Os comerciantes consideram que os saldos são imprescindíveis para escoar «stocks» e os consumidores afirmaram-se satisfeitos por poderem comprar mais barato, escreve a Lusa.
Os comerciantes convergem na ideia de que a crise fez com que os saldos e os descontos tivessem sido praticados por mais estabelecimentos, até em áreas de negócio onde não era habitual, como a electrónica, electrodomésticos ou lojas de música.

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