O espanhol IBEX caiu 0,22% e o CAC francês 0,17%, enquanto que o FTSE inglês subiu 0,06% e o DAX alemão 0,02%.
Por cá um dos sectores que impediu a praça de chegar ao verde foi a banca, com o BCP a descer 0,25% para 0,79 euros e o BES a deslizar 0,2% pata 3,96 euros. Os dois títulos estiveram a acompanhar a tendência do sector no resto da Europa, depois de a Moodys ter cortado o rating de 25 bancos e caixas espanholas.
Apenas o BPI conseguiu contrariar o sector, ao subir 1,41% para 2,01 euros.
Nas comunicações, a PT também contribuiu para a queda, ao deslizar 0,70% para 6,15 euros.
A energia também foi hoje negativa: a EDP desceu 0,47% para 2,74 euros e a Galp recuou 0,39% para 10,18 euros.
A liderar as perdas esteve a Mota-Engil, no dia em que se soube que a empresa assinou um memorando de entendimento com vista à criação da Mota-Engil Angola. As acções baixaram 2,77% para 3,20 euros.
No terreno positivo, a notas de maior destaque foi para a Sonae SGPS, que subiu 0,72% para 0,70 euros.
Fora do PSI20, a Impresa foi o centro das atenções. As acções da dona da SIC dispararam momentaneamente para 2 euros, numa subida de 147%, tendo depois corrigido. Mesmo assim, fecharam em forte alta, de 16% para 0,94 euros, com 1,46 milhões de títulos negociados, um volume anormalmente elevado. Tudo indica ter-se tratado de um erro numa ordem, já que, depois de o regulador do mercado ter pedido esclarecimentos à empresa, esta disse não dispor de nenhuma informação que possa justificar este comportamento.
Nos EUA, os mercados seguem em queda, apesar de se terem estreado no verde, na altura animados pela subida de 17% na construção de casas novas em Maio. O Dow Jones cede 0,33% e o Nasdaq 0,06%.

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