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sexta-feira, 5 de junho de 2009

PT leva PSI-20 a contrariar ganhos europeus

A bolsa nacional fechou em queda, contrariando a tendência das congéneres europeias, devido essencialmente à Portugal Telecom. O PSI-20 depreciou 0,11% numa sessão em que o BCP travou maiores perdas. A Soares da Costa voltou a destacar-se pela positiva ao disparar mais de 5%.

O principal índice da bolsa nacional (PSI-20) negociou nos 7.178,29 pontos com 11 acções em queda e nove a subir. Na Europa, os principais índices negoceiam em terreno positivo depois da Rio Tinto ter obtido cancelado um investimento na China para não efectuar um aumento de capital.

Em Lisboa, a Portugal Telecom foi o título que mais pressionou com uma queda de 0,65% para os 6,302 euros. Nas telecomunicações, depois de ontem Rodrigo Costa, presidente da Zon ter afastado novamente uma fusão com a Sonaecom, a dona da TV Cabo valorizou 0,78% para os 3,90 euros e a dona da Optimus caiu 1,68% para os 1,915 euros.

A contribuir para a tendência fechou ainda a Brisa, que escorregou 1,24% para os 5,116 euros e o BES, que depreciou 0,52% para os 3,85 euros.

Na restante banca, o BCP travou maiores perdas ao subir 1,18% para os 0,769 euros enquanto o BPI somou 0,34% para os 2,06 euros.

Do lado dos ganhos, esteve ainda a Jerónimo Martins, que subiu 1,28% para os 4,73 euros e a Galp Energiacom uma valorização de 0,45% para os 11,18 euros, ignorando uma recomendação de "vender" do Goldman Sachs.

A petrolífera anunciou ontem que o consórcio liderado pela Petrobrás, em que detém 10%, reforçou as estimativas de 5 a 8 mil milhões de barris de petróleo e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal da área de Tupi após a perfuração de mais um poço.

No sector da energia, a Energias de Portugal (EDP) deslizou 0,57% para os 2,784 euros e a EDP Renováveis, que comemorou ontem o seu primeiro ano no mercado de capitais, perdeu 0,42% para os 7,19 euros. A Redes Energéticas Nacionais (REN) recuou 2,40% para os 3,011 euros.

Fora do PSI-20, de sublinhar uma vez mais a Soares da Costa, que avançou 5,04% para os 1,25 euros. A construtora acumula uma valorização de 30,2% em cinco sessões, depois de ter confirmado que vai concorrer ao concurso para a construção e exploração do troço de alta velocidade Lisboa-Poceirão, que inclui a terceira travessia do Tejo.

Fed poderá subir juros no curto-prazo

Política monetária expansiva deverá continuarO presidente da Reserva Federal de Atlanta, Dennis Lockhart, disse esta sexta-feira em entrevista, que a Reserva Federal (Fed) norte-americana se deve antecipar e não esperar demasiado tempo para ajustar a sua política monetária.

Lockhart explicou que, perante o aumento da preocupação da inflação, prevê que eventualmente a Fed vai subir as suas taxas de juro ao mesmo tempo que vai continuar com uma política monetária expansiva nos próximos tempos.

Recorde-se que a Fed baixou as suas taxas directoras quase até aos zero por cento e injctou dinheiro no sistema financeiro para impulsionar o crédito e tirar a economia de uma profunda recessão.

Diário da República DESTAQUES DA SEMANA

Advogados

  • Decreto-Lei n.º 131/2009, de 1.6 - Consagra o direito dos advogados ao adiamento de actos processuais em que devam intervir em caso de maternidade, paternidade e luto e regula o respectivo exercício.

Certificação Electrónica

  • Portaria n.º 597/2009, de 4.6 - Estabelece os termos a que obedece o registo das entidades certificadoras que emitem certificados qualificados previsto no n.º 2 do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 290-D/99, de 2 de Agosto, e revoga a Portaria n.º 1350/2004, de 23 de Outubro.

Constituição de Associações

  • Portaria n.º 580/2009, de 2.6 - Alarga a várias conservatórias a competência para a tramitação do regime especial de constituição imediata de associações.

Crédito ao Consumo

  • Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2.6 - Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2008/48/CE, do Parlamento e do Conselho, de 23 de Abril, relativa a contratos de crédito aos consumidores.

Modelo de Registo de Trabalho Extraordinário

  • Portaria n.º 609/2009, de 5.6 - Aprova o modelo de registo de trabalho extraordinário e os elementos que deve conter.

Processo Penal

  • Lei n.º 25/2009, de 5.6 - Estabelece o regime jurídico da emissão e da execução de decisões de apreensão de bens ou elementos de prova na União Europeia, em cumprimento da Decisão Quadro n.º 2003/577/JAI, do Conselho, de 22 de Julho.

Protecção do Consumidor

  • Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2.6 - Estabelece o regime jurídico aplicável à prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento (call centers).

Registo Individual do Condutor

  • Decreto-Lei n.º 130/2009, de 1.6 - Procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 317/94, de 24 de Dezembro, que organiza o registo individual do condutor.

Segurança Social

  • Declaração de Rectificação n.º 40/2009, de 5.6 - Rectifica o Decreto-Lei n.º 89/2009, de 9 de Abril, do Ministério das Finanças e da Administração Pública, que regulamenta a protecção na parentalidade, no âmbito da eventualidade de maternidade, paternidade e adopção, dos trabalhadores que exercem funções públicas integrados no regime de protecção social convergente, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 70, de 9 de Abril de 2009.

Transportes Rodoviários de Mercadorias

  • Decreto-Lei n.º 136/2009, de 5.6 - Procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 257/2007, de 16 de Junho, aplicável ao regime jurídico do acesso à actividade e ao mercado dos transportes rodoviários de mercadorias, por meio de veículos com peso bruto igual ou superior a 2500 kg, e regula as operações de cabotagem em território nacional.

Zona Euro "fez tudo o que foi necessário" e não necessita de mais estímulos

A Europa tem reagido bem à recessão económica e, por agora, não precisará de mais estímulos. É o que o Fundo Monetário Internacional (FMI) deverá revelar no relatório que vai apresentar na próxima segunda-feira.

“A mensagem do FMI é que a União Europeia fez tudo o que foi necessário e no tempo correcto. Mas ainda há riscos”, disse uma fonte conhecedora do relatório, à Reuters.

“Há sinais de que não são necessários mais estímulos e que se deve esperar até que os que já foram tomados tenham algum efeito, a não ser que algo terrível e imprevisto aconteça”, acrescenta.

O relatório que será apresentado na próxima segunda-feira, deverá dizer que as políticas seguidas pelo Banco Central Europeu estão a sustentar bem a economia europeia. Ainda ontem, a autoridade monetária esteve reunida, tendo decidido manter a taxa de juro em 1%, mas anunciou o seu plano para a compra de obrigações.

Recorde-se que, no Verão do ano passado, a taxa de juro de referência para a Zona Euro se encontrava nos 4,25%. Quando a crise financeira se instalou nos mercados (cenário que se acentuou em Setembro, com a falência do Lehman Brothers), o BCE efectuou vários cortes de juros e demonstrou disponibilidade para injectar o dinheiro que fosse necessário no mercado para que o sector financeiro estabilizasse.

Outra fonte próxima do relatório afirmou que o FMI deverá dizer que ainda que haja alguns sinais positivos, a crise ainda não acabou.

O FMI deverá expressar ainda o apoio ao plano de supervisão fiscal da União Europeia por um grupo de especialistas liderados por Jacques de Larosière.

Economia mundial "está a estabilizar, não a recuperar"

O Nobel da economia, Paul Krugman, afirmou que a economia mundial está a demonstrar indícios de “estabilização, não de recuperação”, considerando que não se está a verificar uma melhoria, mas que “as coisas estão a piorar mais lentamente”.

Krugman diz que a economia “não está a sinalizar” uma recuperação em “V”, mas sim um abrandamento da deterioração económica.

A economia “está a estabilizar, não a recuperar”, afirmou o Nobel numa conferência em Dublin, citado pela Bloomberg. “As coisas estão a piorar mais lentamente”, acrescentou.

O professor considera que a resposta dos EUA à crise económica tem sido “extraordinariamente agressiva”, mas “infelizmente, não tem sido suficiente”.

Krugman defende que o país precisa de “alguma forma de novos impostos” para ajudar a diminuir o défice do país.

Restauração quer reduzir taxas nos pagamentos electrónicos

Associação pede maior apoio às empresas do sectorO sector da restauração defende uma redução das taxas cobradas nas transacções quando são feitos pagamentos electrónicos. Esta é uma das várias preocupações reveladas pela Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).

De acordo com o organismo, «devem ser implementadas medidas que permitam o combate aos monopólios, às posições dominantes e à especulação, como se verifica nas taxas cobradas nos pagamentos electrónicos», refere em comunicado.

Concorrência de outros países em termos fiscais

A AHRESP defende ainda a harmonização fiscal. Segundo a mesma, tem de se «combater as injustiças, a concorrência desleal, existentes hoje nos mesmos sectores económicos, dentro do mesmo espaço único europeu», refere.

Segundo o organismo, a manutenção do actual sistema «permite a subsistência de injustiças fiscais como o PEC, o IRC, o IRS e os custos da segurança social».

A associação critica ainda o excesso de proteccionismo que é feito aos consumidores. Segundo a mesma, põe em segundo plano os agentes económicos. Exemplo disso, segundo a mesma, é a imposição de rotulagem por parte da Comissão Europeia no que diz respeito à comida pré-embalada.

«Esta nova legislação irá impor encargos que custarão biliões de euros ao sector, não podendo ser cumprida por muitas empresas, especialmente as de pequena dimensão», acrescenta.

Protecção às empresas

Proteger as empresas do sector é uma das preocupações da AHRESP.

Segundo as contas da associação, o sector emprega mais de 2 milhões de empregos e representam mais de metade do volume de negócios realizado em Portugal, cerca de 163,5 mil milhões de euros.

Vêm aí um iPhone mais barato

A Apple vai lançar novas versões do iPhone. A apresentação deverá ser feita já na próxima semana, numa conferência, em São Francisco.

Segundo a Bloomberg, a empresa liderada por Steve Jobs vai apresentar um novo software que apesar de poder ter menos funções, será mais barato.

A meta passa por aumentar a competitividade da Apple e reforçar o mercado dos «smart-phones».

Trichet espera que novas medidas inspirem "confiança" nos mercados

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, espera que o programa de injecção de liquidez dentro da zona euro, desenhado para aumentar os créditos no sistema financeiro, contribua para "inspirar confiança" nos mercados.

O responsável, que falava hoje em Varsóvia, afirmou que é preciso "responder com força aos desafios", embora tenha sublinhado que nunca se devem esquecer os princípios que regem as políticas macroeconómicas.

Jean-Claude Trichet também reafirmou que aquele programa do BCE para a zona euro deverá começar em Julho, prevendo-se que decorra durante um ano.

Estas medidas do Banco Central Europeu têm como objectivo devolver a confiança e apoiar os bancos que enfrentam uma situação que o presidente classifica como "um tempo de incerteza sem precedentes".

Em causa está a compra de obrigações aos Estados da zona euro, um investimento que o BCE calcula que irá ascender a 60 mil milhões de euros.

O presidente da instituiçãop aproveitou a presença em Varsóvia para elogiar o bom desempenho da economia polaca, já que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,8 por cento no último trimestre.

Desemprego cresce a ritmo mais lento nos Estados Unidos

A economia norte-americana destruiu 345 mil empregos em Maio, a um ritmo que é o mais lento desde Setembro do ano passado e fica muito abaixo dos números registados em Março e Abril.

A taxa de desemprego avançou para os 9,4 por cento, anunciou hoje o Departamento do Trabalho, em Washington, o que a coloca nos mais alto nível desde Julho de 1983 e representa um agravamento de 0,6 por cento face ao registo de Abril passado.

Os dados, que ficam também muito abaixo daquilo que era a média das previsões dos analistas (Reuters: 620 mil), podem indiciar um abrandamento do ciclo recessivo na maior economia do mundo. Tanto em Março como em Abril, o número de despedimentos tinha sido sempre superior a meio milhão.

"Estas são notícias animadoras", afirmou à agência Bloomberg Nariman Behravesh, economista-chefe do Global Insight. Este analista prevê que a recessão está muito perto do fim e acrescenta que "o mercado de trabalho continua grave, mas assinalavelmente melhor do que estava antes."

A construção é um dos sectores onde o abrandamento do ritmo foi mais visível, provavelmente devido ao plano de estímulo económico do Governo que tem diversos instrumentos de apoio para relançar a actividade de construção. Os postos de trabalho destruidos foram 59 mil, cerca de metade do que fora registado em Abril. Desempenho idêntico registou-se no sector dos serviços.

A quebra mais acentuada deu-se no sector industrial - mais 156 mil desempregados, praticamente o mesmo de Abril - essencialmente por causa da crise do sector automóvel que faz cortar postos de trabalho nas grandes construtoras e, também, na sua cadeia de fornecedores.

Desde o início da recessão, em Dezembro de 2007, a economia norte-americana já destruiu 6 milhões de postos de trabalho, indica o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.

Moda "low-cost" conquista grandes marcas

Saem três salsichas, um ovo estrelado e uma dose de batatas fritas. É o menu "anti-crise" do restaurante Cisterna, em Lisboa. Custa 2,5 euros. "Funciona como um chamariz", traça o gerente, Brito Palma. Das refeições aos automóveis, as marcas lançam apelos ao consumo, com preços baixos, muito baixos.

São os novos gelados da Olá a um euro, as camisolas "special Price" da Zara a 5,90 euros, os menus da Starbucks a 3,95 euros. Dos telemóveis aos seguros, até aos carros "nanos", a panóplia é vasta. São os produtos ainda mais "low cost", muitos deles filhos da crise.

Bancos cooperativos representam 20 por cento dos depósitos europeus

A Associação Europeia de Bancos Cooperativos (AEBC), formada por 4200 instituições e onde se inclui a portuguesa Caixa Agrícola, tem um peso de 20 por cento nos depósitos monetários feitos na Europa, de acordo com o seu secretário-geral, Hervé Guider.

Esta associação, cujo encontro anual se realiza entre hoje e amanhã em Lisboa, defende que os seus associados foram menos afectados do que a generalidade dos bancos comerciais. Piet Morland, membro da administração do holandês Rabobank e presidente da AEBC, explica que o facto destas instituições estarem “orientadas para os clientes, e não para os accionistas, nem dependerem dos mercados de capitais e do curto prazo” é uma vantagem competitiva.

Ao PÚBLICO, o gestor afirmou mesmo que o Rabobank viu os seus depósitos aumentarem em cerca de vinte mil milhões de euros em 2008, efeito derivado da crise que afectou muitos dos seus concorrentes, como o Fortis. Já João Costa Pinto, presidente executivo da Caixa Agrícola, sublinhou que a instituição que lidera tem uma forte liquidez, já que o rácio de transformação de depósitos em créditos é de apenas 84 por cento.

“Os bancos deviam optar por voltar às suas raízes iniciais, lidando de perto com os clientes, uma fórmula que as instituições cooperativas nunca abandonaram”, frisou o presidente da AEBC.

Em comunicado oficial, Piet Morland afirmou registar “com apreço os planos para criar um Conselho Europeu para o Risco Sistémico que acompanhe e avalie potenciais ameaças à estabilidade financeira”, e que é “urgentemente necessária” uma perspectiva macro da supervisão.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

IRS: Fisco promete pagar todos os reembolsos até 30 de Junho

Reembolsos «na hora» chegam no ano que vem
O Ministério das Finanças promete que todas as declarações de IRS relativas a 2008, desde que entregues dentro dos prazos legais e sem incorrecções, serão liquidadas até ao final de Junho. Ou seja, toda a gente receberá os reembolsos (ou as notas de cobrança se houver lugar ao pagamento de mais imposto) até ao final deste mês.

«Os reembolsos relativos à 2ª fase estão em curso e estarão concluídos até dia 30 de Junho», garantiu fonte oficial das Finanças.

Uma boa notícia para milhares de portugueses, que contam com os reembolsos para ajudar a pagar as tão esperadas férias.

Recorde-se que o prazo previsto na Lei para a liquidação das declarações relativas à 2ª fase vai até ao final de Setembro, mas que o Fisco decidiu este ano antecipar os reembolsos, começando a pagá-los no mês seguinte ao da entrega.

No caso da primeira fase, cuja entrega pela Internet terminou em Março, os reembolsos foram feitos em Abril e ultrapassaram os 515 milhões de euros.

À semelhança do que se tem verificado nos anos anteriores, este ano registou-se uma elevada adesão dos contribuintes à Internet para a entrega das declarações electrónicas do IRS, tendo sido recepcionadas por esta via 1.272.373 declarações. Este número representa um aumento de 10 por cento em relação ao ano anterior.

Daqui para a frente será ainda melhor: os reembolsos do imposto que forem de baixo risco serão devolvidos de forma instantânea já em 2010. O objectivo é implementar um sistema de liquidação e de emissão de reembolsos online. A nova aplicação do Fisco destina-se a contribuintes com «reembolsos de pequeno valor» e sem historial de execuções fiscais.

A administração fiscal ainda não definiu quais os escalões de rendimento que poderão beneficiar do reembolso quase imediato do imposto.

Lisbon Brokers proibida de divulgar "research"

A Lisbon Brokers é o intermediário financeiro que foi proibido pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) de emitir notas de análise financeira, apurou o Negócios. A ASK, que vai adquirir a corretora, divulgou um comunicado onde afirma que aquela área de actividade vai ser restruturada.

A CMVM enviou ontem um comunicado com as deliberações do conselho directivo onde diz que foi decidido ordenar “a um intermediário financeiro que se abstenha de divulgar recomendações de investimento”.

A decisão é justificada com a existência de “deficiências técnicas identificadas na produção de recomendações”. O regulador diz que a suspensão do “research” da Lisbon Brokers irá manter-se enquanto a corretora não tomar medidas, que passam pela sua “sua dotação de recursos humanos qualificados e em quantidade suficiente face ao número de empresas e sectores de actividade objecto de análise”

De acordo com os dados da Bloomberg, a Lisbon Brokers elabora “research” para 14 empresas da Bolsa de Lisboa, sempre com a mesma analista: Sara Amaral.

Hoje a ASK divulgou um comunicado onde diz que está em fase final de negociações com a Lisbon Brokers para concretizar a aquisição do capital da corretora. A concretização do acordo depende da não oposição do Banco de Portugal.

A nota acrescenta que “na sequência das negociações mantidas, a Lisbon Brokers e a ASK tomaram um conjunto de medidas que visam reforçar o negócio da sociedade correctora, nomeadamente a área de Research, no sentido de a redimensionar tornando-a mais global”.

A decisão da CMVM foi tomada na reunião do conselho directivo de 28 de Maio. Contactado, o regulador não quis prestar declarações sobre o conteúdo do comunicado.

O Negócios contactou também o presidente da Lisbon Brokers, Francisco Marques Pereira, e um administrador, Pedro Ferreira Pinto. Nem um, nem outro quiserem confirmar ou desmentir a notícia.

O processo de aquisição do capital da Lisbon Brokers pela ASK deverá estar concluído nas próximas semanas. De acordo com a boutique financeira presidida por Nuno Fernandes Thomaz, "a operação garante o desenvolvimento de um projecto independente, que irá oferer ao mercado serviços de corporate finance, gestão de fundos de capital de risco, estruturação de fundos de investimento alternativos, gestão de fundos imobiliários, corretagem e gestão de patrimónios".

Maior transparência na gestão dos fundos de pensões

Entidades gestoras passam a ser obrigadas a elaborar e a enviar um relatório anual sobre estrutura e sistema de gestão de riscosO Instituto de Seguros de Portugal (ISP) aprovou, esta quinta-feira, um conjunto de regras e princípios que deverão ser cumpridos pelas entidades gestoras de fundos de pensões na área dos sistemas de gestão de riscos e de controlo interno.

O objectivo, segundo este órgão regulador, é «criar condições que garantam uma gestão sã e prudente das entidades gestoras e a protecção dos participantes e beneficiários dos fundos de pensões».

Com estas novas regras, as entidades vão ser obrigadas a elaborar e a enviar um relatório anual sobre a estrutura organizacional e os sistemas de gestão de riscos e de controlo interno. Este documento deve conter «um resumo explicativo das principais vicissitudes ocorridas naquele período, identificando as falhas e fragilidades detectadas e as medidas tomadas».

É de referir que, o valor global dos fundos de pensões em Portugal totalizava em Março de 2009 cerca de 19,7 mil milhões de euros, encontrando-se estes montantes investidos maioritariamente em títulos de dívida (46% do total dos investimentos), fundos de investimento (21%), acções (12%) e imóveis (9%).

Bolsas europeias mistas num dia marcado pela reunião do BCE

As praças europeias fecharam mistas depois da reunião do presidente do Banco Central Europeu (BCE) ter assinalado que a recuperação poderá estar próxima mas será lenta. O Stoxx50 encerrou a sessão a cair 0,09% para os 2.131,10 pontos.

A cair mais na Europa esteve o índice holandês, o AEX, que encerrou a cessão a desvalorizar 0,22% para 263,80 pontos. O índice espanhol, o IBEX também fechou a cair 0,11% para 9.454,60 pontos.

A contribuir para a queda do índice holandês estiveram as acções do banco ING, ao perderem mais de 1% para os 7,539 euros. Já o IBEX foi penalizado peloBBVA, que desceu 0,7% para os 8,48 euros e pela Fenosa que cedeu 2,17% para os 7,23 euros.

Em alta esteve o índice alemão. O DAX regressou às subidas e encerrou a cessão a crescer 0,20% para 5.064,80 pontos, num dia em que a farmacêutica Bayer subiu mais de 3% para os 41,92 euros.

O FTSE fechou a subir 0,8% para 4.386,94 pontos, com o Royal Bank of Scotland (RBS) a ganhar mais de 3% para 37,2 pence e a Shell a subir mais de 1% para 1.684 pence, no dia em que os preços do petróleo regressaram aos ganhos.

O francês CAC ganhou 0,07% para 3.312,03 pontos, num dia em que a Total avançou 1,35% para os 41,19 euros, enquanto a France Telecom cedeu 1,23% para os 16,11 euros.

A mineira Rio Tinto caiu mais de 10% depois de ter sido noticiado que a empresa está a considerar um plano de aumento de capital de 15 mil milhões de dólares através da emissão de acções, após de ter rejeitado um investimento da Aluminium Corp. of China.

Jean-Claude Trichet, presidente do BCE, anunciou que não há qualquer intenção de avançar com mais cortes de juros ou de aumentar o plano de compra de obrigações, no mesmo dia em que anunciou que as previsões do BCE apontam para que a economia da Zona Euro contraia entre 4% e 5,1% este ano. Até agora, estas são as previsões mais pessimistas avançadas pelas instituições internacionais.

Finanças comprometem-se a avisar os contribuintes para pagar

Para lembrar aos condutores mais esquecidos, a Direcção Geral de Impostos vai passar a avisá-los de que têm de pagar o imposto único de circulação.

“A partir de agora, a DGCI vai enviar, no início de cada mês, um email informativo aos contribuintes proprietários de veículos com a data de matrícula desse mês para que efectuem a liquidação e pagamento do imposto único de circulação dentro do prazo previsto”, refere uma nota hoje distribuída. O aviso também pode ser por SMS.

A nota lembra que “só eviará mensagens electrónicas informativas aos contribuintes que tenham aderido ao serviço de envio de emails”.

A lei não obriga a administração fiscal a fazê-lo, mas os seus dirigentes querem mesmo avisar os contribuintes, no âmbito daquilo que designam por “plano para a qualidade no serviço ao contribuinte”.

Para aderir, o contribuinte só têm de indicar no Portal das Finanças, o seu endereço electrónico e o seu número de telemóvel. Basta ir à opção “dados pessoais” e procurar “dados portal de Finanças”.

A DGCI informou que já enviou, em Maio passado, 220 mil mensagens aos contribuintes proprietários de veículos com data de Maio. Este mês há mais 500 mil contribuintes que vão receber o aviso.

Internacionalização explica crescimento das maiores empresas de construção

Numa altura em que a Europa vai a votos, Portugal enfrenta a pior recessão dos últimos 35 anos e apresenta uma inflação das mais baixas, um comportamento semelhante, em tudo, à generalidade dos países da União a 27. Veja aqui a infografia com os principais indicadores para a economia portuguesa e europeia desde 1985 e previsões até 2010.

A contracção da economia portuguesa, se comparada com a média prevista para o conjunto dos países da União Europeia, em 2009, está aquém da quebra prevista de 4 por cento.

No que respeita à inflação Portugal continuará num patamar inferior à da Zona Euro, não havendo para já deflação.

As eleições para o Parlamento Europeu realizam-se num contexto de crise global profunda, com a Europa a "afundar-se" na pior recessão dos últimos 60 anos, mas com os governos a responderem à crise pela via do aumento do défice orçamental, visando assegurar a actividade empresarial e a manutenção do emprego.

Preços do petróleo vão continuar a subir até fim de 2010, diz Goldman Sachs

O Goldman Sachs prevê que o petróleo irá retornar aos preços de 75 dólares por barril nos mercados internacionais, durante os próximos três meses, e antecipa que as subidas recentes são apenas o início de um aumento continuado durante os próximos 18 meses.

"A subida dos preços do petróleo no mercado nova-iorquino poderá ser a primeira etapa para o disparar do crude que, segundo nós, vai acompanhar a recuperação da actividade económica", aponta hoje uma análise divulgada pelo banco norte-americano.

O barril de crude rasou ontem os 70 dólares no mercado nova-iorquino, chegando aos 69,05 dólares.

Os analistas do Goldman Sachs prevêem também que os preços irão atingir 85 dólares no final de 2009, quando numa anterior estimativa apontavam para 65 dólares por barril. E nos próximos 12 meses, aponta para uma média de 90 dólares por barril.

O banco antecipa também "um retorno possível às penúrias de energia" durante a segunda metade de 2010. Isto devido à diminuição da capacidade excedentária dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e pelos limites na produção, afectada por investimentos insuficientes.

PIB da zona euro pode cair até 5,1 por cento, segundo o BCE

O Banco Central Europeu (BCE) reviu em baixa as suas projecções para a evolução do PIB da zona em 2009, que situa agora entre -4,1 e -5,1 e, em 2010, entre -1,0 e 0,4 por cento, anunciou hoje o presidente do seu conselho de governadores, Jean-Claude Trichet, em conferência de imprensa transmitida em directo pela internet.

Estes valores são piores do que o que tinha sido previsto pelos serviços do banco em Março, devido a um “substancial efeito negativo que vem do ano anterior e ao resultado muito fraco no primeiro trimestre de 2009”, justificou Trichet.

A autoridade monetária considera que a informação mais recente sugere que após dois trimestres de “crescimento muito negativo”, no resto deste ano a actividade económica deve “declinar a taxas muito menos negativas”. Depois, a variação do PIB deve estabilizar e regressar a variações trimestrais positivas em meados de 2010.

O BCE incorpora nesta avaliação a perspectiva de efeitos adversos da actual crise que se repercutem desfasadamente, como será a esperada ainda maior deterioração nos mercados de trabalho nos próximos meses.

Necessário esforço “ambicioso e credível” de ajustamento das contas públicas

Jean-Claude Trichet lançou ainda um alerta no sentido de que, “para assegurar confiança na sustentabilidade das finanças públicas, será necessário um esforço de ajustamento ambicioso e credível de modo a regressar tão rápido quanto possível a posições orçamentais sólidas". Só assim é que os países conseguirão lidar com "o fardo fiscal adicional resultante do envelhecimento demográfico, bem como com os riscos resultantes das garantias governamentais fornecidas para estabilizar os sectores financeiros”.

Aquele apelo foi lançado depois de o presidente do BCE ter sublinhado que as últimas projecções da Comissão Europeia apontam para um grande aumento dos défices públicos e do peso da dívida no PIB dos países da zona euro.

A Comissão prevê que o défice da zona euro seja de 5,3 por cento do PIB em 2009 e de 6,5 por cento em 2010, quando no ano passado foi de 1,8 por cento. E a dívida pública deverá representar mais de 80 por cento do PIB em 2010.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Microsoft anuncia lançamento do Windows 7

A Microsoft lança a nova versão do Windows no dia 22 de Outubro, embora a versão para fabricante de computadores seja disponibilizada já em Julho.

Mas, os consumidores não precisam de esperar pelo lançamento do Windows 7 para adquirirem novos computadores pessoais. Os clientes que comprarem um computador com Windows Vista, versões Home Premium, Business ou Ultimate, terão acesso à migração para Windows 7, sem qualquer custo adicional.

Para Marcos Santos, responsável pelo Windows na Microsoft Portugal, o objectivo é «preparar o canal de parceiros de hardware para o lançamento do Windows 7 e para o programa Windows Upgrade Option».

A versão «Release Candidate» do Windows 7 mantém-se disponível para download gratuitopara todos os consumidores que pretendam conhecer as funcionalidades do Windows 7 e instalar o novo sistema operativo nos seus computadores pessoais.

Novo motor de busca responde a perguntas e faz cálculos

O novo motor de busca na Internet Wolfram Alpha está disponível desde esta segunda-feira, com "terabites de dados factuais" preparados para dar respostas a perguntas e fazer cálculos e comparações.

O novo site apresenta-se como "motor de conhecimento computacional", porque dá respostas directas a perguntas e não uma lista de sites, como acontece noutros motores de busca, como o Google.

O Wolfram Alpha foi criado pelo britânico Stephen Wolfram, cientista, inventor, autor e empresário de 49 anos que se doutorou em física no Instituto de Tecnologia da Califórnia com apenas 20 anos.

O motor de busca faz, em poucos segundos, cálculos matemáticos de diferentes graus de dificuldade e comparações entre dois termos.

Como exemplo, uma pesquisa com as palavras "Lisboa Porto" dá como respostas a distância entre as duas cidades, a sua localização num mapa de Portugal e dados sobre cada uma das cidades, como população, altitude e região em que se encontram.

O Wolfram Alpha permite também comparar informações relevantes de duas empresas, nomeadamente cotações na bolsa, volume de negócios, lucros, dividendos e número de funcionários.

A maior parte da informação é, contudo, ainda sobre os Estados Unidos, estando todas as respostas em inglês.

Na apresentação do projecto, em 30 de Abril, Stephen Wolfram negou que pretenda concorrer e ultrapassar o Google, afirmando que o objectivo do novo motor é dar informação cada vez mais útil sobre todas as áreas do conhecimento humano.

O novo motor de busca tem por base o sistema de algoritmos Mathematica, desenvolvido pela Wolfram Research, empresa fundada em 1987 e ainda hoje dirigida por Stephen Wolfram.

No comunicado de apresentação do novo motor, a empresa refere que, só na fase de testes realizada este fim-de-semana, processou 13,6 milhões de consultas e recebeu 27 mil comentários sobre o funcionamento do serviço.

YouTube lança versão para TV

O conhecido portal de vídeos YouTube lança uma versão compatível com os écrãs de televisão convencionais.

Até agora, ver vídeos do YouTube num televisor, com o computador ligado ao écran, tinha alguns inconvenientes, pois de longe era, por exemplo, difícil encontrar o cursor do rato. Para solucionar esse problema foi lançado o YouTube XL.

O YouTube XL adapta os conteúdos da web para serem vistos num écrã tradicional. Procurar, ver ou mudar de vídeo consegue-se através de um par de cliques.

O serviço foi lançado esta terça-feira e veio simplificar todo processo. Foi eliminada a publicidade e já se especula que pode vir a ser lançada uma aplicação para controlar o YouTube XL através do iPod ou de um comando conectado por Wi-Fi.

Bolsa de Lisboa perdeu 0,8 por cento na sessão de hoje

O mercado de acções português fechou hoje com uma queda de 0,8 por cento do seu principal índice, o PSI 20, que perdeu 58,18 pontos, penalizado por fortes descidas de sete dos vinte títulos que o compõem.

As acções mais penalizadas foram as da construtora Teixeira Duarte, cujas cotações baixaram 3,6 por cento. Este movimento dá-se no entanto num momento em que estes títulos têm tido uma valorização forte. No último mês valorizaram-se 40,78 por cento e é natural que alguns investidores tenham aproveitado o dia para realizar mais-valias.

BPI, Altri, BES, EDP, Sonae Indústria, Galp Energia desceram quase dois por cento. Do lado das subidas, destaque para a PT (+1,24%) e Cimpor (+0,93%).

O mercado português deverá ter sido afectado pela tendência negativa europeia e de Nova Iorque. Os principais índices bolsista norte-americanos abriram negativos, em reacção a algumas revisões em baixa de estimativas de resultados de empresas e perante um corte elevado de postos de trabalho em Maio.

Salários baixos portugueses vão continuar

Portugal é um dos países da Europa com maior prevalência de salários baixos e onde os trabalhadores têm maior dificuldade em sair desta situação. Um estudo publicado pelo instituto alemão IZA, especializado na análise do mercado de trabalho, concluiu que a economia portuguesa é aquela onde a probabilidade de um trabalhador ter um salário baixo é maior num conjunto de 12 países da União Europeia com dados referentes ao período 1994-2001.

O conjunto de países analisados incluiu os Quinze da União Europeia antes do alargamento a Leste de 2004, com excepção do Luxemburgo, Suécia e Finlândia. Salário baixo é definido como um vencimento inferior a 60% do salário médio nacional e que, no caso português, coloca a fasquia em redor dos €550.

Salários baixos portugueses vão continuar

Em Portugal, segundo os dados do emprego divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), existem actualmente 147.800 trabalhadores que ganham menos de €310 líquidos por mês. O INE considera empregados todas as pessoas que tenham algum rendimento pelo trabalho ou ocupação - muitas vezes formação profissional - independentemente do seu valor mesmo que seja inferior ao salário mínimo nacional que este ano está fixado nos €450. Subindo a fasquia nos escalões salariais do INE, verifica-se que 1,429 milhões de trabalhadores levam para casa mensalmente menos de €600 líquidos. São cerca de metade dos trabalhadores por conta de outrém em Portugal.

Recorde-se que Portugal não tem, apesar de tudo, o salário mínimo mais baixo entre os países da União Europeia onde este limite existe, mas tem uma percentagem acima da média de trabalhadores a recebê-lo.

Os autores do estudo do IZA, Ken Clark e Nikolaos Kanellopoulos, estimam que a probabilidade de ter um salário baixo em Portugal é de 19,4%, contra valores muito mais baixos, por exemplo, na Bélgica (6,5%), na Itália (7,4%) ou na Áustria (8,4%). Espanha apresenta valores muito próximos com uma probabilidade de 18,8% (ver gráfico).

O mais preocupante é que a economia nacional não é apenas a que tem o maior risco de salários baixos entre as 12 analisadas. É também aquela onde é mais difícil sair desta situação. Clark e Kanellopoulos calculam que apenas cerca de um terço (35%) dos trabalhadores com salários baixos consiga no ano seguinte deixar de pertencer ao grupo dos 'mal pagos'. Ao mesmo tempo, 5,8% das pessoas que não têm salários baixos passam a tê-lo no ano seguinte.

Apenas os trabalhadores com formação universitária escapam a esta tendência lusa. Os portugueses com diplomas têm até a mais baixa probabilidade de auferir um salário baixo nos países estudados (1,5%). Pelo contrário, os portugueses com mais de 45 anos, com apenas o ensino primário ou os casados - três características que muitas vezes andam de mãos dadas - têm o maior risco.


As 30 supermarcas do ano (fotos)

Estudo revela as marcas vencedoras de 2009. Votaram 4 mil consumidoresJá são conhecidas as 30 marcas mais fortes do ano.

O estudo que originou a lista final de marcas vencedoras de 2009, realizado pela empresa especializada MyBrand, foi votado on-line, por 4 mil consumidores.

Na lista da edição deste ano do Livro Superbrands 2009 constam a Água das Pedras, Caixa Geral de Depósitos, Continente, CTT, Diário de Noticias, EDP, Expresso, Grant¿s, Halibut, Jornal Noticias, Kellog¿s, Kit Kat, La Redoute, Limiano, Médis, Millennium bcp, Modelo, Nespresso, Nokia , Optimus, Portugal Telecom, Remax, Sport Lisboa e Benfica (SLB), Super Bock, Terra Nostra, TSF, Visão, Vitalis, Vodafone e Worten.

Segundo Rodrigo Correia, senior partner da Superbrands, «uma super marca é sobretudo forte, com uma imagem positiva, altamente diferenciadora, capaz de gerar atitudes e comportamentos favoráveis, de estabelecer relações sólidas. Estas características, que são uma clara vantagem no sector, devem ser reconhecidas. E é por isso que hoje são chamadas de Superbrands», disse.

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