O estudo abrangeu 1.460 funcionários de escritórios, e mostra que mais de metade dos entrevistados admitiu usar sites de relacionamento, como o Twitter ou o Facebook, durante o trabalho, por razões pessoais. Em média, cada trabalhador passa mais de 40 minutos por semana nestas redes sociais, tempo que é retirado directamente ao horário laboral, prejudicando a produtividade nas empresas.
São por isso cada vez mais as empresas que estão a proibir o acesso a este tipo de sites. No entanto, e por não existir uma estratégia concertada, muitas empresas proíbem o acesso a algumas redes sociais, mas mantêm outras desbloqueadas, como é o caso do Twitter. «Sem directrizes e regras de uso, as empresas estão vulneráveis a reduções na produtividade, danos à marca e riscos de segurança», alertou o analista Philip Wicks, da Morse.

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