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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Banca e energéticas levam bolsa nacional a subir mais de 1%

A bolsa nacional sobe mais de 1%, impulsionada pelo Banco Espírito Santo, numa altura em que todas as cotadas do índice principal negoceiam em terreno positivo. O PSI-20 ganha 1,22%, acompanhando a tendência dos congéneres europeus.

O índice principal (PSI-20) negoceia nos 7.898,34 pontos com as vintes cotadas que o compõem a negociarem em terreno positivo. O sector da banca e da energia são os que mais impulsionam a bolsa.

O BES avança 1,80% para 4,694 euros e o BCP sobe 0,98% para 0,923 euros. O BPI ganha 2,017% para 2,075 euros. O sector da banca é o que mais contribui para a subida do índice.

Também a impulsionar está a EDP, que sobe 1,47% para 3,037 euros, depois de o Exane BNP Paribas ter aumentado o preço-alvo para as acções da Energias de Portugal, em 16,6% para 3,5 euros, e subido a recomendação para “outperform”.

A casa de investimento acredita que os resultados da empresa vão ser mais resistentes que a média do sector.

A EDP Renováveis aprecia 0,91% para 7,013 euros e a REN, que gere a rede de distribuição de energia avança 0,53% para 2,83 euros. Já a petrolífera Galp Energia avança 1,07% para 10,42 euros.

A Cimpor, que sobe 0,15% para 5,191 euros é a cotada que menos contribui para as subidas. A Brisa ganha 1,16% para 6,173 euros.

A Portugal Telecom aprecia 0,43% para 7,23 euros e a Sonaecom avança 1,51% para 1,88 euros. A ZonMultimédia negoceia em alta de 1,52% para 4,149 euros.

A Jerónimo Martins valoriza hoje 2,27% para 5,535 euros.

No sector da construção, a Mota-Engil sobe 1,41% para 3,316 euros e a Soares da Costa aprecia 0,89%para 1,13 euros.

Os analistas do BPI escrevem no "Iberian Daily" de hoje que o aumento do tráfego durante o mês de Agosto "confirma a tendência positiva que se regista desde o início do segundo trimestre" e é positivo para a Soares da Costa e para a Mota-Engil.

A Teixeira Duarte acompanha a subida das congéneres, e ganha 1,60% para 1,016 euros.

Também no Iberian Daily de hoje, o analista Tiago Veiga Anjos, sublinha que o impacto desta notícia é “potencialmente positivo”. “A aquisição do Metro “permitiria que a Cofina tivesse dois dos maiores jornais gratuitos do país no seu portfólio, o que poderá providenciar algumas sinergias ao nível de contratos e distribuição”, diz a mesma fonte.

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