Presidente do Santander Totta acredita numa reabertura do mercado de crédito no segundo semestre, mas adverte que ao longo deste ano não haverá descidas no “spread” do crédito à habitação.
“Não há condições para diminuir os spreads do crédito à habitação ao longo deste ano”, afirmou Nuno Amado, presidente do Santander Totta, durante a apresentação de resultados do banco.
“Não me parece que com o custo do crédito e do capital isso possa acontecer”, afirmou o gestor, recordando que o “Estado está a pagar 6% a 5 anos, enquanto a taxa de um crédito à habitação a 20 anos é de 3,5%”.
Por isso, Amado defende que “tem que haver mecanismos para promover o mercado alternativo de aluguer”.
O presidente do Santander Totta manifestou confiança com a melhoria no mercado de crédito para os bancos portugueses. “Espero que os mercados internacionais reabram ainda este ano”, afirmou Amado, acrescentando que isso depende em grande parte da concretização das medidas anunciadas.
“Essa reabertura será mais para o segundo semestre”, afirmou Nuno Amado.
Em Janeiro os bancos portugueses tinham empréstimos junto do BCE acima de 41 mil milhões de euros, um aumento ligeiro de 0,27% face a Dezembro de 2010.
Na conferência de imprensa para apresentar os resultados de 2010, o presidente do Santander Totta mostrou-se ainda céptico com a refundação do BPN.
“Não me parece fácil, a médio e longo prazo”, relançar o BPN com uma nova marca, afirmou Nuno Amado, salientando que apesar do seu cepticismo, como contribuinte” gostava que o projecto corresse bem.
“Não me parece que com o custo do crédito e do capital isso possa acontecer”, afirmou o gestor, recordando que o “Estado está a pagar 6% a 5 anos, enquanto a taxa de um crédito à habitação a 20 anos é de 3,5%”.
Por isso, Amado defende que “tem que haver mecanismos para promover o mercado alternativo de aluguer”.
O presidente do Santander Totta manifestou confiança com a melhoria no mercado de crédito para os bancos portugueses. “Espero que os mercados internacionais reabram ainda este ano”, afirmou Amado, acrescentando que isso depende em grande parte da concretização das medidas anunciadas.
“Essa reabertura será mais para o segundo semestre”, afirmou Nuno Amado.
Em Janeiro os bancos portugueses tinham empréstimos junto do BCE acima de 41 mil milhões de euros, um aumento ligeiro de 0,27% face a Dezembro de 2010.
Na conferência de imprensa para apresentar os resultados de 2010, o presidente do Santander Totta mostrou-se ainda céptico com a refundação do BPN.
“Não me parece fácil, a médio e longo prazo”, relançar o BPN com uma nova marca, afirmou Nuno Amado, salientando que apesar do seu cepticismo, como contribuinte” gostava que o projecto corresse bem.

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