De acordo com o responsável, a crise financeira provou que as formas tradicionais de negócios «não funcionam».
Defende, por isso, «um modelo novo de negócios sociais que possam ajudar a reduzir a pobreza, proporcionar cuidados médicos e água potável às pequenas localidades», disse numa conferência em Joanesburgo, citado pela AP.

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