difícil, há muitas dívidas a vencer». E Portugal vai fazer novo teste aos mercados, leiloando até mil milhões de euros em dívida na semana que vem.
Os alertas não se ficam por aqui: os países em dificuldades devem avançar imediatamente para uma reestruturação da dívida, algo que neste momento «aterroriza as autoridades portuguesas».
A reestruturação da dívida nacional terá de ser feita num ambiente de «baixa procura» dos investidores por obrigações portuguesas, excluindo do Banco Central Europeu e de «algumas instituições domésticas».
O aviso não se destina só a Portugal. «É tolo não falar de reestruturação [na Zona Euro]. Não estamos a falar de um drama, de se tornar na Argentina, de incumprimento, exclusão do mercado por muitos anos». Há «formas de reestruturação», disse Reinhart, citada pela Lusa.
Negócios de bastidores
Já no que toca, por exemplo, à compra de títulos pela China, o analista membro do Comité Bretton Woods, Gary Kleiman, diz que o país tem feito pouco pela economias periféricas, uma vez que a aquisição de dívida é «marginal».
Ou seja, a China pouco faz pela confiança no mercado e, no caso português, estão em causa «transacções obscuras».
«Com Portugal, em particular, fizeram colocações privadas que tornam difícil aos investidores perceber o que estão a fazer, são negócios de bastidores».
Ajai Chopra, director adjunto do Departamento Europeu do FMI, também veio alertar que, apesar das diferentes medidas das autoridades europeias nos últimos meses, «o stress nas economias periféricas continua por resolver» e estas estão «ligadas principalmente por exposição financeira» aos países nucleares da Zona Euro, como a Alemanha.
Periféricos estão em situação «extremamente difícil»
Questionado pela Lusa sobre a situação portuguesa, Chopra disse estar impedido de fazer comentários à imprensa.
«A situação na Europa periférica é extremamente difícil, sem dúvida, e vai ser preciso muito trabalho duro para voltar a ter criação de emprego e crescimento económico».
A resolução da situação vai depender das «respostas politicas, a nível nacional e da Zona Euro». Embora «as autoridades europeias já tenham mostrado que são capazes e estão disponíveis para tomar as ações necessárias para conter a turbulência», podem não conseguir fazê-lo dentro dos prazos que os mercados exigem.
Simon Johnson, da escola de gestão do MIT, alertou para a desproporcionada dimensão dos bancos em países como a Irlanda, onde uma tentativa de resgate levou ao «colapso orçamental» de um país que era considerado «conservador», mas que na realidade tinha responsabilidades de financeiras de contingência nas instituições financeiras.
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Economia e Finanças
Chegou o Facebook para desempregados
Numa altura em que o desemprego atinge níveis nunca antes vistos, não só em Portugal, mas também na vizinha Espanha, as massas sem trabalho deitam mão de todas as ferramentas que encontram para tentar encontrar um emprego. E, quando não há, inventam-nas.
Os «nuestros hermanos» criaram uma rede social para desempregados: o Parobook.com (paro significa desemprego em espanhol). A rede, inspirada no Facebook, é um ponto de encontro para pessoas sem emprego que querem partilhar a sua experiência e fazer contactos que possam ser-lhes úteis.
Prova do desespero dos desempregados é o número de utilizadores reunidos, logo depois do arranque da página: 14.000 já se registaram na página Web, entre os que procuram e os que dão informações sobre ofertas de trabalho.
Esta nova rede social (cujo slogan é «Parobook ajuda-te a ligar e partilhar com outros cidadãos na tua situação») foi uma iniciativa de quatro amigos desempregados, que decidiram criar uma ferramenta para as mais de quatro milhões de pessoas que estão na mesma situação, só em Espanha, e que podem beneficiar deste serviço.
A interface do Parobook.com é semelhante à do Facebook, com a única diferença óbvia de usar o vermelho como cor de fundo em vez do conhecido azul da rede criada por Mark Zuckerberg.
Mas os espanhóis não são os únicos criativos. Os franceses também saíram à rua e encontraram uma nova forma de procurar emprego.
Os «nuestros hermanos» criaram uma rede social para desempregados: o Parobook.com (paro significa desemprego em espanhol). A rede, inspirada no Facebook, é um ponto de encontro para pessoas sem emprego que querem partilhar a sua experiência e fazer contactos que possam ser-lhes úteis.
Prova do desespero dos desempregados é o número de utilizadores reunidos, logo depois do arranque da página: 14.000 já se registaram na página Web, entre os que procuram e os que dão informações sobre ofertas de trabalho.
Esta nova rede social (cujo slogan é «Parobook ajuda-te a ligar e partilhar com outros cidadãos na tua situação») foi uma iniciativa de quatro amigos desempregados, que decidiram criar uma ferramenta para as mais de quatro milhões de pessoas que estão na mesma situação, só em Espanha, e que podem beneficiar deste serviço.
A interface do Parobook.com é semelhante à do Facebook, com a única diferença óbvia de usar o vermelho como cor de fundo em vez do conhecido azul da rede criada por Mark Zuckerberg.
Mas os espanhóis não são os únicos criativos. Os franceses também saíram à rua e encontraram uma nova forma de procurar emprego.
Euribor disparam para máximos de quase três anos
O aviso do BCE de que os juros podem subir já em Abril teve logo ontem, quinta-feira, reflexo nos futuros das Euribor que rapidamente dispararam. Sem surpresas, esta sexta-feira as taxas estão a crescer em todos os prazos e para o valor mais alto registado desde a falência do banco norte-americano Lehman Brothers, em 2008, altura em que espoletou a crise financeira.
A maior subida é do prazo mais longo, de 12 meses, que avança 0,144 pontos para 1,924 por cento.
A Euribor a três meses, mais comum no crédito às empresas, cresce 0,064 pontos para 1.162 por cento, enquanto a taxa a seis meses, o principal indexante do crédito à habitação, sobe 0,090 pontos para 1,475 por cento.
O presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, admitiu ontem que a instituição pode subir a taxa de referência no próximo mês, mas garantiu que isso não significará o início de uma série de aumentos.
«É possível, mas não é certo», disse Trichet, assegurando que, se tal acontecer, não significará «certamente o início de uma série de aumentos».
Há 22 meses que o BCE mantém a taxa de juro de referência inalterada em1%, apesar das pressões inflacionistas que se vivem na Europa, devido ao aumento do preço dos alimentos, das matérias-primas e do petróleo.
A maior subida é do prazo mais longo, de 12 meses, que avança 0,144 pontos para 1,924 por cento.
A Euribor a três meses, mais comum no crédito às empresas, cresce 0,064 pontos para 1.162 por cento, enquanto a taxa a seis meses, o principal indexante do crédito à habitação, sobe 0,090 pontos para 1,475 por cento.
O presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, admitiu ontem que a instituição pode subir a taxa de referência no próximo mês, mas garantiu que isso não significará o início de uma série de aumentos.
«É possível, mas não é certo», disse Trichet, assegurando que, se tal acontecer, não significará «certamente o início de uma série de aumentos».
Há 22 meses que o BCE mantém a taxa de juro de referência inalterada em1%, apesar das pressões inflacionistas que se vivem na Europa, devido ao aumento do preço dos alimentos, das matérias-primas e do petróleo.
Crise chega ao Euromilhões
Quem joga na lotaria, fá-lo muitas vezes por hábito, mesmo que a esperança de ganhar o maior prémio se vá desvanecendo com o tempo. Reflexo da crise ou não, certo é que no ano passado os portugueses gastaram menos dinheiro no Euromilhões.
O valor total das apostas desceu 91 milhões de euros quando comparado com 2009, ano em que uma sequência de 34 semanas de jackpots e prémios mais chorudos fizeram disparar o volume de apostas para os 974 milhões de euros. Mas em 2010 esse valor baixou para os 883 milhões, segundo o «Jornal de Notícias».
Ainda assim, dos nove países que jogam no Euromilhões, Portugal foi o que registou os maiores valores de vendas per capita nos últimos anos. Em 2010, alcançou o correspondente a 1,59 euros por habitante.
Note-se que para esta sexta-feira está marcado novo sorteio. Estão em jogo 59 milhões de euros, depois de três semanas consecutivas sem totalista.
O valor total das apostas desceu 91 milhões de euros quando comparado com 2009, ano em que uma sequência de 34 semanas de jackpots e prémios mais chorudos fizeram disparar o volume de apostas para os 974 milhões de euros. Mas em 2010 esse valor baixou para os 883 milhões, segundo o «Jornal de Notícias».
Ainda assim, dos nove países que jogam no Euromilhões, Portugal foi o que registou os maiores valores de vendas per capita nos últimos anos. Em 2010, alcançou o correspondente a 1,59 euros por habitante.
Note-se que para esta sexta-feira está marcado novo sorteio. Estão em jogo 59 milhões de euros, depois de três semanas consecutivas sem totalista.
Défice da balança comercial é «excessivo»
Basílio Horta avançou esta sexta-feira que temos um défice da balança comercial excessivo em Portugal.
«Esse peso é demasiado grande para o desenvolvimento do país», referiu Basílio Horta acrescentando que é preciso «inverter a tendência».
O presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) adiantou que o défice em causa aumentou 800 milhões e deve rondar os 20 mil milhões de euros.
A par disto, o presidente da AICEP lembrou também que «importamos mais per capita» do que a Irlanda.
«Esse peso é demasiado grande para o desenvolvimento do país», referiu Basílio Horta acrescentando que é preciso «inverter a tendência».
O presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) adiantou que o défice em causa aumentou 800 milhões e deve rondar os 20 mil milhões de euros.
A par disto, o presidente da AICEP lembrou também que «importamos mais per capita» do que a Irlanda.
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Economia e Finanças
Mulheres ganham menos 17,5% que os homens
A União Europeia comemora Sábado o Dia europeu da igualdade salarial, região do mundo onde as mulheres ganham, em média, 17,5 por cento menos do que os homens ao longo da vida, indicam hoje dados da Comissão Europeia, nota a Lusa.
Um dos princípios fundadores da União Europeia (UE), consagrado no Tratado de Roma de 1957, indicava «salário igual trabalho igual», sendo que actualmente a Comissão Europeia (CE) continua empenhada em acabar com as disparidades salariais entre homens e mulheres.
No entanto, a Comissão diz que os progressos verificados na UE nesta matéria têm vindo a ocorrer «a um ritmo muito lento», lembrando que o ritmo de redução das disparidades varia entre os 5 por cento na Itália e os 30 por cento na Estónia, segundo as estatísticas mais recentes, relativas a 2008.
A diferença salarial de 17,5 por cento reflecte também o número de dias de trabalho extra que as mulheres têm de fazer para auferirem a mesma remuneração do que os homens.
O Dia europeu sobre a desigualdade salarial deste ano, que tem como objectivo chamar a atenção para esta situação na União Europeia, ocorre antes do Dia Internacional da Mulher, que se celebra a 8 de Março.
A Comissão pretende também apoiar iniciativas em matéria de igualdade de remuneração no local de trabalho, dando como exemplos, a criação de «rótulos da igualdade» e «cartas», bem como a atribuição de prémios, seguindo as orientações de um estudo da UE sobre iniciativas não legisladas que devem ser postas em prática nas empresas.
Um dos princípios fundadores da União Europeia (UE), consagrado no Tratado de Roma de 1957, indicava «salário igual trabalho igual», sendo que actualmente a Comissão Europeia (CE) continua empenhada em acabar com as disparidades salariais entre homens e mulheres.
No entanto, a Comissão diz que os progressos verificados na UE nesta matéria têm vindo a ocorrer «a um ritmo muito lento», lembrando que o ritmo de redução das disparidades varia entre os 5 por cento na Itália e os 30 por cento na Estónia, segundo as estatísticas mais recentes, relativas a 2008.
A diferença salarial de 17,5 por cento reflecte também o número de dias de trabalho extra que as mulheres têm de fazer para auferirem a mesma remuneração do que os homens.
O Dia europeu sobre a desigualdade salarial deste ano, que tem como objectivo chamar a atenção para esta situação na União Europeia, ocorre antes do Dia Internacional da Mulher, que se celebra a 8 de Março.
A Comissão pretende também apoiar iniciativas em matéria de igualdade de remuneração no local de trabalho, dando como exemplos, a criação de «rótulos da igualdade» e «cartas», bem como a atribuição de prémios, seguindo as orientações de um estudo da UE sobre iniciativas não legisladas que devem ser postas em prática nas empresas.
Merkel: subida dos juros não é desculpa
A chanceler alemã não quer ver os Governos dos países europeus a «desleixarem-se» na sua missão de consolidar as contas públicas e estimular as respectivas economias, aproveitando como desculpa a provável subida de juros por parte do Banco Central Europeu (BCE) em Abril.
Citada pela Reuters, Ângela Merkel diz que «apesar da questão do BCE e dos juros, sabemos que precisamos de uma solução conjunta dos países da zona euro».
Ou seja, os países da moeda única têm de fazer o que há a fazer, independentemente do aumento no preço do dinheiro que, sabidamente, vai ter um efeito negativo na retoma da economia mas também nas contas dos países com dívidas mais elevadas e, por isso, mais expostos.
Citada pela Reuters, Ângela Merkel diz que «apesar da questão do BCE e dos juros, sabemos que precisamos de uma solução conjunta dos países da zona euro».
Ou seja, os países da moeda única têm de fazer o que há a fazer, independentemente do aumento no preço do dinheiro que, sabidamente, vai ter um efeito negativo na retoma da economia mas também nas contas dos países com dívidas mais elevadas e, por isso, mais expostos.
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Economia e Finanças
Hotéis: Carnaval em Março é bom ou mau?
O facto de este ano o carnaval se comemorar em Março pode ter contribuído para a descida de 2,6 por cento na taxa de ocupação hoteleira registada, em Fevereiro, deste ano comparativamente ao mesmo mês do ano anterior.
Em comunicado divulgado esta sexta-feira, a maior associação hoteleira da região refere que a taxa de ocupação global média por quarto foi de 31,3% e que, por categoria, as unidades de cinco estrelas foram as mais afectadas.
Por zonas geográficas, as maiores quebras verificaram-se nas zonas de Carvoeiro e Armação de Pêra (menos 25 por cento) e de Vilamoura, Quarteira e Quinta do Lago (menos 19,2%).
A zona de Albufeira registou um nível de ocupação semelhante ao verificado no ano anterior, acrescenta a Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).
As zonas de Monte Gordo e Vila Real de Santo António foram as que registaram a taxa de ocupação mais elevada, com 61,6%, enquanto as de Carvoeiro e Armação de Pêra foram as que registaram a mais baixa, com 16, 1%.
O volume de negócios na região durante esse mês teve uma descida mais acentuada do que as ocupações, diminuindo 8,2%, conclui a AHETA.
Em comunicado divulgado esta sexta-feira, a maior associação hoteleira da região refere que a taxa de ocupação global média por quarto foi de 31,3% e que, por categoria, as unidades de cinco estrelas foram as mais afectadas.
Por zonas geográficas, as maiores quebras verificaram-se nas zonas de Carvoeiro e Armação de Pêra (menos 25 por cento) e de Vilamoura, Quarteira e Quinta do Lago (menos 19,2%).
A zona de Albufeira registou um nível de ocupação semelhante ao verificado no ano anterior, acrescenta a Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).
As zonas de Monte Gordo e Vila Real de Santo António foram as que registaram a taxa de ocupação mais elevada, com 61,6%, enquanto as de Carvoeiro e Armação de Pêra foram as que registaram a mais baixa, com 16, 1%.
O volume de negócios na região durante esse mês teve uma descida mais acentuada do que as ocupações, diminuindo 8,2%, conclui a AHETA.
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Economia e Finanças
Bolsa: PSI20 fecha a perder 0,57%
A bolsa de Lisboa fechou a sessão desta sexta-feira a perder 0,57 por cento, para os 7.902,62 pontos, pressionado pelas quedas do BCP, EDP e Portugal Telecom.
A operadora de telecoms ficou mesmo a liderar as perdas, ao afundar mais de 2%. Do lado oposto, destaque para a Altri, que encerrou a valorizar 1,7%.
Lisboa seguiu as pisadas das principais praças da Europa, que encerram com quedas até 1% de Paris. De resto, tudo no vermelho, incluindo os mercados norte-americanos que seguem a negociar com perdas entre os 0,55% do Dow Jones e os 0,25% do índice tecnológico.
A operadora de telecoms ficou mesmo a liderar as perdas, ao afundar mais de 2%. Do lado oposto, destaque para a Altri, que encerrou a valorizar 1,7%.
Lisboa seguiu as pisadas das principais praças da Europa, que encerram com quedas até 1% de Paris. De resto, tudo no vermelho, incluindo os mercados norte-americanos que seguem a negociar com perdas entre os 0,55% do Dow Jones e os 0,25% do índice tecnológico.
Wall Street desanimada com dados dos salários
Os principais mercados norte-americanos até abriram a última sessão da semana em alta ligeira, mas rapidamente inverteram, desmotivados com os dados mais recentes sobre os salários e ignorando os bons resultados do mercado de trabalho.
Esta sexta-feira soube-se que o salário médio à hora ficou inalterado em Fevereiro, o que preocupa os investidores que assistem à escalada dos preços da energia. Depois de passar a barreira dos 100 dólares na semana passada, os preços do petróleo continuam imparáveis: o crude nova-iorquino segue, a esta hora, no 103,29 dólares por barril.
Por isso mesmo, esses dados desanimaram as bolsas que esperavam um aumento de 0,2%, segundo dados da Bloomberg.
«Estou preocupado com o facto de o nível do rendimento médio à hora ter ficado horizontal. Com a subida dos preços dos combustíveis, isto significa que o rendimento real dos consumidores não está a aumentar, o que coloca uma pressão baixista sobre o consumo», disse à Bloomberg um estratega do ING Investment Management, Paul Zemsky.
Assim, os investidores optaram hoje por realizar mais-valias, depois das fortes subidas das últimas sessões, ignorando a queda da taxa de desemprego em Fevereiro que ficou no 8,9%, o valor mais baixo desde Abril de 2009.
A esta hora, Nasdaq perde 0,16%, Dow Jones recua 0,08% e S&P500 cai 0,21%.
Esta sexta-feira soube-se que o salário médio à hora ficou inalterado em Fevereiro, o que preocupa os investidores que assistem à escalada dos preços da energia. Depois de passar a barreira dos 100 dólares na semana passada, os preços do petróleo continuam imparáveis: o crude nova-iorquino segue, a esta hora, no 103,29 dólares por barril.
Por isso mesmo, esses dados desanimaram as bolsas que esperavam um aumento de 0,2%, segundo dados da Bloomberg.
«Estou preocupado com o facto de o nível do rendimento médio à hora ter ficado horizontal. Com a subida dos preços dos combustíveis, isto significa que o rendimento real dos consumidores não está a aumentar, o que coloca uma pressão baixista sobre o consumo», disse à Bloomberg um estratega do ING Investment Management, Paul Zemsky.
Assim, os investidores optaram hoje por realizar mais-valias, depois das fortes subidas das últimas sessões, ignorando a queda da taxa de desemprego em Fevereiro que ficou no 8,9%, o valor mais baixo desde Abril de 2009.
A esta hora, Nasdaq perde 0,16%, Dow Jones recua 0,08% e S&P500 cai 0,21%.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Casa: Remax sugere 5 soluções anti-crise
Numa altura de crise, em que conseguir crédito para comprar casa é cada vez mais difícil, e em que os portugueses têm cada vez mais dificuldades em pagar as contas, a RE/MAX decidiu lançar «um pacote de soluções anti-crise através do qual coloca à disposição dos seus clientes um conjunto de serviços que solucionam problemas seja na compra de casa, no arrendamento, na obtenção de financiamento bancário, na redução das despesas da família ou na criação do seu próprio emprego».
«Para todos os problemas há uma solução e a Remax pretende demonstrar que tem soluções para apoiar os portugueses nestes momentos difíceis», afirma a presidente executiva da Remax Portugal, Beatriz Rubio, num comunicado de imprensa.
O pacote disponibiliza serviços na área da compra e venda, arrendamento, permuta, recrutamento, franchising e consultoria financeira, e está disponível nas 221 lojas da rede Remax e agências de consultoria financeira Maxfinance
A Bolsa de Arrendamento é dirigida aos clientes que não podem comprar casa e que têm de optar pelo arrendamento. Inclui mais de 5.380 imóveis, em todo o país, com tipologias variadas, desde apartamentos e moradias a lojas, escritórios, garagens ou terrenos. «O arrendamento é hoje uma opção para muitos jovens e famílias de menores recursos que se confrontam com a impossibilidade de aceder ao crédito para habitação», escreve a mediadora.
Para quem mudar de casa depende da venda prévia da sua casa actual, há a Bolsa de Permutas. «Esta é uma oportunidade de potenciar a troca de casa entre milhares de outros proprietários que têm o mesmo objectivo sem necessidade de venda prévia da sua casa. A permuta é um processo simples que garante economias nos impostos já que o IMT incide sobre a eventual diferença de valores entre as casas permutadas. A Remax tem associado a este serviço um sistema tecnológico exclusivo que lhe permite casar as necessidades dos clientes». A Bolsa de Permutas Remax inclui, actualmente, cerca de 2.500 imóveis de habitação.
Se o cliente necessita de vender rapidamente ou investir em boas oportunidades de negócio, os Saldos Remax «são a solução». Até 28 de Fevereiro, a campanha de Saldos Remax envolveu mais de cerca de 5.000 imóveis com descontos entre 5 e 70%.
As soluções anti-crise incluem ainda a possibilidade de solucionar o seu problema de emprego junto da rede. Este ano a empresa pretende integrar mais de 600 novos associados e abrir 10 novas agências, em especial na região Norte. O recrutamento de novos colaboradores é realizado directamente em cada agência Remax (221 em todo o país), através do site (www.remax.pt) ou da página Remax no Facebook (www.facebook.com/remaxportugal).
O pacote inclui ainda consultoria financeira através da rede Maxfinance. «Os clientes que necessitem de diminuir as suas despesas e reorganizar o seu orçamento familiar face à conjuntura actual podem beneficiar de um check-up financeiro gratuito que lhes permite identificar situações de risco e definir estratégias de correcção», conclui.
«Para todos os problemas há uma solução e a Remax pretende demonstrar que tem soluções para apoiar os portugueses nestes momentos difíceis», afirma a presidente executiva da Remax Portugal, Beatriz Rubio, num comunicado de imprensa.
O pacote disponibiliza serviços na área da compra e venda, arrendamento, permuta, recrutamento, franchising e consultoria financeira, e está disponível nas 221 lojas da rede Remax e agências de consultoria financeira Maxfinance
A Bolsa de Arrendamento é dirigida aos clientes que não podem comprar casa e que têm de optar pelo arrendamento. Inclui mais de 5.380 imóveis, em todo o país, com tipologias variadas, desde apartamentos e moradias a lojas, escritórios, garagens ou terrenos. «O arrendamento é hoje uma opção para muitos jovens e famílias de menores recursos que se confrontam com a impossibilidade de aceder ao crédito para habitação», escreve a mediadora.
Para quem mudar de casa depende da venda prévia da sua casa actual, há a Bolsa de Permutas. «Esta é uma oportunidade de potenciar a troca de casa entre milhares de outros proprietários que têm o mesmo objectivo sem necessidade de venda prévia da sua casa. A permuta é um processo simples que garante economias nos impostos já que o IMT incide sobre a eventual diferença de valores entre as casas permutadas. A Remax tem associado a este serviço um sistema tecnológico exclusivo que lhe permite casar as necessidades dos clientes». A Bolsa de Permutas Remax inclui, actualmente, cerca de 2.500 imóveis de habitação.
Se o cliente necessita de vender rapidamente ou investir em boas oportunidades de negócio, os Saldos Remax «são a solução». Até 28 de Fevereiro, a campanha de Saldos Remax envolveu mais de cerca de 5.000 imóveis com descontos entre 5 e 70%.
As soluções anti-crise incluem ainda a possibilidade de solucionar o seu problema de emprego junto da rede. Este ano a empresa pretende integrar mais de 600 novos associados e abrir 10 novas agências, em especial na região Norte. O recrutamento de novos colaboradores é realizado directamente em cada agência Remax (221 em todo o país), através do site (www.remax.pt) ou da página Remax no Facebook (www.facebook.com/remaxportugal).
O pacote inclui ainda consultoria financeira através da rede Maxfinance. «Os clientes que necessitem de diminuir as suas despesas e reorganizar o seu orçamento familiar face à conjuntura actual podem beneficiar de um check-up financeiro gratuito que lhes permite identificar situações de risco e definir estratégias de correcção», conclui.
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Economia e Finanças
Crise: 450 casas entregues aos bancos
Só no mês de Janeiro foram entregues aos bancos 450 imóveis de famílias e promotores imobiliários, por incumprimento nos créditos à habitação e construção, escreve o «Diário de Notícias».
Os números são da Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) e referem-se às primeiras estatísticas sobre este fenómeno.
«Não temos elementos de comparação homólogos, mas podemos dizer que é superior à média mensal do ano passado», disse Luís Lima, presidente da APEMIP, ao «DN».
Luís Lima avançou que o valor das casas entregues à banca é equivalente, na maioria dos casos, ao valor em dívida, «o que prova que o crédito à habitação continua a ser um bom negócio para os bancos».
Porto e Lisboa são as àreas metropolitanas com mais dificuldades no pagamento dos créditos: concentram 56% das ocorrências relativas à entrega de imóveis aos bancos, de acordo com dados recolhidos nos ministérios das Finanças e Justiça, INE e mediadoras imobiliárias.
As primeiras cidades desta «lista negra» são Vila Nova de Gaia, Vila do Conde, Lamego e Montijo.
Fora destas áreas metropolitanas, as cidades com maior incidência deste fenómeno são Lamego, Marco de Canavezes, Leiria e Ovar.
Só em 2010, foram devolvidas cerca de cinco mil casas aos bancos.
Os números são da Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) e referem-se às primeiras estatísticas sobre este fenómeno.
«Não temos elementos de comparação homólogos, mas podemos dizer que é superior à média mensal do ano passado», disse Luís Lima, presidente da APEMIP, ao «DN».
Luís Lima avançou que o valor das casas entregues à banca é equivalente, na maioria dos casos, ao valor em dívida, «o que prova que o crédito à habitação continua a ser um bom negócio para os bancos».
Porto e Lisboa são as àreas metropolitanas com mais dificuldades no pagamento dos créditos: concentram 56% das ocorrências relativas à entrega de imóveis aos bancos, de acordo com dados recolhidos nos ministérios das Finanças e Justiça, INE e mediadoras imobiliárias.
As primeiras cidades desta «lista negra» são Vila Nova de Gaia, Vila do Conde, Lamego e Montijo.
Fora destas áreas metropolitanas, as cidades com maior incidência deste fenómeno são Lamego, Marco de Canavezes, Leiria e Ovar.
Só em 2010, foram devolvidas cerca de cinco mil casas aos bancos.
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Economia e Finanças
Audi desvenda carro blindado para líderes mundiais
A Audi escolheu o Salão de Genebra para apresentar o seu A8 L Security, um carro blindado para clientes especiais como os líderes mundiais ou mesmo os presidentes de empresas multinacionais.
A marca premium alemã, que já tem à venda o luxuoso A8 normal, mostra no Salão, que abriu esta quinta-feira e decorre até 13 de Março, um carro cheio de gagdets de segurança em que o preço é o menos importante, até porque não existe. Por ser feito à medida do cliente, o preço também é ajustado à medida dos adereços.
Segundo o comunicado da Audi, citado pela Lusa, o A8 L Security «conta com a certificação oficial do Banco da Alemanha (Bundesbank) contra munições de armas de fogo e satisfaz os requisitos da directriz BRV 2009 [Bullet Resistant Vehicles - Veículos à Prova de Bala ], bem como é resistente a explosões».
A Audi indica que só a blindagem do interior «pesa cerca de 720 quilos» e afiança que o A8 L Security «é capaz de resistir a um ataque de granada de mão de tipo militar sem colocar em risco a vida dos passageiros».
Os vidros pesam, segundo a Audi, cerca de 300 quilos por serem fabricados «com cristais especiais de protecção».
A marca alemã refere ainda que este carro especial «apresenta um excelente comportamento em caso de colisão, mesmo tendo em conta o outro veículo eventualmente implicado no acidente».
A Audi revela que todos os equipamentos do A8 blindado «fabricam-se à mão numa pequena fábrica protegida» onde «uma equipa de trabalhadores especialmente formados instala, em cerca de 450 horas, todos os elementos e dispositivos de segurança».
Sistemas de seguranças para todas as situações
Os trabalhadores integram no modelo de luxo da Audi, por exemplo, um sistema de comunicações com exterior em caso de ataque, protecção da bateria e do depósito de combustível e um sistema de saída de emergência semelhante aos jactos militares, em que a porta do carro sai disparada bem como o passageiro.
Um outro sistema tem a ver com atmosferas perigosas. Ou seja, quando os passageiros estão em zonas de incêndio ou gases perigosos, o carro tem um sistema que permite a entrada de ar fresco e, ao mesmo tempo, isola qualquer tipo de gás exterior.
Este modelo, refere a Audi, estará disponível a partir do Verão e em 2012 incorporará um motor adicional.
A marca premium alemã, que já tem à venda o luxuoso A8 normal, mostra no Salão, que abriu esta quinta-feira e decorre até 13 de Março, um carro cheio de gagdets de segurança em que o preço é o menos importante, até porque não existe. Por ser feito à medida do cliente, o preço também é ajustado à medida dos adereços.
Segundo o comunicado da Audi, citado pela Lusa, o A8 L Security «conta com a certificação oficial do Banco da Alemanha (Bundesbank) contra munições de armas de fogo e satisfaz os requisitos da directriz BRV 2009 [Bullet Resistant Vehicles - Veículos à Prova de Bala ], bem como é resistente a explosões».
A Audi indica que só a blindagem do interior «pesa cerca de 720 quilos» e afiança que o A8 L Security «é capaz de resistir a um ataque de granada de mão de tipo militar sem colocar em risco a vida dos passageiros».
Os vidros pesam, segundo a Audi, cerca de 300 quilos por serem fabricados «com cristais especiais de protecção».
A marca alemã refere ainda que este carro especial «apresenta um excelente comportamento em caso de colisão, mesmo tendo em conta o outro veículo eventualmente implicado no acidente».
A Audi revela que todos os equipamentos do A8 blindado «fabricam-se à mão numa pequena fábrica protegida» onde «uma equipa de trabalhadores especialmente formados instala, em cerca de 450 horas, todos os elementos e dispositivos de segurança».
Sistemas de seguranças para todas as situações
Os trabalhadores integram no modelo de luxo da Audi, por exemplo, um sistema de comunicações com exterior em caso de ataque, protecção da bateria e do depósito de combustível e um sistema de saída de emergência semelhante aos jactos militares, em que a porta do carro sai disparada bem como o passageiro.
Um outro sistema tem a ver com atmosferas perigosas. Ou seja, quando os passageiros estão em zonas de incêndio ou gases perigosos, o carro tem um sistema que permite a entrada de ar fresco e, ao mesmo tempo, isola qualquer tipo de gás exterior.
Este modelo, refere a Audi, estará disponível a partir do Verão e em 2012 incorporará um motor adicional.
Nobel da Paz demitido do seu próprio banco
O prémio Nobel da Paz Muhammad Yunus, pioneiro da microfinança, foi exonerado com efeitos imediatos do Grameen Bank, banco que fundou, indicou o presidente do banco, Muzammel Huq.
«O banco do Bangladesh exonerou Yunus das suas funções de director-geral do Grameen Bank com efeito imediato», declarou Huq, presidente do Grameen Bank, citado pela Lusa.
O banco deverá difundir um comunicado em breve, precisou o director-geral adjunto do banco, Nurjahn Begum.
Recorde-se que uma acusação por difamação feita em 2007 levou Yunus a comparecer em Janeiro em tribunal.
«O banco do Bangladesh exonerou Yunus das suas funções de director-geral do Grameen Bank com efeito imediato», declarou Huq, presidente do Grameen Bank, citado pela Lusa.
O banco deverá difundir um comunicado em breve, precisou o director-geral adjunto do banco, Nurjahn Begum.
Recorde-se que uma acusação por difamação feita em 2007 levou Yunus a comparecer em Janeiro em tribunal.
Testes de stress: novos critérios daqui a 2 semanas
Os bancos europeus vão voltar a ser avaliados e os cenários que serão usados nos testes de resistência vão ser divulgados pela Autoridade Bancária Europeia no dia 18 de Março. O anúncio foi feito esta quarta-feira por aquela entidade.
O processo terá início ainda esta semana, na quinta-feira, data em que a Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) vai enviar para os supervisores nacionais os critérios que serão aplicados nos novos testes de stress.
Por seu turno, os bancos que serão avaliados nestes testes terão acesso a toda a informação sobre os mesmos no final desta semana, havendo lugar a um período de «discussão».
A lista dos bancos que serão testados, bem como os critérios em que serão avaliados serão revelados daqui a duas semanas, ao passo que a divulgação dos resultados está agendada para só para Junho.
O processo terá início ainda esta semana, na quinta-feira, data em que a Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) vai enviar para os supervisores nacionais os critérios que serão aplicados nos novos testes de stress.
Por seu turno, os bancos que serão avaliados nestes testes terão acesso a toda a informação sobre os mesmos no final desta semana, havendo lugar a um período de «discussão».
A lista dos bancos que serão testados, bem como os critérios em que serão avaliados serão revelados daqui a duas semanas, ao passo que a divulgação dos resultados está agendada para só para Junho.
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