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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Bolsa de Lisboa fecha a ganhar 0,57 por cento

O principal índice da bolsa portuguesa, o PSI 20, encerrou hoje a ganhar 0,57 por cento, nos 7.299,21 pontos, liderado pela Sonaecom e em linha com as praças europeias que estão a subir pelo nono dia consecutivo. Dos títulos que integram o índice, 17 registaram subidas, um manteve-se inalterado e dois registaram perdas.

Os ganhos foram liderados pela Sonaecom, que encerrou a ganhar 4,3 por cento e pelo BPI, que valorizou 3,3 por cento.

Fecharam ainda em alta a Altri, a ganhar 2,7 por cento, a Sonae, com um ganho de 1,5 por cento, a Jerónimo Martins, a subir 1,4 por cento e a Portugal Telecom, que também valorizou 1,4 por cento. Dois dos principais pesos pesados do PSI-20, a Galp e a EDP, registaram subidas muito ligeiras de 0,2 e 0,1 por cento, respectivamente.

A Galp divulgou quarta-feira os dados operacionais que apontam para uma perda na refinação e distribuição de 38,5 milhões de euros no primeiro semestre. As vendas de produtos petrolíferos refinados aumentaram 2,60 por cento e as vendas de gás natural caíram 24.6 por cento no segundo trimestre deste ano.

A Portucel fechou inalterada e a perder encerraram o Banco Espírito Santo, com uma quebra de 1,2 por cento e a Semapa, que desvalorizou 0,3 por cento.

A bolsa portuguesa transaccionou na sessão de hoje 38 milhões de acções no montante de 95 milhões de euros.

A bolsa portuguesa encerrou em linha com as congéneres europeias que fecharam a ganhar entre os 2,36 por cento do Dax, índice da bolsa de Frankfurt, e os 1,33 por cento do FTSE de Londres.

O índice europeu Euronext 100 ganhou 1,75 por cento, nos 576,56 pontos e o Dow Jones Stoxx 50 ganhou 2,15 por cento para 2.249,83 pontos.

As bolsas europeias estão a subir há nove dias, o mais longo período de ganhos consecutivos desde 2006, depois de empresas como a Roche, a ABB e o Crédit Suisse terem reportado lucros acima do estimado e das vendas das casas usadas terem subido nos Estados Unidos acima das previsões.

A anunciada fusão da Volkswagen com a Porsche ajudou também a intensificar os ganhos.

Em termos sectoriais, os produtores de matérias-primas lideraram os ganhos, imediatamente seguidas pelos bancos que se valorizaram mais de três por cento.

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