Em Agosto, a taxa de juro dos certificados de aforro vai voltar a recuar. A rendibilidade desce, assim, pelo quinto mês consecutivo, e atinge mesmo um novo mínimo histórico, nos 1,048% brutos, reflectindo a forte queda das Euribor. A taxa a três meses está a descer há 35 sessões. Hoje caiu para um novo mínimo recorde.
De acordo com os cálculos efectuados pelo Negócios a taxa a aplicar às novas subscrições de certificados em Agosto será a mais baixa de sempre. A média das últimas dez sessões da Euribor a três meses, que serve de indexante para este produto, fixou-se nos 0,939%. A esta taxa é somado um “prémio” de 0,25%, introduzido no final de Fevereiro, após a revisão da fórmula de cálculo.
Estes 1,048% (0,838% líquidos), a taxa aplicada aos novos certificados e aos títulos de detentores de certificados cujo mês de revisão seja o de Julho (desde que não beneficiem de prémios de permanência), comparam com os 1,291% em Julho. Face ao mesmo mês de 2008, a rendibilidade deste produto de poupança do Estado regista uma queda de 291 pontos base. Há cerca de um ano a taxa praticada era de 3,966%.
Desde o pico, em Outubro, altura em que o juro atingiu o nível mais elevado, acima dos 4%, a taxa dos certificados tem vindo a cair, consecutivamente. A excepção verificou-se em Março, devido à intervenção do Governo, no final de Fevereiro, alterando a fórmula de cálculo, o que se traduziu num aumento de 50 pontos base na taxa, e também tornando mais atractivos os prémios de permanência, logo a partir do primeiro ano, até ao oitavo.
A queda acentuada da rendibilidade, fruto da descida abrupta das Euribor, continua a afastar os investidores dos certificados de aforro. De acordo com o último Boletim Mensal do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP), em Junho, os resgates superaram as subscrições em 20 milhões de euros. No acumulado do ano, os certificados perderam 55 milhões de euros.
terça-feira, 28 de julho de 2009
PS cortará deduções fiscais às famílias de maiores rendimentos
Se o PS ganhar as eleições vai baixar as deduções fiscais às famílias que ganham mais de €5 mil mensais O objectivo é assegurar uma maior distribuição do esforço fiscal e beneficiar as famílias com menos rendimentos, com o reforço das medidas de apoio social.
A proposta faz parte do programa eleitoral do PS e foi avançada ontem por Teixeira dos Santos em entrevista à SIC. O agora ministro da Economia e Finanças garantiu não tratar-se de aumento da carga fiscal, mas também deixou claro que considera que Portugal não tem condições para baixar impostos.
O ministro das Finanças diz que o Governo já fez o que pode nesta frente, salientando a redução do IVA e do IRC para as PME. “Não estamos em condições de avançar com descida generalizada de impostos”, afirmou o ministro em entrevista à SIC, acrescentando: “Baixámos o IVA em um ponto, baixamos o IRC para metade para as empresas de menor dimensão, baixámos o Pagamento Especial por Conta”. O ministro opôs-se ainda a eliminar o PEC: “Seria errado: é um instrumento importante de moralização fiscal e de combata à fraude e evasão fiscal”.
O governante assegurou ainda que só retomará uma política mais austera, de controlo do défice orçamental, quando for possível abolir as medidas de combate à crise.
Teixeira dos Santos desvalorizou ainda o cenário traçado pelo Banco de Portugal para a evolução do desemprego, sublinhando que a probabilidade de se perderem 200 mil postos de trabalho no espaço de um ano foi avançada pelo banco central pressupondo que não haveria alterações de políticas, e essas foram feitas a vários níveis – assegurou.
A proposta faz parte do programa eleitoral do PS e foi avançada ontem por Teixeira dos Santos em entrevista à SIC. O agora ministro da Economia e Finanças garantiu não tratar-se de aumento da carga fiscal, mas também deixou claro que considera que Portugal não tem condições para baixar impostos.
O ministro das Finanças diz que o Governo já fez o que pode nesta frente, salientando a redução do IVA e do IRC para as PME. “Não estamos em condições de avançar com descida generalizada de impostos”, afirmou o ministro em entrevista à SIC, acrescentando: “Baixámos o IVA em um ponto, baixamos o IRC para metade para as empresas de menor dimensão, baixámos o Pagamento Especial por Conta”. O ministro opôs-se ainda a eliminar o PEC: “Seria errado: é um instrumento importante de moralização fiscal e de combata à fraude e evasão fiscal”.
O governante assegurou ainda que só retomará uma política mais austera, de controlo do défice orçamental, quando for possível abolir as medidas de combate à crise.
Teixeira dos Santos desvalorizou ainda o cenário traçado pelo Banco de Portugal para a evolução do desemprego, sublinhando que a probabilidade de se perderem 200 mil postos de trabalho no espaço de um ano foi avançada pelo banco central pressupondo que não haveria alterações de políticas, e essas foram feitas a vários níveis – assegurou.
Marque hoje e viaje já amanhã
Marque hoje a sua viagem e parta daqui a poucos dias. Nas promoções "last minute", o preço até pode ser mais acessível do que quando programa com antecedência. Conheça dez exemplos.
Já não é preciso fazer reservas com meses de antecedência ou pagar uma fortuna por não ter programado a sua viagem muito tempo antes de a fazer. Se for à Internet, pode comprová-lo em "sites" como o Netviagens, Logitravel, Beautyvillage, Edreams e o Clube-viagens. O Negócios andou à procura de boas oportunidades e seleccionou dez opções para fazer a sua viagem já em Agosto e sem ter que sair de casa para fazer a reserva.
Sobre os preços das promoções "last minute", pode falar-se em "pechinchas" nalguns dos casos, se pensarmos nos valores que eram praticados há alguns anos nas reservas feitas à última hora. Veja-se, por exemplo, o Logitravel. Se aceder às suas ofertas, poderá encontrar uma proposta de sete noites em Istambul, num quarto duplo em regime de meia-pensão, por apenas 381,5 euros.
Mas, se não dispensa a praia em Agosto, e se não abdica da escapadela do país e quer ter mesmo a papinha toda feita por um preço acessível, vá ao "site" Beautyvillage e escolha a Tunísia, com pensão completa, por 693 euros. Por um pouco menos, 557 euros (só com alojamento), vá até ao Cairo, no Egipto, onde pode desfrutar de praia e cultura, sendo que, por 681 euros, terá direito a meia pensão. Se gosta de férias em Portugal, a TAP pode proporcionar-lhe uma ida até à Ilha Terceira, nos Açores, desfrutar das paisagens que a ilha oferece por 515,5 euros.
O Brasil, destino de eleição para muitos viajantes, é o alvo de um pacote de sete dias. Na Netviagens, uma estadia em Natal, com pequeno-almoço, custa 790 euros.
As praias de areia branca e os lagos de água salgada, repletos de fauna exótica, são alguns dos atractivos da República Dominicana. Por 737 euros, pacote oferecido pela Netviagens, poderá ver isto e muito mais em Punta Cana, com tudo incluído, ou seja, passagem de avião, alojamento e pensão completa. Se o mar do Caribe é obrigatório e se a Gripe A não o assusta, o Netviagens leva-o até Riviera Maya, também com tudo incluído, por 771 euros.
No mapa ao lado, pode analisar em detalhe os dez pacotes seleccionados, à excepção de Paris em que recolhemos, separadamente, o preço de viagem e alojamento. Escolha o seu destino, aproveite os preços baixos das promoções de última hora e, se aprecia cruzeiros, também há soluções para si.
Dez destinos de férias a preços de "última hora"
O Negócios procurou na Internet e escolheu dez pacotes para dez destinos ao longo da semana passada. Incluem sete noites, com avião, alojamento e pequeno-almoço e, nalguns casos, pensão completa ou meia-pensão), com partidas em Agosto. Dos dez locais, Istambul é o que fica mais barato mas, se quer praia fora do país, com tudo incluído e se a Gripe A não é impedimento, então Riviera Maya pode ser uma boa opção. Ir ao Brasil também não sai caro.

1 Ilha Terceira (Açores)
€515,5
Data de partida 13 de Agosto
Sete noites com passagem aérea e alojamento.
Este pacote inclui sete noites com passagem aérea na TAP e alojamento com pequeno-almoço. O hotel é o Terra Do Mar, de quatro estrelas, e a promoção está disponível no "site" da Logitravel.
A Terceira é uma das nove ilhas dos Açores, integra o "Grupo Central". O seu nome é uma alusão a ter sido esta a "terceira" das ilhas do arquipélago a ser descoberta.
2 Mediterrâneo
€948
Data de partida 2 de Agosto
Sete noites a bordo em regime de "tudo incluído".
Este pacote inclui sete noites a bordo, na categoria "Interior II", participação nas actividades a bordo e pensão completa. Está disponível no "site" Logitravel. O itinerário começa com a saída desde Barcelona, visitando La Valleta (Malta), Nápoles (Itália), Civitavecchia (Roma), Livorno (Florencia/Pisa), Cannes (França), e desembarque, novamente, em Barcelona.
3 Paris (França)
€495,5
Data de partida 17 de Agosto
O pacote inclui sete noites, com avião e hotel.
Para este destino, optámos por comprar o bilhete de avião, através da edreams, e quartos no Ibis, no "site" da Accor. Feitas as contas, dá 495,5 euros com passagem de avião e alojamento. Na cidade-luz, é obrigatória a passagem pela Torre Eiffel mas as pontes, os monumentos, os museus, as lojas e os espectáculos asseguram uma semana de muita actividade e pouco tédio.
4 Istambul (Turquia)
€381,5
Data de partida 27 de Agosto
Sete noites, com avião e alojamento.
Este pacote inclui sete noites, passagem aérea em regime de alojamento com pequeno-almoço no hotel Birbey, de três estrelas.
A promoção está disponível no Logitravel. Istambul é a maior cidade da Turquia, e uma das maiores da Europa e da Ásia, com 8,8 milhões de habitantes na cidade e dez milhões na sua região metropolitana, segundo dados de 2000.
5 Atenas (Grécia)
€608,5
Data de partida 1 de Agosto
Sete noites, com avião e alojamento.
Este pacote inclui sete noites, com passagem aérea e alojamento no hotel Apollonion, de duas estrelas. Se optar por esta viagem, Atenas, capital da Grécia, vai fornecer-lhe diversos motivos para justificar a estadia. Não deixe de visitar o Museu da Acrópole. A entrada custa um euro, mas o fluxo de visitantes, sobretudo na época alta, aconselha a que faça reserva com antecedência.
6 Djerba (Tunísia)
€693
Data de partida 1 de Agosto
Inclui sete noites, com avião, alojamento e pensão completa.
Este pacote inclui a passagem de avião para Djerba (Tunísia), "transfer", estadia de sete noites com pensão completa no hotel Club Floriana Meninx, de três estrelas. A promoção está acessível no "site" Beautyvillage. Este último disponibiliza a transportadora aérea, que, neste caso, será a Tunisair. A Tunísia é um dos destinos mais vistados do Norte de África.
7 Cairo (Egipto)
€557
Data de partida 6 de Agosto
Sete noites com alojamento, pequeno-almoço e avião.
O pacote inclui sete noites, com direito a passagem aérea, alojamento no hotel Pharaohs Doki, de três estrelas, com pequeno-almoço. Se quiser meia-pensão, o valor passa a ser de 681 euros. A promoção está acessível no Logitravel, que disponibiliza, de imediato, a companhia aérea em que fará a viagem, no momento em que tentar reservar. Neste caso, é a Ibéria.
8 Natal (Brasil)
€699
Data de partida 1 de Agosto
Sete noites com alojamento e avião.
Este pacote integra sete noites com passagem aérea e alojamento com pequeno-almoço, no hotel de quatro estrelas, Parque da Costeira. A promoção está acessível no "site" Netviagens. Natal é a capital do Estado do Rio Grande do Norte, sendo uma região de praias, dunas, barras, lagoas e falésias. A praia de Genipabu é famosa pelos passeios de "buggy" e jangada.
9 Punta Cana
€737
Data de partida 6 de Agosto
Sete noites com avião, alojamento e pensão completa.
São sete noites, com passagem aérea, alojamento, com regime de "tudo incluído", no Hotel IFA Villas Bávaro, de três estrelas. Esta promoção está acessível no "site" da Netviagens. As montanhas de vegetação exuberante, as cascatas e os lagos de água salgada repletos de fauna exótica são apenas alguns dos atractivos de Punta Cana, na República Dominicana.
10 Riviera Maya (México)
€771
Data de partida 3 de Agosto
Inclui sete noites, avião e alojamento em pensão completa.
Este pacote inclui sete noites com passagem aérea, alojamento com pensão completa, no Hotel Riu Lupita, de cinco estrelas. No "site" Netviagens, este aparecerá nas sugestões do próprio. O México é um destino tradicionalmente procurado e com uma forte vertente cultural. Animação permanente e um clima tropical fazem deste destino um dos melhores para as suas férias.
Já não é preciso fazer reservas com meses de antecedência ou pagar uma fortuna por não ter programado a sua viagem muito tempo antes de a fazer. Se for à Internet, pode comprová-lo em "sites" como o Netviagens, Logitravel, Beautyvillage, Edreams e o Clube-viagens. O Negócios andou à procura de boas oportunidades e seleccionou dez opções para fazer a sua viagem já em Agosto e sem ter que sair de casa para fazer a reserva.
Sobre os preços das promoções "last minute", pode falar-se em "pechinchas" nalguns dos casos, se pensarmos nos valores que eram praticados há alguns anos nas reservas feitas à última hora. Veja-se, por exemplo, o Logitravel. Se aceder às suas ofertas, poderá encontrar uma proposta de sete noites em Istambul, num quarto duplo em regime de meia-pensão, por apenas 381,5 euros.
Mas, se não dispensa a praia em Agosto, e se não abdica da escapadela do país e quer ter mesmo a papinha toda feita por um preço acessível, vá ao "site" Beautyvillage e escolha a Tunísia, com pensão completa, por 693 euros. Por um pouco menos, 557 euros (só com alojamento), vá até ao Cairo, no Egipto, onde pode desfrutar de praia e cultura, sendo que, por 681 euros, terá direito a meia pensão. Se gosta de férias em Portugal, a TAP pode proporcionar-lhe uma ida até à Ilha Terceira, nos Açores, desfrutar das paisagens que a ilha oferece por 515,5 euros.
O Brasil, destino de eleição para muitos viajantes, é o alvo de um pacote de sete dias. Na Netviagens, uma estadia em Natal, com pequeno-almoço, custa 790 euros.
As praias de areia branca e os lagos de água salgada, repletos de fauna exótica, são alguns dos atractivos da República Dominicana. Por 737 euros, pacote oferecido pela Netviagens, poderá ver isto e muito mais em Punta Cana, com tudo incluído, ou seja, passagem de avião, alojamento e pensão completa. Se o mar do Caribe é obrigatório e se a Gripe A não o assusta, o Netviagens leva-o até Riviera Maya, também com tudo incluído, por 771 euros.
No mapa ao lado, pode analisar em detalhe os dez pacotes seleccionados, à excepção de Paris em que recolhemos, separadamente, o preço de viagem e alojamento. Escolha o seu destino, aproveite os preços baixos das promoções de última hora e, se aprecia cruzeiros, também há soluções para si.
Dez destinos de férias a preços de "última hora"
O Negócios procurou na Internet e escolheu dez pacotes para dez destinos ao longo da semana passada. Incluem sete noites, com avião, alojamento e pequeno-almoço e, nalguns casos, pensão completa ou meia-pensão), com partidas em Agosto. Dos dez locais, Istambul é o que fica mais barato mas, se quer praia fora do país, com tudo incluído e se a Gripe A não é impedimento, então Riviera Maya pode ser uma boa opção. Ir ao Brasil também não sai caro.

1 Ilha Terceira (Açores)
€515,5
Data de partida 13 de Agosto
Sete noites com passagem aérea e alojamento.
Este pacote inclui sete noites com passagem aérea na TAP e alojamento com pequeno-almoço. O hotel é o Terra Do Mar, de quatro estrelas, e a promoção está disponível no "site" da Logitravel.
A Terceira é uma das nove ilhas dos Açores, integra o "Grupo Central". O seu nome é uma alusão a ter sido esta a "terceira" das ilhas do arquipélago a ser descoberta.
2 Mediterrâneo
€948
Data de partida 2 de Agosto
Sete noites a bordo em regime de "tudo incluído".
Este pacote inclui sete noites a bordo, na categoria "Interior II", participação nas actividades a bordo e pensão completa. Está disponível no "site" Logitravel. O itinerário começa com a saída desde Barcelona, visitando La Valleta (Malta), Nápoles (Itália), Civitavecchia (Roma), Livorno (Florencia/Pisa), Cannes (França), e desembarque, novamente, em Barcelona.
3 Paris (França)
€495,5
Data de partida 17 de Agosto
O pacote inclui sete noites, com avião e hotel.
Para este destino, optámos por comprar o bilhete de avião, através da edreams, e quartos no Ibis, no "site" da Accor. Feitas as contas, dá 495,5 euros com passagem de avião e alojamento. Na cidade-luz, é obrigatória a passagem pela Torre Eiffel mas as pontes, os monumentos, os museus, as lojas e os espectáculos asseguram uma semana de muita actividade e pouco tédio.
4 Istambul (Turquia)
€381,5
Data de partida 27 de Agosto
Sete noites, com avião e alojamento.
Este pacote inclui sete noites, passagem aérea em regime de alojamento com pequeno-almoço no hotel Birbey, de três estrelas.
A promoção está disponível no Logitravel. Istambul é a maior cidade da Turquia, e uma das maiores da Europa e da Ásia, com 8,8 milhões de habitantes na cidade e dez milhões na sua região metropolitana, segundo dados de 2000.
5 Atenas (Grécia)
€608,5
Data de partida 1 de Agosto
Sete noites, com avião e alojamento.
Este pacote inclui sete noites, com passagem aérea e alojamento no hotel Apollonion, de duas estrelas. Se optar por esta viagem, Atenas, capital da Grécia, vai fornecer-lhe diversos motivos para justificar a estadia. Não deixe de visitar o Museu da Acrópole. A entrada custa um euro, mas o fluxo de visitantes, sobretudo na época alta, aconselha a que faça reserva com antecedência.
6 Djerba (Tunísia)
€693
Data de partida 1 de Agosto
Inclui sete noites, com avião, alojamento e pensão completa.
Este pacote inclui a passagem de avião para Djerba (Tunísia), "transfer", estadia de sete noites com pensão completa no hotel Club Floriana Meninx, de três estrelas. A promoção está acessível no "site" Beautyvillage. Este último disponibiliza a transportadora aérea, que, neste caso, será a Tunisair. A Tunísia é um dos destinos mais vistados do Norte de África.
7 Cairo (Egipto)
€557
Data de partida 6 de Agosto
Sete noites com alojamento, pequeno-almoço e avião.
O pacote inclui sete noites, com direito a passagem aérea, alojamento no hotel Pharaohs Doki, de três estrelas, com pequeno-almoço. Se quiser meia-pensão, o valor passa a ser de 681 euros. A promoção está acessível no Logitravel, que disponibiliza, de imediato, a companhia aérea em que fará a viagem, no momento em que tentar reservar. Neste caso, é a Ibéria.
8 Natal (Brasil)
€699
Data de partida 1 de Agosto
Sete noites com alojamento e avião.
Este pacote integra sete noites com passagem aérea e alojamento com pequeno-almoço, no hotel de quatro estrelas, Parque da Costeira. A promoção está acessível no "site" Netviagens. Natal é a capital do Estado do Rio Grande do Norte, sendo uma região de praias, dunas, barras, lagoas e falésias. A praia de Genipabu é famosa pelos passeios de "buggy" e jangada.
9 Punta Cana
€737
Data de partida 6 de Agosto
Sete noites com avião, alojamento e pensão completa.
São sete noites, com passagem aérea, alojamento, com regime de "tudo incluído", no Hotel IFA Villas Bávaro, de três estrelas. Esta promoção está acessível no "site" da Netviagens. As montanhas de vegetação exuberante, as cascatas e os lagos de água salgada repletos de fauna exótica são apenas alguns dos atractivos de Punta Cana, na República Dominicana.
10 Riviera Maya (México)
€771
Data de partida 3 de Agosto
Inclui sete noites, avião e alojamento em pensão completa.
Este pacote inclui sete noites com passagem aérea, alojamento com pensão completa, no Hotel Riu Lupita, de cinco estrelas. No "site" Netviagens, este aparecerá nas sugestões do próprio. O México é um destino tradicionalmente procurado e com uma forte vertente cultural. Animação permanente e um clima tropical fazem deste destino um dos melhores para as suas férias.
O abismo na justiça
O estado de guerra na Justiça começou no dia em que José Sócrates apresentou o seu programa de Governo, em Março de 2005. Quatro anos passados, a Justiça está pior, no mínimo, porque nada melhorou. Hoje, mais do que no passado, está descredibilizada e ficou generalizado o sentimento de que há uma justiça para pobres e outra para ricos.
A estratégia de ataque e descredibilização, usada pelo Governo com os funcionários públicos e os professores, não produziu os feitos desejados na Justiça. Sócrates esqueceu-se, talvez, de que estava a enfrentar um órgão de soberania.
Na intervenção, em que submeteu ao Parlamento o Programa de Governo, cometeu o erro de anunciar como medida a redução das férias judiciais. E assim se começou a envenenar a mudança que se desejava fazer na Justiça. Mudança essa que ficou condenada quando se tentou ganhar a batalha das férias com as mesmas armas usadas com professores e funcionários públicos. A táctica de "não querem é trabalhar" ajudou o Governo a fazer as reformas na Educação e na Administração Pública, mas foi fatal na Justiça. Os juízes, como o Governo e o Presidente da República, têm poder real.
Qualquer pequena possibilidade que ainda existisse de melhorar a justiça morreu quando o Governo ainda foi mais longe e pretendeu transformar os juízes em funcionários públicos.
"O nosso objectivo", disse José Sócrates aos parlamentares a 21 de Março de 2005, "é dar passos para inverter a situação actual e fazer do sistema da Justiça um factor de competitividade e desenvolvimento, tornando também mais efectiva a garantia dos direitos e dos deveres".
Um objectivo que hoje está mais longe do que há cinco anos.
Se há hoje factor que limita a vida económica, a Justiça é um dos mais importantes. O estrangulamento que a lentidão da Justiça, e a incerteza quanto à sua aplicação, provoca no crescimento da economia pode, neste momento, ser considerado mais grave que a restrição que nos é imposta pela falta de formação e educação.
A par da ineficácia existem hoje razões para suspeitar - talvez injustamente - que a Justiça está muito mais governamentalizada.
Os meios financeiros são uma poderosíssima arma para condicionar a actividade da Justiça.
Quando há dinheiro e pessoas para a "Operação Furacão" e não há dinheiro, nem pessoas nem apoio político para se investigar o caso Freeport ou os casos financeiros BCP, BPN e BPP, obviamente que o Governo está a condicionar a capacidade da Justiça fazer justiça.
Nestes quatro anos passámos de uma situação em que as prioridades da investigação, que permitem a aplicação da lei, pareciam estar nas mãos do Ministério Público para um quadro em que parecem estar nas mãos do Governo. Um e outro são perigosos para a democracia.
Mais perigosa ainda é a ferida que o mau funcionamento da Justiça está a provocar no regime, na democracia. A injustiça gera vontade de fazer justiça com as próprias mãos. O que, no mundo moderno, pode querer dizer através dos media, com a violação óbvia dos direitos que todos temos de nos defendermos.
Para o cidadão comum começa a ser claro que a Justiça não funciona porque a classe política não quer. Sem perceberem, os políticos estão a caminhar para um abismo.
A estratégia de ataque e descredibilização, usada pelo Governo com os funcionários públicos e os professores, não produziu os feitos desejados na Justiça. Sócrates esqueceu-se, talvez, de que estava a enfrentar um órgão de soberania.
Na intervenção, em que submeteu ao Parlamento o Programa de Governo, cometeu o erro de anunciar como medida a redução das férias judiciais. E assim se começou a envenenar a mudança que se desejava fazer na Justiça. Mudança essa que ficou condenada quando se tentou ganhar a batalha das férias com as mesmas armas usadas com professores e funcionários públicos. A táctica de "não querem é trabalhar" ajudou o Governo a fazer as reformas na Educação e na Administração Pública, mas foi fatal na Justiça. Os juízes, como o Governo e o Presidente da República, têm poder real.
Qualquer pequena possibilidade que ainda existisse de melhorar a justiça morreu quando o Governo ainda foi mais longe e pretendeu transformar os juízes em funcionários públicos.
"O nosso objectivo", disse José Sócrates aos parlamentares a 21 de Março de 2005, "é dar passos para inverter a situação actual e fazer do sistema da Justiça um factor de competitividade e desenvolvimento, tornando também mais efectiva a garantia dos direitos e dos deveres".
Um objectivo que hoje está mais longe do que há cinco anos.
Se há hoje factor que limita a vida económica, a Justiça é um dos mais importantes. O estrangulamento que a lentidão da Justiça, e a incerteza quanto à sua aplicação, provoca no crescimento da economia pode, neste momento, ser considerado mais grave que a restrição que nos é imposta pela falta de formação e educação.
A par da ineficácia existem hoje razões para suspeitar - talvez injustamente - que a Justiça está muito mais governamentalizada.
Os meios financeiros são uma poderosíssima arma para condicionar a actividade da Justiça.
Quando há dinheiro e pessoas para a "Operação Furacão" e não há dinheiro, nem pessoas nem apoio político para se investigar o caso Freeport ou os casos financeiros BCP, BPN e BPP, obviamente que o Governo está a condicionar a capacidade da Justiça fazer justiça.
Nestes quatro anos passámos de uma situação em que as prioridades da investigação, que permitem a aplicação da lei, pareciam estar nas mãos do Ministério Público para um quadro em que parecem estar nas mãos do Governo. Um e outro são perigosos para a democracia.
Mais perigosa ainda é a ferida que o mau funcionamento da Justiça está a provocar no regime, na democracia. A injustiça gera vontade de fazer justiça com as próprias mãos. O que, no mundo moderno, pode querer dizer através dos media, com a violação óbvia dos direitos que todos temos de nos defendermos.
Para o cidadão comum começa a ser claro que a Justiça não funciona porque a classe política não quer. Sem perceberem, os políticos estão a caminhar para um abismo.
O BCP e o interesse espanhol
O presidente do Sabadell admitiu ontem ao "El Pais" que o BCP continua no radar do banco. "Portugal interessa-nos. Não nego que seria um dos projectos de futuro que tem mais sentido, mas hoje em dia o BCP é um banco amigo". E, questionado sobre uma eventual compra, avançou que o Sabadell tem, antes, outro desafio: crescer primeiro em Espanha. Só depois poderá pensar em operações no estrangeiro (BCP ou outro). Ou seja, o que Josep Oliu está a dizer é que, não obstante as suas ambições, o Sabadell precisa de concretizar primeiro uma fusão em Espanha.
A sua análise tem duas consequências: primeiro confirma que o interesse da banca espanhola em Portugal não desapareceu, o que faz todo o sentido, porque antes de os bancos espanhóis irem para outros mercados têm de ter, em Portugal, o peso que têm em algumas das suas regiões autónomas (nesse sentido, têm de ser verdadeiros bancos ibéricos); em segundo, que o interesse pelos bancos portugueses não tem de vir necessariamente das maiores instituições (onde, apesar de tudo, teria mais sentido o interesse do BBVA, que continua a não ter uma presença significativa em Portugal, do que o do Santander); em terceiro, que é tudo uma questão de tempo até que se volte a falar da compra de um banco português pelos espanhóis.
Deixem-nos, primeiro, lamber as feridas da crise financeira e do trambolhão da economia espanhola... Vamos ver é se os bancos portugueses, entretanto, criam valor que dificulte qualquer tentativa de controlo.
A sua análise tem duas consequências: primeiro confirma que o interesse da banca espanhola em Portugal não desapareceu, o que faz todo o sentido, porque antes de os bancos espanhóis irem para outros mercados têm de ter, em Portugal, o peso que têm em algumas das suas regiões autónomas (nesse sentido, têm de ser verdadeiros bancos ibéricos); em segundo, que o interesse pelos bancos portugueses não tem de vir necessariamente das maiores instituições (onde, apesar de tudo, teria mais sentido o interesse do BBVA, que continua a não ter uma presença significativa em Portugal, do que o do Santander); em terceiro, que é tudo uma questão de tempo até que se volte a falar da compra de um banco português pelos espanhóis.
Deixem-nos, primeiro, lamber as feridas da crise financeira e do trambolhão da economia espanhola... Vamos ver é se os bancos portugueses, entretanto, criam valor que dificulte qualquer tentativa de controlo.
Que voltem os bons velhos tempos?
O banco Goldman Sachs anunciou este mês a intenção de atribuir prémios recorde aos seus executivos e existe uma expectativa generalizada de que os prémios e os salários em muitas outras empresas irão aumentar significativamente este ano. Será que em breve voltaremos aos bons velhos tempos?
Não sem uma reforma. De facto, uma importante lição que podemos retirar da crise financeira é que uma das prioridades da agenda política deve ser a reformulação das remunerações atribuídas aos executivos das empresas.
Com efeito, os acordos celebrados em matéria de remuneração foram um factor que em muito contribuiu para a excessiva tomada de riscos por parte das instituições financeiras, o que ajudou ao aparecimento da crise financeira. Ao recompensarem os executivos por um comportamento de risco e garantirem-lhes a impunidade em relação a algumas das consequências adversas imputáveis a esse comportamento, os acordos de remunerações para os patrões do sector financeiro produziram incentivos perversos, incentivando-os a fazer apostas irracionais.
Um factor preponderante que induziu à excessiva tomada de risco tem a ver com o facto de os acordos "standard" de remuneração por parte das empresas recompensarem os executivos pelos ganhos de curto prazo, mesmo quando esses ganhos são subsequentemente invertidos.
Apesar de o sector financeiro ter perdido mais de metade do seu valor no mercado accionista nos últimos cinco anos, os executivos continuaram a poder embolsar, antes da implosão das bolsas, avultadas quantias em compensações, tanto em acções como prémios.
Essas estruturas de remuneração deram aos executivos incentivos excessivos para procurarem ganhos de curto prazo - tomando decisões em matéria de investimento e de concessão de empréstimos que melhorariam esse tipo de ganhos - mesmo quando ao fazê-lo aumentavam os riscos de uma posterior implosão. Jesse Fried e eu advertimos há cinco anos, no livro "Pay without Performance", para esta distorção do curto prazo. Na sequência da crise, este problema tornou-se mais amplamente reconhecido, incluindo por parte de líderes empresariais como o CEO do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein. Mas ainda precisa de ser eficazmente abordado: a recente decisão do Goldman de conceder prémios recorde como recompensa pelo desempenho nos últimos dois trimestres, por exemplo, é um passo na direcção errada.
Para se evitar os prémios pelo desempenho de curto prazo e haver uma focalização nos resultados de longo prazo, as estruturas de remuneração têm de ser redesenhadas. No que diz respeito ao pagamento de prémios em acções, os executivos não deveriam ser autorizados a exercer as opções sobre acções e as acções que lhes foram atribuídas durante um período, digamos, de cinco anos após o momento do "empossamento" - ou seja, no momento em que as opções e as acções foram "ganhas" e já não podem ser retiradas ao executivo.
A incapacidade de um executivo exercer acções e opções durante um período de tempo substancial vincularia estreitamente o salário do executivo ao valor das acções no longo prazo.
A duração desse período deveria ser previamente estabelecida e não deveria depender de acções ou condições que estejam, pelo menos em parte, sob controlo dos executivos. Em contraste, proibir os executivos de exercerem acções e opções até saírem da empresa só faria com que aqueles que acumulassem acções e opções com um grande valor monetário tivessem assim um incentivo contraproducente para abandonarem a empresa.
Da mesma forma, as compensações através de prémios deveriam ser reformuladas, de forma a recompensarem o desempenho de longo prazo. Para começar, a atribuição de prémios baseados em resultados após um ano deveria ser desencorajada. Além disso, os prémios não deveriam ser pagos imediatamente, mas, em vez disso, colocados numa conta da empresa durante alguns anos e ajustados em baixa se no futuro não se mantiver a razão para os atribuir.
Além da excessiva focalização nos resultados de curto prazo, há uma segunda importante fonte de incentivos que levou à excessiva tomada de riscos e à qual tem sido prestada pouca atenção. Os benefícios recebidos pelos executivos do sector financeiro estavam associados a apostas altamente alavancadas sobre o valor do capital das suas empresas.
Os interesses dos executivos estavam associados ao valor das acções ordinárias das suas empresas - ou mesmo ao valor das opções sobre essas acções. Em resultado disso, os executivos ficavam protegidos perante as eventuais consequências negativas que as grandes perdas pudessem provocar aos accionistas preferenciais, aos detentores de obrigações e ao governo na qualidade de garante dos depósitos. Estas estruturas incitaram os executivos a darem pouco peso à possibilidade de grandes perdas, o que, por sua vez, os motivou a assumirem riscos excessivos.
Para acabar com esta distorção, os benefícios dos executivos do sector financeiro deveriam estar associados não ao valor de longo prazo das acções ordinárias das suas empresas, mas sim ao valor de longo prazo de um cabaz de activos mais vasto. Esse cabaz deveria incluir, no mínimo, acções preferenciais e obrigações. Este tipo de estrutura incentivaria a uma tomada de riscos mais próxima do nível óptimo.
Reformular os acordos de remuneração de formas similares às que aqui foram propostas ajudará a garantir que as empresas e a economia não sofrerão no futuro com a excessiva tomada de riscos, que contribuiu para a actual crise financeira. A completa reestruturação das estruturas de compensação deve ser um importante elemento da nova ordem financeira.
Lucian Bebchuk é professor de Direito, Economia e Finanças e director do programa de Corporate Governance na Harvard Law School. Este artigo baseia-se no seu testemunho perante a comissão de serviços financeiros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos e nos seus ensaios "Equity Compensation for Long-Term Performance" e "Regulating Bankers' Pay", em co-autoria com Jesse Fried e Holger Spamann, respectivamente.
Não sem uma reforma. De facto, uma importante lição que podemos retirar da crise financeira é que uma das prioridades da agenda política deve ser a reformulação das remunerações atribuídas aos executivos das empresas.
Com efeito, os acordos celebrados em matéria de remuneração foram um factor que em muito contribuiu para a excessiva tomada de riscos por parte das instituições financeiras, o que ajudou ao aparecimento da crise financeira. Ao recompensarem os executivos por um comportamento de risco e garantirem-lhes a impunidade em relação a algumas das consequências adversas imputáveis a esse comportamento, os acordos de remunerações para os patrões do sector financeiro produziram incentivos perversos, incentivando-os a fazer apostas irracionais.
Um factor preponderante que induziu à excessiva tomada de risco tem a ver com o facto de os acordos "standard" de remuneração por parte das empresas recompensarem os executivos pelos ganhos de curto prazo, mesmo quando esses ganhos são subsequentemente invertidos.
Apesar de o sector financeiro ter perdido mais de metade do seu valor no mercado accionista nos últimos cinco anos, os executivos continuaram a poder embolsar, antes da implosão das bolsas, avultadas quantias em compensações, tanto em acções como prémios.
Essas estruturas de remuneração deram aos executivos incentivos excessivos para procurarem ganhos de curto prazo - tomando decisões em matéria de investimento e de concessão de empréstimos que melhorariam esse tipo de ganhos - mesmo quando ao fazê-lo aumentavam os riscos de uma posterior implosão. Jesse Fried e eu advertimos há cinco anos, no livro "Pay without Performance", para esta distorção do curto prazo. Na sequência da crise, este problema tornou-se mais amplamente reconhecido, incluindo por parte de líderes empresariais como o CEO do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein. Mas ainda precisa de ser eficazmente abordado: a recente decisão do Goldman de conceder prémios recorde como recompensa pelo desempenho nos últimos dois trimestres, por exemplo, é um passo na direcção errada.
Para se evitar os prémios pelo desempenho de curto prazo e haver uma focalização nos resultados de longo prazo, as estruturas de remuneração têm de ser redesenhadas. No que diz respeito ao pagamento de prémios em acções, os executivos não deveriam ser autorizados a exercer as opções sobre acções e as acções que lhes foram atribuídas durante um período, digamos, de cinco anos após o momento do "empossamento" - ou seja, no momento em que as opções e as acções foram "ganhas" e já não podem ser retiradas ao executivo.
A incapacidade de um executivo exercer acções e opções durante um período de tempo substancial vincularia estreitamente o salário do executivo ao valor das acções no longo prazo.
A duração desse período deveria ser previamente estabelecida e não deveria depender de acções ou condições que estejam, pelo menos em parte, sob controlo dos executivos. Em contraste, proibir os executivos de exercerem acções e opções até saírem da empresa só faria com que aqueles que acumulassem acções e opções com um grande valor monetário tivessem assim um incentivo contraproducente para abandonarem a empresa.
Da mesma forma, as compensações através de prémios deveriam ser reformuladas, de forma a recompensarem o desempenho de longo prazo. Para começar, a atribuição de prémios baseados em resultados após um ano deveria ser desencorajada. Além disso, os prémios não deveriam ser pagos imediatamente, mas, em vez disso, colocados numa conta da empresa durante alguns anos e ajustados em baixa se no futuro não se mantiver a razão para os atribuir.
Além da excessiva focalização nos resultados de curto prazo, há uma segunda importante fonte de incentivos que levou à excessiva tomada de riscos e à qual tem sido prestada pouca atenção. Os benefícios recebidos pelos executivos do sector financeiro estavam associados a apostas altamente alavancadas sobre o valor do capital das suas empresas.
Os interesses dos executivos estavam associados ao valor das acções ordinárias das suas empresas - ou mesmo ao valor das opções sobre essas acções. Em resultado disso, os executivos ficavam protegidos perante as eventuais consequências negativas que as grandes perdas pudessem provocar aos accionistas preferenciais, aos detentores de obrigações e ao governo na qualidade de garante dos depósitos. Estas estruturas incitaram os executivos a darem pouco peso à possibilidade de grandes perdas, o que, por sua vez, os motivou a assumirem riscos excessivos.
Para acabar com esta distorção, os benefícios dos executivos do sector financeiro deveriam estar associados não ao valor de longo prazo das acções ordinárias das suas empresas, mas sim ao valor de longo prazo de um cabaz de activos mais vasto. Esse cabaz deveria incluir, no mínimo, acções preferenciais e obrigações. Este tipo de estrutura incentivaria a uma tomada de riscos mais próxima do nível óptimo.
Reformular os acordos de remuneração de formas similares às que aqui foram propostas ajudará a garantir que as empresas e a economia não sofrerão no futuro com a excessiva tomada de riscos, que contribuiu para a actual crise financeira. A completa reestruturação das estruturas de compensação deve ser um importante elemento da nova ordem financeira.
Lucian Bebchuk é professor de Direito, Economia e Finanças e director do programa de Corporate Governance na Harvard Law School. Este artigo baseia-se no seu testemunho perante a comissão de serviços financeiros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos e nos seus ensaios "Equity Compensation for Long-Term Performance" e "Regulating Bankers' Pay", em co-autoria com Jesse Fried e Holger Spamann, respectivamente.
BCP pede indemnização a cinco antigos gestores
Administradores receberam prémios indevidos depois de adulterarem resultados
O BCP vai exigir uma indemnização aos cinco ex-administradores do banco, que foram recentemente acusados pelo Ministério Público de manipulação do mercado, falsificação de documento e burla qualificada.
O Ministério Público acusa os gestores de, entre outras coisas, terem auferido remunerações variáveis superiores às que seriam efectivamente devidas.
Tudo porque os prémios recebidos estavam indexados aos resultados do banco, resultados esses que só aumentaram por não terem sido consideradas devidamente determinadas operações, designadamente perdas incorridas por 17 sociedades off shore.
Os responsáveis em questão são Jardim Gonçalves, Cristopher Beck, Filipe Pinhal, Castro Henriques e António Rodrigues e o processo resulta de uma queixa de Joe Berardo que remonta a Dezembro de 2007.
Ex-administradores do BCP acusados pelo MP
O Conselho de Administração Executivo do BCP decidiu por isso, no passado dia 14 de Julho, apresentar requerimentos solicitando que lhe seja reconhecido o direito de vir a pedir mais tarde, «em face do apuramento final dos factos, e em processo separado nos tribunais civis, qualquer indemnização a que haja lugar».
Para o caso de esse direito não lhe ser reconhecido, o banco solicita, «subsidiária e cautelarmente, uma «indemnização civil segundo os factos e termos indicados na acusação, para o caso de estes virem a ser provados».
Medidas que pretendem «evitar qualquer risco de futura alegação de perda do eventual direito a indemnização a que houver lugar se não exercido neste momento e neste processo-crime».
Refira-se que, na altura em que foram notificados os cinco acusados, também o banco foi notificado para, caso quisesse, se constituir assistente no processo e para solicitar, no mesmo processo crime, uma indemnização civil.
O banco optou, no entanto, por não se constituir como assistente, reservando o Conselho de Administração Executivo uma decisão «para o momento que se vier a mostrar adequado, dentro do prazo fixado na lei para o fazer, ou seja, até cinco dias antes do debate instrutório ou da audiência de julgamento».
O BCP vai exigir uma indemnização aos cinco ex-administradores do banco, que foram recentemente acusados pelo Ministério Público de manipulação do mercado, falsificação de documento e burla qualificada.
O Ministério Público acusa os gestores de, entre outras coisas, terem auferido remunerações variáveis superiores às que seriam efectivamente devidas.
Tudo porque os prémios recebidos estavam indexados aos resultados do banco, resultados esses que só aumentaram por não terem sido consideradas devidamente determinadas operações, designadamente perdas incorridas por 17 sociedades off shore.
Os responsáveis em questão são Jardim Gonçalves, Cristopher Beck, Filipe Pinhal, Castro Henriques e António Rodrigues e o processo resulta de uma queixa de Joe Berardo que remonta a Dezembro de 2007.
Ex-administradores do BCP acusados pelo MP
O Conselho de Administração Executivo do BCP decidiu por isso, no passado dia 14 de Julho, apresentar requerimentos solicitando que lhe seja reconhecido o direito de vir a pedir mais tarde, «em face do apuramento final dos factos, e em processo separado nos tribunais civis, qualquer indemnização a que haja lugar».
Para o caso de esse direito não lhe ser reconhecido, o banco solicita, «subsidiária e cautelarmente, uma «indemnização civil segundo os factos e termos indicados na acusação, para o caso de estes virem a ser provados».
Medidas que pretendem «evitar qualquer risco de futura alegação de perda do eventual direito a indemnização a que houver lugar se não exercido neste momento e neste processo-crime».
Refira-se que, na altura em que foram notificados os cinco acusados, também o banco foi notificado para, caso quisesse, se constituir assistente no processo e para solicitar, no mesmo processo crime, uma indemnização civil.
O banco optou, no entanto, por não se constituir como assistente, reservando o Conselho de Administração Executivo uma decisão «para o momento que se vier a mostrar adequado, dentro do prazo fixado na lei para o fazer, ou seja, até cinco dias antes do debate instrutório ou da audiência de julgamento».
Saiba quem investe mais na Europa
América do Norte apresenta maior fatia do investimento
O comércio internacional tem sido uma das áreas mais prejudicadas pela crise económica. No entanto, dados do Eurostat publicados recentemente mostram que, depois da caída vertiginosa do investimento na União Europeia (UE), no primeiro semestre deste ano,os esforços são para voltar à normalidade, neste sentido.
Assim, depois de se perder um total de 82.400 milhões de euros, as empresas dos países fora da Zona Euro já investiram 41.800 milhões de euros na região. A maior quantidade de dinheiro vem da América do Norte, com os Estados Unidos a «darem» 5.400 milhões e o Canadá, 4.500.
Ainda com a maior fatia do investimento aparece Hong Kong, com 4.300 milhões de euros, o que representa menos 1.300 milhões que no quarto trimestre do ano passado.
Na Europa, a Suiça apresenta um investimento de 4.100 euros, o que representa a maior descida: menos 8.700 milhões de euros que no quarto trimestre de 2008.
O comércio internacional tem sido uma das áreas mais prejudicadas pela crise económica. No entanto, dados do Eurostat publicados recentemente mostram que, depois da caída vertiginosa do investimento na União Europeia (UE), no primeiro semestre deste ano,os esforços são para voltar à normalidade, neste sentido.
Assim, depois de se perder um total de 82.400 milhões de euros, as empresas dos países fora da Zona Euro já investiram 41.800 milhões de euros na região. A maior quantidade de dinheiro vem da América do Norte, com os Estados Unidos a «darem» 5.400 milhões e o Canadá, 4.500.
Ainda com a maior fatia do investimento aparece Hong Kong, com 4.300 milhões de euros, o que representa menos 1.300 milhões que no quarto trimestre do ano passado.
Na Europa, a Suiça apresenta um investimento de 4.100 euros, o que representa a maior descida: menos 8.700 milhões de euros que no quarto trimestre de 2008.
Euribor em queda pela 35ª sessão consecutiva
Novos mínimos históricos
As taxas Euribor estão a cair há 35 sessões consecutivas e renovaram mínimos históricos esta terça-feira.
O prazo a seis meses, o mais utilizado nos créditos à habitação em Portugal, desceu para os 1,159%, contra os 1,168% de segunda-feira.
A Euribor a três meses está nos 0,908%.
A taxa a 12 meses encontra-se nos 1,373% enquanto a taxa a um mês recuou para os 0,545%.
O Banco Central Europeu (BCE) deverá manter as taxas de juro de referência para a Zona Euro nos 1%, nos próximos meses.
As taxas Euribor estão a cair há 35 sessões consecutivas e renovaram mínimos históricos esta terça-feira.
O prazo a seis meses, o mais utilizado nos créditos à habitação em Portugal, desceu para os 1,159%, contra os 1,168% de segunda-feira.
A Euribor a três meses está nos 0,908%.
A taxa a 12 meses encontra-se nos 1,373% enquanto a taxa a um mês recuou para os 0,545%.
O Banco Central Europeu (BCE) deverá manter as taxas de juro de referência para a Zona Euro nos 1%, nos próximos meses.
Juros no crédito à habitação caem pelo 6º mês consecutivo
Em Junho, taxa atingiu o valor médio de 3,160%
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação atingiu, em Junho, o valor médio de 3,160 por cento, o que representou uma diminuição mensal de 0,456 pontos percentuais (p.p.), revelam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta terça-feira.
A redução mensal da taxa de juro implícita no conjunto dos contratos em vigor ocorreu também nos três períodos: decréscimos de 0,281 p.p. nos últimos três meses, de 0,375 p.p. nos últimos seis meses e de 0,340 p.p. nos últimos 12 meses.
A diminuição mensal da taxa de juro implícita no conjunto dos contratos em vigor verificou-se ainda em todos os destinos de financiamento considerados. Assim, revela o INE, nos contratos de crédito respeitantes a «Aquisição de terreno para construção de habitação», a «Construção de habitação» e a «Aquisição de habitação», registaram-se decréscimos de 0,485 p.p., 0,510 p.p e 0,444 p.p., com as respectivas taxas de juro implícitas a situaram-se em 3,018%, 3,177% e 3,157%.
No mês de Junho, o valor médio do capital em dívida no total dos contratos de crédito à habitação em vigor foi de 55.437 euros, mais 269 euros que no mês anterior.
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação atingiu, em Junho, o valor médio de 3,160 por cento, o que representou uma diminuição mensal de 0,456 pontos percentuais (p.p.), revelam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta terça-feira.
A redução mensal da taxa de juro implícita no conjunto dos contratos em vigor ocorreu também nos três períodos: decréscimos de 0,281 p.p. nos últimos três meses, de 0,375 p.p. nos últimos seis meses e de 0,340 p.p. nos últimos 12 meses.
A diminuição mensal da taxa de juro implícita no conjunto dos contratos em vigor verificou-se ainda em todos os destinos de financiamento considerados. Assim, revela o INE, nos contratos de crédito respeitantes a «Aquisição de terreno para construção de habitação», a «Construção de habitação» e a «Aquisição de habitação», registaram-se decréscimos de 0,485 p.p., 0,510 p.p e 0,444 p.p., com as respectivas taxas de juro implícitas a situaram-se em 3,018%, 3,177% e 3,157%.
No mês de Junho, o valor médio do capital em dívida no total dos contratos de crédito à habitação em vigor foi de 55.437 euros, mais 269 euros que no mês anterior.
Barril de Brent cota-se a 70,88 dólares
A cotação do barril de Brent para entrega em Setembro, de referência para Portugal, abriu hoje a 70,88 dólares no mercado de futuros de Londres, o que representa uma subida de 0,07 dólares face ao encerramento de segunda-feira.
Acções do Fundo da Segurança Social caíram 39 por cento em 2008
As acções compradas pelo Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social, como forma de rentabilizar os fundos da Previdência em capitalização, sofreram uma desvalorização em 2008 de 39 por cento, segundo dados fornecidos ao Parlamento pelo gabinete doministro do Trabalho, citados pelo jornal "Diário de Notícias"
O FEFSS valia em dezembro de 2008 8343,32 milhões de euros. A sua carteira de aplicações é definida por lei e com um limite de 25 por cento para aplicação em acções. No final de 2009, o peso das acções no total da carteira representava 16,6 por cento, já descontada a desvalorização sofrida.
O documento do gabinete do ministro do Trabalho foi enviado a cinco deputados do PSD em resposta a perguntas, suscitadas quando se tornou conhecido que a Segurança Social efectuara aplicações em títulos de capital com algum risco, quando era já expectável a aproximação de uma crise financeira de elevadas proporções.
O Governo justifcou na altura - e continua a justificar na resposta enviada aos deputados - que a crise não estava à vista quando as aplicações foram feitas. "Não era expectável uma crise com aquelas dimensões e isso repercutiu-se em todos os fundos de pensões", justificou ao jornal o presidente do Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social, Manuel Baganha.
Baganha justifica que o investimento em acções tem de ser visto numa perspectiva de longa prazo e que em 30 anos as acções se vão valorizar, justificando o investimento efectuado.
O FEFSS valia em dezembro de 2008 8343,32 milhões de euros. A sua carteira de aplicações é definida por lei e com um limite de 25 por cento para aplicação em acções. No final de 2009, o peso das acções no total da carteira representava 16,6 por cento, já descontada a desvalorização sofrida.
O documento do gabinete do ministro do Trabalho foi enviado a cinco deputados do PSD em resposta a perguntas, suscitadas quando se tornou conhecido que a Segurança Social efectuara aplicações em títulos de capital com algum risco, quando era já expectável a aproximação de uma crise financeira de elevadas proporções.
O Governo justifcou na altura - e continua a justificar na resposta enviada aos deputados - que a crise não estava à vista quando as aplicações foram feitas. "Não era expectável uma crise com aquelas dimensões e isso repercutiu-se em todos os fundos de pensões", justificou ao jornal o presidente do Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social, Manuel Baganha.
Baganha justifica que o investimento em acções tem de ser visto numa perspectiva de longa prazo e que em 30 anos as acções se vão valorizar, justificando o investimento efectuado.
Teixeira dos Santos - O ministro da letra escarlate
A minha geração não conhece as delícias dos grandes e solarengos apartamentos no centro das cidades e das melhores avenidas com rendas de tuta e meia, não atinge as cátedras aos quarenta anos, a maioria nunca teve um contrato de trabalho efectivo, muitos subsistem com a ajuda dos próprios pais.
Muitos destes pais foram ontem à noite declarados pelo Ministro das Finanças os novos ricos de Portugal.
No final de uma carreira de professor, juiz, médico, estes profissionais atingem o salário de cinco mil euros mês. Em Portugal este salário é o corolário de uma vida de estudo, trabalho e sacrifício.
Mais uma vez, insiste-se no velhíssimo expediente de cobrar mais a quem está dentro do sistema, a quem já paga os seus impostos. Ao longo dos anos, temos assistido a esta realidade bipolar: quem paga impostos, paga cada vez mais (geralmente os trabalhadores por conta de outrem); e uma grossa percentagem de actividades legais e ilegais que pura e simplesmente escapam ao sistema contributivo.
Com a falência da justiça, esta fuga sistemática ao pagamento dos impostos fica sem sanção, aumenta a sensação generalizada de impunidade.
A despesa é galopante, cresce a necessidade de cobrar impostos, logo, aumenta a pressão sobre os contribuintes pagantes.
Este é o verdadeiro drama da classe média em Portugal: paga impostos, paga a hipoteca da casa onde vive, ajuda os filhos que não encontram emprego e ainda é tratado como rico.
Há trinta anos, escrevia-se nos muros a tinta encarnada, grossa e garrafal: "Os ricos que paguem a crise". Nesse tempo os ricos eram os industriais poderosos e capitalistas renomados, agora são pessoas de sessenta anos à beira da reforma.
Muitos destes pais foram ontem à noite declarados pelo Ministro das Finanças os novos ricos de Portugal.
No final de uma carreira de professor, juiz, médico, estes profissionais atingem o salário de cinco mil euros mês. Em Portugal este salário é o corolário de uma vida de estudo, trabalho e sacrifício.
Mais uma vez, insiste-se no velhíssimo expediente de cobrar mais a quem está dentro do sistema, a quem já paga os seus impostos. Ao longo dos anos, temos assistido a esta realidade bipolar: quem paga impostos, paga cada vez mais (geralmente os trabalhadores por conta de outrem); e uma grossa percentagem de actividades legais e ilegais que pura e simplesmente escapam ao sistema contributivo.
Com a falência da justiça, esta fuga sistemática ao pagamento dos impostos fica sem sanção, aumenta a sensação generalizada de impunidade.
A despesa é galopante, cresce a necessidade de cobrar impostos, logo, aumenta a pressão sobre os contribuintes pagantes.
Este é o verdadeiro drama da classe média em Portugal: paga impostos, paga a hipoteca da casa onde vive, ajuda os filhos que não encontram emprego e ainda é tratado como rico.
Há trinta anos, escrevia-se nos muros a tinta encarnada, grossa e garrafal: "Os ricos que paguem a crise". Nesse tempo os ricos eram os industriais poderosos e capitalistas renomados, agora são pessoas de sessenta anos à beira da reforma.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Sapo reforça canal Emprego
O Sapo Emprego, serviço de referencia, procura e oferta de emprego através da Internet, apresenta agora uma nova imagem e funcionalidades mais avançadas, quer para quem procura emprego, quer para quem o disponibiliza. O novo layout é mais limpo, amigo do utilizador e intuitivo na navegação. A pesquisa também sofreu alterações, já que agora qualquer informação sobre emprego pode ser procurada através de texto livre.
Os candidatos a um novo emprego passam ainda a poder criar e gerir múltiplos CV, com vista a viabilizar uma resposta rápida e objectiva, à medida das ofertas de emprego existentes. Nas áreas Geral e Executivo, as ofertas e os candidatos passam nesta nova versão a estarem segmentados de acordo com o respectivo perfil.
Para as empresas, a principal inovação está relacionada com um novo produto, o CPE (Custo Por Entrevista), que permite a inserção de anúncios de forma gratuita bem como a recepção e análise dos CV dos candidatos que respondem à oferta de emprego. A empresa apenas terá de investir no caso de pretender aceder ao nome e aos contactos pessoais dos candidatos que desejar entrevistar.
Ao longo dos seus nos anos de existência, registaram-se no Sapo Emprego mais de 15 mil empresas e foram mensalmente publicadas cerca de 500 ofertas de emprego. Actualmente, o canal regista em cada mês mais de dois milhões de páginas vistas e mais de 350 mil visitantes únicos.
Os candidatos a um novo emprego passam ainda a poder criar e gerir múltiplos CV, com vista a viabilizar uma resposta rápida e objectiva, à medida das ofertas de emprego existentes. Nas áreas Geral e Executivo, as ofertas e os candidatos passam nesta nova versão a estarem segmentados de acordo com o respectivo perfil.
Para as empresas, a principal inovação está relacionada com um novo produto, o CPE (Custo Por Entrevista), que permite a inserção de anúncios de forma gratuita bem como a recepção e análise dos CV dos candidatos que respondem à oferta de emprego. A empresa apenas terá de investir no caso de pretender aceder ao nome e aos contactos pessoais dos candidatos que desejar entrevistar.
Ao longo dos seus nos anos de existência, registaram-se no Sapo Emprego mais de 15 mil empresas e foram mensalmente publicadas cerca de 500 ofertas de emprego. Actualmente, o canal regista em cada mês mais de dois milhões de páginas vistas e mais de 350 mil visitantes únicos.
Quem vai subir os juros primeiro?
Quando a economia começar a dar os primeiros sinais de recuperação qual vai ser o primeiro banco central a subir as taxas de juro? A Reserva Federal (Fed) ou o Banco de Inglaterra?
Os economistas do Goldman Sachs e do Deutsche Bank acreditam que Mervyn King vai antecipar-se a Ben Bernanke travando, assim, a queda da libra, que no último ano já perdeu 17% face ao dólar.
O professor Willem Buiter da London School of Economics acredita que o Banco de Inglaterra vai ser o primeiro a subir as taxas de juro. No entanto, deixa um alerta: "Se isto acontecer demasiado cedo, pode abortar a frágil recuperação e provocar uma apreciação dolorosa da libra. Se for demasiado tarde, pode penalizar a evolução da inflação".
Willem Buiter acredita que o banco central vai começar a subir os juros em meados de 2010 e que a Fed vai esperar até 2011. O próprio presidente da Reserva Federal admitiu recentemente que a Fed vai ser "fortemente acomodatícia" durante um "longo período de tempo".
No Reino Unido, a economia começa a dar alguns sinais de recuperação, após ter atravessado a pior recessão desde a II Guerra Mundial, o que obrigou o banco central a cortar os juros para os 0,5%, o nível mais baixo de sempre.
O Comité de Política Monetária do Banco de Inglaterra vai apresentar ainda esta semana, antes da reunião de 6 de Agosto, novas previsões económicas. O membro do banco central Andrew Sentance acredita que o PIB pode ter crescido no segundo semestre do ano.
No segundo trimestre a economia do Reino Unido caiu 0,8%, após ter recuado 2,4% nos primeiros três meses do ano, a maior queda em quase meio século.
George Buckley, economista-chefe do Deutsche Bank, também acredita que o Banco de Inglaterra vai ser o primeiro banco central a subir os juros. "A libra vai recuperar se a economia recuperar mais rapidamente que outros países", diz Buckley.
No entanto, a possibilidade do banco central britânico aumentar a taxa de juro não agrada ao primeiro-ministro Gordon Brown. "Gordon Brown não vai gostar de subidas dos juros no início do próximo ano", diz Stewart Robertson, economista da Aviva Investors em Londres.
Os economistas do Goldman Sachs e do Deutsche Bank acreditam que Mervyn King vai antecipar-se a Ben Bernanke travando, assim, a queda da libra, que no último ano já perdeu 17% face ao dólar.
O professor Willem Buiter da London School of Economics acredita que o Banco de Inglaterra vai ser o primeiro a subir as taxas de juro. No entanto, deixa um alerta: "Se isto acontecer demasiado cedo, pode abortar a frágil recuperação e provocar uma apreciação dolorosa da libra. Se for demasiado tarde, pode penalizar a evolução da inflação".
Willem Buiter acredita que o banco central vai começar a subir os juros em meados de 2010 e que a Fed vai esperar até 2011. O próprio presidente da Reserva Federal admitiu recentemente que a Fed vai ser "fortemente acomodatícia" durante um "longo período de tempo".
No Reino Unido, a economia começa a dar alguns sinais de recuperação, após ter atravessado a pior recessão desde a II Guerra Mundial, o que obrigou o banco central a cortar os juros para os 0,5%, o nível mais baixo de sempre.
O Comité de Política Monetária do Banco de Inglaterra vai apresentar ainda esta semana, antes da reunião de 6 de Agosto, novas previsões económicas. O membro do banco central Andrew Sentance acredita que o PIB pode ter crescido no segundo semestre do ano.
No segundo trimestre a economia do Reino Unido caiu 0,8%, após ter recuado 2,4% nos primeiros três meses do ano, a maior queda em quase meio século.
George Buckley, economista-chefe do Deutsche Bank, também acredita que o Banco de Inglaterra vai ser o primeiro banco central a subir os juros. "A libra vai recuperar se a economia recuperar mais rapidamente que outros países", diz Buckley.
No entanto, a possibilidade do banco central britânico aumentar a taxa de juro não agrada ao primeiro-ministro Gordon Brown. "Gordon Brown não vai gostar de subidas dos juros no início do próximo ano", diz Stewart Robertson, economista da Aviva Investors em Londres.
Bairro Alto: novo horário provoca 400 despedimentos
Volume de negócios cai 70%
A mudança da hora de encerramento dos bares do Bairro Alto das 4h para as 2h provocou, desde Outubro de 2008 até Junho deste ano, cerca de 400 despedimentos e uma quebra de 70% no volume de negócios do local, escreve o «Económico».
Os dados foram fornecidos pela Associação de Comerciantes do Bairro Alto que explica que a medida, adoptada pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, veio prejudicar também os próprios moradores já que muitos dos habitantes do Bairro trabalham no local.
A Associação tem agendada para esta segunda-feira uma reunião com António Costa para negociações sobre um possível alargamento dos horários de funcionamento dos bares.
A última proposta da Associação de Comerciantes refere que, durante o Verão, os bares estariam abertos até às 3h todos os dias enquanto que no Inverno encerrariam às 2h, com excepção das sextas e sábados, uma vez que encerrariam apenas às 4h. No entanto, a partir das 2h as pessoas passariam a ficar concentradas no interior dos estabelecimentos.
A mudança da hora de encerramento dos bares do Bairro Alto das 4h para as 2h provocou, desde Outubro de 2008 até Junho deste ano, cerca de 400 despedimentos e uma quebra de 70% no volume de negócios do local, escreve o «Económico».
Os dados foram fornecidos pela Associação de Comerciantes do Bairro Alto que explica que a medida, adoptada pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, veio prejudicar também os próprios moradores já que muitos dos habitantes do Bairro trabalham no local.
A Associação tem agendada para esta segunda-feira uma reunião com António Costa para negociações sobre um possível alargamento dos horários de funcionamento dos bares.
A última proposta da Associação de Comerciantes refere que, durante o Verão, os bares estariam abertos até às 3h todos os dias enquanto que no Inverno encerrariam às 2h, com excepção das sextas e sábados, uma vez que encerrariam apenas às 4h. No entanto, a partir das 2h as pessoas passariam a ficar concentradas no interior dos estabelecimentos.
Petróleo em Londres ainda ronda os 71 dólares
Barril de Brent sobe 49 cêntimos para os 70,81 dólares
O petróleo segue esta segunda-feira em alta, entusiasmado com os bons resultados dos mercados financeiros, que têm estado em alta nas últimas sessões.
O Brent, que já esteve nos 71 dólares por barril, continua a rondar esta marca: sobe 49 cêntimos para os 70,81 dólares.
Em Nova Iorque, o crude segue nos 68,25 dólares, a reflectir um ganho de 20 cêntimos.
O petróleo segue esta segunda-feira em alta, entusiasmado com os bons resultados dos mercados financeiros, que têm estado em alta nas últimas sessões.
O Brent, que já esteve nos 71 dólares por barril, continua a rondar esta marca: sobe 49 cêntimos para os 70,81 dólares.
Em Nova Iorque, o crude segue nos 68,25 dólares, a reflectir um ganho de 20 cêntimos.
Euro avança para os 1,4230 dólares
Moeda única sobe 0,07%
A moeda única está esta segunda-feira em alta ligeira, a reflectir uma valorização de 0,07 por cento para os 1,4230 dólares.
A divisa tem estado a oscilar entre um mínimo de 1,4209 e um máximo de 1,4289 dólares.
A moeda única está esta segunda-feira em alta ligeira, a reflectir uma valorização de 0,07 por cento para os 1,4230 dólares.
A divisa tem estado a oscilar entre um mínimo de 1,4209 e um máximo de 1,4289 dólares.
Optimus lança iPhone 3G S esta semana
A partir de sexcta-feira, à meia-noite
A Optimus anunciou que vai lançar o novo iPhone 3G S esta sexta-feira, a partir da meia-noite.
Em comunicado, a empresa refere que está a preparar uma festa que vai dar a possibilidade de os cem primeiros clientes que entrarem na Casa da Música, no Porto, de ganharem um telemóvel.
Além da Optimus, a Vodafone é a outra empresa que disponibiliza o aparelho da Apple.
As acções da Sonaecom fecharam esta segunda-feira nos 0,06 por cento para os 1,82 euros.
A Optimus anunciou que vai lançar o novo iPhone 3G S esta sexta-feira, a partir da meia-noite.
Em comunicado, a empresa refere que está a preparar uma festa que vai dar a possibilidade de os cem primeiros clientes que entrarem na Casa da Música, no Porto, de ganharem um telemóvel.
Além da Optimus, a Vodafone é a outra empresa que disponibiliza o aparelho da Apple.
As acções da Sonaecom fecharam esta segunda-feira nos 0,06 por cento para os 1,82 euros.
Linha de crédito de 100 milhões de euros para sector do turismo
O ministro da Economia anunciou hoje, em Faro, uma nova linha de crédito de 100 milhões de euros para apoiar o sector do turismo e fazer face à crise económica e financeira mundial.
Na sessão de esclarecimento do "Programa de Qualificação-Emprego", que decorreu hoje em Faro, na Escola de Hotelaria e Turismo, Teixeira dos Santos disse acreditar que "esta linha de crédito de 100 milhões de euros possa vir a ser um apoio importante num sector [o Turismo] que está atravessar dificuldades um pouco por todo o mundo e, em particular no nosso país e, muito em particular, no Algarve".
"Temos consciência das dificuldades no domínio do financiamento à actividade [turística] e nos problemas de tesouraria e parece-nos importante que, nas linhas PME Invest, possamos dar um apoio, principalmente de tesouraria, no âmbito do fundo de maneio às empresas".
O apoio do Estado através da linha de crédito e do programa "Qualificação-Emprego" pretende evitar que possa haver um agravamento das condições do mercado de trabalho no sector do turismo depois do Verão.
"Este é o momento ideal, porque chega antes do final da época alta e as maiores dificuldades na manutenção do emprego no sector turístico vão surgir depois da época turística. Este programa vem no tempo certo, porque de facto define um horizonte que poderá ser mais tranquilizador para os operadores turísticos e para os trabalhadores", adiantou o ministro.
O programa "Qualificação-Emprego" está a partir de hoje aberto a "todas as empresas algarvias" e vai permitir aos trabalhadores em risco de ficarem sem emprego ou com redução de horário poderem ter formação e continuar vinculados às empresas recebendo o mesmo salário líquido. No limite, as empresas podem abranger 100% dos trabalhadores neste programa e as candidaturas podem ser renovadas.
O programa destina-se a todo o tipo de empresas, desde que economicamente viáveis, com "situação temporária de excesso de mão-de-obra e com forte perspectiva de plena utilização dessa mão-de-obra.
O programa consiste em dar formação aos trabalhadores durante os períodos de redução temporária do período normal de trabalho (PNT) ou suspensão de contratos de trabalho nas empresas e o objectivo para melhorar os níveis de qualificação das pessoas quando regressarem ao trabalho.
O Turismo do Algarve, através do seu presidente Nuno Aires,disponibilizou-se hoje para criar um documento e um gabinete de apoio aos empresários para beneficiar do programa "Qualificação-Emprego" de modo a "desmistificar a complexidade do programa".
Na sessão de esclarecimento do "Programa de Qualificação-Emprego", que decorreu hoje em Faro, na Escola de Hotelaria e Turismo, Teixeira dos Santos disse acreditar que "esta linha de crédito de 100 milhões de euros possa vir a ser um apoio importante num sector [o Turismo] que está atravessar dificuldades um pouco por todo o mundo e, em particular no nosso país e, muito em particular, no Algarve".
"Temos consciência das dificuldades no domínio do financiamento à actividade [turística] e nos problemas de tesouraria e parece-nos importante que, nas linhas PME Invest, possamos dar um apoio, principalmente de tesouraria, no âmbito do fundo de maneio às empresas".
O apoio do Estado através da linha de crédito e do programa "Qualificação-Emprego" pretende evitar que possa haver um agravamento das condições do mercado de trabalho no sector do turismo depois do Verão.
"Este é o momento ideal, porque chega antes do final da época alta e as maiores dificuldades na manutenção do emprego no sector turístico vão surgir depois da época turística. Este programa vem no tempo certo, porque de facto define um horizonte que poderá ser mais tranquilizador para os operadores turísticos e para os trabalhadores", adiantou o ministro.
O programa "Qualificação-Emprego" está a partir de hoje aberto a "todas as empresas algarvias" e vai permitir aos trabalhadores em risco de ficarem sem emprego ou com redução de horário poderem ter formação e continuar vinculados às empresas recebendo o mesmo salário líquido. No limite, as empresas podem abranger 100% dos trabalhadores neste programa e as candidaturas podem ser renovadas.
O programa destina-se a todo o tipo de empresas, desde que economicamente viáveis, com "situação temporária de excesso de mão-de-obra e com forte perspectiva de plena utilização dessa mão-de-obra.
O programa consiste em dar formação aos trabalhadores durante os períodos de redução temporária do período normal de trabalho (PNT) ou suspensão de contratos de trabalho nas empresas e o objectivo para melhorar os níveis de qualificação das pessoas quando regressarem ao trabalho.
O Turismo do Algarve, através do seu presidente Nuno Aires,disponibilizou-se hoje para criar um documento e um gabinete de apoio aos empresários para beneficiar do programa "Qualificação-Emprego" de modo a "desmistificar a complexidade do programa".
Bolsa de Lisboa encerrou a ganhar 0,68 por cento
A bolsa de Lisboa encerrou em terreno positivo, com o PSI-20 a ganhar 0,68 por cento. A praça portuguesa seguiu a tendência altista dos restantes mercados europeus, com Madrid a lidera os ganhos em 1,47 por cento.
Na praça portuguesa o maior ganho foi conseguido pela Altri, a subir 3,5 por cento. Os maiores contributos para a subida do PSI-20, pelo seu peso, acabaram por vir da Brisa, a subir 3,4 por cento, da Jerónimo Martins, a ganhar 1,9 por cento, e do BES, a valorizar 1,8 por cento.
A travar maior subida da praça portuguesa estiveram sete títulos, com a Cimpor a ser a acumular a maior queda, de um por cento. Entre as quedas esteve o BCP, a recuar 0,2 por cento, com 7,2 milhões de acções negociadas.
As bolsas europeias encerraram todas em alta. Já os principais índices norte-americanos continuam em terreno negativo, apesar dos bons dados sobre a venda de casas novos em Junho.
Na praça portuguesa o maior ganho foi conseguido pela Altri, a subir 3,5 por cento. Os maiores contributos para a subida do PSI-20, pelo seu peso, acabaram por vir da Brisa, a subir 3,4 por cento, da Jerónimo Martins, a ganhar 1,9 por cento, e do BES, a valorizar 1,8 por cento.
A travar maior subida da praça portuguesa estiveram sete títulos, com a Cimpor a ser a acumular a maior queda, de um por cento. Entre as quedas esteve o BCP, a recuar 0,2 por cento, com 7,2 milhões de acções negociadas.
As bolsas europeias encerraram todas em alta. Já os principais índices norte-americanos continuam em terreno negativo, apesar dos bons dados sobre a venda de casas novos em Junho.
Actividade económica portuguesa no curto prazo terá estabilizado em Julho
A actividade económica portuguesa no curto prazo terá estabilizado em Julho, de acordo com o índice de evolução do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), divulgado hoje.
De acordo com o ISEG, o índice de confiança apurado em Julho foi de 41,5 pontos, quando no mês anterior havia sido 41,6.
Para o painel dos professores do ISEG, o valor apurado "traduz uma estabilização do índice de confiança do Painel na evolução da conjuntura face ao valor do índice apurado no mês de Junho".
O instituto informa ainda que "diminuiu o consenso dos membros do painel relativamente à evolução económica".
A avaliação é feita por um painel de 16 professores do ISEG com base em informação quantitativa e qualitativa previamente recolhida e que inclui os apuramentos de um inquérito realizado mensalmente a todos os docentes do ISEG.
De acordo com o ISEG, o índice de confiança apurado em Julho foi de 41,5 pontos, quando no mês anterior havia sido 41,6.
Para o painel dos professores do ISEG, o valor apurado "traduz uma estabilização do índice de confiança do Painel na evolução da conjuntura face ao valor do índice apurado no mês de Junho".
O instituto informa ainda que "diminuiu o consenso dos membros do painel relativamente à evolução económica".
A avaliação é feita por um painel de 16 professores do ISEG com base em informação quantitativa e qualitativa previamente recolhida e que inclui os apuramentos de um inquérito realizado mensalmente a todos os docentes do ISEG.
Microsoft faz correcção de emergência no Internet Explorer
A Microsoft vai divulgar na terça-feira dois pacotes de segurança de emergência antes do seu próximo conjunto mensal de correcções Patch Tuesday, que chegará aos utilizadores a 11 de Agosto.
O pacote tem como alvo uma falha crítica no Internet Explorer e também uma correcção relacionada com o ambiente de desenvolvimento Visual Studio - o bug do último é classificado como «moderado» pela Microsoft.
«Vamos alterar os mecanismos de defesa do navegador Internet Explorer para aumentar a protecção relacionada cpm questões do Visual Studio», explicou um post da Microsoft na sexta-feira.
O problema parece residir num componente do Windows chamado Active Template Library (ATL). Esta falha está relacionada com um bug no mecanismo Active X, que a Microsoft identificou no início do mês.
O pacote tem como alvo uma falha crítica no Internet Explorer e também uma correcção relacionada com o ambiente de desenvolvimento Visual Studio - o bug do último é classificado como «moderado» pela Microsoft.
«Vamos alterar os mecanismos de defesa do navegador Internet Explorer para aumentar a protecção relacionada cpm questões do Visual Studio», explicou um post da Microsoft na sexta-feira.
O problema parece residir num componente do Windows chamado Active Template Library (ATL). Esta falha está relacionada com um bug no mecanismo Active X, que a Microsoft identificou no início do mês.
Eleições legislativas em Setembro atrasam aprovação do Orçamento do Estado para 2010
A aprovação do Orçamento do Estado para 2010, que só deverá entrar em vigor em Abril do próximo ano, vai ser afectada pela realização das eleições legislativas a 27 de Setembro, avisou o director-geral do Orçamento.
A data das eleições legislativas "afecta radicalmente" o calendário do Orçamento, pois implica atrasos na entrada em vigor de aumentos salariais na Função Pública, trabalhos acrescidos dos serviços no final do ano e a utilização de duodécimos para financiar os serviços do Estado (gastam apenas o que tinham orçamentado para o mesmo mês do ano anterior). A gestão por duodécimos não implica, no entanto, uma automática redução da despesa.
Como o próximo Governo deverá tomar posse no princípio de Outubro, terá depois três meses para elaborar o Orçamento e mais cerca de mês e meio para o fazer aprovar na Assembleia da República, o que adia a promulgação pelo Presidente da República para Abril.
"Um Orçamento é habitualmente aprovado em 30 de Novembro. Depois, o processo que leva à sua promulgação e publicação faz com que seja publicado no final do mês de Dezembro. Se for aprovado no início de Março, provavelmente será publicado ainda no final de Março, para entrar em vigor no início de Abril", explicou o Director-geral do Orçamento.
Outra problema que deriva da realização de eleições é a provável mudança da estrutura orgânica do Executivo. "É comum, quando um Governo novo toma posse, haver alterações na estrutura orgânica, isto é, ministérios diferentes, com direcções-gerais a passar de uma tutela para outra e, nessa situação, é preciso alterar também o back-office das aplicações informáticas", explicou.
Questionado sobre se o atraso no Orçamento tem influência no combate à crise, Morais Sarmento disse que isso "não tem qualquer impacto na situação económica" na actual conjuntura de crise económica e financeira.
A data das eleições legislativas "afecta radicalmente" o calendário do Orçamento, pois implica atrasos na entrada em vigor de aumentos salariais na Função Pública, trabalhos acrescidos dos serviços no final do ano e a utilização de duodécimos para financiar os serviços do Estado (gastam apenas o que tinham orçamentado para o mesmo mês do ano anterior). A gestão por duodécimos não implica, no entanto, uma automática redução da despesa.
Como o próximo Governo deverá tomar posse no princípio de Outubro, terá depois três meses para elaborar o Orçamento e mais cerca de mês e meio para o fazer aprovar na Assembleia da República, o que adia a promulgação pelo Presidente da República para Abril.
"Um Orçamento é habitualmente aprovado em 30 de Novembro. Depois, o processo que leva à sua promulgação e publicação faz com que seja publicado no final do mês de Dezembro. Se for aprovado no início de Março, provavelmente será publicado ainda no final de Março, para entrar em vigor no início de Abril", explicou o Director-geral do Orçamento.
Outra problema que deriva da realização de eleições é a provável mudança da estrutura orgânica do Executivo. "É comum, quando um Governo novo toma posse, haver alterações na estrutura orgânica, isto é, ministérios diferentes, com direcções-gerais a passar de uma tutela para outra e, nessa situação, é preciso alterar também o back-office das aplicações informáticas", explicou.
Questionado sobre se o atraso no Orçamento tem influência no combate à crise, Morais Sarmento disse que isso "não tem qualquer impacto na situação económica" na actual conjuntura de crise económica e financeira.
Portugueses continuam a viajar apesar da crise
Os números do turismo têm estado a cair, no entanto a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) faz um balanço positivo de Junho, que marcou o arranque do Verão, dizendo que os portugueses continuam a querer viajar, apesar da crise.
“O mês de Junho, que marca o início das férias de Verão, registou uma procura de viagens de férias que excedeu as expectativas do sector”, adiantou a APAVT, em comunicado. Recorde-se que este mês teve uma semana de feriados, o que poderá ter ajudado ao desempenho.
A associação que reúne cerca de 90% do mercado nacional das agências de viagens diz que “apesar da conjuntura desfavorável, os portugueses continuam a aproveitar as oportunidades para fazerem férias, quer para o estrangeiro quer dentro do país.
Em Junho, o número de portugueses que viajaram para Cabo Verde cresceu mais de 150%, para Burgas (Bulgária) situou-se em torno dos 130%, para Antalya (Turquia) e Marrakech (Marrocos) foi superior a 200%, para a República Dominicana mais que duplicou, para Cuba foi de mais de 30% e para a Jamaica situou-se torno dos 20%, adiantou a APAVT sem dar números absolutos.
A APAVT sublinha também o facto de haver um maior crescimento da procura para os Açores e para Madeira, também resultante de um plano comercial das agências. “À partida de Lisboa, por exemplo, apesar de um queda média de 4,7% no número total de passageiros no aeroporto, o tráfego para destinos domésticos cresceu 10,8% , com destaque para a Madeira, que teve um crescimento de 22,7% em Junho”.
A crise e a pandemia da Gripe A acentuaram “a tendência de compra “last minute”, que também lhes tem permitido aproveitar as melhores ofertas disponíveis nas agências de viagens”.
João Passos, presidente da APAVT, citado em comunicado diz: “os portugueses continuam a aproveitar todas as oportunidades para viajar e estes resultados, que demonstram bem essa característica, são naturalmente animadores” acrescentando que “por outro lado, mostram também a maturidade dos nossos turistas face à questão da gripe A, à qual não se devem afectar quaisquer destinos”.
O responsável mantém-se preocupado relativamente ao negócio das suas associadas. “Como tenho repetidamente afirmado, não podemos iludir-nos com índices de ocupação ou de vendas, pois é preciso também analisar a que preços são conseguidos”, conclui.
Para o turista português, contudo, 2009 afigura-se como um dos anos de melhores ofertas para viajar, seja para fora como dentro de Portugal, conclui a APAVT.
“O mês de Junho, que marca o início das férias de Verão, registou uma procura de viagens de férias que excedeu as expectativas do sector”, adiantou a APAVT, em comunicado. Recorde-se que este mês teve uma semana de feriados, o que poderá ter ajudado ao desempenho.
A associação que reúne cerca de 90% do mercado nacional das agências de viagens diz que “apesar da conjuntura desfavorável, os portugueses continuam a aproveitar as oportunidades para fazerem férias, quer para o estrangeiro quer dentro do país.
Em Junho, o número de portugueses que viajaram para Cabo Verde cresceu mais de 150%, para Burgas (Bulgária) situou-se em torno dos 130%, para Antalya (Turquia) e Marrakech (Marrocos) foi superior a 200%, para a República Dominicana mais que duplicou, para Cuba foi de mais de 30% e para a Jamaica situou-se torno dos 20%, adiantou a APAVT sem dar números absolutos.
A APAVT sublinha também o facto de haver um maior crescimento da procura para os Açores e para Madeira, também resultante de um plano comercial das agências. “À partida de Lisboa, por exemplo, apesar de um queda média de 4,7% no número total de passageiros no aeroporto, o tráfego para destinos domésticos cresceu 10,8% , com destaque para a Madeira, que teve um crescimento de 22,7% em Junho”.
A crise e a pandemia da Gripe A acentuaram “a tendência de compra “last minute”, que também lhes tem permitido aproveitar as melhores ofertas disponíveis nas agências de viagens”.
João Passos, presidente da APAVT, citado em comunicado diz: “os portugueses continuam a aproveitar todas as oportunidades para viajar e estes resultados, que demonstram bem essa característica, são naturalmente animadores” acrescentando que “por outro lado, mostram também a maturidade dos nossos turistas face à questão da gripe A, à qual não se devem afectar quaisquer destinos”.
O responsável mantém-se preocupado relativamente ao negócio das suas associadas. “Como tenho repetidamente afirmado, não podemos iludir-nos com índices de ocupação ou de vendas, pois é preciso também analisar a que preços são conseguidos”, conclui.
Para o turista português, contudo, 2009 afigura-se como um dos anos de melhores ofertas para viajar, seja para fora como dentro de Portugal, conclui a APAVT.
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