De acordo com os dados do estudo, em 369 páginas Web de 26
Estados-membros, da Noruega e da Islândia, em 203 foram detectadas anomalias, sobretudo quanto à informação disponibilizada aos consumidores, considerada «deficiente ou enganosa». Os sites em que o estudo incidiu vendem seis dos artigos electrónicos mais populares: câmaras digitais, telemóveis, leitores de música, leitores DVD, equipamento para computadores e consolas.
Em Portugal, dos 10 sites em causa, dois - de empresas nacionais - vão ser submetidos a uma investigação aprofundada.
A apresentação de informação incompleta sobre os direitos dos consumidores é a irregularidade mais frequente (66 %). A este problema acrescenta-se ainda a informação «falsa» ou insuficiente sobre o custo total da compra (45%) e a omissão sobre os gastos de envio.
Há ainda que contar com a falta dos dados do vendedor na página (33%), que dificulta ou impossibilita o contacto pelo consumidor, caso haja algum problema e inviabiliza o direito à reclamação.
Agora, o próximo passo vai ser o contacto aos vendedores pelas autoridades, no sentido de corrigir as irregularidades identificadas.

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