Numa entrevista hoje publicada pelo jornal El Pais, Robert Zoellick, afirma a pés juntos que «as medidas de relançamento podem ser determinantes» e garante que «o que começou como uma grande crise financeira e se tornou numa profunda crise económica deriva actualmente para uma crise de desemprego».
Segundo o responsável é imperioso «criarmos infra-estruturas que empreguem pessoas, isso pode ser um meio de associar estes desafios a curto prazo com estratégias a longo prazo», sustentou.
O presidente do Banco Mundial disse ainda que « ninguém sabe verdadeiramente o que se vai acontecer» e que o melhor é «estar pronto para qualquer imprevisto».
Quanto à recuperação económica, garante, «tardará a chegar» e quando ocorrer «será de baixa intensidade durante muito tempo». Tudo porque a indústria não tem escoamento e o desemprego vai «continuar a crescer», remata.

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