«Dado o impacto das medidas (de natureza fiscal) no saldo orçamental, não consideramos uma descida generalizada de impostos como a medida mais adequada», afirmou Teixeira dos Santos, citado pela «Renascença».
O executivo prefere optar «por transferências direccionais para as famílias mais carenciadas e mais afectadas pela crise reforçando deste modo o seu rendimento disponível», refere o ministro.
«No actual contexto de incerteza, qualquer redução de imposto tendia a aumentar a poupança e não a despesa em bens e serviços», defendeu.
Teixeira do Santos reafirmou a prioridade do Governo face a consolidação orçamental, afirmando que ela «começará logo que possível».

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