«Este ponto é absolutamente fundamental, uma vez que, nas últimas décadas, assistimos a um agravamento das desigualdades e das injustiças no mundo e é preciso ver que esta crise financeira não é uma crise nacional - é uma crise internacional - e sendo uma crise internacional obriga, em primeiro lugar, à coordenação de políticas na Europa e no Mundo», declarou , Guilherme d'Oliveira Martins, à margem do seminário «Crise Ética na Economia e na Politica», em Lisboa, escreve a Lusa.
De acordo com Guilherme d'Oliveira Martins, uma outra forma de combater as desigualdades sociais «obriga a uma consciência» de que não se pode ter «nem o modelo do Estado mínimo, nem o modelo do Estado produtor».
Logo, «faz sentido fazer investimentos recorrendo ao endividamento desde que esse endividamento seja compensado pela criação da riqueza através do efeito multiplicador», defendeu.

Sem comentários:
Enviar um comentário