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segunda-feira, 7 de março de 2011

Petróleo prega rasteira às bolsas

A bolsa de Lisboa fechou a sessão desta segunda-feira no vermelho, a seguir a tendências das principais praças mundiais, pressionadas pela escalada dos preços do petróleo, imparáveis perante o intensificar dos conflitos na Líbia.

O principal índice bolsista, PSI20, desvalorizou 0,07%, para os 7.897,23 pontos, abaixo das perdas na Europa que atingiram os 0,74% de Paris.

Também em Wall Street, o dia é negativo: Dow Jones perde 0,64% e Nasdaq recua 1,75%.

Já em Lisboa, a pressionar a bolsa estiveram as acções do sector financeiro, mais vulnerável à subida dos juros da dívida pública, que hoje se aproximam de valores recorde, e no dia em que o Banco de Portugal divulgou as dificuldades de financiamento da banca.

BPI perdeu 0,50%, para os 1,39 euros, e BES deslizou 0,83%, com cada acção a valer 3,19 euros.

Já o BCP contrariou a tendência e ficou mesmo entre as cotadas que mais subiu na sessão de hoje: avançou 0,80%, com cada acção a custar 0,62 euros, e a impedir maiores queda do PSI20.

Na energia, o dia também começou positivo, mas acabou por corrigir: a EDP, que chegou a valorizar mais de 1%, ficou inalterada nos 2,75 euros, e a Galp perdeu 0,06%, apesar de ambas as empresas terem sido alvo de recomendações positivas.

Últimos destaques para a Jerónimo Martins e Cimpor que perderam 1,2% e lideraram quedas num dia de fraca liquidez por ser véspera de Carnaval: foram negociadas pouco mais de 38 milhões de acções.

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