O Governo gastou mais de 483 milhões de euros no sector do emprego em 2009, sendo que as medidas excepcionais aprovadas pressupuseram um aumento de 260 milhões no custo inicial previsto no Orçamento de Estado.
De acordo com dados do Ministério do Trabalho, o Governo gastou mais 1.984.858 euros nos apoios à contratação de desempregados de longa duração e desempregados com mais de 55 anos, o que permitiu dar trabalho a 1.335 pessoas.
A criação de novas empresas através da linha de crédito bonificada para os desempregados abrangeu 15 pessoas, sendo que o investimento é de 8.512.500 euros.
Em relação aos estágios destinados a desempregados que melhoraram as suas qualificações, o montante investido foi de 3.324.602 euros, o que permitiu abranger 1.704 pessoas.
Já a inserção de pessoas sem emprego em instituições não lucrativas tocou 33.035 pessoas, no montante de 9.483,475 euros.
Nos estágios profissionais, foram gastos mais 35.136.803 euros do que o inicialmente previsto, tendo 12.588 beneficiários.
Já no sector da manutenção do emprego, o Governo gastou mais 45.030.864 euros para que 194.529 pessoas conseguissem manter o posto de trabalho nas empresas.
O alargamento em 6 meses do subsídio de desemprego social custou mais 38.159.826 euros, abrangendo 44.730 pessoas sem emprego.
Os valores tidos em conta são apenas os que correspondem às medidas excepcionais de apoio ao sector, inseridas nos Orçamentos Rectificativos de 2009.

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