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sábado, 12 de setembro de 2009

Kaspersky Lab apresenta principais ameaças de Agosto

A Kaspersky Lab apresenta a sua lista ‘Top20’ para o malware detectado em Agosto. Para a sua compilação foram utilizados os dados recolhidos pelo sistema Kaspersky Security Network (KSN) durante o mês em análise.

O Net-Worm.Win32.Kido.ih e o Virus.Win32.Sality.aa conservaram as suas posições face a Julho (1.º e 2.º posto). Por outro lado, na primeira lista de Agosto apareceram ao mesmo tempo seis "principiantes", alguns dos quais são dignos de interesse. O mais interessante é o Virus.Win32.Induc.a. O Virus.Win32.Induc.a reproduz-se usando um mecanismo de dois passos para criar os seus ficheiros executáveis, todos em formato Delphi: primeiro, o código inicial das aplicações é compilado em módulos .dcu intermédios, a partir dos quais se geram ficheiros executáveis para Windows. Tendo em conta que muitos programas são infectados com este vírus já na fase de compilação, não surpreende que este vírus tenha aparecido de repente no décimo lugar da lista.

O terceiro lugar é ocupado pelo not-a-virus:AdWare.Win32.Boran.z - que é um componente do painel de instrumentos Baidu Toolbar para Internet Explorer, muito popular na China. Nele são utilizadas diferentes tecnologias rootkit para fazer com que seja mais difícil eliminar o painel através dos métodos standard.

O Trojan.Win32.Swizzor.b e o Packed.Win32.Katusha.b, que ocupam as posições 14 e 15 da tabela, são novas versões de programas nocivos que já estiveram presentes no ranking. Estas novas versões diferenciam-se das anteriores por usarem métodos muito extravagantes e aperfeiçoados para encobrir o código.

O worm P2P-Worm.Win32.Palevo.ddm foi substituído pelo seu parente Palevo.jaj, que ocupa a última posição da lista. Há que reconhecer que é um programa malicioso bastante perigoso: além de se propagar por redes P2P, infecta meios amovíveis e difunde-se por sistemas de mensagens instantâneas. Como se não chegasse, também conta com impressionantes funções de “backdoor”, que proporcionam ao criminoso um acesso flexível à administração dos equipamentos infectados.

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