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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Galp empurra PSI20 para sexta sessão de ganhos

Lisboa com subida mais tímida da Europa
A bolsa nacional fechou em alta, pela sexta sessão consecutiva, ainda assim com ganhos que ficaram aquém dos das restantes praças do velho continente.

O índice PSI20 subiu 0,06 por cento para os 7.897,86 pontos, com sete das 20 cotadas a negociarem em alta, impulsionado pelos títulos da Galp Energia.

A petrolífera disparou 2,02% para os 10,60 euros, apesar dos preços do petróleo estarem a corrigir nos mercados internacionais. Recorde-se, no entanto, que a matéria-prima tem estado nas últimas sessões a negociar em alta, tendo tocado mesmo máximos.

A puxar para cima ficou ainda a EDP Renováveis que subiu 1,31% para os 7,15 euros, a acompanhar o sentimento da casa mãe, EDP, que trepou uns ligeiros 0,1% para os 2,96 euros.

Sonae em alta em dia de resultados

Nota positiva para a Sonae SGPS que ganhou 1,13% para os 0,89 euros, tendo renovado máximos. A empresa liderada por Paulo Azevedo apresenta ainda esta tarde os resultados relativos ao primeiro semestre do ano. Os analistas prevêem que a Sonae registe prejuízos de cerca de 26 milhões de euros, um número que compara com o lucro de 24 milhões de euros atingido em igual período do ano passado.

Do lado dos ganhos, destaque ainda para a Portugal Telecom que avançou 1,1% para os 7,32 euros e também para a Altri que progrediu 0,52% para os 3,23 euros, na véspera de apresentar resultados. A cotada tem reflectido a subida do preço da pasta de papel, tendo renovado sucessivos máximos.

A travar maiores ganhos ficou o BCP que perdeu 2,46% para os 0,90 euros. Semapa e Cimpor também impediram maiores ganhos ao recuarem mais de 1% para os 6,97 euros e 5,22 euros, respectivamente.

Na Europa, o dia também foi de ganhos, que se situaram entre 0,42% e 1,1%. As bolsas foram estimuladas sobretudo pelo sector das telecomunicações.

Do outro lado do atlântico, nos Estados Unidos, os mercados seguem animados com subidas em torno de 0,8%. A ajudar está o anúncio de que os preços das casas caíram menos do que o esperado, bem como, o aumento da confiança dos consumidores norte-americanos que ficou acima do previsto, em Agosto.

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