Já aqui ao lado, na vizinha Espanha, Madrid e Barcelona desceram vários postos no ranking, mas encontram-se entre as 50 cidades mais caras do mundo.
O estudo mostra o custo de vida no presente ano, cobre 143 cidades e compara mais de 200 itens, incluindo transportes, alimentação, vestuário, bens de consumo e entretenimento.
No entanto, na Europa, a capital mais cara do mundo continua a ser Moscovo. Apesar da queda do rublo e do abrandamento no mercado imobiliário.
Genebra, Zurique e Copenhaga também se situam entre as dez cidades mais caras.
A perda de poder do euro e da libra estrelina face ao dólar proporcionou uma descida do custo de vida noutras capitais do Velho Continente como Londres, Oslo, Varsóvia, Glasgow ou Madrid.

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