Entre as empresas que nas últimas semanas cancelaram ou suspenderam os períodos de «lay-off» encontram-se a Repsol, a Sival Plásticos, a têxtil Leoni, a Lusosider e a própria Qimonda de Vila do Conde - embora, neste último caso, apenas de forma parcial. A medida envolve no total mais de 1.150 trabalhadores.
As empresas contactadas pelo Económico, na sua maioria pertencentes ao sector industrial, explicam este novo cenário com a melhoria dos respectivos mercados, e o consequente aumento das encomendas. «Não tivemos outra solução que não fosse reduzir a produção face à quebra de encomendas, mas, entretanto, o mercado espevitou, tivemos mais vendas e isso, naturalmente, levou-nos a terminar o «lay-off» e a voltar ao normal», disse Pedro Faria, responsável da Sival Plásticos.

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