O objectivo é evitar que se repitam situações como as recentemente verificadas em Portugal, em que os clientes bancários pensavam estar a subscrever depósitos a prazo, produtos sem qualquer risco, quando na verdade estavam a subscrever produtos em que o capital não estava garantido. Foi o caso dos clientes de retorno absoluto do Banco Privado Português (BPP).
Agora o Banco de Portugal fixa o que pode e o que não pode ser comercializado como um depósito a prazo. E depósitos a prazo são produtos sem qualquer risco, emq eu o capital investido está sempre garantido.
Os avisos do regulador foram publicados esta quinta-feira em Diário da República e as novas regras estarão em vigor a partir de 18 de Novembro (90 dias após a publicação).
O Banco de Portugal exige que os bancos disponibilizem informações mais claras e detalhadas sobre os depósitos e que forneçam aos clientes contratos fixando explicitamente todas as condições do depósito, para que os clientes não possam ser induzidos em erro.

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