Para entidades como a Reserva Federal norte-americana (Fed), a Securities and Exchange Comission (SEC) e da Autoridade de Serviços Financeiros britânica (FSA), os bancos dos EUA e da Europa forneceram às autoridades dados «consideravelmente mais favoráveis» do que as avaliações conduzidas pelos reguladores, como se lê no relatório realizado pelos supervisores e citado pela agência Bloomberg.
Os questionários estavam focados em tópicos como a identificação de riscos, as políticas de compensação e a liquidez dos bancos para resistirem à crise, resultando num relatório de 36 páginas onde se concluiu que os «supervisores não estão convencidos que as instituições financeiras estão a fazer uma análise completa e profunda às melhorias necessárias».

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