Seria redundante iniciar este artigo com as frases feitas sobre a falência dos modelos de gestão, sobre a necessidade de alterar as estratégias e as políticas de marketing, comunicação, comerciais e de relação ou sobre quais os dez passos para o sucesso...
Seria redundante iniciar este artigo com as frases feitas sobre a falência dos modelos de gestão, sobre a necessidade de alterar as estratégias e as políticas de marketing, comunicação, comerciais e de relação ou sobre quais os dez passos para o sucesso. Muito já se escreveu sobre estas temáticas. Prefiro aqui falar do futuro do negócio da Banca e Seguros, enquanto motor de desenvolvimento económico, social e humano, emocional e de felicidade.
O futuro está a mudar depressa. A crise veio tornar claro, em especial aos agentes dos serviços Banca e Seguros, que é preciso mudar e antecipar movimentos; antecipar as tendências que inspiram as empresas e lhes orientam o caminho. Esta capacidade de antecipação é sem dúvida o maior elemento que a estratégia empresarial pode ter como forma de sustentação e crescimento futuros do negócio. A estagnação está a matar todos aqueles que não conseguem enfrentar os desafios que diariamente se colocam. Em todas as áreas e particularmente na da Banca e Seguros é importante identificar e clarificar os grandes desafios que se apresentam "ao virar da esquina":
1. (Des)Confiança - Um dos factores que mais penalizou os agentes empresariais e os clientes, fruto de todas as realidades mundiais que nos afectaram nos últimos tempos. Como reconquistar a confiança dos investidores? Como dar segurança face ao futuro? Como ajudar quando necesssário? Todas perguntas que obrigam a repensar o modelo de negócio relacional e de formatação do portfólio de serviços.
2. Individualização - O poder (sempre esteve, mas mais agora) está nas mãos dos consumidores quando decidem onde comprar, qual o preço a pagar e em que momento decidem deixar de comprar. Esta premissa é válida em todos os negócios ao qual este não é excepção. A absoluta necessidade de tratar os clientes "pelo nome" e não pelo "número" impõe-se numa lógica não de personalizar, mas de individualizar a relação e o negócio.
3. Autenticidade - A evolução do desenvolvimento de produtos gerou a evolução do marketing de uma plataforma de produto, "placement", preço e promoção para incorporar o serviço, como forma de, em muitos casos, gerar diferenciação relevante e sustentada junto dos consumidores.
A própria evolução do marketing de serviços bem como a saturação de marcas e de canais de comunicação das mesmas para o consumidor já não era suficiente. Foi necessário identificar e praticar o conceito do marketing da experiência - de forma a que cada experiência possa ser realmente considerada como tal e não simplesmente como uma mera "prova". A necessidade e a oportunidade de trazer à tona a autenticidade como elemento fundamental para a construção de experiências que podem gerar diferenciação efectiva, relevante e duradoura, seja para o lançamento de novas marcas e produtos, seja para a revitalização de marcas existentes, sejam elas relativamente recentes ou mais antigas.
4. Diversificação - Cada vez mais os canais tradicionais têm perdido para a chamada web 2.0, onde plataformas virtuais ligam consumidores e fomentam as decisões de compra.
Deixo alguns exemplos que ilustram as novas realidades desta categoria de produto e que suportam os quatro pontos identificados acima como algo que já está na ordem do dia:
• www.zopa.com - a primeira comunidade que partilha os interesses de quem tem dinheiro para emprestar com os de quem precisa de empréstimos, sem qualquer intervenção da banca;
• www.dreambank.com - plataforma onde tudo se negoceia e se vende e compra, desde carros a créditos pessoais;
• www.kiva.com - onde se pode doar pequenas somas de dinheiro para pessoas realmente pobres que, com isso, podem montar o seu próprio negócio e acompanhar a sua gestão.
•www.ing.com - um banco que converteu as sua sucursais em cafés lounge onde os clientes tratam dos seus créditos e poupanças enquanto bebem um café com o seu gestor de conta.
O futuro já começou e quem ficar para trás vai certamente ficar a ver o comboio a ir embora.
O futuro está a mudar depressa. A crise veio tornar claro, em especial aos agentes dos serviços Banca e Seguros, que é preciso mudar e antecipar movimentos; antecipar as tendências que inspiram as empresas e lhes orientam o caminho. Esta capacidade de antecipação é sem dúvida o maior elemento que a estratégia empresarial pode ter como forma de sustentação e crescimento futuros do negócio. A estagnação está a matar todos aqueles que não conseguem enfrentar os desafios que diariamente se colocam. Em todas as áreas e particularmente na da Banca e Seguros é importante identificar e clarificar os grandes desafios que se apresentam "ao virar da esquina":
1. (Des)Confiança - Um dos factores que mais penalizou os agentes empresariais e os clientes, fruto de todas as realidades mundiais que nos afectaram nos últimos tempos. Como reconquistar a confiança dos investidores? Como dar segurança face ao futuro? Como ajudar quando necesssário? Todas perguntas que obrigam a repensar o modelo de negócio relacional e de formatação do portfólio de serviços.
2. Individualização - O poder (sempre esteve, mas mais agora) está nas mãos dos consumidores quando decidem onde comprar, qual o preço a pagar e em que momento decidem deixar de comprar. Esta premissa é válida em todos os negócios ao qual este não é excepção. A absoluta necessidade de tratar os clientes "pelo nome" e não pelo "número" impõe-se numa lógica não de personalizar, mas de individualizar a relação e o negócio.
3. Autenticidade - A evolução do desenvolvimento de produtos gerou a evolução do marketing de uma plataforma de produto, "placement", preço e promoção para incorporar o serviço, como forma de, em muitos casos, gerar diferenciação relevante e sustentada junto dos consumidores.
A própria evolução do marketing de serviços bem como a saturação de marcas e de canais de comunicação das mesmas para o consumidor já não era suficiente. Foi necessário identificar e praticar o conceito do marketing da experiência - de forma a que cada experiência possa ser realmente considerada como tal e não simplesmente como uma mera "prova". A necessidade e a oportunidade de trazer à tona a autenticidade como elemento fundamental para a construção de experiências que podem gerar diferenciação efectiva, relevante e duradoura, seja para o lançamento de novas marcas e produtos, seja para a revitalização de marcas existentes, sejam elas relativamente recentes ou mais antigas.
4. Diversificação - Cada vez mais os canais tradicionais têm perdido para a chamada web 2.0, onde plataformas virtuais ligam consumidores e fomentam as decisões de compra.
Deixo alguns exemplos que ilustram as novas realidades desta categoria de produto e que suportam os quatro pontos identificados acima como algo que já está na ordem do dia:
• www.zopa.com - a primeira comunidade que partilha os interesses de quem tem dinheiro para emprestar com os de quem precisa de empréstimos, sem qualquer intervenção da banca;
• www.dreambank.com - plataforma onde tudo se negoceia e se vende e compra, desde carros a créditos pessoais;
• www.kiva.com - onde se pode doar pequenas somas de dinheiro para pessoas realmente pobres que, com isso, podem montar o seu próprio negócio e acompanhar a sua gestão.
•www.ing.com - um banco que converteu as sua sucursais em cafés lounge onde os clientes tratam dos seus créditos e poupanças enquanto bebem um café com o seu gestor de conta.
O futuro já começou e quem ficar para trás vai certamente ficar a ver o comboio a ir embora.

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