O maior número de participações está relacionada com a utilização ilícita via internet e compras com dados de cartões bancários. A coordenadora de Investigação Criminal, Patrícia Silveira, adiante que «a viciação de ATM existe mas não é frequente».
O perfil dos infractores na contrafacção dos cartões «são normalmente indivíduos que actuam em rede, sobretudo oriundo do Leste da Europa e da América do Sul. Na Internet, actuam isoladamente ou em pequenos grupos, oriundos de Portugal e da América do Sul», explica a PJ.

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