A lista é elaborada seguindo dois critérios: o poder, enquanto componente do perfil público, o que inclui as citações nos media e também a influência financeira; e a componente económica, que inclui o cargo ocupado e as conquistas alcançadas ao longo da carreira. É o quarto ano que a chanceler alemã ocupa o primeiro lugar.
O segundo lugar da lista é Sheila Bair, presidente da Federal Deposit Insurance Corp (FDIC), que entrou na lista pela primeira vez no ano passado.
A lista surge depois dominada por mulheres de negócios, sobretudo nos EUA.
Indra Nooyi, presidente executiva da PepsiCo, completa o pódio, seguida de Cynthia Carroll, presidente executiva da Anglo American (AAUK).
Ho Ching, CEO da Temasek e Irene Rosenfeld, líder da Kraft Foods, vêm logo a seguir e o top 10 é completado por Ellen Kullman, CEO da DuPont, Angela Braly, CEO da WellPoint, Anne Lauvergeon, CEO da Areva e Lynn Elsenhans, CEO da Sunoco.
Nota para a primeira-dama dos EUA, Michele Obama, que surge este ano pela primeira vez na lista, na 40ª posição. Entrada directa para a frente da apresentadora Oprah Winfrey, que se encontra na 41ª. Logo a seguir está a rainha de Inglaterra, Isabel II.
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, continua na lista, embora mais atrás (caiu do 28º para o 36º lugar).

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