O índice de referência nacional segue a negociar em terreno negativo, negociando abaixo da barreira dos 7.000 pontos pela primeira vez em duas semanas.
O PSI 20 recuava 0,94% para 6.976,88 pontos, a acompanhar os mercados europeus, pressionados pelos receios de que os resultados das empresas no segundo trimestre sejam fracos.
Em Lisboa, o destaque vai para a queda da Galp Energia, que segue a tombar 1,87% para 9,01 euros, depois do Credit Suisse ter revisto em baixa a sua recomendação para o papel, de ‘outperform' para ‘neutral'. A petrolífera nacional também está a acompanhar a descida dos preços do petróleo nos mercados internacionais, que estão a caminho de registar a maior descida semanal desde Janeiro.
No mesmo sector, a EDP deslizava 0,83% para 2,74 euros e a EDP Renováveis perdia 2,2% para 7,10 euros, a protagonizar o pior desempenho do índice.
Na banca, o BCP recuava 0,56% para 0,71 euros, o BPI regredia 0,55% para 1,80 euros, enquanto o BES permanecia estável nos 4,00 euros.
No grupo Sonae, a SGPS a descia 0,87% para 0,68 euros e a Sonae Indústria deslizava 0,42% para 2,11 euros. Em sentido contrário, a Sonaecom valorizava 0,47% para 1,69 euros, depois dos analistas do BPI terem avançado que existe 30% de probabilidade de uma fusão entre a Zon e a Sonaecom, tendo revisto em baixa a sua recomendação e preço-alvo para os títulos da empresa liderada por Angelo Paupério.
Dos vinte títulos que compõem o PSI 20, 16 desciam de cotação, dois subiam e dois permaneciam inalterados.
Fora do PSI 20, as acções da Orey Antunes progrediam 6% para 2,65 euros em reacção à compra do Banco Privado Portugues (BPP) pelo valor simbólico de um euro.
O título mais negociado era o da Galp, com 15,9 milhões de acções transaccionadas, seguida pelo BCP e EDP, com 14,5 e 8,3 milhões de papéis movimentados, respectivamente. O volume total de negócios ascendia aos 29 milhões de euros.

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