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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Consumidores: o que a crise obriga a sacrificar

Alimentação ocupa o top das despesas mais apertadas, seguindo-se a saúde e só depois o lazerHoje em dia, é a alimentação que ocupa a primeira posição dos sacrifícios das pessoas, seguindo-se as despesas relacionadas com a saúde e só depois o o lazer, segundo dados do «Observador Cetelem», que estudou o mercado europeu de consumo. Contudo, caso dispusessem de mais meios, os consumidores privilegiariam a qualidade nas suas compras de alimentação, refere o comunicado. 

A alimentação, saúde e lazer são assim alvo de contenção de custos na grande maioria dos países, com excepção do Reino Unido e da República Checa, onde a habitação surge em terceira posição na «lista» de sacrifícios, e da Eslováquia, onde o ensino vem em primeiro lugar à frente da alimentação. 

Em contrapartida, face à diminuição do poder de compra os europeus não hesitam em apontar as bebidas alcoólicas e o tabaco como as despesas a sacrificar. 

As despesas relacionadas com hotéis, cafés, restaurantes e lazer são custos não prioritários e como tal são os primeiros a serem deixados para trás, quando é precisa uma gestão mais apertada do orçamento familiar. 

As famílias francesas distinguem-se dos restantes europeus ao declararem que diminuirão as suas despesas de telecomunicações, caso precisem, em 13 por cento, contra 5% em média da Europa.

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