voluntariamente o nível do serviço, bem como o número de estrelas para fazer frente à crise no sector, noticia a Bloomberg.
Estes hotéis têm sido os mais afectados na queda da indústria hoteleira, tendo registado uma queda de 57 por cento nas taxas de ocupação até Julho, contra os 71% do ano passado. O mesmo cenário se verificou no preço diário por quarto, que caiu 16% para os 245,13 dólares (170,80 euros).
Desta forma os hotéis de luxo têm necessidade de poupar dinheiro e «baixando as taxas conseguem atrair hóspedes», defende um dos vice-presidentes da Smith Travel Research, Jeff Higley.
Na lista das cadeias hoteleiras de luxo que optaram ou vão optar por aplicar esta medida estão a Hilton Hotels Corp. e a InterContinental Hotels Group Plc, que já baixaram a classificação em alguns locais e a Starwood Hotels & Resorts Worldwide Inc. pretende fazer o mesmo até o sector recuperar.
O antigo CEO da Hilton, Stephen Bollenbach, explicou à Bloomberg que «manter as estrelas nos hotéis exige um enorme capital de investimento».
Mas com a descida de classificação, algumas regalias e
o serviço personalizado que integram a lista de exigências de um hotel de cinco estrelas desaparecem, como é o caso do presente de boas-vindas, serviço de quartos 24 horas e flores no quarto, permitindo manter algum dinheiro na caixa.

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