Demorou seis semanas o processo de falência da General Motors Corp. Nasce hoje uma nova empresa, a General Motors Co., ainda detida maioritariamente pelos Estados Unidos, que vai ficar com os melhores activos da “velha” empresa.
“Hoje começa uma nova era para a General Motors e todas as pessoas associadas à empresa”, disse o CEO da companhia norte-americana, Fritz Hnderson.
O “nova” General Motors consiste em quatro marcas norte-americanas (Chevrolet, Cadillac, GMC e Buick), anunciou a empresa em comunicado, 39 dias depois da empresa ter solicitado falência em tribunal.
O processo foi muito mais célere do que o inicialmente estimado e a GM vai agora concentrar-se na reconquista da preferência dos consumidores norte-americanos e em devolver as ajudas dos contribuintes.
A General Motors Co. inicia actividade com uma dívida de 11 mil milhões de dólares e pretende eliminar os cargos de topo em mais de um terço.
“Apreciamos o suporte que recebemos. Vamos trabalhar duro para devolvermos o dinheiro que tantos investiram na General Motors”, disse o CEO em conferência de imprensa.
A GM vai manter 4.100 dos 6.000 postos de venda que detém actualmente, mas 14 fábricas serão encerradas e a empresa vai eliminar 20 mil postos de trabalho, face aos 88 mil actuais.
A maior fabricante automóvel mundial entregou no passado dia 1 de Junho o seu pedido de falência, depois de falhadas as tentativas para encontrar um plano de reestruturação viável. A General Motors ficou em 60% nas mãos dos contribuintes e entrou num processo de reestruturação sob supervisão do governo norte-americano.
“Hoje começa uma nova era para a General Motors e todas as pessoas associadas à empresa”, disse o CEO da companhia norte-americana, Fritz Hnderson.
O “nova” General Motors consiste em quatro marcas norte-americanas (Chevrolet, Cadillac, GMC e Buick), anunciou a empresa em comunicado, 39 dias depois da empresa ter solicitado falência em tribunal.
O processo foi muito mais célere do que o inicialmente estimado e a GM vai agora concentrar-se na reconquista da preferência dos consumidores norte-americanos e em devolver as ajudas dos contribuintes.
A General Motors Co. inicia actividade com uma dívida de 11 mil milhões de dólares e pretende eliminar os cargos de topo em mais de um terço.
“Apreciamos o suporte que recebemos. Vamos trabalhar duro para devolvermos o dinheiro que tantos investiram na General Motors”, disse o CEO em conferência de imprensa.
A GM vai manter 4.100 dos 6.000 postos de venda que detém actualmente, mas 14 fábricas serão encerradas e a empresa vai eliminar 20 mil postos de trabalho, face aos 88 mil actuais.
A maior fabricante automóvel mundial entregou no passado dia 1 de Junho o seu pedido de falência, depois de falhadas as tentativas para encontrar um plano de reestruturação viável. A General Motors ficou em 60% nas mãos dos contribuintes e entrou num processo de reestruturação sob supervisão do governo norte-americano.

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