Na opinião do advogado, esta proposta visa "defender os interesses dos accionistas, que querem salvar o banco à custa dos clientes". Os clientes têm as contas congeladas desde Novembro e não prevêem que esta situação se resolva rapidamente. "Muita água vai passar debaixo da ponte e nós [clientes] vamos ficar sentados no sofá a ver quem vai ceder, se o Estado, ou o banco, porque nós queremos aquilo que nos pertence", afirmou Luís Miguel Henrique ao CM.
A actual administração do BPP também se demarca da solução, sublinhando que "João Rendeiro não tem informação suficiente para apresentar uma proposta de resolução de problemas do banco".

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