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quinta-feira, 16 de julho de 2009

JPMorgan, China e EUA animam bolsas europeias

As bolsas europeias encerraram em alta, impulsionadas pelo anúncio de resultados trimestrais acima do esperado por parte do JPMorgan Chase e pela aceleração do crescimento económico na China. O anúncio de que os pedidos de subsídio de desemprego nos EUA caíram na semana passada para o nível mais baixo desde Janeiro também contribuiu para a tendência.

O Dow Jones Stoxx 600 valorizou pela quarta sessão consecutiva, a subir 0,5%, para 210,05 pontos – o valor mais alto desde 12 de Junho. O barómetro do Velho Continente já ganhou 6,5% desde 10 de Julho, dirigindo-se para o “rally” semanal mais acentuado deste ano, animado pelos resultados empresariais nos EUA que superaram as previsões dos analistas, como foi o caso do Goldman Sachs e da Johnson & Johnson, salienta a Bloomberg.

Os principais índices nacionais subiram em 14 dos 18 mercados da Europa Ocidental. Portugal foi uma das excepções, com o PSI-20 a fechar em contraciclo ao perder 0,30%.

Os títulos ligados às matérias-primas, seguros e banca foram os que avançaram mais, ao passo que as tecnológicas foram o grupo que impediu maiores ganhos. Os resultados da Nokia foram os responsáveis, com as acções da empresa a puxarem as restantes do sector para o vermelho. A empresa finlandesa anunciou uma queda dos lucros no primeiro trimestre e previu que a sua quota de mercado vai ser inferior à estimada anteriormente.

Em Madrid, o IBEX encerrou a ganhar 0,93% , fixando-se nos 9.997,60 pontos. A Telefónica, o Banco Santander e o BBVA foram os que mais contribuíram para a tendência positiva.

O DAX subiu 0,58%, estabelecendo-se nos 4.957,19 pontos. A Daimler e a Siemens foram as acções que mais contribuíram para o avanço do índice da Bolsa de Frankfurt.

Na praça londrina, o FTSE100 encerrou com um acréscimo de 0,35%, estabelecendo-se nos 4.361,84 pontos. Os títulos que mais influenciaram a tendência do Footsie foram o HSBC e a AstraZeneca. A puxar pela banca esteve o Lloyds, sustentado pelos bons resultados trimestrais do JPMorgan.

Em Paris, o CAC fechou a marcar 3.199,68 pontos, um ganho de 0,58% face ao fecho da sessão de ontem. ASociete Generale, o BNP Paribas e a Sanofi foram os títulos que mais peso tiveram neste movimento de valorização do índice.

O AEX não fugiu ao movimento de valorização, fixando-se nos 263,48 pontos, com um acréscimo de 1,02%. OING, a Unilever e a Arcelor Mittal estiveram entre as acções que mais influenciaram esta boa “performance” do índice de Amesterdão.

Em Itália, o índice FTSE Mib também subiu, a ganhar 0,54% no fecho para 19.232,95 pontos.

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