A instituição apelou, na abertura da mini-cimeira sobre o emprego, em Genebra, à tomada de medidas urgentes a favor do emprego.
«O mundo não pode permitir-se esperar que o emprego volte a arrancar alguns anos após a retoma económica», explicou o director do secretariado da OIT, Juan Somavia.
O responsável diz ser urgente que os países cheguem a acordo sobre as medidas a tomar para contrariar esta «crise do emprego», que ameaça durar cinco anos para além da recessão, se nada for feito. Por isso, defende um Pacto Mundial para o Emprego, uma iniciativa que estará no centro do debate desta mini-cimeira, que durará três dias.
Actualmente, os governo prevêem destinar ao emprego e protecção social apenas 10 a 15% dos fundos previstos para os pacotes de relançamento económico. Para a OIT, é pouco.
Até porque, de acordo com as previsões desta entidade, o número de desempregados no mundo deverá registar o maior aumento de sempre em 2009: mais 39 a 59 milhões de desempregados que em 2007.

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