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terça-feira, 21 de julho de 2009

PSI-20 termina sessão a ganhar 0,78 por cento

Não são os ganhos que se manifestaram em algumas das congéneres europeias, que fecharam a primeira sessão da semana a valorizar mais de um por cento (como o DAX de Frankfurt, a crescer 1,04 por cento, ou o Footsie 100, de Londres, a valorizar 1,25 por cento) mas o principal indice da praça portuguesa não destoou no tom, e fechou a verde, a valorizar 0,78 por cento.

Dos 20 títulos que integram o índice português 14 valorizaram, dois encerraram o dia estáveis e quatro terminaram em baixa. Em destaque na sessão de hoje esteve a Sonae, que fechou a ganhar 2,1 por cento para 71 cêntimos, seguida da Brisa, que fechou a ganhar 1,86 euros, e da Semapa, a valorizar 1,81 euros.
A Brisa beneficiou hoje de uma recomendação positiva do Santander que reviu em alta a recomendação de "manter" para "comprar" devido à melhoria do tráfego no segundo trimestre de 2009.
Destaque ainda pela positiva para a Cimpor, a valorizar 1,31 por cento, a Galp, a ganhar 1,28 por cento, a EDP Renováveis, a subir 1,12 por cento e a EDP a ganhar 1,0 por cento. A Galp beneficiou da noticia de que os chineses da Sinopec acordaram comprar por 900 mil euros uma participação de 20 por cento da Marathon Oil no bloco 32 de Angola, no qual a petrolífera nacional detém 5 por cento.
No vermelho, a liderar as quebras esteve a Altri, com perdas de 1,48 por cento, seguida da REN a perder 0,17 por cento, da Jerónimo Martins, com quebras de 0,43 por cento e da Portucel a perder 0,99 por cento.
A Sonae Industria e a Sonaecom fecharam ambas inalteradas.
Foram negociadas 23,9 milhões de acções no valor de 65.894 milhões de euros.
As bolsas de referência europeias fecharam todas positivas com os ganhos a variar entre os 1,63 por cento do CAC de Paris e os 1,25 por cento do FTSE de Londres.
O Euronext fechou a ganhar 1,33 por cento para 560,62 pontos e o Dow Jones Stoxx 50 valorizou 1,23 por cento para 2.185,42 pontos.
Os resultados das empresas conhecidos até ao momento e a notícia de que o CIT, uma instituição financeira norte-americana com 101 anos de existência, prestes a declarar falência, vai receber um empréstimo de 3.000 milhões de dólares de um grupo obrigacionista, animaram as bolsas europeias.
A subida dos preços das matérias-primas, metais e petróleo, manteve também em alta os respectivos sectores.

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