Até agora, a acção da Adecco tem sido uma prova para cargos elevados. «Entrevistamos 300 candidatos de nível directivo que resolveram os enigmas. Sem serem científicos, uma vez que estamos a falar de um programa desenvolvido para divertir e não para ser usado como teste psicotécnico, têm-se produzido resultados diferenciais», explica a Adecco. «Observando o seu desempenho no jogo, podemos distinguir se um candidato é melhor ou pior, por exemplo, no raciocínio lógico, mais adequado para cargos técnicos, ou no raciocínio abstracto para posições de nível criativo».
A professora Maria Ángeles Quiroga da Universidade Complutense de Madrid assinala que o «Professor Layton é totalmente eficaz para medir a inteligência: aqueles que têm quociente de inteligência mais elevado são capazes de resolver o quebra-cabeças entre três e cinco horas, mais rápido do que aqueles com menor capacidade».
A Adecco acredita que esta ferramenta pode vir a tornar-se mais comum. «Num futuro não muito distante, os candidatos que passem por um processo de selecção estarão mais habituados a um ambiente digital do que ao tradicional lápis e papel», afirmou a Adecco.

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